Com concurso previsto para 2021, Banco do Brasil divulga perfil de funcionários

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Em pouco mais de um ano, instituição perdeu aproximadamente 7 mil servidores

 

Karolini Bandeira*- A Administração do Banco do Brasil (BB) divulgou, no Diário Oficial da União da última sexta-feira (26/2), relatório com informações sobre o quadro de servidores da instituição em 2020. O documento informa dados de distribuição geográfica de funcionários, quantidade de cargos ocupados e predominância de gênero e escolaridade. Um concurso público da instituição segue previsto para 2021.

De acordo com o relatório, as agências do BB são compostas, majoritariamente, por homens. Em dezembro, foi mapeado que 53.028 servidores eram do sexo masculino, enquanto 38.645 eram funcionárias mulheres. Ainda segundo os dados do mês, a maioria dos trabalhadores possui nível superior de ensino: 48.275 têm mestrado ou doutorado, 31.735 têm graduação, 11.505 possuem o nível médio e outros 158 apresentam outro tipo de formação.

Boa parte dos profissionais buscam subir de cargo  a partir de desenvolvimento profissional. O desenvolvimento interno pode ser alcançado através da Universidade Corporativa do Banco do Brasil (UniBB). No último ano, um acordo de cooperação técnica foi oficializado entre o banco e a Bolsa de Valores do Brasil (B3). “O acordo é um convênio de cooperação mútua para o desenvolvimento de ações educacionais e apoio a projetos e atividades de interesses comuns. Uma das ferramentas utilizadas é o Hub de Educação Financeira, plataforma que reúne conteúdos sobre finanças produzidos pela B3 e seus parceiros, como o BB”, informa a Administração.

 

Distribuição geográfica

De acordo com os dados apurados, os funcionários atuam predominantemente na região Sudeste. Em dezembro, a região concentrava 39.800 do número total de profissionais. O Centro-Oeste fica em segundo lugar  no ranking, com 16.650 dos trabalhadores. Atrás, temos a região Sul (16.136), Nordeste (15.106) e, por fim, Norte (3.981).

 

BB perdeu pouco mais de 7 mil trabalhadores nos últimos anos

O relatório revelou as perdas no número de funcionários de 2019 para 2020. No ano retrasado, a instituição possuía 93.190 colaboradores. Em 2020, o quadro foi reduzido para 91.673, contabilizando uma perda de 1.517 funcionários devido a aposentadorias e desligamentos no decorrer do ano. Em janeiro de 2021, com o Programa de Demissão Voluntária (PDV) — implementado pelo BB para reduzir as despesas anuais —, o desligamento foi aderido por mais 5.533 empregados, resultando em um corte total de 7.050 funcionários em pouco mais de um ano.

Com PDV encerrado em 5 de fevereiro, o BB deverá fechar as portas de 361 unidades de atendimento — do número, 361 são agências. O processo é burocrático e deverá se estender até o mês de junho. Ainda segundo a instituição, o programa deverá gerar uma redução de despesas anual de R$ 780 milhões. Além da meta de redução de gastos (objetivo é de redução de 10%), o intuito dos cortes do PDV é aumentar a eficiência do banco.

 

Saiba mais:

Banco do Brasil lança programas para cortar 5 mil funcionários

 

Fechamento de agências não impacta concurso previsto

Felizmente, o enxugamento de funcionários e o fechamento de agências não alteram o concurso público projetado para este ano. Isso porque todas as vagas abertas são para o setor digital do banco, na área de tecnologia da informação (TI). Os profissionais contratados deverão trabalhar nas agências digitais, sem conexão com as unidades que serão fechadas.

 

Concurso terá 120 vagas

Anunciado em agosto de 2020, com 120 vagas previstas para a área de tecnologia da informação, o concurso público do Banco do Brasil segue em fase de planejamento. De acordo com a Assessoria de Imprensa do banco, os estudos para a publicação do edital de abertura estão avançados! A seleção procura contratar jovens profissionais que desejam construir carreira em diferentes áreas da tecnologia, como analytics, inteligência artificial, desenvolvimento de software e aplicativos, dentre outras. O concurso, de âmbito nacional, exigirá conhecimento na área de TI. Os 120 profissionais aprovados na seleção deverão passar por uma imersão tecnológica oferecida pelo banco. A previsão é de um salário inicial de cerca de R$ 3,8 mil, somando diversos benefícios. Saiba mais!

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco

Aprovado projeto de lei que permite nomeação em cargos vagos

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PLC foi aprovado para o preenchimento de cargos em vacância de defensor no Ceará

 

Karolini Bandeira*- O plenário da Assembleia Legislativa do Ceará aprovou o Projeto de Lei Complementar 06/2021, que propõe a nomeação de defensores públicos para preenchimento dos cargos em vacância. A aprovação do projeto auxilia na realização do concurso público da Defensoria Pública do Estado do Ceará (DPCE) em 2021.

“A mensagem de autoria da Defensoria Geral foi bastante dialogada e é fruto da necessidade do preenchimento das vagas ociosas de defensores públicos, com a realização de novo certame, ainda este ano. Esta aprovação pelos parlamentares cearenses reflete a valorização da instituição e chega num momento oportuno onde a Defensoria precisa ser fortalecida por ocasião do agravamento das vulnerabilidades da população cearense, em tempo dessa crise sanitária ocasionada pela Covid-19, e do aprofundamento das desigualdades sociais”, pontuou a defensora geral do Ceará, Elizabeth Chagas.

De acordo com a DPCE, a instituição sofre com vacância em 117 cargos.

Concurso será aberto em 2021

Segundo informações da Defensoria, um novo certame para preenchimento de cargos será aberto em 2021. O processo de abertura do concurso público está, atualmente, no Conselho Superior da Defensoria para regulamentação. Conforme divulgação, o concurso terá validade de dois anos, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo período.

O concurso entra para a história da instituição: será o primeiro com cotas para negros em toda a história da DPCE. As cotas foram asseguradas em novembro de 2020, com a publicação da Instrução Normativa nº 82/2020, que destina 20% das vagas de todos os cargos para candidatos autodeclarados negros.

“Todos os ambientes precisam ser mais diversos e inclusivos. Se a maioria da nossa população se autodeclara preta e parda, as instituições públicas também precisam estar formadas por negros e negras. Ficamos felizes hoje com a instituição da política afirmativa pelo Governo do Estado e estamos fazendo nossa parte, garantindo o direito à representatividade dentro da Defensoria”, comentou a defensora geral sobre a mudança.

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco 

Concurso da Sesau AL com 1.200 vagas é autorizado; edital em abril!

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Karolini Bandeira*- Mais uma novidade para os alagoanos! Foi publicado no Diário Oficial de Alagoas, na semana passada, o aval para a realização do próximo concurso público da Secretaria de Estado de Saúde (Sesau/AL). Nas redes sociais, o governador Renan Filho não apenas confirmou o certame, mas também informou que o edital de abertura deverá ser publicado em abril!

Segundo o secretário do Planejamento de Gestão e Patrimônio (Seplag), Fabrício Marques Santos, o concurso contará, ao todo, com 1.200 vagas de nível técnico e nível superior. Veja abaixo os cargos contemplados:

Nível técnico

  • Técnico de enfermagem
  • Técnico de enfermagem socorrista
  • Técnico de laboratório
  • Técnico de radiologia

Nível superior

  • Assistente social
  • Biomédico
  • Bioquímico
  • Enfermeiro
  • Enfermeiro socorrista
  • Farmacêutico
  • Fisioterapeuta
  • Fonoaudiólogo
  • Nutricionista
  • Psicólogo
  • Médico de várias especialidades

 

Outros 7 concursos no estado

Outros sete concursos já foram autorizados e vão ofertar mais de 6 mil vagas para diversas áreas do Estado em 2021. São eles: Polícia Civil (PC), Polícia Militar (PM), Perícia Oficial (POAL), Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL), Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Secretaria de Estado da Ressocialização (Seris). O concurso da PMAL com 1060 vagas, inclusive, já tem banca organizadora definida! Saiba qual!

 

Leia mais sobre todas as oportunidades: 

Sete concursos em Alagoas! Provas serão realizadas em dias diferentes, afirma Seplag

 

 

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco

“Faria tudo de novo se fosse preciso”, diz escrivão da PF que estudou por 5 anos em busca da aprovação

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Karolini Bandeira*- Às vezes, a aprovação vem de primeira. Mas se ela não vier, não desanime! Marcos Alves dos Santos, de 30 anos, é prova de que é possível trilhar em um caminho sem atalhos e chegar ao final do trajeto com êxito. O ex-concurseiro e atual escrivão da Polícia Federal (PF) contou, com detalhes, sobre como foi sua (longa) jornada até chegar ao pódio.

Crescido em Teresina, Piauí, o servidor conta que, apesar de ter o sonho de ser policial, a PF parecia impossível. “O meio social em que nasci e cresci não me mostrava isso como realidade. Meu pai caminhoneiro, minha mãe dona de casa, meus amigos só tinham ensino médio, trabalhavam na iniciativa privada, então eu tinha isso como realidade e possível futuro pra mim”, alega.

Com formação em educação física, as ofertas de emprego decepcionavam cada vez mais. Foi então que, em 2013, Marcos começou a estudar para concursos e, no mesmo ano, resolveu disputar o cargo de escrivão no certame da PF. Apesar de não ter sido aprovado na época, o candidato conta que a vontade de querer pertencer à corporação só cresceu. Para se dedicar integralmente aos estudos, pediu demissão da empresa onde trabalhava como operador de empilhadeira.

O policial conta que não foi fácil se manter sem um emprego fixo: “Eu era guitarrista e tocava em umas bandas de forró e MPB em Teresina. Isso me manteria durante os estudos, mas, como eu pagava o financiamento do meu carro, tive que voltar a trabalhar como professor de educação física numa academia de musculação pra ter um salário fixo.”

Trabalhando durante um turno e estudando durante o outro, o então concurseiro começou a estudar “certo”.  “Fazia as revisões, simulados e resolvia muitas questões — foi o diferencial. Mas o que realmente me fez começar a passar, foi focar em uma área específica. Enquanto ‘atirava para todo lado’, não passei em nada. Escolhi a área policial por ser o que eu realmente gostava.”

Em 2016, para conseguir fazer o Curso de Formação da Guarda Civil Municipal de Teresina (aprovação conquistada em 2015), Marcos teve que pedir demissão novamente. “Como não estava trabalhando durante o dia, coloquei como prioridade no meu dia os estudos. Ligava o computador às 7h da manhã e só desligava na hora de dormir. Estudava o dia todo, o quanto aguentasse”, relembra o policial. Ainda após a nomeação na GCM, o servidor manteve uma rotina focada no estudo: “Trabalhava um dia de plantão e folgava dois. Nesses dois dias de folga, estudava como antes.”

De 2015 a 2018, o servidor conquistou a aprovação em oito concursos na área da Segurança! “Nota-se que demandou um bom tempo desde que comecei a estudar até a primeira aprovação. Muitos teriam desistido, mas, como eu não tinha outra escolha para mudar de vida, segui firme e confiante”, relata.

 

Leia também: Ele passou para escrivão, agente e delegado! Conheça suas estratégias de estudo 

 

O concurso da PF

Após a aprovação em sete certames diferentes, em 2018 Marcos conquistou a mais esperada: foi selecionado para o Curso de Formação Profissional (CFP) da Polícia Federal. Como era de se esperar, as etapas não foram fáceis. O candidato confessa que foi fazer a prova objetiva desanimado porque não tinha conseguido aprender bem contabilidade: “Estudei contabilidade com uns três professores, mas a matéria não entrava na minha mente. Fiz minha inscrição pra agente da PF, mas resolvi mudar pra escrivão nos últimos dias de inscrição, visto que o último bloco da prova teria arquivologia, devendo diminuir as questões de contabilidade — eu estava fugindo dela.”

O servidor conta que não imaginava que fosse passar e foi pego de surpresa: “Quando fui conferir o gabarito, o mundo desabou. Tirei 52 pontos. Esqueci esse concurso nesse momento e fui pro Curso de Formação da Polícia Civil do Maranhão. Num certo dia, durante uma aula no CFP da PCMA, o celular começou a vibrar, muitas mensagens chegando, ao ler (escondido) percebi que muitas pessoas me parabenizavam, meu nome saiu na lista dos classificados pra próxima fase do concurso da Polícia Federal. Fiquei sem acreditar.”

Sem entender o resultado, ele resolveu checar novamente o gabarito. “Ao ler o documento no site do Cespe, vi que minha nota era 52 mesmo, não conferi errado. A redação era 9,5, aí desanimei, pois achava que a discursiva valia 20,0, e o mínimo fosse 10,0. Tinha deixado literalmente de lado esse concurso, achei que não dava, não sabia nem a nota que valia a discursiva. Ao conferir novamente, vi que valia 13,0 e o mínimo era 6,5. Eu estava aprovado.”

“No dia do TAF, fiz os 50 metros em 43,27 segundos — o máximo era 44 segundos. Quase perco”, relembra o escrivão. “Os outros exercícios foram tranquilos pra mim. Digitação foi muito tranquilo, era bom no tempo do MSN e Orkut”, brinca.

 

“Foi muito difícil passar no concurso, mas passar no Curso de Formação fui bem! Tinha que ter cuidado com tudo, principalmente com horário e com as provas. Se tirar nota baixa, tudo vai pro ralo. Se chegar atrasado, perde ponto. Pior que ir mal na prova, é muita pressão! Em casa você estuda no seu tempo, no seu ritmo. Na ANP, você estuda no ritmo deles e tem que tirar nota boa, tendo tempo pra estudar ou não. É o seu futuro em jogo!”

“Todo o esforço valeu a pena”

Se dependesse de Marcos, ele faria tudo de novo. Nomeado em 2020, o escrivão da PF não se arrepende dos estudos constantes. “Ser policial federal é uma coisa extraordinária, sua vida muda completamente! É um orgulho para o seu pai falar para o amigo que o filho passou no concurso da PF! Todos o parabenizam e dizem que foi um vitorioso! O pai caminhoneiro conseguiu formar o filho e dar a ele a oportunidade de estudar e passar no concurso de uma das instituições mais respeitadas do Brasil”, diz orgulhoso. O tratamento entre os amigos também mudou: “Eles te olham diferente! Com orgulho!” E completa: “Trabalhar numa sala bonita, tendo à disposição todo o material que precisar e fazer isso para ajudar o seu país a se livrar de gente corrupta e que fazem mal às pessoas de bem não tem preço. Todo o esforço valeu a pena! Os cinco anos de luta, trancado no meu quarto naquela cadeira de plástico, no calor de Teresina… Faria tudo de novo, se fosse preciso!”

 

Como estudar para PF e PRF ao mesmo tempo? Delegado responde e dá dicas aos concurseiros 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco 

Tribunal de Contas do Pará recomenda novo concurso para Centro de perícias

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Karolini Bandeira*- O Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE/PA) recomendou ao Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC/PA) a realização de um novo concurso público para contratação de pessoal, o mais breve possível. No documento, também foi solicitado que a instituição leve em conta todas as restrições de caráter sanitário durante a pandemia de covid-19 ao realizar o concurso.

 

 

O último concurso público para o CPCRC/PA foi aberto em 2019 e organizado pela banca Fundep, com 95 vagas em cargos de níveis médio e superior. As oportunidades foram para as funções de perito médico legista (medicina, medicina psiquiátrica), perito criminal (administração, agronomia, arquitetura e urbanismo, ciências biológicas, ciências contábeis, engenharia civil, engenharia elétrica, engenharia florestal, engenharia mecânica, engenharia química, engenharia sanitária, farmácia, física, geologia, medicina veterinária, odontologia, processamento de dados), auxiliar técnico de perícias (técnico de enfermagem, técnico de laboratório, técnico de mecânica e técnico de radiologia). Os profissionais tiveram que passar por provas objetivas e provas discursivas, aplicadas nas cidades de Belém (PA), Altamira (PA), Castanhal (PA), Marabá (PA), Santarém (PA) e Itaituba (PA).

A remuneração oferecida foi de R$ 5.210,05 a R$ 8.482,04.

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco 

Escolhida banca organizadora do novo concurso da PMAL, com 1.060 vagas

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Karolini Bandeira*- O Cebraspe foi escolhido como banca organizadora do próximo concurso público da Polícia Militar de Alagoas (PMAL). De acordo com documento da Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio do Estado (Seplag/AL), a proposta apresentada pela examinadora em 22 de fevereiro foi “aprovada em todas as condições”. Agora, para o contrato ser formalizado, falta apenas a aprovação da Procuradoria Geral do Estado (PGE/AL).

 

 

O documento, encaminhado ao Cebraspe nesta terça-feira (24/2), foi assinado pelo secretário de Estado Fabrício Marques Santos.

 

Edital em abril

Em resposta a seguidores no Instagram, o governador de Alagoas, Renan Filho, informou que o lançamento do edital do concurso da PMAL será feito em abril! O concurso irá oferece 1.060 vagas efetivas. Do número, serão 1.000 para soldado combatente e 60 para oficial combatente. O último concurso para a corporação foi realizado em 2018 e ofertou 500 vagas para atuação no cargo de soldado combatente, com remuneração de R$ 3.744,47. Os candidatos deviam possuir idade entre 18 e 30 anos, nível médio completo, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no mínimo de categoria B, entre outros requisitos. O exame contou com avaliação médica de saúde física e mental, comprovação documental e investigação social, provas objetivas e teste de aptidão física. Saiba mais!

 

Outros quatro editais foram autorizados pelo governo de Alagoas

Ao todo, o governo do Estado de Alagoas autorizou a realização de cinco concursos públicos nas áreas de educação, segurança e direito. No total, serão oferecidas 4.745 vagas. A previsão para o lançamento dos editais é entre abril e junho deste ano.

De acordo com a Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) e também com a postagem do governador, serão 1.060 vagas para a PM, sendo 1.000 para soldado combatente e 60 para oficial combatente; e 170 para o CBMAL, sendo 150 para soldado combatente e 20 para oficial combatente. Para as duas corporações, o grau de escolaridade exigido será o ensino médio completo, tanto para soldado quanto para oficial.

A Seduc ofertará 3.000 vagas para o cargo de professor. Já o concurso para a PC destinará 500 vagas, sendo 368 para o cargo de agente e 132 para escrivão. Por fim, a PGE oferecerá 15 vagas destinadas ao cargo de Procurador do Estado. Nestes três certames, o nível de escolaridade exigido será o superior completo. “O Governo de Alagoas enfrenta o desafio de realizar concursos públicos em todas as áreas para melhorar as políticas públicas prestadas pelo Estado e oferecer oportunidades às pessoas”, disse o governador, durante a transmissão nas redes sociais. Saiba mais!

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco

CRF/MA: banca organizadora do próximo concurso é definida

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Karolini Bandeira*- O planejamento para a realização do próximo concurso público do Conselho Regional de Farmácia do Maranhão (CRF/MA) está avançando e, nesta quinta-feira (25/2), foi divulgado que o Instituto Quadrix será a banca organizadora do certame! A oficialização foi publicada em um aviso de dispensa de licitação no Diário Oficial da União. A seleção estava prevista desde 2019 e foi suspensa devido à pandemia.

Veja o documento:

 

Reprodução/DOU

 

Se o concurso manter a oferta projetada em 2019, serão ofertadas 40 vagas para o nível superior nos cargos de analista administrativo, analista de tecnologia, consultor de licitações e contratos, farmacêutico consultor, farmacêutico fiscal e analista administrativo nas áreas de recursos humanos e contábil. Para as carreiras, a jornada de trabalho é de 40 horas semanais com remunerações variando de R$ 2.508 a R$ 5.287.

Ainda em 2019, foi divulgado que o concurso seria constituído por prova objetiva com disciplinas de língua portuguesa, noções de informática e conhecimentos específicos. Na época, também foi confirmado que os candidatos seriam submetidos, também, à prova de títulos.

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco

Goiás: 3.418 vagas são solicitadas para PC, PM e CBM

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Comando de Finanças da PM se demonstrou favorável ao pedido

 

Karolini Bandeira*- Atenção, goianos: três editais para a Segurança Pública do estado foram solicitados pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego)! De acordo com transmissão ao vivo, feita nas redes do deputado estadual Delegado Humberto Teófilo,nesta terça-feira (23/2), foram pedidos certames para a Polícia Militar (PMGO), Polícia Civil (PCGO) e Corpo de Bombeiros Militar (CBMGO). Ainda de acordo com o deputado, o Comando de Gestão de Finanças da PMGO já se manifestou favorável à proposta.

Ao todo, foram solicitadas 3.418 vagas para as três corporações. Do número total, 2.000 para a PMGO (sendo 1.900 para o cargo de soldado QPPM 2ª Classe e 100 para cadete), 1.000 para o CBMGO (sendo 900 para o Quadro de Praças e 100 para o Quadro de Oficiais) e 418 para a PCGO (115 escrivães de polícia e 303 agentes de polícia).

 

Veja as publicações:

 

Últimos concursos

O último concurso para a PMGO foi realizado em 2016, com 2.500 vagas de nível superior, divididas entre os cargos de soldado de terceira classe (2.420 vagas ) e cadete (80 vagas). Na ocasião, as remunerações iniciais foram de R$ 1.500 a R$ 5.401,43. A seleção contou com aplicação de prova objetiva e discursiva, teste de aptidão física, avaliação médica, exames psicológicos, avaliação de vida pregressa e investigação social.

Para ser soldado ou cadete, é preciso ter entre 18 e 30 anos de idade na data da inscrição. A altura mínima é de 1,65m (homens) e 1,60m (mulheres). Para ambos os cargos é necessário ter formação superior completa, sendo que o posto de cadete só pode ser ocupado por bacharel em direito.

Já para a PCGO, o último concurso foi lançado em 2018. O edital abriu a oferta de 100 vagas para delegados de polícia, sendo cinco reservadas a pessoas com deficiência. A remuneração para o cargo é de R$ 19.242,52, com jornada de trabalho de 40 horas semanais. Para ocupar o cargo, é preciso possuir nível superior completo em direito.

A última seleção do CBMGO também foi aberta em 2016. O concurso teve 290 vagas de nível superior distribuídas entre as carreiras de soldado terceira classe e cadete. A remuneração ofertada chegou a até R$ 5.401,43. Como avaliação, foram aplicadas provas objetivas e discursivas, além de teste de avaliação física, médica, análise da vida pregressa e investigação social. 

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco 

“Uma total falta de respeito”, diz delegado-geral da PCPR após suspensão tardia de provas

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Candidatos de outros estados voltaram para a casa de “mão abanando; mais de 100 mil inscritos foram pegos de surpresa

 

Karolini Bandeira*- “O sentimento da Polícia Civil é de total indignação”, disse o delegado-geral da Polícia Civil do Paraná (PCPR), Silvio Jacob Rockembach, sobre a suspensão inesperada das provas do concurso público da corporação marcadas para o último domingo (21/2). A banca organizadora da seleção, Núcleo de Concurso da Universidade Federal do Paraná (NC-UFPR), só foi anunciar a suspensão das avaliações às 5h42 de domingo, com menos de 8 horas para a aplicação.

Segundo o comunicado publicado no site do núcleo de concurso, a medida de suspensão foi tomada devido à ausência de requisitos indispensáveis de segurança para a aplicação das provas do concurso. De acordo com o documento, a falta dos requisitos só foi observada durante a última checagem realizada na madrugada do dia 21.

Em coletiva de imprensa, o delegado-geral da PCPR afirmou que a corporação não estava a par da situação e também foi pega de surpresa com o comunicado. “Fomos comunicados através do comunicado que foi postado pela universidade federal no site”, contou. Rockembach ainda falou que tinha se reunido no dia anterior à prova com o organizador da banca que, segundo o delegado, garantiu que tudo estava em “perfeitas condições”. “Isso é uma total falta de desrespeito não só com o candidato quanto com a polícia civil”, alegou.

“A Polícia Civil vinha acompanhando diariamente em várias oportunidades, inclusive por escrito. A resposta que a gente sempre tinha aos questionamentos e às dúvidas era que o núcleo de concursos da universidade federal estava completamente preparado e em condições de aplicar as provas.

 

Reprodução/NC-UFPR

 

“É um prejuízo para o cofre público, mas acima de tudo é um desrespeito ao ser humano

Mais de 106 mil pessoas estavam inscritas no concurso com 400 vagas para delegado, investigador e papiloscopista. Com edital publicado em abril e inscrições em maio de 2020, os candidatos estavam há mais de nove meses esperando a aplicação das provas, em Curitiba. “É inadmissível que mais de 100 mil candidatos sejam tratados e desrespeitados da forma como foram”, lamentou Silvio Rockembach.  O delegado relembrou que muitos candidatos se locomoveram de outros estados apenas para realizar a prova. “Só quem fez concurso sabe o quanto é difícil”, comentou. E ressaltou: “É um verdadeiro absurdo que não se pode admitir.”

 

“É um prejuízo para o cofre público, mas acima de tudo é um desrespeito ao ser humano. Se haviam falhas, que tivessem nos chamado para uma conversa franca com antecedência. Teria que ter havido essa transparência, ainda que o concurso fosse cancelado.”

 

Rockembach chegou a encorajar os candidatos prejudicados a cobrar um posicionamento da banca da UFPR. “Os candidatos têm o direito de cobrar. Se eu fosse candidato eu também cobraria. Eles têm que cobrar da universidade federal, que é responsável por organizar e pela aplicação das provas. Inclusive, nós vamos tentar buscar a responsabilização pessoal dos responsáveis pelo ocorrido”, posicionou-se.

 

Após o ocorrido, a NC-UFPR chegou a publicar um comunicado. Veja:

Reprodução/NC-UFPR

Leia a nota na íntegra aqui!

 

Quebra do contrato está sendo analisada pela PCPR

O delegado-geral informou que a PCPR ainda está apurando a situação e que, dependendo do que for apurado, irão tomar as medidas legais que forem “cabíveis”. De acordo com Rockembach, a corporação está avaliando o cancelamento do contrato com a universidade federal e o concurso poderá ter continuidade “muito provavelmente com outra instituição”. O profissional enfatizou que a suspensão inesperada da prova é grave e prejudicou os candidatos, a polícia civil e a sociedade.

 

“A Polícia Civil tem um déficit histórico de efetivos. Além de ser um concurso esperado pela polícia civil, (a suspensão) causa um prejuízo monstruoso à sociedade porque nós precisamos contratar policiais. Era um concurso necessário para que a polícia pudesse recompor os seus quadros para que, cada vez mais, possa prestar um serviço de eficiência à população do Paraná.”

Indignados, os mais de 100 mil candidatos agora cobram algum posicionamento da instituição pelo prejuízo que tiveram. Nas redes sociais, alguns prejudicados desabafaram sobre o sentimento de desrespeito e descaso, além de pedirem pela devolução da taxa de participação e cancelamento do contrato com a banca.

 

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco

Capacitação em Libras pode ser critério de desempate em concursos no Espírito Santo

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Karolini Bandeira*- Foi publicado no portal da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), nesta segunda-feira (22/2), o despacho denegatório do Projeto de Lei (PL) 1040/2019, de autoria do deputado estadual Doutor Hércules. O projeto propõe que capacitação em Libras se torne um critério de desempate nos concursos públicos do Estado.

O PL visa incentivar a inclusão de pessoas com deficiência auditiva no serviço público do Estado. A medida, após sancionada pelo governador Renato Casagrande, deverá abranger, também, processos seletivos simplificados promovidos pela Administração Pública. Para usufruir do critério de desempate,  o candidato deverá comprovar a capacitação através de certificados de proficiência até o último dia de inscrição. O método de desempate não atingirá editais que cobrarem apenas prova de títulos.

A proposta defende que, quanto mais acesso e oportunidades pessoas com deficiência possuem, menores são as dificuldades consequentes das deficiências.

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco