Agência Nacional de Mineração define banca organizadora do próximo concurso

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Karolini Bandeira*– Previsto para o início de 2021, o próximo concurso público da Agência Nacional de Mineração (ANM), terá o Cebraspe como banca organizadora. O contrato foi assinado e publicado em uma dispensa de publicação nesta quarta-feira (23/12). De acordo com a autorização, divulgada em novembro, a banca tem até seis meses para publicar o edital de abertura — ou seja, até maio de 2021.

 

O concurso ofertará 40 vagas temporárias para o cargo de técnico em segurança de barragens de mineração. A função exige ensino superior em uma das seguintes áreas: geologia, engenharia geológica, engenharia de minas, engenharia civil, engenharia ambiental e engenharia florestal. Os candidatos passarão por uma prova objetiva e uma prova de títulos.

 

Os profissionais contratados receberão remuneração no valor de R$ 8.300, por um contrato com duração de quatro anos. A contratação poderá ser prorrogada, ainda, por mais um ano. Os contratados serão lotados em Minas Gerais, São Paulo, Distrito Federal, Mato Grosso, Bahia, Pará e Santa Catarina.

 

 

*Estagiária sob supervisão de Lorena Pacheco

Lei que prorroga contratação de professores substitutos no DF é sancionada

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Karolini Bandeira*- Professores substitutos contratados em 2018 a partir do concurso público da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF) terão contratação prorrogada! A Lei nº 6.763, que prorroga em até três anos o contrato dos profissionais, foi sancionada pelo governador do DF Ibaneis Rocha e publicada nesta quarta-feira, 23/12, no Diário Oficial do Distrito Federal.

 

A prorrogação de contratos foi tomada devido à pandemia da Covid-19 e aos riscos à saúde pública que etapas presenciais de concursos poderiam causar neste cenário. Ainda de acordo com a lei, a medida só será permitida em situações emergenciais.

 

Os professores substitutos deverão suprir carências temporárias, que vão desde curtos períodos a períodos mais longos. O objetivo da lei é acrescentar um segundo parágrafo ao artigo 4º da Lei nº 4.266/2008, para que a Secretaria de Educação possa prorrogar por mais um ano os contratos temporários de professores substitutos. Ou seja, a lei recém sancionada garante prorrogação de mais um ano para contratos que já garantem um ano de duração e um ano de prorrogação, totalizando a possibilidade máxima de três anos de contrato para os professores temporários do DF. Leia mais aqui!

Concurso PF: cinco bancas são cotadas; saiba quais estão no páreo

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Vale ressaltar que o último concurso da PF, realizado em 2018, teve o Cebraspe como banca organizadora

 

Karolini Bandeira*- Após a aguardadíssima autorização, o concurso público da Polícia Federal (PF), que oferecerá 1.500 vagas imediatas em 2021 e mais 500 excedentes em 2022, está em fase de definição de banca organizadora. Cinco instituições enviaram proposta e estão na disputa pela contratação!

De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), o Instituto AOCP, o Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), o Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) são as empresas que enviaram proposta e podem ser escolhidas.

Vale ressaltar que o último concurso da PF, realizado em 2018, teve o Cebraspe como banca organizadora, o que aumenta as chances da empresa ser escolhida novamente.

 

A publicação do edital de abertura foi confirmada pela corporação para janeiro de 2021. As 1.500 vagas imediatas serão distribuídas entre a seguinte divisão:

  • 123 – Delegado de Polícia Federal
  • 400 – Escrivão de Polícia Federal
  • 84 – Papiloscopista de Polícia Federal
  • 893 – Agente de Polícia Federal

 

Saiba mais sobre o concurso da PF, cargos e salários aqui! 

 

*Estagiária sob supervisão de Lorena Pacheco 

Definida banca organizadora do concurso PCSE para 60 vagas

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O certame prevê 50 vagas para agentes de polícia judiciária e 10 para escrivães

 

Karolini Bandeira*– Foi divulgado pela Polícia Civil de Sergipe (PCSE), nesta quarta-feira (23/12), que o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) foi escolhido como banca organizadora responsável pelo próximo concurso da corporação. Ainda segundo a PCSE, a validação da banca agora depende apenas da confirmação da Procuradoria Geral do Estado (PGE SE).

A banca organizadora estava em fase de definição desde o início de dezembro. Agora, falta apenas a confirmação da PGE para o edital começar a ser produzido. “A próxima etapa é o encaminhamento da justificativa da escolha da banca organizadora em conformidade com os critérios técnicos observados para a seleção do concurso público da Polícia Civil de Sergipe”, explicou o órgão. E completou: “Na maioria dos casos, a banca selecionada pela comissão organizadora é aprovada pela PGE e recebe autorização para a elaboração do edital e adoção dos demais processos cabíveis à organização e aplicação das provas do certame.”

O certame prevê 50 vagas para agentes de polícia judiciária e 10 para escrivães. As funções tem como pré-requisito nível superior completo. De acordo com o Portal da Transparência da PCSE, ambas as profissões contam com salário no valor de R$4.500.

 

 

 

*Estagiária sob supervisão de Lorena Pacheco

Servidor nível médio em cargo de nível superior é inconstitucional, diz STF

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“É inconstitucional o aproveitamento de servidor, aprovado em concurso público a exigir formação de nível médio, em cargo que pressuponha escolaridade superior”, determinou o Supremo Tribunal Federal (STF) em julgamento de ação que questionou lei do estado de Roraima.

O Tribunal, por maioria, apreciando o tema 697 da repercussão geral, negou provimento ao recurso extraordinário, nos termos do voto do Relator, vencidos os Ministros Edson Fachin, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Roberto Barroso.

Entenda o caso

O STF reconheceu repercussão geral em um caso em que o Tribunal de Justiça do Estado de Roraima (TJRR) declarou inconstitucional dispositivo de lei complementar estadual que teria determinado, sem a realização de concurso público, a ascensão funcional de ocupantes do cargo de oficial de justiça, de nível médio, ao novo cargo de oficial de justiça, que exige formação em curso superior.

Segundo os autos, o TJRR, ao julgar a ação direta de inconstitucionalidade, declarou inconstitucional o artigo 35 da Lei Complementar estadual 142/2008, com as alterações introduzidas pela Lei Complementar estadual 175/2011.

O tribunal estadual considerou que o dispositivo representou ofensa pois, ao extinguir uma carreira, haveria permitido aos ocupantes o acesso a outra de nível de escolaridade diverso e remuneração maior, sem a prévia aprovação em processo seletivo.

O acórdão destacou que, no caso em análise, deve ser aplicada a Súmula 685 do STF, que dispõe ser inconstitucional toda modalidade de provimento que propicie ao servidor investir-se, sem prévia aprovação em concurso público destinado ao seu provimento, em cargo que não integra a carreira na qual anteriormente investido.

No recurso apresentado ao STF, que foi negado agora, a Assembleia Legislativa do Estado de Roraima sustentou que as atribuições relativas a cargo ocupado por servidores com escolaridade média, que ingressaram no serviço público mediante concurso, passaram a ser privativas de cargo de nível superior e, por este motivo, seria legítimo o enquadramento dos profissionais que preenchiam todas as condições para o exercício correspondente, em observância ao princípio da isonomia.

Com informações do STF.

Etapas do concurso PMSP serão retomadas em janeiro de 2021

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Karolini Bandeira*- O concurso público da Polícia Militar de São Paulo (PMSP), aberto em 2019, será retomado a partir de 4 de janeiro de 2021. O certame havia sido suspenso desde o início do ano devido aos riscos causados pela pandemia de coronavírus. O novo cronograma, publicado no Diário Oficial do último sábado (19/12), define datas para a aplicação das fases de exames de aptidão física, exames psicológicos, exames de saúde e investigação social.

 

Ao todo, 81 turmas estão divididas para realizar as avaliações restantes. Algumas turmas, inclusive, já iniciaram alguns dos exames no início de 2021, antes do estado de calamidade ser decretado em São Paulo. De acordo com a publicação, os candidatos terão atividades a partir de 4 de janeiro, previstas para serem concluídas no dia 3 de maio. 

 

A publicação decretou, também, medidas de segurança para diminuir a disseminação da covid-19. Será obrigatório, durante as etapas presenciais, a utilização de máscara de proteção facial e aferição de temperatura dos candidatos. Fica proibido o acompanhamento de terceiros independente da idade. O descumprimento das normas poderá causar a desclassificação do candidato. 

 

O concurso, de agosto de 2019, ofertou 2.700 vagas para a função de Soldado PM 2ª Classe. O cargo exige nível médio e tem como remuneração R$ 3287,18. A Vunesp foi a banca organizadora do certame. Leia o edital na íntegra!

 

*Estagiária sob supervisão de Lorena Pacheco

Próximo concurso Seeduc/RJ deverá sair no início de 2021

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O último concurso da Secretaria foi feito no início de 2020

Karolini Bandeira*- Em entrevista dada ao portal O Dia na última quinta-feira (17/12), o secretário estadual da Educação do Rio de Janeiro, Comte Bittencourt, confirmou que será realizado um novo certame da Secretaria Estadual da Educação do Estado (Seeduc/RJ) no primeiro semestre de 2021. Ainda segundo o secretário, o concurso público já foi autorizado pelo governo e irá contratar professores.

 

“O governador já liberou e terá concurso em 2021. Só para o magistério. Vamos trabalhar nossa planta de carências de disciplinas e regiões. Vamos abrir no começo do ano para que, no meio, possamos receber esses professores”, informou Comte Bittencourt.

 

O último concurso da Secretaria foi feito no início de 2020. Na ocasião, foram oferecidas 827 vagas temporárias para professores de diferentes áreas com remuneração de até R$ 2.211,25 para jornada de trabalho de 16 a 20 horas semanais. Os profissionais selecionados foram lotados em unidades de ensino fundamental e médio e unidades escolares prisionais e socioeducativas.

 

 

*Estagiária sob supervisão de Lorena Pacheco

Lei garante 10% das vagas de concursos públicos do DF para mais pobres

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O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), Rafael Prudente, publicou no Diário Oficial desta terça-feira (22/12), a lei que reserva aos comprovadamente hipossuficientes –  aqueles considerados sem condições financeiras – 10% das vagas oferecidas nos concursos
públicos do DF.

A regra vale para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista no Distrito Federal.

De acordo com o documento, a reserva de vagas é aplicada sempre que o número de vagas oferecidas no concurso público seja igual ou superior a 10. Na hipótese de quantitativo fracionado para o número de vagas reservadas a candidatos hipossuficientes, aplica-se a seguinte regra:  I – em caso de fração igual ou maior que 0,5, o número é aumentado para o primeiro número inteiro subsequente; II – em caso de fração menor que 0,5, o número é diminuído para número inteiro imediatamente inferior.

Fica definido também que a reserva de vagas a candidatos hipossuficientes deve constar expressamente dos editais dos concursos públicos, que devem especificar o total de vagas correspondentes à reserva para cada cargo ou emprego público oferecido.

Para efeitos desta Lei, são hipossuficientes  aqueles:

I – cuja renda familiar mensal per capita não exceda o valor de até 1,5 salário mínimo;
II – que tenha cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou em instituições privadas na condição de bolsista integral.

A comprovação da hipossuficiência se dá no momento da inscrição.

Veja mais detalhes da lei:

Na hipótese de constatação de declaração falsa, o candidato é eliminado do concurso e, se houver sido nomeado, fica sujeito à anulação da sua admissão ao serviço ou emprego público, após procedimento administrativo em que lhe sejam assegurados o contraditório e a
ampla defesa, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.

Os candidatos hipossuficientes concorrem, concomitantemente, às vagas reservadas e às vagas destinadas à ampla concorrência, de acordo com a sua classificação no concurso.

Os candidatos hipossuficientes aprovados dentro do número de vagas oferecido para ampla concorrência não são computados para efeito do preenchimento das vagas reservadas. Em caso de desistência de candidato hipossuficiente aprovado em vaga reservada, a vaga
é preenchida pelo candidato hipossuficiente posteriormente classificado.

Na hipótese de não haver número de candidatos hipossuficientes aprovados para ocupar as vagas reservadas, as vagas remanescentes são revertidas para a ampla concorrência e preenchidas pelos demais candidatos aprovados, observada a ordem de classificação.

A nomeação dos candidatos aprovados respeita os critérios de alternância e proporcionalidade, que consideram a relação entre o número de vagas total e o número de vagas reservadas a candidatos com deficiência e a candidatos hipossuficientes.

Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação e tem vigência pelo prazo de 10 anos, não se aplicando aos concursos cujos editais já tenham sido publicados antes de sua entrada em vigor.

DPE PR: servidores são convocados para formar comissão de próximo concurso

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Karolini Bandeira*- Os preparativos iniciais do próximo concurso público da Defensoria Pública do Paraná (DPE PR) já começaram! De acordo com publicação feita no Diário Oficial do Estado da última quinta-feira (17/12), alguns servidores interessados em compor a comissão organizadora do certame foram convocados pelo presidente do Conselho Superior da Defensoria Pública do Estado, Eduardo Pião Ortiz.

 

O concurso, autorizado em janeiro, deverá ofertar vagas de nível técnico e nível superior nas áreas de administração, serviço social, direito, informática, engenharia, contabilidade, estatística, economia, secretariado executivo, técnico em informática, técnico administrativo, técnico em recursos humanos e psicologia.

 

De acordo com o regulamento, publicado em maio, a seleção contará com prova objetiva, redação e análise de títulos. A prova objetiva, obrigatória para todos os cargos, será composta por 50 questões que irão variar de acordo com a função. O número de vagas ainda não foi divulgado.

 

“Serão lançados o mais rápido possível”, diz governador do Ceará sobre concursos da Segurança

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Serão 2.870 chances! Saiba mais:

 

Karolini Bandeira*- Os próximos concursos públicos da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Forense do Ceará, que já tem comissão organizadora definida, deverão sair logo! A informação foi dada pelo próprio governados do Estado, Camilo Santana (PT), em entrevista ao portal Diário do Nordeste. Segundo o veículo, ao ser perguntando sobre os três concursos da Segurança, Santana alegou que os editais serão lançados “o mais rápido possível”.

 

Durante a entrevista, o governador também informou que fortalecer a Polícia Civil (PCCE) é um dos principais objetivos; e que a publicação dos editais é algo que vem sendo cobrado à área técnica do Estado há um tempo.

 

Comissões formadas

As comissões organizadoras responsáveis pelas tramitações iniciais do certame foram formadas no final de novembro. O documento foi publicado no Diário Oficial do Estado e no Instagram do governador. Confira aqui o documento na íntegra com as equipes!

 

Quantidade de vagas divulgada

Durante transmissão ao vivo feita dia 18 de novembro pelo Instagram, Camilo Santana divulgou o número de vagas que serão disponibilizadas no edital de cada corporação. Segundo o governador, os concursos para a Segurança contarão, ao todo, com 2.870 oportunidades. Foram confirmadas 2.200 vagas para a PM, sendo 2.000 para o cargo de soldado e 200 para oficiais. A PC contará com 500 oportunidades, das quais 400 serão para inspetores e 100 para escrivães. Já a Pefoce terá uma oferta de 170 vagas distribuídas entre as funções de perito criminal, perito legista, médico perito legista e auxiliar de perícia.

 

*Estagiária sob supervisão de Lorena Pacheco.