Banco Central estuda enviar novo pedido para abertura de concurso

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Banco ainda aguarda respostas sobre solicitação realizada em 2021

O Banco Central afirmou ao Papo de Concurseiro que ainda aguarda respostas sobre uma solicitação de concurso público enviada em 2021. Ela pede a autorização do Ministério da Economia para a realização de um novo certame ofertando 245 vagas. “Caso o pedido em aberto não seja atendido, existe a possibilidade de novo pedido em 2022”, ressalta o Bacen.

Tabela das distribuições dos cargos solicitados

As vagas seriam para os cargos de analista, técnico e procurador, no qual o preenchimento de pessoal é previsto até 2024. Atualmente o salário inicial varia entre R$ 7.283 a R$ 21.014,49. Na tabela a seguir a distribuição dos cargos por ano.

A Lei nº 9.650, de 27 de maio de 1998 prevê que o quadro de pessoal do órgão seja de 6.470. De acordo com o último levantamento do Bacen, estão vagos 3.031 cargos, sendo o de analista o que possui mais cargos desocupados, 2.446. Comparando com o déficit apresentado na época da solicitação, houve um crescimento de quase 3%.

Sobre os cargos

Confira as atribuições consoante ao Banco Central:

Analistas

“Os analistas do BC são profissionais de nível superior. São algumas das atribuições: “formulação, execução, acompanhamento e controle de planos, programas e projetos relativos à gestão das reservas internacionais; políticas monetária, cambial e creditícia; emissão de moeda e papel moeda; gestão de instituições financeiras sob regime especiais; desenvolvimento organizacional; e gestão da informação e do conhecimento”.

Técnicos

“Os técnicos do BC são profissionais de nível médio. Entre as atribuições de um técnico do Banco Central, estão o desenvolvimento de atividades técnicas e administrativas complementares às atribuições dos analistas e procuradores do BC; apoio técnico-administrativo aos analistas e procuradores do órgão; supervisão da execução de atividades de suporte e apoio técnico terceirizadas, entre outras”.

Procuradores

“O cargo é destinado a profissionais bacharéis em direito. Para concorrer ao posto, é preciso comprovar o exercício de dois anos de prática forense. Veja a lista de antiguidade dos procuradores.

Entre as atribuições de um procurador do Banco Central, estão a representação judicial e extrajudicial da autarquia; atividades de consultoria e assessoramento jurídicos ao BC; apuração da liquidez e certeza dos créditos, de qualquer natureza, inerentes às suas atividades, inscrevendo-os em dívida ativa, para fins de cobrança amigável ou judicial; e assistência aos administradores da autarquia no controle interno da legalidade dos atos a serem praticados por eles ou já efetivados. Veja as atribuições completas do cargo de procurador”.

Bacen está 9 anos sem realizar concurso

O Banco Central realizou o concurso pela última vez em 2013, no qual o edital assegurou a oferta de 500 vagas para os cargos de técnico e analista, de nível médio e nível superior. Ele foi regulamentado pelo Cebraspe.

Na época, o certame registrou 88.589 inscritos, aproximadamente 117 pessoas disputando por cada vaga.

A seleção foi composta por provas objetivas abrangendo os conhecimentos gerais e específicos, além de uma avaliação de títulos e programa de capacitação.

Apesar de previsto, auditores não tratam sobre concurso em reunião com Guedes

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Karolini Bandeira*- Para o presidente do Sindicato dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional), Isac Falcão, a reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, “foi frustrante”. O encontro, realizado no fim da tarde desta quinta-feira (13/1), tinha como objetivo levar ao ministro os pleitos da categoria e detalhar a atual mobilização devido ao corte expressivo no orçamento da Receita para 2022 e a não regulamentação do bônus de eficiência dos profissionais. Ao que tudo indica, a possibilidade de abertura de um novo concurso — um dos temas que seriam tratados, segundo o sindicato — não foi sequer abordada.

De acordo com os auditores, o ministro não apresentou uma solução para a questão do orçamento, “o que faz com que o funcionamento da Receita Federal esteja ameaçado”. “Sobre a regulamentação do bônus, Guedes falou que, apesar de entender e considerar justo o pleito dos auditores-fiscais, ‘o momento não é adequado’ para a publicação do decreto”, escreveu o Sindifisco.

A auditora Natália Nobre, presente no encontro, enfatizou a indignação dos profissionais da categoria diante do que, para a profissional, é um acordo descumprido. “É importante destacar que o pleito dos auditores-fiscais é a regulamentação de uma verba a ser paga a partir do cumprimento de metas institucionais. Se o momento exige um esforço extra dos auditores-fiscais para garantir os recursos necessários para o Estado brasileiro enfrentar a crise, sem dúvida é o momento ideal para regulamentar o bônus de eficiência.”

Concurso Receita Federal: foram pedidas 699 vagas

Em 2021 um ofício foi publicado confirmando a abertura de 699 vagas, sendo 230 vagas para auditor-fiscal e 469 vagas para analista-tributário. Este ofício foi direcionado ao Ministério da Economia, mas ficou parado até agora.

Secretário espera nomear ainda em 2022

Em reunião com sindicalistas no dia 5 de janeiro, o secretário da Receita Federal, Júlio César, afirmou que também pretende se reunir com Guedes para falar sobre a realização de um novo certame, e que espera receber o aval do Ministério da Economia para a abertura do concurso em janeiro, já que deseja contar com estes servidores ainda em 2022.

O Sindifisco reforçou que, para que isso aconteça, o concurso precisaria ser autorizado, aberto e homologado até julho deste ano.

 

*Estagiária sob supervisão de Vinicius Nader

Ministério da Economia define banca de seleção com 300 vagas

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Karolini Bandeira*- O próximo processo seletivo do Ministério da Economia terá o Instituto de Desenvolvimento Institucional Brasileiro (Idib) como o organizador. A escolha da banca foi publicada nesta sexta-feira (10/12), no Diário Oficial da União. Serão 300 vagas temporárias para analistas e técnicos.

O edital está próximo e a previsão é de que seja publicado até fevereiro de 2022. As oportunidades serão para médio, com 115 vagas para técnico em atividades previdenciárias e de apoio; e para superior, com 145 vagas para analista técnico de demandas previdenciárias, judiciais e de controle e outras 40 para analista de negócio.

De acordo com a lei que regulamenta as carreiras, a remuneração varia de R$ 1.700 a R$ 6.130. Cabe à Economia, entretanto, definir os ganhos.

O concurso foi autorizado em agosto e a comissão foi divulgada em setembro.

 

*Estagiária sob supervisão de Mariana Fernandes

Ministério da Economia define comissão organizadora de próximo concurso

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O Ministério da Economia definiu os membros da comissão responsável pela organização de seu próximo concurso, que deve contar com 300 vagas temporárias. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (29/9).

De acordo com o documento, o grupo deve praticar todos os atos necessários à viabilidade do processo seletivo simplificado em um prazo de 90 dias. Com a conclusão dos estudos, a próxima etapa deve ser a contratação da banca organizadora e a publicação do edital. Confira quem são os servidores designados para o trabalho:

I – Representante do Departamento de Centralização de Inativos, Pensionistas e Órgãos Extintos – DECIPEX, da Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal, da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia:

a) Claudiana Maria Coelho Andrade da Costa – Assistente Técnico – matrícula 1528780 – titular; e

b) Daniela Nunes de Menezes – Escriturário – matrícula 1248095 – suplente; (concurso Ministério Economia)

II – Representante da Coordenação-Geral de Desenvolvimento e Movimentação de Pessoal da Diretoria de Gestão de Pessoas da Secretaria de Gestão Corporativa da Secretaria Executiva do Ministério da Economia (CGDEP/DGP/SGC):

a) Rodrigo de Oliveira Alves – Coordenador-Geral de Desenvolvimento e Movimentação de Pessoal – matrícula 1808731 – titular; e

b) Daniel Pires de Castro – Coordenador de Provimento e Dimensionamento de Pessoas – matrícula 1750497 – suplente; e

III – Representante da Coordenação-Geral de Legislação de Pessoal da Diretoria de Gestão de Pessoas da Secretaria de Gestão Corporativa da Secretaria Executiva do Ministério da Economia (CGLEJ/DGP/SGC):

a) Daniela Viterbo Oliveira – Coordenadora de Uniformização de Normas, Direitos e Deveres de Pessoal – matrícula 2129759 – titular; e

b) Iris Francisca Alves de Sousa – Chefe da Divisão de Normas, Direitos e Deveres de Pessoal – matrícula 1161699 – suplente;

Autorização

Em agosto, o secretário especial de desburocratização, gestão e governo digital do Ministério da Economia publicou o aval para o novo processo seletivo simplificado. As chances são para profissionais de níveis médio e superior nos cargos de analista de negócios, analista técnico de demandas previdenciárias e técnico em atividades previdenciárias e de apoio. Segundo o documento, o prazo para a publicação do edital de abertura de inscrições é de até seis meses, contado a partir da publicação da Portaria, ou seja, até fevereiro de 2022.

Ministério da Economia autoriza seleção para a Funai com mais de 700 vagas

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O Ministério da Economia autorizou a realização de um novo processo seletivo para contratação temporária de pessoal para a Fundação Nacional do Índio (Funai). O aval foi publicado por meio de uma portaria no Diário Oficial da União desta terça-feira (21/9).

De acordo com o documento, a Fundação poderá “contratar, por tempo determinado, o quantitativo máximo de 776 profissionais para atender necessidade temporária de excepcional interesse público”.

Serão ofertadas oportunidades nos seguintes cargos: 50 vagas para supervisor dos agentes de proteção etnoambiental; 121 para chefe dos agentes de proteção etnoambiental; e 605 para agente de proteção etnoambiental. 

Apesar dos níveis exigidos para cada função não terem sido revelados, compreende-se que profissionais de nível superior devem ocupar os cargos de chefia enquanto os de nível médio podem se candidatar ao cargo de agente. 

Os contratos terão duração de seis meses, podendo ser prorrogados por até dois anos. 

Concurso Público

No primeiro semestre deste ano, a Funai enviou um pedido ao ME para realizar um concurso público com 1.046 vagas, sendo 369 de nível superior e 675 de nível intermediário. E, segundo o órgão, esse número equivale apenas ao provimento de aproximadamente 42% do total de cargos vagos

Ministério da Economia recebe aval para abrir seleção com 300 vagas

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O secretário especial de desburocratização, gestão e governo digital do Ministério da Economia publicou nesta sexta-feira (27/8), aval para o Ministério da Economia abrir um novo processo seletivo simplificado para a contratação de 300 profissionais. O edital deve sair até fevereiro de 2022.

Chances serão de níveis médio e superior para os cargos de analista de negócios, analista técnico de demandas previdenciárias e técnico em atividades previdenciárias e de apoio.

Segundo o documento, os contratados atuarão na execução de atividades relativas à centralização dos serviços de inativos e pensionistas dos órgãos da administração pública federal direta, autárquica e fundacional e nos processos de compensação previdenciária entre Regimes de Previdência e atividades de natureza administrativa, no âmbito do Departamento de Centralização de Inativos, Pensionistas e Órgãos Extintos – DECIPEX do Ministério da Economia.

O prazo para a publicação do edital de abertura de inscrições para o processo seletivo simplificado será de até seis meses, contado a partir da publicação da Portaria, ou seja, até fevereiro de 2022.

O edital de abertura das inscrições deverá prever o número de vagas, a área de atuação, a descrição das atribuições, a remuneração e o prazo de duração do contrato.

O Ministério da Economia ainda definirá a remuneração dos profissionais.

CGU fala sobre movimentações em pedido de novo concurso público

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Órgão solicitou aval do Ministério da Economia para 375 vagas

Após solicitar abertura de concurso com 375 vagas para auditores e técnicos, a Controladoria-Geral da União informou ao Papo de Concurseiro que há informações de que o Ministério da Economia esteja adotando tratativas internas para dar prosseguimento ao pleito. Embora ainda não seja uma resposta formal, cresce a expectativa por um novo certame.

Recentemente, o ministro Wagner Rosário afirmou, em entrevista dada à TV Brasil, que o concurso deve sair ano que vem com o objetivo de recuperar um pouco dos servidores. 

“Temos um corpo técnico bastante qualificado, servidores extremamente preparados. Temos aí perto de 1.900 servidores, é um número pequeno para a realidade brasileira. Graças a Deus ano que vem vamos ter um concurso para tentar recuperar um pouco da quantidade de servidores”, confirmou o ministro.

CGU encaminha pedido com mais de 300 vagas à Economia

Em maio deste ano, a CGU confirmou, ao Papo de Concurseiro, que encaminhou ao Ministério da Economia solicitação para aval de concurso público com 375 vagas efetivas, sendo 300 para auditores federais de finanças e controle e as outras 75 para técnicos federais de finanças e controle.

O quantitativo já havia sido indicado pelo  ministro da CGU, Wagner Rosário, em entrevista. ”Se Deus quiser, eu tive reunião essa semana com o ministro Paulo Guedes, nós vamos estar abrindo concurso ano que vem para 300 auditores e 75 técnicos”, informou o ministro à Jovem Pan.

O último concurso da CGU foi realizado em 2014 e atualmente há 3.129 cargos vagos no órgão. Do total de vagas desocupadas, há 1.718 cargos vagos de técnico federal de finanças e controle (TFFC) e 1.411 cargos vagos de auditor federal de finanças e controle (AFFC).

Mais de seis anos sem concurso

A CGU realizou em 2014 um concurso público que ofereceu 250 vagas para analistas de finanças e controle.  Mais de 19 mil candidatos se inscreveram. De acordo com o documento, a remuneração para o posto atingia cifra de R$ 12.960,77. A Esaf contabilizou uma concorrência média de 79 pessoas por cada chance. A área que mais recebeu inscrições foi a administrativa (5.848).

Para participar da seleção, foi necessário possuir nível superior completo em curso reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Há chances nas áreas administrativa, de correição, comunicação social, auditoria e fiscalização, tecnologia da informação e prevenção e auditoria.

Os servidores foram lotados no órgão central, no Distrito Federal, e nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima. Veja o edital.

Concurso Ministério da Economia: sai resultado dos pedidos de isenção

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Certame oferece 100 vagas imediatas temporárias; inscrições foram encerradas na quinta-feira (8/4)

 

Karolini Bandeira*- Os inscritos que solicitaram isenção de taxa no processo seletivo do Ministério da Economia já podem consultar a relação de candidatos deferidos e indeferidos no site da banca organizadora, Idib. De acordo com o documento, 15 inscritos tiveram seus pedidos aceitos.

Os profissionais com pedido recusado poderão efetuar o pagamento da taxa de participação, que varia de R$ 36 a R$ 38, até esta sexta-feira (9/4). Confira aqui o  resultado definitivo da isenção.

Diferente do que o Papo de Concurseiro havia informado, não foram 23 mil pedidos de isenção negados pela pasta. Já que grande parte deles não chegaram a oficializar o pedido. Na verdade, dos candidatos que enviaram todos os documentos necessários para a isenção, 206 tiveram a solicitação aceita. Veja:

 

Inscrições puderam ser feitas até quinta-feira

Com 500 vagas temporárias, sendo 100 imediatas e 400 para formação de cadastro reserva, a seleção do Ministério da Economia teve inscrições abertas até esta quinta (8/4). As chances são de níveis médio e superior, com remuneração de R$ 1.700 e R$ 6.130.

As vagas são para os cargos temporários de coordenador de análise de prestação de contas, analista de prestação de contas, agente de apoio de prestação de contas e analista de instauração de tomada de contas especial.

As provas objetivas serão realizadas na cidade de Brasília-DF em locais que serão divulgados oportunamente por meio do site da banca. Poderão ser utilizadas cidades circunvizinhas, dependendo da necessidade.

Os profissionais a serem contratados serão alocados em subunidades da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade – SEPEC – Secretaria de Políticas Públicas de Emprego – SPPE e Subsecretaria de Supervisão e Estratégia – SUPE. Saiba mais! 

 

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Mariana Niederauer

Pedido de concurso público da Receita Federal tem novas movimentações

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Nos últimos dois dias, solicitação teve dez movimentações

 

Karolini Bandeira*- A solicitação de concurso público da Receita Federal, enviado ao Ministério da Economia, teve novas movimentações esta semana. De acordo com o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do Ministério da Economia, nos últimos dois dias, dez novas movimentações foram feitas. O pedido segue em análise pela Divisão de Provimento e Dimensionamento da Força de Trabalho (Dipro).

Confira:

SEI/Reprodução

 

Ainda em 2020, a Receita Federal solicitou à Economia autorização para um novo concurso público. O pedido foi para 3.360 vagas distribuídas entre os cargos de auditor fiscal (nível superior), analista tributário (superior), analista técnico administrativo (superior), arquiteto (superior), contador (superior), engenheiro (superior) e assistente técnico-administrativo (nível médio). Os salários iniciais variam de R$ 4.137,97 a R$ 21.487,09, já com auxílio-alimentação de R$ 458.

*Estagiária sob a supervisão de Mariana Niederauer

Agência Nacional de Águas reforça pedido de concurso ao Ministério da Economia

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Karolini Bandeira*- Em resposta ao blog Papo de Concurseiro, a Agência Nacional de Águas (ANA) confirmou que reiterou ao Ministério da Economia (ME), em 24 de fevereiro, a solicitação de aval para um novo concurso público com 62 vagas, sendo 35 para o cargo de especialista em regulação de recursos hídricos e saneamento básico e outras 27 para analista administrativo. Encaminhado pela primeira vez ao ME em junho de 2020, o ofício inicialmente solicitava autorização para preenchimento de 101 cargos vagos. O número, no entanto, foi reduzido.

A diretora-presidente da ANA, Christianne Dias Ferreira, argumentou no documento que o concurso deverá “minimizar os óbices advindos do atual déficit da força de trabalho”, além de “atingir as metas institucionais da Agência”. A diretora, por fim, reforçou que “a recomposição do quadro de pessoal da ANA, com profissionais qualificados, se faz necessária em razão das novas atribuições advindas da sanção da Lei n° 14.026, de 15 de julho de 2020, que atualiza o marco legal do saneamento básico”.

 

Pedido foi negado em 2019

Aguardando o aval do Ministério da Economia para uma nova seleção desde há mais de um ano, a ANA teve pedido de concurso negado em 2019. Na ocasião, foram solicitadas 93 vagas para os cargos de especialista em recursos hídricos (47), analista administrativo (37) e técnico administrativo (9).

 

Último concurso

último concurso foi realizado em 2012 e ofertou 45 vagas para o cargo de técnico administrativo, cargo que exige nível médio. A remuneração foi de R$ 4.760,18 e os aprovados foram lotados em Brasília/DF. O certame foi executado pela Cetro Concursos Públicos, Consultoria e Administração.

A seleção foi realizada por prova objetiva, que contou com disciplinas de língua portuguesa, raciocínio lógico, ética, noções de informática, legislação aplicada à ANA, noções de direito constitucional e administrativo. Os candidatos foram submetidos, ainda, à prova discursiva.

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco