AGU recorre de liminar que mandou governo realizar o Censo 2021

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A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu da liminar do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que mandou o governo federal realizar o Censo 2021. O julgamento no plenário virtual da Corte sobre esta decisão está previsto para começar nesta sexta-feira (7/5).

A defesa da União pede ao Supremo que reconsidere a decisão de realizar o censo ainda neste ano. E, a AGU sugere que o levantamento seja adiado para 2022, “devendo o Poder Executivo tomar as medidas administrativas e orçamentárias pertinentes para a destinação de recursos necessários ao IBGE”.

Como argumento, a AGU aponta as dificuldades em alterar o orçamento já aprovado para este ano e que a retomada do Censo atrasaria o calendário de medidas que devem ser adotadas pelo IBGE antes da pesquisa. Já que, segundo a União, uma nota técnica do próprio instituto aponta que os atrasos já não permitiram conduzir a pesquisa na data prevista do projeto original, 1º de agosto.

Presidente do IBGE fala sobre o Censo

O novo presidente do IBGE, Eduardo Rios Neto, tomou posse no cargo e disse, em entrevista coletiva online para jornalistas, que o projeto do Censo Demográfico está pronto e o Instituto está preparado para realizá-lo este ano, mas que depende da liberação dos recursos orçamentários. Entretanto, ele não descartou a possibilidade de o Censo ficar para 2022, dado que o cronograma original de preparação já sofreu adiamentos em etapas que não puderam ser concluídas sem a definição da verba esperada.

“Estamos preparados tecnicamente para a realização do Censo neste ano. Há um clamor social para que ele ocorra. Precisamos, contudo, aguardar se o orçamento de R$ 2 bilhões será recomposto, seja por via judicial ou pelo Congresso, para que todo o planejamento da operação censitária seja executado”, explicou Rios Neto.

IBGE vai retomar tratativas com a Economia

Após anunciar o cancelamento do Censo 2021 devido à falta de previsão orçamentária, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que retomará as tratativas com o Ministério da Economia para planejamento e promover a realização do Censo em 2022, de acordo com cronograma a ser definido em conjunto com o Ministério.

O órgão informou também que em relação ao processo seletivo dos censitários – Agente Censitário Municipal (ACM), Agente Censitário Supervisor (ACS) e Recenseador – o IBGE anunciará as orientações assim que for possível.

Cancelado

O anúncio de cancelamento foi realizado na última sexta-feira (23/4) pelo secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues que confirmou que não há previsão orçamentária para o Censo 2021 e o levantamento ficará para 2023.

“Portanto, ele não se realizará em 2021. As consequências para um novo censo serão comunicadas ao longo deste ano”, limitou-se a responder Waldery.

Seleção para o Censo

São 204.307 vagas para os cargos de recenseador, agente censitário municipal e agente censitário supervisor.
Do total, são oferecidas 181.898 vagas para recenseador, 16.959 para agente censitário supervisor (ACS) e 5.450 para agente censitário municipal (ACM) em 5.297 municípios do país. Os quadros de distribuição das vagas estão disponíveis para consulta no site do Cebraspe, empresa organizadora dos processos seletivos.
As vagas são temporárias e os contratos terão duração prevista de três meses para a função de recenseador e de cinco meses para ACM e ACS, podendo ser renovados de acordo com as necessidades do IBGE e a disponibilidade orçamentária. Saiba todos os detalhes da seleção aqui!

Com informações da Agência Estado.

ANM solicita novos editais de concursos públicos com vagas efetivas

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Karolini Bandeira*- A Agência Nacional de Mineração (ANM) confirmou ter encaminhado à Economia pedido de autorização para realizar dois concursos públicos para servidores efetivos. Ainda segundo o órgão, um dos pedidos, que solicita 40 vagas para o cargo de segurança de barragens, já está sendo analisado pelo ministério. A outra solicitação, para 150 vagas na carreira de especialista, ainda não começou a ser analisada.

Atualmente, a Agência está com processo seletivo em andamento para profissionais temporários. A seleção conta com 40 vagas para técnicos de segurança de barragens, que exige nível superior. O salário é de R$ 8.300, para 35 horas de trabalho semanal. Os inscritos passarão por prova objetiva, discursiva e de títulos e os contratados serão lotados em Belo Horizonte-MG , Belém-PA, Cuiabá-MT, São Paulo-SP e Distrito Federal-DF. Saiba mais!

Último concurso ANM foi há mais de dez anos

último concurso público do Departamento Nacional de Produção Mineral (DPM) foi realizado há 11 anos, em 2009. O certame ficou sob a organização da banca organizadora Instituto Movens. Foram oferecidas 256 vagas com oportunidade nos níveis médio e superior. A seleção contou com prova objetiva e prova discursiva.

Aos profissionais admitidos, foi oferecido salário de até R$ 5.209, além de gratificações. A atuação dos cargos tiverem lotação nas unidades regionais e na sede do DPNM.

 

 

 

 

 

*Estagiária sob supervisão de Mariana Niederauer

Após pedido de Dias Toffoli, INPI estuda solicitação de concurso

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Recentemente, o ministro Dias Toffoli exigiu a contratação de novos servidores

 

Karolini Bandeira*- Em resposta ao Papo de Concurseiro, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) confirmou que o órgão está analisando seu quadro de pessoal para encaminhar um novo pedido de realização de concurso público ao Ministério da Economia. A solicitação deverá ser enviada ao ministério até 31 de maio.

“O INPI informa que ainda está avaliando suas necessidades de pessoal para subsidiar a solicitação de concurso público a ser realizada até 31 de maio, de acordo com o artigo 4º do Decreto nº 9.739, de 28 de março de 2019”, comunicou o instituto.

O último pedido de concurso feito pelo INPI foi renovado em 2018, com solicitação de edital com 428 vagas distribuídas entre os cargos de analista em planejamento, especialista sênior, pesquisador, técnico em propriedade, técnico em planejamento e tecnologista. As carreiras são de nível médio e nível superior e contam como remuneração inicial R$3.729,38 a R$8.243,38.

Dias Toffoli exige novas contratações no órgão

Durante o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5529 em 7 de abril, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli determinou o prazo de um ano para publicação de novo edital de concurso público do Inpi. A decisão liminar ainda será submetida ao Plenário e poderá ter mudanças.

“Em números absolutos, o Instituto conta atualmente com 312 examinadores e uma média de 459 processos pendentes para cada examinador (doc. 232, p. 38)”, indica uma parte da decisão.

De acordo com o ministro, dos 810 cargos de pesquisador em propriedade industrial do INPI, 388 estão, atualmente, em vacância. “Portanto, é de se verificar que o INPI opera, atualmente, em situação precária, com processos de trabalho ineficazes, defasagem tecnológica e carência de recursos humanos, o que o posiciona em patamar inferior aos seus equivalentes no plano internacional e denota a necessidade urgente de uma reformulação das práticas do órgão”, aponta o texto da decisão.

Último certame

O último concurso público do INPI foi aberto em 2014 e regido pelo Cebraspe. As 140 vagas, de nível médio e nível superior, foram para o Rio de Janeiro. Os candidatos passaram por provas objetivas e discursivas e avaliação de títulos. Na ocasião, os vencimentos chegaram a até R$ 10.043,70. Leia o edital!

 

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Mariana Niederauer

Novo pedido de concurso da CVM será encaminhado à Economia até a próxima quarta

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Segundo a autarquia, o pedido, com autorização projetada para 2022, será para 121 vagas.

Karolini Bandeira*- A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) confirmou, ao Papo de Concurseiro, que uma nova solicitação de concurso público será encaminhada para aval no Ministério da Economia até a próxima quarta-feira (14/4). Ainda segundo a autarquia, o pedido, com autorização projetada para 2022, será para 121 vagas.

O quantitativo solicitado é distribuído em 24 inspetores, 48 analistas e 49 agentes executivos. A CVM ainda reforçou que o último concurso foi realizado em 2010, com 150 oportunidades. Veja a nota na íntegra:

“O último concurso para preenchimento de vagas junto à CVM foi realizado em 2010 (válido por dois anos, prorrogado por igual período). Na ocasião, foram ofertadas 150 vagas para os cargos de Inspetor, Analista e Agente Executivo, preenchidas entre os anos de 2011 e 2014.

Desde então, a Autarquia vem solicitando aos órgãos competentes a realização de novos concursos, sendo que a CVM está elaborando um novo pedido, a ser submetido ao Ministério da Economia até o dia 14/4, com vistas à sua aprovação para 2022, com os seguintes quantitativos por cargo: 24 Inspetores, 48 Analistas e 49 Agentes Executivos.”

Salário de até R$ 19,6 mil

O cargo de agente executivo exige nível médio e oferece salário de R$7.647,98, já incluso o auxílio-alimentação de R$458. Já os cargos de inspetor e analista são ambos de nível superior e contam remuneração inicial no valor de R$19.655,06. Para ser inspetor, o candidato pode ser formado em qualquer área, enquanto a carreira de analista exige graduação em cursos específicos.

No último concurso, aberto em 2010, os inscritos foram avaliados por prova objetiva e redação. Na avaliação, candidatos de nível médio responderam questões de língua portuguesa, estrutura do mercado de valores mobiliários, conhecimentos básicos de administração, conhecimentos contemporâneos e administração pública. Inscritos com nível superior passaram por português, inglês, matemática financeira, estrutura do mercado de valores mobiliários, contabilidade, auditoria e funcionamento do mercado de valores mobiliários e Economia.

 

 

204.307 vagas: Está em dúvida sobre se inscrever no concurso do IBGE? Técnico do órgão dá super dicas

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Concurso recém-lançado tem grande oferta de vagas a diversos cargos, um pode se encaixar em seu perfil, veja:

 

Karolini Bandeira*- A Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE) divulgou, nesta quinta-feira (18/2), os editais para o Censo Demográfico 2021! Ao todo, os documentos ofertam 204.307 vagas para os cargos de recenseador, agente censitário municipal e agente censitário supervisor, funções com salário de até R$ 2.100. As inscrições serão abertas a partir desta sexta-feira (19/2), e a taxa de inscrição é a partir de R$ 22,77.

Os contratos serão temporários e terão vigência de 30 dias, com possibilidade de prorrogação. Como método de seleção, os candidatos deverão aplicar prova objetiva, prevista para abril. Os concursos serão organizados pelo Cebraspe. Para dar uma luz aos candidatos que pretendem se inscrever, Jeck Ferraz, técnico do IBGE e especialista no assunto, dá dicas de como estudar para a grande seleção e mostra que é, sim, possível começar a se preparar agora e conquistar a tão esperada aprovação!

 

Ainda não comecei a estudar! E agora?

Se você ainda não teve tempo de se preparar, não precisa entrar em pânico! A primeira prova (para agente municipal e agente supervisor) só será aplicada em 18 de abril e, para o especialista Jeck Ferraz, é completamente possível obter a aprovação se organizando e estudando durante os próximos dois meses. Ferraz relembra que a seleção abrange todas as regiões e, devido a isto, a concorrência pode ser baixa: “Há muitas vagas e para todos os municípios do país. Há lugares concorridos, mas há municípios com concorrência baixíssima.”

Para o especialista, começar pelas questões das provas anteriores é uma boa tática de estudo: “Estudar pelas questões anteriores das provas do IBGE pode ser uma boa ideia, principalmente do Censo Experimental de 2019 e do Censo Agro de 2017.”  “Há também ótimos cursos online para o IBGE com preço bem em conta”, completa.

 

Em qual conteúdo focar?

O conteúdo cobrado nas provas diverge de acordo com o cargo escolhido. Os candidatos à função de recenseador, de nível fundamental, farão prova objetiva de língua portuguesa, matemática, ética e conhecimentos técnicos. Já aos cargos de agente censitário municipal e agente censitário supervisor, será aplicada prova objetiva de língua portuguesa, raciocínio lógico, ética, noções de administração e conhecimentos técnicos. Independente da área escolhida, Ferraz destaca que é importante priorizar os conhecimentos técnicos. E enfatiza: “Para recenseador metade da prova é sobre essa disciplina, sem falar que é importantíssima no trabalho.”

 

Mas, será que devo concorrer?

Para os que ainda estão na dúvida se devem ou não se inscrever, Ferraz ressalta por que apostar na seleção é uma boa ideia. “Trabalhar no IBGE é uma oportunidade de crescimento profissional e humano. Quem atuar como recenseador vai realmente conhecer a realidade do povo brasileiro e ainda ganhar uma boa remuneração caso se dedique, pois é por produtividade”, diz. De acordo com o profissional, também é possível ocupar o cargo mantendo um outro emprego: “O IBGE recomenda no mínimo 25h semanais e não há jornada fixa, portanto é possível inclusive conciliar um trabalho na iniciativa privada com a função de recenseador.” Vale ressaltar, também, que, em comparação à taxa de participação de outros certames, a seleção do IBGE está “em conta”.

 

Saiba tudo sobre o edital do IBGE aqui: IBGE publica editais com mais de 204 mil vagas para o Censo 2021

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco 

 

 

 

Indispensável na luta contra o covid-19, Anvisa encaminha solicitação de concurso a Ministério da Economia

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Instituição não realiza concurso público desde 2016

 

Karolini Bandeira*- Será que vem novo concurso federal por aí? O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, solicitou ao ministro da Economia, Paulo Guedes, autorização para realizar um novo concurso público. Em resposta ao Papo de Concurseiro, a assessoria da Agência informou que o pedido segue em análise pelo ministro.

De acordo com uma publicação do O Globo, Torres argumentou a Guedes que a proximidade de aposentadorias e as perdas de servidores podem provocar um colapso na instituição. O presidente afirmou que seriam necessárias, ao menos, 94 novas contratações para suprir o déficit no quadro de pessoal. A assessoria da Anvisa, porém, não comentou o número solicitado.

De acordo com o Portal da Transparência, atualmente, a Anvisa tem 1.587 cargos sendo ocupados. Levando em consideração a quantidade de vagas previstas em lei, a instituição tem 93 cargos em vacância.

 

Último concurso

O último concurso público da Anvisa foi realizado em 2016 e organizado pela banca Cebraspe. Na ocasião, foram ofertadas 78 vagas de nível médio na função de técnico administrativo, carreira com remuneração de com remuneração de R$ 6.002,14 e lotação em Brasília. O concurso foi composto por prova objetiva e prova discursiva. A prova objetiva foi composta por 120 questões sobre português, noções de informática, raciocínio lógico, ética no serviço público, atualidades e conhecimentos específicos; na prova objetiva, os candidatos tiveram que produzir uma redação de até 30 linhas valendo 40 pontos. A validade do concurso foi encerrada em 2019. Saiba mais!

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco

207.332 vagas! IBGE recebe autorização para abrir seleção para o Censo 2021

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As chances serão distribuídas em seis cargos distintos; edital em até seis meses

 

Notícia ótima! Finalmente a autorização para a abertura da seleção nacional simplificada para a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE) foi publicada.

O secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, do Ministério da Economia, Caio de Andrade assinou a portaria que permite a contratação do quantitativo máximo de 207.332 profissionais, por tempo determinado, para desenvolver atividades relacionadas ao Censo Demográfico 2021.

O prazo de duração dos contratos deverá ser de até um ano, com possibilidade de prorrogação conforme o previsto no inciso II do parágrafo único do art. 4º da Lei nº 8.745, de 1993, desde que a prorrogação seja devidamente justificada com base nas necessidades de conclusão das atividades.

O prazo para publicação do edital de abertura de inscrições para o processo seletivo simplificado será de até seis meses, contado a partir da publicação da portaria de autorização, ou seja, até junho deste ano.

O IBGE definirá a remuneração dos profissionais a serem contratados em conformidade com o inciso II do art. 7° da Lei nº 8.745, de 1993.

 

Veja a distribuição dos cargos:

 

A portaria em sua íntegra. 

Bolsonaro aprova estrutura regimental e quadro de cargos da AGU

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Karolini Bandeira*- Nesta terça-feira (26/1), foi publicada, no Diário Oficial da União (DOU), a aprovação da estrutura regimental e do quadro demonstrativo dos cargos em comissão e das funções de confiança da Advocacia-Geral da União (AGU). O documento, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, também aprova o quadro demonstrativo dos cargos em comissão da Procuradoria-Geral Federal (PGF) e remaneja e transforma cargos da AGU em comissão.

O documento compreende todas as atribuições e competências dos órgãos, setores e servidores. Portanto, impacta nas atividades dos atuais e futuros servidores da AGU, principalmente de cargos comissionados. De acordo com a estrutura regimental, dois cargos em comissão do Grupo-DAS foram extintos. “Os ocupantes dos cargos em comissão e das funções de confiança que deixam de existir na Estrutura Regimental da Advocacia-Geral da União por força deste Decreto ficam automaticamente exonerados ou dispensados”, determina o decreto. Fique por dentro de todas as alterações internas do órgão!

 

“Art. 8º O Advogado-Geral da União publicará, no Diário Oficial da União, no prazo de trinta dias, contado da data de entrada em vigor deste Decreto, as relações nominais dos titulares dos cargos em comissão e das funções de confiança a que se referem os Anexos II e VI, que indicará, inclusive, o número de cargos, funções e gratificações vagos, suas denominações e seus níveis”

 

Publicadas súmulas com novas regras para concursos públicos

Na última segunda-feira (25/1), a AGU consolidou as súmulas de observância obrigatória para os órgãos de Consultoria e de Contencioso da AGU, da Procuradoria-Geral Federal e da Procuradoria-Geral do Banco Central do Brasil. A súmula foi publicada no DOU. Veja abaixo as que impactarão em concursos públicos:

Súmula nº 16

“O servidor estável investido em cargo público federal, em virtude de habilitação em concurso público, poderá desistir do estágio probatório a que é submetido com apoio no art. 20 da Lei nº8.112, de 11 de dezembro de 1990, e ser reconduzido ao cargo inacumulável de que foi exonerado, a pedido.”

Súmula nº 22

“Não se exigirá prova de escolaridade ou habilitação legal para inscrição em concurso público destinado ao provimento de cargo público, salvo se a exigência decorrer de disposição legal ou, quando for o caso, na segunda etapa de concurso que se realize em duas etapas.”

Súmula nº 35

“O exame psicotécnico a ser aplicado em concurso público deverá observar critérios objetivos, previstos no edital, e estará sujeito a recurso administrativo.”

Súmula nº 45

“Os benefícios inerentes à Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência devem ser estendidos ao portador de visão monocular, que possui direito de concorrer, em concurso público, à vaga reservada aos deficientes.”

Súmula nº 79

“O termo inicial do prazo decadencial para impetração de Mandado de Segurança, no qual se discuta regra editalícia que tenha fundamentado eliminação de candidato em concurso público, é a data em que este toma ciência do ato administrativo que determina sua exclusão do certame.”

Súmula nº 86

“A exigência de escolaridade de nível médio, para fins de concurso público, pode ser considerada atendida pela comprovação, pelo candidato, de que possui formação em curso de nível superior com abrangência suficiente para abarcar todos os conhecimentos exigíveis para o cargo de nível técnico previsto no edital e dentro da mesma área de conhecimento pertinente.”

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco

PF poderá convocar mais candidatos do que o número previsto em edital

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Karolini Bandeira*- Que coisa boa! A Polícia Federal (PF) confirmou, nesta sexta-feira (22/1), ao Papo de Concurseiro, que o concurso público do órgão com 1.500 vagas imediatas poderá convocar mais policiais até o final do prazo de validade! De acordo com a corporação, tudo depende de autorização do Ministério da Economia.

“Se, durante o período de validade do concurso público, o Ministério de Estado da Economia autorizar a nomeação de candidatos aprovados e não convocados, que ultrapassem o quantitativo original de vagas previsto no edital, poderão ser realizados outros Cursos de Formação Profissional, em período a ser divulgado oportunamente, se for o caso”, informou a PF. O órgão lembrou, também, que a convocação de candidatos acima da quantidade prevista é uma possibilidade citada no edital de abertura.

 

Veja dois trechos do edital em que o tema é formalizado: 

 

18.6.1 Se, durante o período de validade do concurso público, o Ministério de Estado da Economia autorizar a nomeação de candidatos aprovados e não convocados, que ultrapassem o quantitativo original de vagas previsto neste edital, participará da segunda etapa do concurso público o candidato classificado dentro do número exato de vagas autorizado pelo referido Ministério.

20.5.2.2 Se, durante o período de validade do concurso público, o Ministério de Estado da Economia autorizar a nomeação de candidatos aprovados e não convocados, que ultrapassem o quantitativo original de vagas previsto neste edital, pode(rão) ser realizado(s) outro(s) Curso(s) de Formação profissional, em período a ser divulgado oportunamente, se for o caso.

 

Inscrições abertas

As inscrições do concurso estão (finalmente) abertas e seguem até 9 de janeiro, com taxa de R$ 180 a R$ 250. Haverá isenção total do valor da taxa de inscrição somente para os candidatos amparados pelo Decreto nº 6.593, de 2 de outubro de 2008, e pelo Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007, ou pela Lei nº 13.656, de 30 de abril de 2018.

São 1.500 vagas para escrivão, agente, delegado e papiloscopista. Vale ressaltar que o concurso reserva 5% das vagas a candidatos com deficiência e 20% a candidatos autodeclarados negros e somente será admitida uma inscrição por cargo.

A primeira etapa do concurso público destina-se à admissão à matrícula no Curso de Formação Profissional e abrangerá as seguintes fases, de responsabilidade do Cebraspe:

a) prova objetiva, para todos os cargos, de caráter eliminatório e classificatório;

b) prova discursiva, para todos os cargos, de caráter eliminatório e classificatório;

c) exame de aptidão física, para todos os cargos, de caráter eliminatório;

d) avaliação médica, para todos os cargos, de caráter eliminatório;

e) prova oral, somente para o cargo de Delegado de Polícia Federal, de caráter eliminatório e classificatório;

f) prova prática de digitação, somente para o cargo de Escrivão de Polícia Federal, de caráter eliminatório;

g) avaliação de títulos, somente para o cargo de Delegado de Polícia Federal, de caráter classificatório; e

h) primeiro momento da avaliação psicológica, para todos os cargos, sem caráter eliminatório.

A segunda etapa do concurso público consistirá de curso de formação profissional, de caráter eliminatório, de responsabilidade da Academia Nacional de Polícia, a ser realizado no Distrito Federal, podendo ser desenvolvidas atividades, a critério da Administração, em qualquer unidade da Federação.

 

Saiba tudo sobre o concurso:

Polícia Federal lança edital de concurso público com 1.500 vagas

Vai fazer o concurso da PF? Especialista explica porque sua resposta deve ser sim

PF ou PRF, qual escolher? Especialistas dão dicas e pontuam diferenças

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco 

Cursinho oferece minicursos gratuitos para concursos da PF e PRF

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Faltando pouco mais de 60 dias para as provas, os candidatos terão oportunidade de reforçar os estudos na área de direito e legislação

 

Juntas, a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) oferecem 3.000 vagas, com provas realizadas ainda no primeiro semestre. Os editais já foram publicados e as provas acontecem em março. Para ajudar na preparação, o IMP Concursos oferece dois minicursos gratuitos para os certames. Cada um dos cursos inclui 6 horas de aula e ficará disponível por 2 meses. Para ter acesso aos conteúdos, basta acessar os links abaixo e realizar a matrícula gratuitamente.

https://imponline.com.br/produto/minicurso-gratuito-para-pf/

https://imponline.com.br/produto/minicurso-gratuito-para-prf/

 

Disciplinas se professores 

Polícia Federal

Direito Processual Penal Elite Policial – Thiago Medeiros

Legislação Federal Elite Policial – Vinicio Eduardo

Lei de Tortura – Fernando Cocito

 

Polícia Rodoviária Federal

JECRIM – Juizado Especial Criminal – Fernando Cocito

Legislação de Trânsito – Jayme Amorim de Sousa

Direito Penal Elite Policial – Vitor Falcão

Direitos Humanos – Thiago Medeiros