Governo da Bahia autoriza mil vagas para concurso da Polícia Civil

Imagem: Mateus Pereira/GOVBA
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O governador da Bahia autorizou a realização de um novo concurso público para a contratação de mil novos policiais civis. Serão oferecidas 880 vagas para investigador de polícia, 82 para delegado e 38 para escrivão. O edital de abertura para inscrição dos candidatos no certame está previsto para ser lançado na primeira quinzena de dezembro deste ano.

A autorização veio em resposta ao pedido da Polícia Civil do Estado, que solicitou a abertura do concurso para delegados, investigadores e escrivães em função da aposentadoria, exonerações e falecimento de policiais.

O pedido passou por análise da Secretaria da Administração quanto ao número de vagas disponível nas carreiras e pela avaliação da Diretoria de Planejamento Orçamentário, para verificar a disponibilidade orçamentária e financeira. Os estudos foram encaminhados ao Conselho de Política de Recursos Humanos (Cope) para subsidiar a decisão dos conselheiros. O Governador Rui Costa autorizou a realização do concurso, homologando a resolução do Cope.

Os candidatos vão fazer provas objetivas, discursivas, exames médicos e teste de aptidão física. Serão submetidos também a exames psicotécnicos e passarão por investigação social.

A previsão para o ingresso dos novos policiais civis na corporação é para julho de 2018.

Entre 2015 e 2017, o Governo nomeou 1.850 novos policiais militares. No ano de 2016, 687 novos policiais foram incorporados aos quadros da Polícia Civil. Contratou, também, 414 novos agentes penitenciários e 121 peritos para o Departamento de Polícia Técnica.

Em junho de 2017, realizou o maior concurso da história da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, com cerca de 140 mil candidatos para 2.750 vagas (2 mil para PM e 750 para Bombeiros). Ainda em 2017, realizou concurso para oficiais, sendo 60 da PM e 30 do Corpo de Bombeiros.

Policiais militares de Goiás amargam salário baixo e atrasado

Foto: Adauto Cruz/CB/D.A Press
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Renato Souza – O governo de Goiás ainda não pagou o salário de cerca de 2,3 mil soldados que ingressaram na Polícia Militar em outubro. Eles foram aprovados no concurso de 2016 e realizam o curso de formação de praças. A remuneração deveria ter caído na conta no quinto dia útil de novembro. Além dos atrasos, os novos policiais entraram na corporação recebendo mensalmente R$ 1.500, a menor remuneração do país para militares da PM em começo de carreira. Até então, esse posto era ocupado pelo Espírito Santo, que paga R$ 2.646. Somente nas cidades do Entorno do Distrito Federal, cerca de 500 integrantes da PM estão sem pagamento.

De acordo com o edital, as cidades com a maior quantidade de policiais convocados são Goiânia, com 820 novos integrantes, e Luziânia, com 280 aprovados em concurso que já tomaram posse. O salário de R$ 1.500, já considerado baixo, deve reduzir ainda mais com a dedução de impostos.

De acordo com o presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Goiás, Gilberto Cândido de Lima, a remuneração final pode ficar abaixo do salário mínimo. “O valor integral é R$ 1.500. Mas, por conta de diversos tipos de impostos, os soldados vão receber, na verdade, algo entre R$ 1.250 e R$ 800. É um valor absurdo diante da realidade da segurança no estado”, criticou. “Muitos dos que estão fazendo o curso vêm de outros estados e precisam custear as passagens e alimentação. Isso faz com que eles passem necessidades.”

Todos os candidatos que foram aprovados nesse concurso têm ensino superior completo e comparecem aos batalhões de segunda a sexta-feira. O governo não oferece alimentação, e o custo de deslocamento também fica por conta dos próprios candidatos. Moradores do DF que ingressaram na corporação de Goiás seguem todos os dias para as cidades de Luziânia, Águas Lindas de Goiás e Formosa.

O curso de formação tem duração média de um ano e dois meses, e a remuneração atual deve ser mantida mesmo após esse período. O valor do salário só deve aumentar após a mudança de patente, de soldado de terceira classe para segunda classe.

Um policial, que mora no DF e atua em Formosa, no Entorno, critica os atrasos e a remuneração. “Esse é um valor muito baixo para quem arrisca a vida para a proteger a sociedade. Além disso, o governo atrasa a remuneração, o que é uma falta de respeito com a categoria”, protestou. “Acaba que as pessoas desistem quando passam em concursos melhores ou quando percebem que vão enfrentar dificuldade pelos próximos anos.”

Defesa
Em nota, a PM de Goiás negou o atraso de salário. “Os que ingressaram na carreira em 9 de outubro não puderam ser incluídos na folha porque já estava em processo de fechamento. Neste mês, naturalmente, receberão os vencimentos acumulados”, diz o comunicado.

A corporação saiu em defesa do governo de Goiás, que segundo afirma “notabiliza-se pela extrema correção no que diz respeito aos salários dos servidores públicos”. “Trata-se de uma das poucas unidades da Federação que mantêm irrestrito compromisso no sentido de manter a folha sempre em dia. Jamais atrasou pagamentos.”

A PM goiana também comentou que o valor dos salários estava previsto no edital do concurso. “O estado, em lei, criou a categoria de soldado de terceira classe, cujo montante, hoje, já supera os R$ 1.500 iniciais. Após três anos, são elevados à segunda classe, com vencimentos superiores a R$ 4 mil. Todos os que participaram do concurso tinham plena ciência desses fatos”, completou o comunicado.

“O valor integral é R$ 1.500. Mas, por conta de diversos tipos de impostos, os soldados vão receber, na verdade, algo entre R$ 1.250 e R$ 800. É um valor absurdo diante da realidade da segurança no estado”
Gilberto Cândido de Lima, presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Goiás

“Os que ingressaram na carreira em 9 de outubro não puderam ser incluídos na folha porque já estava em processo de fechamento. Neste mês, naturalmente, receberão os vencimentos acumulados”

Espírito Santo anuncia mais de 400 vagas em concursos para PM e CBM

Foto: Governo do ES/Divulgação
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Do CorreioWeb – Foi autorizada a realização de dois novos certames para a segurança pública do estado do Espírito Santo. O governador, Paulo Hartung (PMDB/ES), anunciou a execução de certames para contratação de 437 profissionais para a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar. Um novo concurso para a Polícia Civil também está previsto, a autorização deve acontecer nas próximas semanas.

Para a PM, serão 310 vagas, sendo 250 para o cargo de praça, 10 para a banda e 20 para oficiais médicos. Já para o CBM, são 120 chances para soldados e sete para oficiais. O próximo passo é a contratação da banca organizadora, a previsão é de que as provas sejam realizadas nos primeiros meses de 2018.

Segundo o secretário de segurança pública, André Garcia, o objetivo é que os certames sejam realizados o mais rápido possível. “A partir de 2019 os soldados já estarão fazendo estágio operacional, já armados nas ruas servindo à população”.

O último concurso para a PMES aconteceu em 2013, quando foram oferecidas 40 vagas para oficiais com salário inicial de R$ 2.355,12. Para o CBM, foi em 2011, com 200 vagas e remuneração de R$ 2.295,30.

PMES anuncia processo seletivo com 13 vagas
Enquanto o concurso não é lançado, um novo processo seletivo para a PM foi autorizado. Devido ao aumento transitório no volume de trabalho no Hospital do órgão, serão contratados 13 novos profissionais – seis médicos psiquiatras, quatro psicólogos e três assistentes sociais. As jornadas de trabalho variam de 24 a 40 horas semanais, e o contrato dos aprovados será em caráter temporário.

Surdez unilateral não será considerada deficiência em concurso

Foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A. Press
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Do CorreioWeb – Uma candidata com surdez unilateral foi eliminada do concurso público da Fundação Universidade de Brasília (FUB) por não ser considerada deficiente pela comissão organizadora. Ela então resolveu entrar com recurso na 21ª Vara Federal, que tem jurisprudência no Distrito Federal e a Justiça a favor da candidata. Determinou que ela deveria ser incluída novamente na lista de candidatos a vagas para pessoas com deficiência.

 

A FUB, por sua vez, não concordou com a decisão. Atestou impossibilidade jurídica no pedido, pois entende que o Judiciário não pode substituir critérios de seleção e avaliação por se tratar de mérito administrativo. O relator do caso, desembargador federal Souza Prudente, foi a favor da instituição. Esclareceu que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) considera que os portadores de surdez unilateral não se qualificam como deficientes físicos para fins de concurso público.

 

Assim, segundo a FUB, o procedimento adotado ao realizar a exclusão da mesma do rol de candidatos aptos a disputarem vagas reservadas aos portadores de necessidades especiais foi correto.

 

Segundo  o artigo 4º, inciso II, do Decreto 3.298/99, deficiência auditiva é a perda bilateral, parcial ou total da capacidade de ouvir.

Para ajudar nos estudos! TST disponibiliza mapas mentais sobre o regimento interno do órgão

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Esses são os últimos dias para quem deseja dar um gás nos estudos para o concurso do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Pensando nisso, o órgão disponibilizou mapas mentais que explicam temas relativos ao funcionamento do TST, sua organização e competência, que faz parte do conteúdo programático da prova para todos os cargos. Confira aqui o material completo.  Em agosto, também com o objetivo de ajudar os candidatos que pleiteiam uma vaga, o TST lançou uma série de vídeos  que falam sobre o regimento interno.Para ajudar nos estudos! TST disponibiliza mapas mentais sobre o regimento interno do órgão

105.370 pessoas se inscreveram para o certame, que conta com 52 vagas, além de formação de cadastro reserva. O cargo mais concorrido é o de técnico judiciário na área administrativa, que contou com 54.354 inscritos para 22 vagas.

Há também chances para os cargos de analista judiciário, de nível superior, nas áreas de direito (3), tecnologia da informação (2), contabilidade (1) e em qualquer curso de graduação para as áreas administrativas (3) e de taquigrafia (2). Para nível médio, além das chances para técnico judiciário da área administrativa, há também duas para segurança judiciária e 17 para programação (que exige curso técnico). Do total de vagas, três são para pessoas com deficiência e nove para negros.

A seleção é organizada pela Fundação Carlos Chagas (FCC), e terá ainda prova prática para o cargo de técnico judiciário na área administrativa. Os salários variam de R$ 6.376,41 a R$ 10.461,90.

Veja também: TST convocou 26 vezes mais que o número de vagas abertas no concurso passado

Aulões beneficentes serão realizados para o concurso do TST

Foto: Reprodução/IMP
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Boa notícia para quem pleiteia uma vaga no concurso do Tribunal Superior do Trabalho (TST). O IMP Concursos realizará dois aulões beneficentes nesta semana, com o intuito de arrecadar alimentos não perecíveis e fraldas, além de ajudar na reta final de estudos.

 

O primeiro aulão será realizado na sexta (10/11), na unidade de Águas Claras, das 08h15 às 11h50, pelo professor Dackson Soares, servidor do Supremo Tribunal Federal e especialista em regimentos internos e legislações específicas. O tema abordado é o regimento interno do TST, e para participar, é necessário se inscrever no site do IMP e doar 2 kg de alimento não perecível no dia da aula.

 

Quem deseja dar um gás nos estudos da língua portuguesa, pode se inscrever para o aulão que será ministrado no sábado (11/11) pela professora Tereza Cavalcanti, que é licenciada em letras pela Universidade de Brasília, na unidade da Asa Sul, das 14h15 às 17h45. No encontro, será feita a resolução de provas de português, com questões fundamentadas na banca FCC e orientação estratégica para a redação. Para participar, os interessados devem se inscrever no site do IMP e entregar antecipadamente a doação de fraldas descartáveis na secretaria do local.

 

O concurso

O número de inscritos para este certame do TST ultrapassou o da última seleção, que contou com 76.811 candidatos inscritos para 37 vagas. Dessa vez, 105.370 pessoas participarão do certame, que conta com 52 chances imediatas e formação de cadastro reserva.

 

Os candidatos serão avaliados pela Fundação Carlos Chagas (FCC) em 19 de novembro e vão concorrer a chances de nível médio e superior, com salários que vão de R$ 6.376,41 a R$ 10.461,90, respectivamente. Do total de vagas, três são para pessoas com deficiência e nove para negros. Para mais informações sobre as vagas, acesse aqui.

 

Veja também: Aprovados dão dicas de como passar no concurso do TST

Autorizado concurso para a Secretaria de Finanças de São Paulo

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Do CorreioWeb – A Secretaria de Finanças e Desenvolvimento Econômico de São Paulo está próxima de abrir um novo concurso público. O certame já foi autorizado, o próximo passo é a nomeação de uma comissão que escolherá a empresa responsável pela organização da seleção.

 

A autorização foi feita para provimento de 20 cargos vagos de analista de planejamento e desenvolvimento organizacional na área de ciências contábeis. Ainda não há uma previsão de publicação do edital.

Último concurso

Em 2014 foi aberta seleção com 198 vagas para candidatos com nível superior, organizada pela Cetro Concursos. Do total de vagas, 10 foram para deficientes e 40 para negros, sendo 20 para homens e 20 para mulheres.

 

Foram 100 vagas para o cargo de especialista em administração, orçamento e finanças públicas I, na área de ciência contábeis, com remuneração de R$ 2.507,3 com carga de 40h semanais. Concorreram graduados em ciência contábeis com registro no conselho de classe. Para auditor fiscal, foram 80 vagas para a área de gestão tributária e 18 para área de tecnologia da informação. Os salários chegavam a R$ 13.931,34 para uma carga horária de 44h semanais.

 

A seleção contou com prova objetiva para ambos os cargos e prova dissertativa para o de auditor fiscal.

 

Veja mais: SAP/SP: novo concurso público com 393 vagas é autorizado

 

SAA/SP abre concurso público com 156 vagas para todos os níveis 

 

Apesar de decisão do STF, Marinha barra dois candidatos tatuados

Foto: Marinha/Divulgação
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Vera Batista – Apesar de decisão contrária do Supremo Tribunal Federal (STF), a Marinha do Brasil barrou a entrada de dois jovens de Brasília no corpo de fuzileiros navais porque tinham tatuagem no corpo. Sem citar nomes ou especificar em que parte estavam os desenhos e a que eles remetiam, a Marinha explicou que só são “permitidas tatuagens discretas, aquelas que se ocultam sob o uniforme básico”.

Por outro lado, a instituição também veda as que, mesmo discretas, sejam ofensivas ou incompatíveis com o “decoro militar e com a tradição naval”. Entre elas, cita: “Símbolos ou desenhos relacionados a ideologias terroristas ou extremistas; ideias contrárias às instituições democráticas; violência ou criminalidade; discriminação ou preconceitos de raça, credo, sexo ou origem; ideias ou atos libidinosos; e ideias ou atos ofensivos às Forças Armadas”.

A Marinha explicou que existem “normas para apresentação pessoal de militares da Marinha do Brasil” e que no edital do concurso, publicado no Diário Oficial da União (DOU), de 9 de fevereiro de 2017, estava clara a proibição. Foram convocados 1.555 candidatos para as demais etapas. Eles vão preencher as 650 vagas disponíveis.

De acordo com o advogado Max Kolbe, especialista em concurso público, a proibição é inconstitucional, porque a tatuagem não impede o cidadão de exercer atividades profissionais. Segundo ele, se as normas do edital forem questionadas, certamente haverá julgamento favorável aos rapazes impedidos de entrar para o quadro de fuzileiros navais. “Edital não é lei. Não pode inovar o ordenamento jurídico, ou seja, criar obrigações ou restringir direitos”, reforçou Kolbe.

Com exceção do edital, publicado este ano, as normas, portarias e leis citadas pela Marinha são de 2006, 2007, 2012 e 2015. No entanto, em 17 de agosto do ano passado, por maioria, o plenário do STF julgou “inconstitucional a proibição de tatuagens em candidatos a cargo público estabelecida em leis e editais de concurso público, salvo situações excepcionais, em razão de conteúdo que viole valores constitucionais”. A decisão, embora relativa a um caso, teve repercussão geral.

O STF descartou a justificativa feita na época, semelhante à atual alegação da Marinha, de que o edital é a lei do concurso, de que a restrição estava “expressamente prevista”, e que, ao se inscreverem, os candidatos teriam aceitado as regras. Segundo especialistas, não é raro identificar ilegalidades de instituições militares e das Forças Armadas nos certames. Já houve casos de cobranças absurdas como teste de virgindade, exigência de não ter cáries e não ser casado ou ter filhos. Ou, ainda, ter, no mínimo, 20 dentes naturais, não apresentar mais que um grau de miopia, mesmo com correção de óculos, e não ter HIV.

Quer garantir uma vaga no TST? Aulão beneficente dá dicas sobre regimento interno

Imagem: Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press
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Concurseiros interessados em garantir uma vaga no concurso do Tribunal Superior do Trabalho (TST) poderão participar de um aulão beneficente sobre regimento interno do Tribunal. O evento será  dia 10 de novembro (sexta-feira), das 8h15 às 11h15, no cursinho preparatório IMP, de Águas Claras (Avenida Jacarandá, lote 16).

Quem vai ministrar o aulão é o professor Dackson Soares, servidor do Supremo Tribunal Federal, especialista em regimentos internos e legislações Específicas. Autor de diversas apostilas e cursos on-line preparatórios para concursos, é reconhecido pela didática objetiva e clara, tendo se tornado referência no Distrito Federal nas matérias que ministra.

Interessados em participar devem fazer a matrícula pelo site www.impconcursos.com.br, mediante doação de 2 quilos de alimentos não perecíveis, que devem ser entregues na secretaria da unidade. O material é elaborado pelo professor e entregue no dia da aula. Mais informações pelo telefone: 3029-9700.

O concurso

São 52 chances para candidatos com nível médio e superior, com salários que variam de R$ 6.376,41 a R$ 10.461,90, respectivamente. A Fundação Carlos Chagas (FCC) é a banca organizadora da seleção.

Para analistas judiciários foram admitidas inscrições de concorrentes com nível superior em direito (3), tecnologia da informação (2), contabilidade (1) e em qualquer curso de graduação para as áreas administrativa e de taquigrafia. Já para nível médio, há 22 chances para técnico judiciário da área administrativa, duas para segurança judiciária e 17 para programação (que exige curso técnico).

As provas objetivas e discursivas para alguns cargos serão aplicadas em 19 de novembro, pela manhã para cargos de nível médio e à tarde para nível superior.

Ministério Público da Paraíba anuncia novo concurso para promotores substitutos

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O Ministério Público da Paraíba anunciou que vai realizar um novo concurso público para promotores substitutos. O Conselho Superior do MPPB aprovou, em sessão ordinária, a indicação dos membros que para compor a comissão do concurso, que deve se reunir nos próximos dias para definir os critérios da seleção. Ainda não foram divulgados mais detalhes sobre salários e quantidade de vagas.
A comissão do concurso será presidida pelo procurador de Justiça José Roseno Neto e composta ainda pela procuradora Kátia Rejane Lira Medeiros Lucena, os promotores Guilherme Câmara e Anne Emanuelle Malheiros e um representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PB), como membros titulares. Como suplentes, estarão os promotores Ana Guarabira de Lima Cabral, Alexandre Jorge do Amaral Nóbrega e Maria do Socorro Silva Lacerda. A comissão terá como secretária a promotora Cristiana Vasconcelos.

De acordo com o procurador-geral de Justiça, Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho, será encaminhado expediente ao presidente da OAB-PB para indicação dos membros titular e suplente que vão representar a entidade na comissão.

Último concurso

O último concurso para servidores do MP da Paraíba ocorreuem 2015 e ofertou 105 vagas de níveis médio e superior. Mais de 49 mil candidatos se inscreveram. O cargo mais disputado foi o de técnico ministerial sem especialidade, com mais de 34 mil participações. As remunerações chegaram a R$ 4.940,25.

Para o cargo de promotor, o último concurso foi realizado em 2011 com 20 chances. O salário inicial foi de R$ 15.823.

Para participar, o candidato precisava comprovar no mínimo três anos de atividade jurídica. Houve prova preambular, escrita, oral e prática de tribuna. Os candidatos ainda foram submetidos a um curso de formação de no mínimo 500 horas/aula. Ao término do curso, houve avaliação conclusiva.