Especialista dá dicas de direito penal militar para o próximo concurso da PMDF

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A Polícia Militar do Distrito Federal está autorizada a abrir novos concursos públicos que visam preencher 2.146 vagas. O próximo passo é a contratação da banca que vai executar as etapas da seleção. Para dar uma força aos que desejam ser aprovados, o especialista do IMP Concursos, Ricardo Ziegler, professor das disciplinas de Direito Penal Militar, Criminologia e Legislação Específica para Polícia Militar, dá dicas importantes para quem quer se preparar antes mesmo da publicação do edital.

De acordo com o especialista, alguns fatos levam a considerar que o edital deve ser muito semelhante ao último, publicado em 2018. Para Ricardo, os principais erros que os candidatos cometem ao iniciar os estudos antes do edital são falta de organização e planejamento de estudos.

“Como a autorização do concurso já foi publicada, e nos últimos editais não houve qualquer mudança significativa no conteúdo exigido para Direito Penal Militar, o aluno pode basear sua preparação no edital anterior”, explica.

Em relação à banca responsável pelo certame, o professor diz ser um aspecto irrelevante, tendo em vista que o candidato deve estar preparado para qualquer banca, contudo, pode ser verificado que o Instituto AOCP (Associação em Organização de Concursos Públicos) e a FGV ( Fundação Getúlio Vargas) têm organizado muitos concursos de carreiras policiais recentemente.

E para finalizar, ele explica um pouco sobre a disciplina de Direito Penal Militar para a PMDF.

A disciplina consiste no estudo das normas que definem as condutas que caracterizam crime militar e suas hipóteses de aplicação. Tem a finalidade de tutelar os bens jurídicos que também são protegidos pelo Direito Penal Comum e àqueles relevantes para as Instituições Militares (Hierarquia, Disciplina, Serviço e Dever Militar, por exemplo).

Vale ressaltar que a ordem constitucional incumbiu os militares como responsáveis pela preservação da ordem pública, à defesa da Pátria e à garantia dos poderes constitucionais, dessa forma a tutela dos pilares de suas Instituições, garantem a própria existência do Estado Democrático de Direito”, conclui o professor.

Do total de vagas previstas, 2.100 serão destinadas ao cargo de soldado e 46 para o cargo de oficiais da área da saúde.

Além disso, os concursos PMDF deverão ser compostos por diversas etapas. Por isso, para serem concluídos dentro do prazo de provimento, o edital precisa sair o quanto antes para que as fases aconteçam em tempo hábil.

Saiba como se preparar

Logo após a autorização do certame, o Papo de Concurseiro conversou com especialistas que deram dicas de como ser aprovado para os dois cargos:

Confira aqui as dicas para ser aprovado no cargo de soldado.

Confira aqui as dicas para ser aprovado no cargo de oficial da área da saúde.

Último concurso PM DF para soldados

A Polícia Militar do Distrito Federal abriu um concurso para soldados em 2018, com 2 mil vagas. Mais de 50 mil pessoas se inscreveram na seleção.

Também foram contempladas oportunidades para músicos, com 18 vagas para especialista em corneta e seis para clarineta, saxofone, trompa, trompete e trombone tenor/baixo.

A remuneração inicial foi de R$ 6.095,41 para soldados e de R$ 4.119,22 para músicos, incluindo o auxílio-alimentação de R$ 850.

Os candidatos passaram por sete etapas: prova objetiva, redação, avaliação física, exames biométricos e avaliação médica, sindicância de vida pregressa, avaliação psicológica e curso de formação.

Último concurso PM DF para oficiais

O último concurso PM DF para o cargo de oficial foi realizado em 2016/2017, sob  organização do Iades  . No entanto, para a área da Saúde a seleção mais recente é de 2012, porém pela mesma banca organizadora.

Na época, o Iades trouxe um edital com oferta de 41 vagas, porém com 249 cadastro de reserva. A seleção anterior contou com salário inicial de R$ 7.947,50.

Foram ofertadas diversas especialidades, por exemplo:

  • Anestesia;
  • Cardiologia;
  • Cirurgia Geral;
  • Cirurgia Pediátrica;
  • Clínica Médica;
  • Dermatologia;
  • Endocrinologia;
  • Gastroenterologia;
  • Medicina do Trabalho;
  • Oftalmologia;
  • Ortopedia;
  • Otorrinolaringologia;
  • Pediatria;
  • Pneumologia;
  • Psiquiatria;
  • Radiologia;
  • Dentística;
  • Veterinária de pequeno porte (cães);
  • Entre outras.

Dicas de concurso! Segundo especialista, já é hora de começar a estudar para seleção do Iprev-DF

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“Ainda não há uma data definida para o lançamento do edital, mas a expectativa é que seja o quanto antes, porque há uma demanda muito grande de estruturar o Iprev-DF em relação aos servidores”, afirma Fernando Maciel

Raphaela Peixoto* — Em anúncio feito na quarta-feira (20/4), o Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF) deixou claro os planos para um novo certame.  Ao todo, serão oferecidas  85 vagas para o cargo de analista previdenciário (65 serão imediatas e 20 para a formação de um cadastro de reserva). Com isso, os preparativos por parte do candidatos já deve ser iniciado “especialmente na temática previdenciária, porque o direito previdenciário é o ramo que mais sofre alteração normativa e jurisprudencial”, ressalta o professor de Direito Previdenciário do Gran Cursos Online, Fernando Maciel, ao Papo de Concurseiro.

Fernando destaca que o concurso será bastante concorrido devido à remuneração. “Começa de R$ 6.700 podendo chegar até a R$ 9 mil, vai depender da evolução das classes, no qual começa num padrão número um, podendo chegar até o padrão número cinco”, declara. O especialista ainda afirma que há um acréscimo de acordo com os títulos: “13% se for uma segunda graduação, pós-graduação, 20%. Mestrado ou doutorado, pode ter um acréscimo de 30%”.

Breve panorama:

Segundo o especialista “Existe uma demanda muito grande de estruturar o Iprev-DF em relação aos seus servidores”. É válido ressaltar que desde o surgimento em 2008, nunca houve um processo seletivo. O quadro de pessoal é formado por comissionados e servidores cedidos por outros órgãos.  Desde 2019, o instituto tenta realizar um certame. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do Distrito Federal, publicada em outubro de 2018, o Iprev DF poderia suprir, em 2019, 20 vagas nos cargos de analista de atividades previdenciárias e técnico de atividades previdenciárias, sendo 10 em cada.

Dica de Estudo:

“A dica que eu poderia passar para esses alunos que estão se preparando para o concurso é focar no estudo das novidades normativas. Especialmente da previdência, Emenda nº 103/2019. Nesse mesmo ano, nós tivemos também uma minirreforma da previdência, que é a Lei nº 13846/2019. Também tivemos em 2020, uma grande atualização do regulamento da Previdência Social; é importante priorizar o estudo dessas novidades porque a grande probabilidade de a banca querer saber se os candidatos estão atualizados acerca tanto da legislação, bem como da jurisprudência previdenciária”, sugeri Fernando.

*Estagiária sob supervisão de Roberto Fonseca

Dose mínima de ansiedade é a fórmula para aprovação em concursos, afirma psicóloga

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Quem se prepara para concursos públicos certamente em algum momento dos estudos precisou lidar com a ansiedade. Os sintomas são os mais variados, como preocupações exageradas, medo extremo, sensação de que algo muito ruim irá ocorrer, falta de controle sobre pensamentos, atitudes, sensações físicas, como mãos trêmulas, entre outros. E, segundo a psicóloga especialista em concursos públicos, Juliana Gebrim, a ansiedade basicamente tem dois lados: ou faz com que o candidato entre em ação, ou paralisa o estudante, podendo se transformar no principal gatilho para doenças físicas e psicológicas.

“Quando não tratada de forma correta, a ansiedade pode desencadear  várias doenças, como o pânico, transtorno de ansiedade generalizada (TAG), transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e depressão. É importante conhecer os sentimentos, ressignificar sensações ruins e respeitar os limites de cada um em diferentes momentos”, destaca.

Para Gebrim. a ansiedade é fruto de algum medo, geralmente associado a alguma questão do indivíduo na sua vida. Para ela, detectar os medos e enfrentá-los é o primeiro passo para lidar com a ansiedade.

“Para alcançarmos alguma meta, devemos ter um grau de ansiedade que é classificado como saudável. A curva da ansiedade é um U invertido. Alcançamos um pico. Se essa sensação ultrapassar determinado limite, o nosso rendimento tem uma queda e pode prejudicar a saúde, tornando-se patológica”, analisa. “O indivíduo deve ter uma certa dose de ansiedade para organização, planejamento e execução dos estudos”, finaliza.

A seguir, Juliana Gebrim separou 10 dicas simples para controlar a ansiedade. 

1 – Organização: uma pessoa organizada cria uma couraça contra a ansiedade, pois fecha metas de estudo e revisão de matérias. Isso decresce consideravelmente a ansiedade;

2 – Exercícios: muitos exercícios físicos que sejam realizados com prazer. E aí vamos colocar exercícios das matérias estudadas. Não existe outra forma de passar, sem fazer esses dois exercícios;

3 – “Não”: aprenda a dizer não a tudo que te tira a concentração e tempo. Evite prestar atenção nos outros. Essa é uma forma também de dizer não para os seus pensamentos e atitudes desfavoráveis;

4 – Evite as redes sociais: passamos horas no Facebook recebendo notícias dos outros. Fulano passou, ciclano casou. Concentre-se;

5 – Evite cobranças: uma forma de evitar cobranças excessivas é falar menos.Fale o menos possível sobre resultados e provas que irá fazer.Isso aumenta a pressão;

6 – Evite idealizar: seja realista sobre o tempo necessário para assimilar uma matéria ou o tempo necessário para a aprovação;

7 – Evite pessoas negativas: existem pessoas que nos desagradam e irritam. Afaste-se. Isso esquenta a nossa cabeça sem necessidade;

8 – Responsabilidade: assuma qual foi o seu erro quando não obteve resultados satisfatórios;

9 –Saúde: alimentação, sono, respiração abdominal. Preciso dizer algo mais?

10 – Respeito: respeite os seus limites. Se não entra mais nada na cabeça e você não consegue mais estudar, descanse;

11 – Ajuda: se não consegue lidar sozinho, entregue a toalha e peça ajuda para um profissional, como um médico ou psicólogo.

12 – Fase: o concurso é uma fase da nossa vida quando escolhemos esse caminho. E toda fase tem um final. Faça o possível para que esse caminho seja sem danos irreversíveis para a sua saúde.

 

 

 

Especialista comenta sobre expectativa para novo concurso da PCDF! Confira as dicas

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Coordenador de carreiras policiais e professor de Direito Penal, Érico Palazzo, fala das expectativas e dá sugestões para os interessados no concurso, recém autorizado, para a PCDF

Por Raphaela Peixoto* — Os concurseiros atentos já sabem que a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), nesta semana, teve o concurso público autorizado pelo Secretário de Estado de Economia do Distrito Federal, José Feitosa. Ele é para o cargo de agente policial de custódia. O  coordenador de carreiras policiais e professor de Direito Penal do Gran Curso Online, Érico Palazzo, comenta e dá dicas para os interessados no concurso.

Foto: MARCELO FERREIRA/CB/DA.PRESS

A PCDF também tem autorização para a realizar novo concurso público para delegados. “Existe sim uma chance desses dois concursos andarem juntos, [mas] eles vão vir em editais distintos, até por serem autorizações diferentes. Mas é bem possível que eles aconteçam em datas próximas um do outro” afirma Palazzo. Ele ainda relembra que em 2014 houve dois concursos de maneira análoga.

É válido salientar que o órgão está com concurso em andamento para agente da Polícia após ter sido suspenso. A retomada foi em abril, no qual a corporação e o Cebraspe anunciaram a convocação para a avaliação biopsicossocial dos candidatos que se declararam pessoas com deficiência, exames biométricos e avaliação médica. O resultado provisório de todas essas próximas fases está previsto para ser  divulgado provavelmente em 2 de junho.

Quais as expectativas para o concurso recém autorizado de agente de custódia e delegado para PCDF?

Minha expectativa, levando em consideração a legislação do DF, porque determina que haja pelo menos noventa dias entre a publicação do edital e a data da realização das provas, é que lá pro final deste ano, no último trimestre, a gente já tenha a publicação desses dois editais com provas para 2023, então há tempo mais do que suficiente pros candidatos se prepararem para esses dois concursos.

A própria autorização já prevê 50 vagas [de contrato imediato] e 100 para cadastro de reserva para cada um dos cargos. Lembrando que a PCDF sempre nomeia todo o cadastro de reserva.

Em relação aos conteúdos das provas destinadas a esses certames, quais considera serem os mais recorrentes?

O último concurso de agente policial de custódia foi em 2004, ou seja, há dezoito anos. Esse cargo era um cargo em extinção, uma vez que a PCDF perdeu a atribuição de custódia de presos com a criação da polícia penal e agora eles viram que realmente há necessidade por essa carreira dentro da PCDF, por este motivo não dá para levar em consideração o conteúdo programático que foi cobrado em 2004, pois ele está obsoleto, ou seja, muito ultrapassado perto das atuais necessidades e atribuições do cargo. 

São disciplinas que com certeza serão cobradas no próximo concurso:  língua portuguesa, sempre vai ser cobrado em qualquer concurso aí de carreiras policiais, exceto delegado de polícia por se tratar de um cargo jurídico, direito (constitucional, administrativo, penal, processual penal), legislação extravagante (a nova lei de abuso de autoridade n°3869; a de tortura, que é a n°9455; dos crimes hediondos, n°8072); além da disciplina específica de execução penal com a lei n°7210, que é uma lei importantíssima para a custódia de presos. Podemos citar também aquelas disciplinas obrigatórias previstas em lei distrital que devem estar em todos os concursos distritais, ou seja, com certeza terá a cobrança da lei orgânica do DF e da RIDE (Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno) — disciplina de atualidades, história e geografia do Distrito Federal e do entorno).

Diante ao atual cenário das polícias e dos concursos policiais que a gente vê, direitos humanos, disciplina que não foi cobrado no último certame, com certeza será cobrada neste próximo concurso de agente policial de custódia. Podemos citar também como possíveis disciplinas:  criminologia, raciocínio lógico e matemático e inglês 

Quais as dicas para já começar os estudos (em relação a se embasar em concursos para PCDF que já estão em andamento)? E quais são as dicas que o senhor acha relevante serem dadas para os interessados em concorrer nesses certames ?

  • Iniciar o quanto antes os estudos, não postergar seu início ;
  • Adquirir um bom material preparatório,  seja um videoaulas ou PDFs, muito importante que ao longo dos estudos, ele produza resumos ou materiais de revisão;
  • Que ele produza um material próprio durante os estudos;
  • Também é de extrema relevância que ele realize questões todos os dias [abrangendo diversas bancas, pois não tem uma banca definida].  São possíveis bancas: ICESP, FGV, Instituto AOCP, IADES, são [organizações] muito fortes aqui no Distrito Federal e que vale a pena o candidato fazer questões de todas essas bancas;
  • A prova para o cargo de agente policial de custódia vai ter prova discursiva então os alunos podem se preparar para redação;
  • Preparar também para o teste de aptidão física basta pegar o último edital de agente da PCDF que os testes devem ser basicamente os mesmos.

Leia mais dicas sobre o concurso da PCDF

*Estagiária sob supervisão de Ronayre Nunes

Professores apontam os erros mais comuns nas provas de língua portuguesa de concursos

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Saiba o que estudar para acertar as questões de língua portuguesa e fazer uma boa redação!

A língua portuguesa é o grande desafio para alguns concurseiros. Porém, a presença de questões da disciplina em todos os concursos, independente da área ou cargo desejado, é um fato. A complexidade e as regras rígidas da nossa língua podem assustar muitos candidatos. 

No que diz respeito à prova objetiva, alguns estudantes expressam bastante dificuldade para realizar as questões da disciplina. Assim, o Papo de Concurseiro destacou cinco pontos que não devem passar despercebidos na hora de estudar para os concursos.

Segundo o professor Fernando Moura, especialista do IMP Concursos, os estudantes devem treinar e estudar bastante:

  • Compreensão e interpretação de texto;
  • Regência;
  • Concordância;
  • Pontuação;
  • Reescrita de trechos do texto.

Ainda sobre a língua portuguesa, outro ponto que também é comum nos concursos, é a presença da temida redação. A escrita de um texto também pode ser um grande pesadelo para os concurseiros, que às vezes perdem bastante tempo na elaboração de uma dissertação. Por isso, o professor Diogo Alves, coordenador científico da Redação Sob Medida do Gran Curso Online separou os deslizes cometidos na hora de fazer a redação para os concursos:

  • Uso de “onde” sem referência específica a lugar. Na dúvida, empregue “em que”, que pode ser usado para retomar termo anterior, indicando circunstância mais ampla que apenas a de lugar.
  • Uso de “através de”. Só use “através de” se houver ideia de “passar por”. Do contrário, o ideal é “por meio de”, “por intermédio de”, “mediante”.
  • Erros de acentuação e ortografia. Cuidado com a letra “t” (não se esqueça do corte no meio), atenção às letras “i” e “e” (para não confundir o examinador) e o cedilha. Escreva a palavra por completo e depois marque os sinais gráficos.
  • Vírgula: a bendita sempre é equivocada, tadinha. O ideal mesmo seria o aluno estudar análise sintática antes de pontuar. Prefira a ordem direta – sujeito, verbo e complementos – para não usar vírgulas em excesso. Adjuntos adverbiais de longa extensão  (três ou mais palavras) merecem emprego de vírgula obrigatória, assim como orações subordinadas adverbiais, aposto explicativo e termos interferentes.
  • Um pecado gravíssimo na redação é quando o candidato não atribui legibilidade ao texto, não respeita as margens e nem indica corretamente os parágrafos. Isso é muito grave, pois é a partir de uma boa aparência (estética textual) que o examinador acolhe o texto. Seja gentil com o examinador: facilite a vida dele, que ele certamente facilitará a sua! Ah, para encerrar, não esqueça o hífen ao separar a sílaba no fim da linha. Detalhe: se for palavra composta, o hífen deve ser repetido no início da linha seguinte.

Dessa forma, é importante estudar os temas da língua portuguesa destacados pelos professores, para conseguir um bom resultado nas provas e uma possível aprovação.

Bons estudos!

 

Concursos 2022: especialista comenta o cenário e as expectativas para o próximo ano

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O ano da retomada dos concursos? Para especialista, 2022 promete! Leia a entrevista:

Karolini Bandeira* e Mariana Fernandes — Haja expectativa! Depois de praticamente dois anos com várias suspensões, atrasos de etapas e contenção de gastos, 2022 tem tudo para ser um grande ano para o mundo dos concursos e para quem deseja ingressar no serviço público. Para matar sua ansiedade, o Papo de Concurseiro conversou com o servidor público e professor de Direito Administrativo e Redação com especialidade em concursos públicos, João Coelhjo, que comenta o cenário, expectativas e percalços do ‘ano de retomada’.

Quais são as previsões de concurso para 2022?

O ano de 2022 promete ser um ano de retomada dos concursos públicos. Apesar do teto constitucional que limita os gastos públicos, há um grande número de cargos vagos em todas as esferas federativas e em todos os ramos dos Poderes. Em razão da reforma da previdência, muitos servidores em condições de requerer a aposentadoria têm buscado passar à inatividade, o que aumenta esse quadro de postos à disposição dos candidatos às vagas nos concursos públicos.

Até mesmo para conter os efeitos do aumento dos gastos públicos, é necessário, por um lado, aumentar a arrecadação e, por outro, reduzir a má-aplicação dos recursos públicos e, sobretudo, combater a corrupção. Por isso mesmo, é forte a previsão para que ocorram concursos para os níveis médio e superior da Receita Federal do Brasil (previsão de 699 vagas), da Controladoria-Geral da União (cujo concurso já tem até banca organizadora escolhida: a Fundação Getúlio Vargas) e do Tribunal de Contas da União (que já tem edital aberto e provas marcadas para 13 de março). No mesmo objetivo de aumentar a arrecadação, evitar a corrupção e melhorar a gestão pública, os concursos para as Agências Reguladoras federais precisam ocorrer em breve, ante o quadro deficitário de servidores, em contraste às atribuições legais e aumento da demanda por regulação dos serviços públicos.

Além da ANTT e da ANTAQ, no setor de transportes, a Agência Nacional de Mineração – ANM tem buscado realizar um concurso público para fortalecer a área finalística, especialmente para cuidar de segurança de barragens, tema que está em maior foco após a tragédia de Brumadinho. A ANEEL, por sua vez, fez o último concurso para a área-fim em 2010. A Anvisa já tinha planos para um concurso grande antes mesmo da pandemia, que só reforçou a relevância e a essencialidade do papel daquela autoridade.

A Agência Nacional de Águas – ANA é, provavelmente, a entidade que mais demande um novo concurso público, considerando que recebeu novas atribuições regulatórias no âmbito dos serviços de saneamento básico. Tanto é assim que a ANA, embora tenha preservado a sigla, agora se chama Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, graças à série de inovações trazidas pela Lei nº 14.026/2020.

Ainda no plano federal, o INSS deve realizar um amplo concurso para os níveis médio e superior, considerando a demanda por aposentadorias e demais benefícios sociais que dependem da análise da autarquia previdenciária. Já no âmbito do Distrito Federal, há firme convicção de que devem ser publicados os concursos públicos para a carreira de Políticas Públicas e Gestão Governamental (PPGG), para a Controladoria-Geral do Distrito Federal, além do Procon.

Na área de Segurança Pública, há previsão realista de concursos para o Detran e, ainda, para a Polícia Civil do DF, que, além dos atuais concursos para Agente e Escrivão, deve realizar provas para Delegado de Polícia, Agente Policial de Custódia e, ainda, para a Área Administrativa do órgão. Outra previsão iminente para 2022 é o concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios – TJDFT, conhecido por ser um grande nomeador na capital federal.

O fato de haver eleições em 2022 não interfere na realização de concursos públicos. Apenas aqueles concursos do Poder Executivo que não tenham seu resultado final homologado em até seis meses antes das eleições é que não podem realizar nomeações. Nada obsta, contudo, que provas sejam aplicadas para os concursos do Poder Executivo. Os demais Poderes podem fazer concursos e nomear, sem impedimentos, no ano que logo chega. É importante manter-se atualizado e aproveitar a existência de perfis de informação de qualidade especializados em matéria de concursos públicos.

Como os concurseiros devem se preparar para os próximos certames?

É importante observar o perfil de cada banca examinadora, sobretudo fazendo muitas provas anteriores. A principal forma de preparo é a resolução de questões. A base teórica será mais bem assimilada quanto mais experimentada, isto é, literalmente, quanto mais for posta à prova (ou exposta às provas). Aulas teóricas são importantes para aquisição, ampliação e manutenção de conhecimento. Contudo, a realização de questões é uma etapa fundamental da preparação.

Mesmo para concursos não-jurídicos, a cobrança da legislação e da jurisprudência nas matérias de Direito dos conhecimentos comuns exige preparação adequada, que dê ênfase ao conhecimento dos institutos jurídicos, privilegiando, no mais das vezes, o conhecimento do texto legal. Muito embora as questões não se restrinjam à transcrição da literalidade do texto da “lei seca”, é fundamental conhecer bem a redação das
normas constantes do edital, visto que a banca costuma fazer releituras, paráfrases, sínteses e aplicações da norma às situações concretas que pressupõem, para o acerto, o conhecimento do que está disposto na própria lei. Nesse sentido, é fundamental que o candidato não deixe de ler os textos legais e, na medida do possível, sistematizar os conceitos-chave de cada assunto e ver de que maneira eles estão dispostos e relacionados na lei.

Quais as dicas que você deixa para o concurseiro neste ano que se inicia?

Além de estar em dia com língua portuguesa, que é base para o conhecimento e compreensão das demais matérias, no que diz respeito às disciplinas jurídicas, recomendam-se algumas formas de preparação: ler algumas vezes o texto,  destacar os pontos principais, resolver questões de provas anteriores e (fazer anotações sequenciadas – fazendo um rol dos principais artigos (principalmente os que foram cobrados com maior frequência) para leitura rápida no momento de revisão e antes da prova – são estratégias indispensáveis para fixação e assimilação da disciplina legal e, na grande parte dos casos, o suficiente para a resolução das questões objetivas.

Além disso, tal método, que é simples e pode ser feito pelo candidato sem necessidade de materiais de apoio (mas apenas com a atenção dirigida à própria lei), ajuda sobremaneira na hora de compor textos dissertativos, visto que a menção desses termos e institutos, quanto mais fiel à lei, confere menor margem à interpretações dúbias e, de quebra, maior possibilidade de sucesso na pontuação do avaliador (além de facilitar a composição de eventuais recursos).

Os concursos estarão mais fáceis por haver muita disponibilidade de vaga, e em consequência, muitos concursos? Ou essa não é uma realidade?

A crise econômica reforça a máxima segundo a qual “a necessidade é que faz o sapo pular”. Portanto, a concorrência está mais que motivada para ocupar as vagas que estão disponíveis e aquelas que surgirão.

O aumento da qualidade da concorrência é uma evidência, pelo acirramento da disputa e das notas de corte que se tem verificado. Contudo, esse contexto não deve desmotivar quem está começando: com a devida preparação, o bom candidato pode, em espaço relativamente curto de tempo, estar bastante competitivo.

 

*Estagiária sob supervisão de Mariana Fernandes

Preparatório para concursos oferece aulão solidário para seleção da SEDF

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O edital para o concurso da Secretária da Educação do Distrito Federal (SEDF) para profissionais temporários já foi publicado. A nova seleção oferta vagas para formação de cadastro reserva em diversas áreas do nível superior para o cargo de professor substituto temporário e as provas acontecem em dezembro. E, para ajudar os concurseiros nos estudos o IMP Concursos preparou um aulão solidário.

O evento será em 16 de outubro, das 8h15 às 11h45, na unidade Águas Claras.  Na sala de aula, o time de especialistas Fernando Sousa, Janaina Souto e Thiago Medeiros irá mostrar os pontos altos de Conhecimentos Pedagógicos, Gramática e Orientações Gerais durante o aulão.

Para participar, os candidatos deverão realizar as inscrições gratuitas por meio do link e realizar a confirmação mediante doação de 2 litros de leite integral, a serem entregues no dia do evento. As doações serão destinadas à Associação Solidária Formiguinhas, que atende crianças entre 2 e 10 anos e fica em Samambaia Norte.

Informações Importantes:

  • O material será elaborado pelos professores e entregue no dia da aula.
  • Apenas a inscrição não garante a vaga no evento. É necessário entregar a doação no dia.
  • As inscrições acontecem até a véspera do evento.
  • Carga horária contabilizada em horas-aula. Cada hora-aula corresponde a 40 minutos.
O concurso 
O edital de abertura da nova seleção para professores substitutos da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF) visa selecionar profissionais por meio de formação de cadastro de reserva.  Os profissionais contratados irão atuar nos turnos noturno e diurno, com jornada semanal de 20 e 40 horas, respectivamente.
De acordo com o edital, publicado no site do Instituto Quadrix, a remuneração é fixada proporcionalmente à hora-aula de efetivo trabalho, tendo como referência os vencimentos básicos correspondentes aos padrões iniciais da carreira de magistério público do Distrito Federal (professor de educação básica – 20 horas: R$ 1.929,43 e professor de educação básica – 40 horas: R$ 3.858,87), adicionados das gratificações abaixo:
Gratificação de Atividade Pedagógica (R$ 578,83 – 20h / R$ 1.157,66 – 40h);
Gratificação de Atividade de Alfabetização
Gratificação de Atividade de Ensino Especial
Gratificação de Atividade em Zona Rural
Gratificação de Atividade de Docência em Estabelecimento de Ensino Diferenciado
Gratificação de Atividade de Docência em Estabelecimento de Restrição e Privação de Liberdade
A convocação de candidatos aprovados deverá obedecer à ordem de classificação  do banco de reservas destinado a cada região.
Inscrições 
As inscrições deverão ser feitas pelo site do Instituto Quadrix das 10h de 18 de outubro às 23h59 de 10 de novembro. Para participar, será necessário pagar taxa nos valores de R$ 49,50 (professor diurno) e R$ 20,40 (professor noturno).  Saiba tudo sobre o concurso aqui!

Concurso CGU: confira dicas para se preparar para a prova antes do edital

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O certame já está autorizado e vai oferecer 375 vagas de auditor e técnico. Os salários podem chegar até R$ 19 mil. Embora exista um prazo de seis meses para a Controladoria Geral da União (CGU) lançar o edital após a autorização, o Concurso CGU 2021 é uma realidade e o edital pode ser publicado ainda este ano. Levando-se em consideração a necessidade que o órgão tem de novos servidores.

O aval, publicado no DOU, é para 375 vagas para auditores e técnicos. Do quantitativo aprovado, 300 vagas são para o cargo de nível superior de auditor federal de finanças e controle. As outras 75 são para técnico federal de finanças e controle, de nível médio. Confira aqui a autorização!

Para trazer as informações mais importantes para iniciar os estudos, os especialistas do IMP Concursos José Wesley e Fábio Dáquila, separaram algumas dicas para os concurseiros. Veja e prepare-se:

Como começar a se preparar antes da publicação do edital?

O primeiro passo é fazer uma reavaliação da rotina e eliminar tudo o que for possível da rotina diária a fim de ampliar o tempo de estudo. Do mesmo modo, é aconselhável começar o estudo pelas matérias básicas que tendem a se repetir no próximo concurso, utilizando como base o edital do concurso passado.

Quais matérias o candidato deve priorizar antes do edital ser publicado? E como ordenar o estudo?

Português;
Raciocínio lógico;
Direito administrativo;
Direito constitucional;
Administração Financeira e Orçamentária
Contabilidade pública;
Administração pública.

E depois da publicação do edital? Como ordenar o estudo?

Antes de mais nada, o candidato deve estabelecer uma carga horária diária e distribuir as matérias do edital em blocos de 1h de estudos. Preferencialmente, estudar mais de uma matéria por dia.

Além disso, é importante organizar um cronograma individual de acordo com o peso de cada matéria do concurso, e de acordo com a aptidão de cada aluno para as matérias. Matérias com maior peso no concurso e que possuam um maior custo x benefício em termos de acertos na prova são as matérias a serem priorizadas.

Leia também:  Concurso CGU: ministro fala quando edital deve ser lançado e previsão para as provas

Qual matéria é um diferencial para aprovação do candidato?

Técnicas de controle. Por ser a matéria de maior peso e quantidade de questões na prova passada e por ter alta possibilidade de cair na discursiva, é necessário priorizar esse estudo na maioria dos casos. E também, é preciso se dedicar às disciplinas de cada cargo.

Como o último concurso para a CGU foi há quase 10 anos, vale estudar pelo edital passado?

Enquanto não sai o edital, a referência mais plausível é o edital anterior. A essência das disciplinas não deve mudar tanto, mas provavelmente o novo edital virá com algumas mudanças. Portanto, o candidato deve usar o edital anterior como guia e não se apegar muito às minúcias.

Dessa forma, o mais importante é ter uma noção geral das matérias que vêm sendo cobradas nos concursos de área de controle mais recentes e que estiveram presentes no edital passado.

A banca examinadora na época foi a extinta ESAF. Você aposta em alguma banca para esse próximo concurso?
Provavelmente o Cebraspe.

É possível iniciar os estudos agora e ser aprovado? Ou o concurso da CGU é um certame para quem já está se preparando há algum tempo?

É plenamente possível começar os estudos agora e ser aprovado, mas com certeza não será fácil, pois o concurso da CGU atrai candidatos de alto nível e cobra uma quantidade grande de matérias. O aluno deve se dedicar bastante nesta reta final.

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Pessoas que estão se preparando para concursos na área fiscal estão em vantagem?

Sim, este concurso é excelente para quem estuda para área fiscal. Pois existem várias matérias em comum, aproveitando grande parte do conhecimento, como contabilidade geral, auditoria, constitucional, administrativo e português. Assim como, quem estudou pra concursos da área de controle, como tribunais de contas, se posiciona ainda melhor na preparação.

Quais os benefícios da carreira?

Além de ser um dos salários iniciais mais altos do Executivo, o servidor tem:

Auxílio Alimentação;
Auxílio-creche aos profissionais com filhos
Possibilidade de Lotação em todos os Estados da Federação
É possível trabalhar com diversos temas diferentes e transitar por muitas áreas ligadas a auditoria e controle.

Quais as atribuições dos técnicos e auditores?

Auditor Federal de Finanças e Controle:
Supervisionar e coordenar as atividades de auditoria interna governamental e de apuração; Supervisionar e coordenar inspeções; Supervisionar e coordenar a recepção, a triagem e a instrução das manifestações de ouvidoria, dos requerimentos e dos recursos recebidos pela CGU; Coordenar as ações de supervisão e de orientação dos órgãos e entidades nas atividades de gestão de riscos, auditoria interna governamental, controles internos, prevenção da corrupção, governança, integridade, transparência e acesso à informação, ouvidoria e correição; Avaliar os programas de integridade no âmbito dos acordos de leniência firmados pela CGU; Coordenar a elaboração de diretrizes e planos voltados ao aperfeiçoamento dos sistemas em que a CGU atua como órgão central; Supervisionar a prospecção e o desenvolvimento de soluções de tecnologia que suportem as atividades finalísticas da CGU;
Coordenar o processo de elaboração e de validação das informações da Prestação de Contas do Presidente da República e do Relatório de Gestão Fiscal; Supervisionar e coordenar os trabalhos de comissões de negociação de acordos de leniência; Supervisionar e coordenar ações investigativas; Supervisionar e coordenar as atividades relacionadas aos processos de novação de dívida; Coordenar as atividades de avaliação de desempenho e de supervisão das unidades de auditoria interna, de ouvidoria e de correição dos órgãos e entidades do Poder Executivo federal; Presidir a condução de processos e procedimentos correcionais avocados pela CGU em razão do disposto nos incisos V e VI do art. 51 da Lei nº 13.844, de 18 de junho de 2019; e Supervisionar e coordenar a execução de outras atividades de competência da CGU.

Técnico Federal de Finanças e Controle:
Propor e monitorar a adoção de medidas para a correção e a prevenção de falhas e omissões nos órgãos e entidades supervisionados; Executar atividades de recepção, triagem, análise e instrução de manifestações de ouvidoria;
Compor equipes para a realização de atividades de auditoria interna governamental e de apuração; Compor equipes para a realização de inspeções; Participar de ações de supervisão e de orientação dos órgãos e entidades nas atividades de gestão de riscos, auditoria interna governamental, controles internos, prevenção da corrupção, governança, integridade, transparência e acesso à informação, ouvidoria e correição; Executar atividades relacionadas ao controle da qualidade dos dados e à segurança das informações que suportam as atividades da CGU; Monitorar os gastos públicos utilizando técnicas e ferramentas de análise aplicadas às bases de dados governamentais; Elaborar relatórios de auditoria; Analisar a legalidade dos atos de admissão, aposentadorias e pensões; Executar atividades inerentes à avaliação de programas de integridade no âmbito dos acordos de leniência firmados pela CGU; Executar atividades inerentes à elaboração da Prestação de Contas do Presidente da República e do Relatório de Gestão Fiscal; Executar atividades relacionadas aos processos de novação de dívida;
Executar atividades inerentes à avaliação de desempenho e à supervisão das unidades de auditoria interna, de ouvidoria e de correição dos órgãos e entidades do Poder Executivo federal; Compor comissões de negociação de acordos de leniência; Compor equipes para a realização de ações investigativas; e Executar outras atividades de competência da CGU, determinadas pela chefia imediata.

Por ser um certame concorrido, qual a dica pessoal para quem sonha com a aprovação?

A dica é a mesma para todos os concursos: iniciar a preparação o quanto antes e ter foco, paciência e constância. Além de se dedicar o máximo de tempo e esforço para o concurso, focar nos estudos e buscar uma melhor estratégia para estudar até a data da prova. E por fim, acreditar que ao longo do tempo os resultados vão aparecendo.

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Direito Administrativo para o TJDFT: veja como se preparar antes do edital

Publicado em Deixe um comentárioautorização, Concursos, Concursos Públicos, Tribunal de Justiça

Um novo concurso para o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios foi anunciado recentemente pelo  presidente do órgão, Romeu Gonzaga Neiva e tem gerado grandes expectativas entre os concurseiros. Para ajudar na preparação dos que almejam a aprovação neste certame, o blog conversou com o  especialista e professor do IMP Concursos Sérgio Gaúcho para dar dicas específicas sobre direito administrativo. Confira!

Como se preparar antes do edital?

Para estudar antes do edital, Sérgio Gaúcho explica que a estratégia precisa englobar três coisas básicas: ler o edital anterior, separar os conteúdos e estabelecer uma meta diária de estudos.

“Quando falo em meta não é esgotar um conteúdo, mas ter uma rotina diária. Estabelecer um compromisso de estudo. Estudar todos os dias, na quantidade de horas que puder. O final de semana é um grande aliado para o estudante, porque pode estudar várias horas. Quando decidimos entrar nessa corrida dos concursos, temos que colocar a meta visando a posse, temos que abrir mão de outras atividades, temos que ter foco. Sem sacrifício, sem dedicação não se alcança objetivo”, relata.

Quais os assuntos mais importantes de Direito Administrativo serão cobrados no concurso do TJDFT? Qual sequência de estudo adotar?

Para começar, estude nessa sequência:
-Organização administrativa;
-Atos administrativos;
-Poderes administrativos, responsabilidade civil e controle.

Além disso, existem as legislações específicas (improbidade administrativa, processo administrativo e licitações). Não existe um assunto mais importante, mas dentro de cada assunto, existem os pontos mais relevantes e mais cobrados, são esses que os candidatos devem focar.

Como identificar esses pontos mais relevantes?

Para identificá-los, deve ser feita uma análise das provas, resolvendo questões de concurso. É nesse direcionamento que está a importância de um curso preparatório, porque os professores são especialistas em cada disciplina e irão identificar e transmitir ao aluno o conhecimento mais importante, refletindo em economia de tempo e eficiência nos estudos.

Levando em consideração o histórico de provas, em que contexto o Direito Administrativo é cobrado em certames do TJDFT?

Nos concursos para tribunais, de um modo geral, são cobradas muitas questões de Direito Administrativo. É considerada uma disciplina básica, não no sentido de ser a mais fácil, mas no sentido de ser um assunto comum em todas as provas.

Quais os principais erros que os alunos cometem ao estudar Direito Administrativo para concursos?

Talvez o maior erro seja antes de começar a estudar, porque o aluno já olha para o Direito Administrativo como uma disciplina “chata”. Isso é até compreensível, tendo em vista que não é um assunto do dia a dia. Mas temos que nos afastar dessa visão, pois, assim como a Língua Portuguesa e o Constitucional, o Direito Administrativo está presente em praticamente todos os concursos.

Então, para tirar essa “má impressão” sobre a disciplina, eu procuro fazer analogias com o nosso cotidiano, aproximando o candidato da matéria, além de criar mnemônicos para decorar aqueles pontos que serão cobrados na prova.

Expectativa para o edital do TJDFT

O Conselho do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios já aprovou a realização de concurso público para cargos de analistas e técnicos. A decisão foi tomada em agosto, durante a 9ª Sessão Ordinária do Conselho Especial, por videoconferência.

Considerando a condição e a necessidade de provimento de cargos, submete a este Conselho a proposta que seja iniciado o processo de realização de concurso público para os cargos das carreiras Judiciárias, de Técnico e Analista“, disse o presidente da sessão, Desembargador Romeu Gonzaga Neiva.

A tendência, segundo os desembargadores, é que o edital possa ser publicado ainda em 2021. O número de vagas será definido após estudo das áreas com maior necessidade de pessoal.

Com a aprovação, projeto será submetido à vice-presidência e a comissão de concursos públicos do TJDFT para tomar as iniciativas necessárias.

TJDFT acumula 405 cargos vagos

Com o último concurso público realizado em 2015, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) sofre com déficit de 405 cargos vagos, sendo 219 na função de técnico judiciário e 186 de analista judiciário. Os números são confirmados pelo Portal da Transparência do órgão, com dados referentes a abril de 2021.

Apesar da vacância no quadro de servidores e de já ter confirmado a intenção de viabilizar um novo concurso para efetivos com levantamento de cargos vagos, a pasta adiantou ao Papo de Concurseiro em maio que não haverá tempo hábil para realização desse concurso ainda em 2021, tendo em vista que o processo não chegou sequer à fase de contratação de banca examinadora. “Estamos apenas no levantamento de necessidades”, frisou o TJDFT.

Presidente fala sobre necessidade de concurso

Em reunião com representantes do 7ª vara Cível, realizada em 7 de julho, o presidente do TJDFT, Romeu Gonzaga Neiva, reforçou a necessidade de seleção para novas contratações no órgão. “Vamos fechar o projeto para fazer um concurso público para servidores. Estamos defasados e outros tribunais não querem ceder servidores. Temos inúmeras aposentadorias e os tribunais que têm concursos abertos não querem ceder servidores para nós e estamos ficando em situação difícil. Então hoje nós vamos trabalhar para que, a partir da semana que vem, preparemos, possivelmente, a minuta de um edital. O problema de falta de servidor está na raiz de tudo. Vamos tentar resolver”, disse.

Último concurso

O último concurso, realizado em 2015, contou com 71.831 candidatos disputando 80 vagas abertas. Houve cargos em que a disputa contou com mais de mil participantes por oportunidade. Foi o caso do posto de técnico judiciário de área administrativa, cargo de maior disputa, com 46.692 inscritos para 36 vagas, ou seja, 1.334 pessoas por chance.

O órgão convocou 920 aprovados durante a validade do edital. Outros 127 foram convocados por outros órgãos de peso do Poder Judiciário, como Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Superior Tribunal Militar (STM) e Superior Tribunal de Justiça (STJ), entre outros.

Leia também:  Concurso TJDFT: Especialista explica como se preparar antes mesmo do edital

Pensa em fazer concurso do TJDFT? Confira dicas de preparação para as provas 

Especialista explica como aproveitar a preparação do concurso da PCDF para próxima seleção do TJDFT

 

Especialista explica como aproveitar a preparação do concurso da PCDF para próxima seleção do TJDFT

Publicado em Deixe um comentárioConcursos, Concursos Públicos

Redirecionar o conteúdo estudado de um concurso para outro não é uma tarefa simples. Requer organização e conhecimento. Mas, você sabia que se você estudou o certame da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), é possível aproveitar esse conhecimento para se dedicar à próxima seleção do Tribunal de Justiça do DF (TJDFT)?

De acordo com o especialista do IMP Concursos Thiago Medeiros, professor das disciplinas de Direitos Humanos, Direito Penal, Processo Penal e Legislação Extravagante, apesar de muitas pessoas não fazerem essa relação, existe muito em comum entre concursos do judiciário e os de carreiras policiais. Confira as dicas completas!

Como aproveitar a preparação da PCDF para o TJDFT?

Para começar, ele explica que o primeiro passo é identificar se os concursos que você está interessado têm conteúdos que podem ser aproveitados. Para isso, a dica é: “O candidato pode comparar os conteúdos programáticos entre os dois editais e fazer uma análise da distribuição das questões com base nas provas anteriores”, relata.

“Independente do seu resultado na PCDF, não desista! Devido a pandemia você passou no mínimo um ano estudando para o concurso e acumulou muito conhecimento. Cabe a você decidir nesse momento o que irá fazer com todo esse conteúdo e só enxergo duas opções. A primeira é aproveitá-lo para novo certame que pode acontecer em poucos meses e a segunda é deixar “de lado”, abandonar e talvez se algum dia decidir retomar, seja tarde demais”, aconselha.

Muitos candidatos optaram em estudar para a PCDF porque era o concurso mais atrativo durante o período da pandemia, porém muitos não eram verdadeiramente vocacionados para exercer a função policial. Surge no final de 2021, a possibilidade de um grande concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

É possível aproveitar a preparação da PCDF para o TJDFT?

Claro que sim. Cerca de 70% do conteúdo estudado para a PCDF poderá ser aproveitado no concurso do TJDFT. São conteúdos semelhantes: Língua Portuguesa, Constitucional, Administrativo, Direito Penal e Processual Penal.

Mesmo que a abordagem dos temas em comum seja um pouco diferente, o acumulado de conteúdo dos alunos da PCDF o gabaritam para percorrer com facilidade sobre a linguagem e a abordagem da carreira de tribunal.

As novidades em relação ao conteúdo programático para o TJDFT são:

Direito Civil;
Processo Civil;
E por fim, as legislações específicas do Tribunal.

Agora, tirando o que ele já estudou para PCDF e vai aproveitar, quais matérias seriam importantes o candidato focar?

Para largar na frente de seus concorrentes a melhor estratégia é focar na legislação específica do TJDFT (Regimento Interno, etc) conjugando sempre com revisões aos temas já estudados para a PCDF.

Expectativa para o edital do TJDFT

O Conselho do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios já aprovou a realização de concurso público para cargos de analistas e técnicos. A decisão foi tomada em agosto, durante a 9ª Sessão Ordinária do Conselho Especial, por videoconferência.

Considerando a condição e a necessidade de provimento de cargos, submete a este Conselho a proposta que seja iniciado o processo de realização de concurso público para os cargos das carreiras Judiciárias, de Técnico e Analista“, disse o presidente da sessão, Desembargador Romeu Gonzaga Neiva.

A tendência, segundo os desembargadores, é que o edital possa ser publicado ainda em 2021. O número de vagas será definido após estudo das áreas com maior necessidade de pessoal.

Com a aprovação, projeto será submetido à vice-presidência e a comissão de concursos públicos do TJDFT para tomar as iniciativas necessárias.

TJDFT acumula 405 cargos vagos

Com o último concurso público realizado em 2015, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) sofre com déficit de 405 cargos vagos, sendo 219 na função de técnico judiciário e 186 de analista judiciário. Os números são confirmados pelo Portal da Transparência do órgão, com dados referentes a abril de 2021.

Apesar da vacância no quadro de servidores e de já ter confirmado a intenção de viabilizar um novo concurso para efetivos com levantamento de cargos vagos, a pasta adiantou ao Papo de Concurseiro em maio que não haverá tempo hábil para realização desse concurso ainda em 2021, tendo em vista que o processo não chegou sequer à fase de contratação de banca examinadora. “Estamos apenas no levantamento de necessidades”, frisou o TJDFT.

Presidente fala sobre necessidade de concurso

Em reunião com representantes do 7ª vara Cível, realizada em 7 de julho, o presidente do TJDFT, Romeu Gonzaga Neiva, reforçou a necessidade de seleção para novas contratações no órgão. “Vamos fechar o projeto para fazer um concurso público para servidores. Estamos defasados e outros tribunais não querem ceder servidores. Temos inúmeras aposentadorias e os tribunais que têm concursos abertos não querem ceder servidores para nós e estamos ficando em situação difícil. Então hoje nós vamos trabalhar para que, a partir da semana que vem, preparemos, possivelmente, a minuta de um edital. O problema de falta de servidor está na raiz de tudo. Vamos tentar resolver”, disse.

Último concurso

O último concurso, realizado em 2015, contou com 71.831 candidatos disputando 80 vagas abertas. Houve cargos em que a disputa contou com mais de mil participantes por oportunidade. Foi o caso do posto de técnico judiciário de área administrativa, cargo de maior disputa, com 46.692 inscritos para 36 vagas, ou seja, 1.334 pessoas por chance.

O órgão convocou 920 aprovados durante a validade do edital. Outros 127 foram convocados por outros órgãos de peso do Poder Judiciário, como Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Superior Tribunal Militar (STM) e Superior Tribunal de Justiça (STJ), entre outros.

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