Conselho Regional de Contabilidade de Rondônia anuncia edital

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  Lorena Pacheco – Do CorreioWeb   Um novo concurso foi anunciado pelo Conselho Regional de Contabilidade de Rondônia (CRC/RO). De acordo com a dispensa de licitação, divulgada no Diário Oficial do estado, a banca organizadora já foi escolhida. Caberá a Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt (Funcab) a responsabilidade de aplicar as provas do certame. Dados como número de vagas, cargos e salários não forma informados. 

BRDE escolhe banca organizadora de próximo concurso

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(Foto: Reprodução/BRDE)

Do CorreioWeb   O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) já escolheu a banca organizadora do próximo concurso público. A escolhida foi a Fundação Universidade Empresa de Tecnologia e Ciências (Fundatec). O próximo passo é a elaboração e publicação do edital de abertura.   O último concurso do banco ocorreu em 2011, sob a responsabilidade do Instituto AOCP. Na época, foram oferecidas 14 oportunidades imediatas e formado cadastro reserva para níveis médio e superior. A disputa foi para os cargos de assistente administrativo, analista de projetos nas áreas jurídica, engenharia, agronomia e econômico e financeiro, e analista de sistemas nas áreas de desenvolvimento de sistemas, suporte e administração de banco de dados.   A remuneração inicial variou de R$ 1.651,93 a R$ 4.150,59, com jornada de trabalho de 30h semanais. Além do salário os profissionais tinham direitos a benefícios como vale transporte, assistência alimentar, auxílio-creche, assistências saúde e odontológica, prêmio assiduidade, participação nos lucros, incentivo a curso de línguas estrangeiras e à pós-graduação, auxílio funeral e previdência privada. Foram aplicadas prova objetiva para todos o cargos, prova discursiva e avaliação de títulos apenas para as funções de nível superior.

Há mais servidoras em cargos de liderança, mas elas ainda não têm salário superior

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Confira relatos de servidoras do STJ, MDIC e TCU (Fotos: Minervino Junior, Marcelo Ferreira e Breno Fortes/CB/D.A Press)

Juliana Espanhol – Do Correio Braziliense   No Dia Internacional da Mulher, o Brasil tem pelo menos um motivo para comemorar: entre os países do G-20, o país fica em 5º lugar em quantidade de mulheres em funções de liderança no setor público, de acordo com pesquisa da consultoria Ernst & Young (EY). Com 34% de participação feminina nos postos de chefia, o Brasil só fica atrás do Canadá, da Austrália, da África do Sul e do Reino Unido (veja quadro). No entanto, quando se leva em conta a participação feminina no setor privado e no Congresso Nacional, o resultado brasileiro é bastante inferior: 5% e 9%, respectivamente, o que classifica o país em 15º e 19º lugares nesses quesitos. “Temos de quebrar paradigmas para conquistar mais representatividade feminina em todos os campos da sociedade brasileira. Faltam programas afirmativos”, afirma Liliane Junqueira, líder de Governo e Setor Público da consultoria de negócios EY.

De acordo com pesquisa da Escola Nacional de Administração Pública (Enap) sobre servidores públicos federais do Poder Executivo, a participação de mulheres chegou a 46% em 2014, o que corresponde a mais de 248 mil trabalhadoras. Elas também são maioria em cargos de chefia, em percentuais que vão de 59% a 54%, de acordo com o tipo de cargo ou gratificação. “Houve evolução, no entanto há mais servidoras com ensino superior e pós-graduação e isso não se reflete na distribuição das gratificações mais altas”, comenta o diretor de Comunicação e Pesquisa da Enap, Pedro Luiz Cavalcante. Nos cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS) níveis 5 (R$ 10.429,65) e 6 (R$ 12.972,50), os mais altos, o percentual de mulheres era de apenas 28% e 19% em 2014.

Para a coordenadora-geral de Pesquisa da Enap, Marizaura Camões, processos seletivos objetivos são fundamentais para aumentar o equilíbrio. “A atribuição da maioria dos cargos de chefia é por indicação, mas há experiências mais meritocráticas na administração pública, em que são realizados processos seletivos”, afirma. Outro fenômeno observado pela pesquisa é a concentração feminina em áreas sociais. No Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), por exemplo, o índice de chefes do sexo feminino chega a 52%, enquanto, no Ministério da Defesa, a liderança de mulheres é de apenas 15%. “Em parte, isso reflete escolhas profissionais, mas também é influenciado pela cultura organizacional”, afirma Pedro Luiz Cavalcante.

A distribuição se repete no comando de ministérios. Nesta gestão da presidente Dilma, quatro das seis ministras estão em pastas sociais: Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Secretaria de Direitos Humanos; Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Movida a desafios

Servidora do Tribunal de Contas da União (TCU) há 15 anos, Simone Barbosa, 49 anos, é também diretora de Integração Regional no Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo (Sindilegis). No TCU, ocupa o cargo de oficial de gabinete do ministro Augusto Nardes. Antes disso, Simone chefiou diversos setores do tribunal, como a gráfica, o cerimonial e a folha de pagamento. “Sou movida a desafios e tenho facilidade para me adaptar a mudanças”, diz ela, que acredita que essas características foram importantes para obter cargos de liderança. Simone admite que, muitas vezes, o gênero ainda é um empecilho no ambiente de trabalho. “O grande desafio no serviço público é se impor e ser respeitada. Já recebi várias cantadas… É preciso ser segura e ter consciência da própria capacidade.”

Competência

No Superior Tribunal de Justiça (STJ) há 25 anos, Sulamita Marques, 48, é secretária de Orçamento e Finanças do órgão, à frente de uma equipe de cerca de 50 pessoas.  Formada em direito e em contabilidade, Sulamita foi uma das primeiras de sua família a ingressar no serviço público, assim como a completar o ensino superior. “No setor privado, há diferença salarial para as mulheres e é mais difícil ascender na carreira”, avalia. Ao longo dos anos, Sulamita viu o número de representantes femininas crescer em cargos de liderança no STJ. “Aqui, não percebo discriminação. O critério é a competência, o que faz sentido, porque as mulheres vêm se qualificando cada vez mais”, diz. O estudo, assim como a dedicação, são peças-chave para o sucesso profissional. “Se você se atualiza, mostra que é determinada e tem capacidade, o reconhecimento é natural.”

Flexibilidade

Economista formada pela Universidade de Brasília (UnB), Anamélia Seyffarth, 51 anos, é secretária executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) desde janeiro deste ano. Chefiando uma divisão com cerca de 40 funcionários, Anamélia é responsável por prestar assessoria direta ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Armando Monteiro Neto. Na visão da servidora, planos de carreira bem estruturados e a adoção de políticas, como creche no local de trabalho, são benéficos às mulheres. “Uma progressão profissional mais lenta e meritocrática é melhor para as mulheres, pois elas não precisam ter medo de perder um cargo muito alto conquistado cedo demais.”

Mãe de dois filhos, de 23 e 13 anos, ela passou por órgãos com mais e menos suporte às mães. Na época em que a filha mais velha era pequena, Anamélia morava no Rio de Janeiro e trabalhava na comissão de comércio exterior do Ministério da Fazenda em um cargo comissionado. “Lá, havia creche no próprio prédio, o que dá mais segurança e conforto. Quando meu segundo filho nasceu, em Brasília, me mudei para mais perto do trabalho e, assim, podia ficar com ele no almoço”, conta. Ela destaca a flexibilidade que encontrou no retorno da licença-maternidade. “Fui promovida pouco tempo depois de voltar à Assessoria de Assuntos Internacionais da Fazenda”, relembra.

TCU estuda aumentar número de vagas de novo concurso

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(Foto: Breno Fortes/CB/D.A Press)

Sílvia Mendonça – Do CorreioWeb   O Tribunal de Contas da União (TCU) estuda, atualmente, a possibilidade de aumentar o número de vagas do próximo concurso. Em outubro do ano passado, a autorização do certame já havia sido alterada com aumento de vagas. O órgão ressalta que a autorização continua dentro do prazo de validade.   Até o momento, o órgão divulgou que serão abertas vagas nos cargos de técnico federal de controle externo (19) e auditor federal do controle externo (12). Para o último posto, serão oferecidas oportunidades nas áreas de tecnologia da informação e biblioteconomia. As oportunidades serão divididas entre o Distrito Federal, Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pernambuco, São Paulo e Roraima.

Aprovado reconhecimento da Universidade Federal do ABC como fundação pública

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  Da Agência Senado   O Plenário do Senado aprovou projeto que reconhece a Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) como fundação pública dotada de personalidade jurídica de direito público. O PLC 35/2013, aprovado na forma como foi recebido da Câmara dos Deputados, também determina a dispensa da inscrição dos seus estatutos em cartório de registro civil. A matéria vai a sanção.   O projeto altera a lei que criou a universidade para reconhecê-la como uma fundação pública de natureza idêntica à das demais universidades federais. De autoria do Poder Executivo, o PLC 35 isenta do registro em cartório os estatutos da UFABC, retificando, dessa forma, a sua constituição jurídica. A proposta modifica a Lei 11.145/2005, que criou a fundação.   Conforme a justificativa do governo federal, o objetivo é solucionar a dificuldade da UFABC para cumprir cláusula que determinou o registro do seu estatuto no cartório de registro civil competente. A ação conferiria personalidade jurídica à instituição, mas contraria as Normas de Serviço da orregedoria-Geral da Justiça do Estado de São Paulo.   Os deputados acrescentaram artigo ao projeto para estender a atuação da fundação a outras localidades de interesse institucional.   O projeto foi aprovado anteriormente nas comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Educação, Cultura e Esporte (CE). Em Plenário, o líder do governo no Congresso, senador José Pimentel (PT-CE), lembrou que uma das metas do Plano Nacional de Educação é que no mínimo 40% da população brasileira de 18 a 29 anos estejam cursando ou tenham sua graduação completa. O cumprimento da meta será possível, segundo ele, com a ampliação da oferta de ensino superior gratuito e de qualidade por meio de mais universidades federais no interior do país.   — No meu estado, o Ceará, por exemplo, nós tínhamos apenas uma universidade federal. Hoje estamos com três e temos 35 municípios com a presença de campi para assegurar a descentralização — explicou o senador.

Projeto de lei cria 1.827 vagas para o TRT de São Paulo

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(Foto: Maurenilson Freire/CB/D.A Press)

Do CorreioWeb   Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que propõe a criação de 1.827 vagas para o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª região (TRT-2). Com sede na capital paulista, a instituição tem, atualmente, 611 vagas disponíveis para provimento efetivo, por meio de novo concurso público ou convocação de cadastro reserva existente. Das vagas disponíveis, 204 são para o cargo de técnico judiciário, com exigência de ensino médio, e 407 para analistas, de nível superior.   O projeto para ampliação do quadro ainda está em fase de análise. Somente após o parecer das comissões responsáveis, será encaminhado para votação em plenário. De acordo com o Tribunal Superior do Trabalho (TST), a ampliação do número de funcionários tem como objetivo a adequação do quadro de pessoal do TRT-2 às regras previstas em resoluções do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho. As normas prevêem a padronização da estrutura organizacional e de pessoal dos órgãos da justiça do trabalho de primeiro e segundo graus.

IFPB convocará CR para complementar quadro de servidores

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  Do CorreioWeb   O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) vai convocar novos servidores para compor o quadro de pessoal da instituição. A informação foi publicada no Diário Oficial da União e apresentou 233 possibilidades de vagas.   O IFPB pretende reforçar o quadro de pessoal de Santa Rita, Itabaiana, Esperança, Itaporanga e Catolé do Rocha, além de recompor as outras unidades no estado. De acordo com a instituição, antes da nomeação haverá abertura de edital de remoção interna dos servidores para em seguida chamarem os concursados. A expectativa é que ainda neste primeiro semestre comece a ser montado o edital para novo concurso público para áreas onde não existam candidatos habilitados.   As oportunidades são para assistente de aluno, assistente de laboratório, auxiliar de biblioteca, auxiliar em administração, auxiliar em assuntos educacionais, assistente em administração, desenhista-projetista, revisor de textos Braille, técnico de laboratório, técnico de tecnologia da informação, técnico em agropecuária, técnico em edificações, técnico em enfermagem, técnico em mecânica, técnico em segurança no trabalho, tradutor e intérprete de Linguagem de Sinais, analista de tecnologia da informação, arquivista, assistente social, engenheiro, médico, pedagogo, secretário executivo, técnico em assuntos educacionais, tecnólogo-formação e professor.

DPU confirma previsão de novo edital até o fim do mês

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(Foto: Sérgio Vinícius/Esp. CB/D.A Press)

Sílvia Mendonça – Do CorreioWeb   A Defensoria Pública da União (DPU) confirmou que mantém a previsão de abertura do novo concurso até o fim deste mês. O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB) foi escolhido para organizar o certame. Apesar da proximidade do lançamento do edital, o órgão não divulgou a quantidade de vagas, cargos e remunerações que serão oferecidas.   O último certame da DPU foi lançado em novembro do ano passado e oferta 58 vagas para o cargo de defensor público federal, com subsídio de R$ 16.489,37. O Cespe/UnB também é a banca organizadora da seleção. Para participar foi preciso ser bacharel em direito, ter registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e experiência de, no mínimo, três anos em atividades jurídicas.   O concurso conta com prova objetiva, realizada em 7 de fevereiro, além de prova dissertativa, seguida de prova oral, prova de títulos, sindicância de vida pregressa e apuração de requisitos pessoais.

CGU ajusta pedido de 876 vagas e espera abrir concurso neste ano

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(Foto: Gustavo Moreno/CB/D.A Press)

Do CorreioWeb   A Controladoria Geral da União (CGU) está reavaliando a solicitação de 876 vagas para o cargo de técnico de finanças. O pedido, feito ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) no ano passado, retornou a CGU para ser reformulado. O documento não incluía a seleção para analista de finanças e controle – o atual concurso para o cargo vence neste ano.   O pedido voltou em 28 de janeiro para ajustes de questões orçamentárias e inclusão de vagas para o posto citado. De acordo com a CGU, apesar de não haver data prevista para o encaminhamento do novo pedido ao Planejamento, existe interesse na agilidade desse processo para que ele seja incluído no orçamento deste ano.   Saiba mais O último concurso da CGU para técnico ocorreu em 2008. Na ocasião, 180 oportunidades estavam em jogo. Já para analista, a seleção anterior ocorreu em 2012, quando foram selecionados 250 candidatos. Em ambos os certames, a banca organizadora foi a Escola de Administração Fazendária. As oportunidades foram distribuídas pela sede e unidades do órgão no Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.   A expectativa é de que outros estados, entre eles o Rio de Janeiro, sejam contemplados no novo concurso, uma vez que não receberam servidores anteriormente. O salário inicial oferecido na época para técnico foi de R$ 3.489,24. Já para o cargo de analista, a remuneração era de R$ 7.568,58.

Depen prevê publicação de edital até o fim deste mês

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(Foto: Adauto Cruz/CB/D.A Press)

Do CorreioWeb   Os candidatos que pretendem seguir carreira de agente penitenciário já podem intensificar a rotina de estudos. O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) deve publicar o edital do próximo concurso público até o final deste mês. A informação foi confirmada pelo órgão, que teve seu processo seletivo autorizado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) em 19 de fevereiro.   A autorização é para o preenchimento de 258 oportunidades, sendo 240 para agente penitenciário, oito para especialista e dez para técnico. Para concorrer aos cargos de agente e técnico é necessário ter nível médio. Já aqueles que pretendem ser especialista devem possuir graduação em áreas específicas. No caso de agente também é necessário possuir carteira de habilitação a partir da categoria “B”.   As remunerações iniciais são de R$ 4.874,60 para especialista, R$ 5.092,58 para agente e R$ 3.301,24 para técnicos, todos com jornada de trabalho de 40 horas semanais.   A última prova para agente penitenciário ocorreu em 2013 e foi composta de duas fases. A primeira de provas objetivas, provas discursivas, exame de aptidão física de caráter eliminatório (somente para o cargo de agente), avaliação médica, psicológica e investigação social. A segunda foi composta pelo curso de formação profissional. Cinco por cento das vagas foram destinadas a pessoas com deficiência. A banca organizadora foi o Cespe/UnB. Ao todo foram registrados 46.340 inscritos para a oferta de 138 vagas.