Tag: PEC do fim da escala 6×1
Coluna Brasília-DF publicada na quinta-feira, 13 de agosto de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito

Ao anunciar apoio à urgência para tramitação de propostas de interesse do governo Lula, o MDB dá um passo no sentido de reforçar um alinhamento ao presidente da República e, de quebra, se apresentar, num ano eleitoral, como defensor de projetos que têm o apoio da classe trabalhadora — caso do fim da escala de trabalho 6×1 (seis dias trabalhados para um de folga). O movimento do partido reforça o respaldo de uma maioria dos senadores do partido a Luiz Inácio Lula da Silva. Se levada em conta a foto de Michel Temer e José Sarney ao lado de Ronaldo Caiado (PSD), está claro que Flávio Bolsonaro (PL) terá pouco espaço entre os caciques do partido e conta apenas com o apoio do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, que se reelegeu com o apoio do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
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A hora do primeiro teste/ O gesto do MDB dá ainda um discurso para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), coloque as propostas em votação. Depois da conversa dele com Lula, espera-se a retomada da normalidade entre os dois Poderes. A ideia é aproveitar o próximo esforço concentrado, na semana de 31 de agosto a 4 de setembro, para tentar votar parte das matérias ainda no período eleitoral.
Rumo a 2027
A aproximação entre Lula e Alcolumbre vai muito além da votação das propostas. Estão sobre a mesa para conversas futuras dois assuntos pendentes: o primeiro é a escolha do futuro ministro do Supremo Tribunal Federal — leia-se o advogado da União, Jorge Messias —, já rejeitado pelos senadores com a ajuda do presidente do Senado; o segundo é a escolha do futuro presidente do Congresso. Conforme o leitor da coluna já sabe, Alcolumbre é candidato a mais dois anos no comando do Legislativo e precisará de apoio dos governistas.
Brasil 2025 x Brasil 2026
Parlamentares governistas ligados à diplomacia afirmam que o novo tarifaço de Donald Trump tem menos impacto agora do que em 2025. E isso deve à atitude do governo em abrir novos mercados. Dados do governo demonstram que a balança comercial brasileira registrou, até a primeira semana de agosto, um superavit de US$ 51,56 bilhões, aumento de 32,2% em relação ao mesmo período de 2025.
Amorim e o teste
A ida do assessor internacional da Presidência da República, Celso Amorim, ao Congresso, esta semana, foi aprovada pelos partidos aliados do Planalto. Em suas respostas sobre o crime organizado no país, ele reforçou o discurso da soberania e foi incisivo ao dizer que cabe às forças brasileiras combater as facções criminosas. Para completar, disse ter vergonha da “servilidade” aos estrangeiros, sejam americanos, russos ou chineses.
Renegociação volta à mesa
O presidente da Comissão Mista da medida provisória da renegociação de dívidas dos produtores rurais, senador Renan Calheiros (MDB-AL), vai se reunir com o relator, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), para negociar o texto. Calheiros defende que a MP editada pelo Ministério da Fazenda deixou de fora o pessoal do Norte e do Nordeste, e isso fere a isonomia. Aliados de Renan afirmam que o senador teme um alinhamento de Pimenta à Fazenda. Por isso, vai buscar o relator a fim de garantir o benefício aos produtores nortistas e nordestinos.
CURTIDAS

Cai o “tenente coronel”/ O bolsonarista Luciano Zucco (PL-RS) se elegeu para a Câmara dos Deputados, em 2022, pelo Republicanos com o nome “tenente-coronel Zucco”. Agora, na disputa para o governo do Rio Grande do Sul, o deputado se apresenta apenas como “Zucco”. Na Câmara, muita gente comenta que se trata de uma estratégia para ampliar a votação do candidato.
E Alagoas, hein?/ A campanha de Renan Filho ao governo do estado só definirá o nome do candidato a vice-governador quando o ex-prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (o JHC), resolver se concorrerá ao governo, ao Senado ou ficará fora da disputa. No entorno de Renan, há quem duvide que JHC concorra ao governo, uma vez que o senador emedebista tem 95 das 102 prefeituras alagoanas alinhadas à sua candidatura.
Se for, vai sozinho/ Membros da cúpula do PL afirmam que não desistirão da candidatura de Flávio Roscoe em Minas Gerais para apoiar a candidatura de Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG). Interlocutores relembram que o partido esperou até o último momento, mas a indecisão do senador não poderia prejudicar os planos do PL no estado.
A hora delas/ Na semana em que se comemora o Dia do Advogado (11 de agosto), as mulheres advogadas especializadas no setor de energia promoveram o I Encontro da Comissão Especial da OAB voltada a esse tema: “Queremos cada vez mais consolidar o espaço das mulheres advogadas no setor elétrico, um dos tantos ambientes de decisão historicamente masculinos. É fundamental estabelecermos esse diálogo em um segmento com tanto impacto na sociedade”, diz Fernanda de Paula (ao centro na foto), idealizadora do evento.
Coluna Brasília-DF publicada na quarta-feira, 8 de julho de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito

Ao afirmar que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) se tornará inimigo caso não envie a proposta de emenda constitucional do fim da escala 6×1 para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) até semana que vem, o líder do PT na Câmara, Pedro Uczai (SC), causou um mal-estar entre governistas no Congresso Nacional. À coluna, parlamentares avaliam que esse tipo de afirmação mais prejudica do que ajuda. Enquanto o Senado trabalha para avançar com a PEC, declarações dessa ordem podem invalidar todo o esforço para tentar levar a proposta a votos. Senadores comentam reservadamente que é preciso “calma”: Afinal, o fim da 6×1 é a prioridade do governo na Casa para esse período pré-eleitoral. O momento não é propício para ataques, principalmente, ao presidente do Senado, alertam.
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Veja bem…/ A resposta de Alcolumbre às palavras de Uczai foram claras: “Ameaças e constrangimentos institucionais não aceleram a tramitação; apenas afrontam a independência dos Poderes”. Se o governo quiser a colaboração do presidente do Senado, melhor deixar seus líderes no modo “paz e amor” com Alcolumbre.
O que é ruim…
Ao se referir a escândalos de corrupção e ao Banco Master na audiência pública nos Estados Unidos, o senador Flávio Bolsonaro deixou de fora a CPI da Covid, criada no governo Bolsonaro; e, no quesito Master, a fala do senador passou anos-luz do financiamento do filme sobre seu pai.
…a gente esconde
No Brasil, aliados do senador se mostraram preocupados. É que, se as tarifas não baixarem, melhor manter distância desse tema e voltar as baterias para o setor de segurança pública, a pauta em que o senador tem mais condições de surfar.
A aposta
Se tem alguém que pode ajudar a reverter as tarifas é o empresariado americano que compra produtos do Brasil. É a eles a quem Donald Trump estará mais sensível para atender. Aliás, é por aí que o governo brasileiro tem buscado as negociações desde o início do tarifaço, no ano passado. E com um certo sucesso.
Não agradou
Representantes dos auditores fiscais da Receita Federal consideram que o concurso autorizado nesta semana não contempla a necessidade de vagas a preencher urgentemente. De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), a Receita perdeu mais de 40% do seu efetivo desde 2014, e o edital oferece apenas 30 postos para auditores, muito aquém do necessário.
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Sua hora vai chegar/ Com André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP-SP) embolados no Datafolha, atrás de Ricardo Salles (Novo), Marina Silva e Simone Tebet, o PL paulista acredita que, com o empenho do governador Tarcísio de Freitas (foto), a performance de Prado e de Derrite vai melhorar.
Nem tanto/ O problema de Prado e Derrite é que, com Ricardo Salles em terceiro, ficará difícil ignorar o deputado e ex-ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro, que tende a ser segundo voto de muita gente.
Quem decide/ O senador Izalci Lucas (PL-DF) avisa que se mantém candidato ao governo do Distrito Federal. À coluna, o senador afirmou que apenas o presidente do partido, Valdemar da Costa Neto, e o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro têm legitimidade para definir as chapas majoritárias. E ressalta que nenhum dos dois disse o contrário. “Eu tenho mandato, sou senador, quem vai dizer que vou ficar sem mandato?”, questionou.
Apenas dois/ Com as ausências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a Confederação Nacional do Comércio (CNC) ouvirá os pré- candidatos Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) hoje. A CNC quer saber o que pensam os presidenciáveis sobre o setor produtivo e a economia nacional e quais suas propostas de governo.
Coluna Brasília-DF publicada na quinta-feira, 12 de março de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
Pelo menos três das últimas megaoperações da Polícia Federal — Carbono Oculto (lavagem de dinheiro do crime organizado via setor de combustíveis), Compliance Zero (Banco Master) e Sem Desconto (desvio de recursos de aposentados do INSS) — passaram pela administradora de fundos de investimentos Reag, já liquidada pelo Banco Central (BC). É nesse emaranhado de fios que a PF está se debruçando para tentar montar o grande quebra-cabeça do mercado financeiro e de negócios atípicos. Quem teve acesso a parte das apurações, considera que o caso do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, e os R$ 3 milhões recebidos por consultoria empresarial, é apenas um dos negócios que vão aparecer, sejam legais ou não. Vem mais, muito mais.

Veja bem/ Até aqui, o que se sabe é que, realmente, ex-CEO da Reag, João Carlos Mansur, tem razão ao dizer à CPI do Crime Organizado que não era uma administradora de fachada do Master. O que a PF investiga é o fato de a empresa aparecer em outros negócios tão nebulosos quanto os do Master/BRB.
Fala PHC!
Depois da segunda prisão e a transferência para uma penitenciária federal em Brasília, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro não mandou sequer um sinal de fumaça à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Quem o senador Renan Calheiros (MDB-AL) espera que compareça ao colegiado, na semana que vem, é o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa.
E tem mais
Além dessa audiência, a comissão trabalha para identificar possíveis falhas e legislar a respeito. Renan começou a elaborar projetos de lei com regras mais rígidas para o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e uma revisão da legislação sobre crimes financeiros. A equipe técnica do presidente da CAE trabalha no texto e há a expectativa de apresentá-lo na semana que vem.
Agora, vai
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), devem almoçar juntos, hoje, no Palácio da Alvorada. É esperado que conversem sobre as indicações recentes, principalmente, do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF). E acertem o envio da carta ao

“A legislação e os impactos (do fim da escala 6 x 1) precisam ser vistos no mundo real e não no mundo ideal” Deputado Hugo Leal (PSD-RJ, foto), durante o seminário “Modernização da jornada de trabalho”, realizado pela Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE)
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E as pesquisas, hein?/ O fato de apenas 31% dos entrevistados afirmarem aos pesquisadores da Genial Quaest que foram beneficiados pela isenção do Imposto de Renda foi considerado um dos pontos que ajudam a explicar a avaliação negativa do governo. É que, no ano passado, 61% acreditaram que teriam algum ganho com a medida. Nesse sentido, a frustração foi grande. Agora, é trabalhar com esse dado da realidade.
Metade do caminho/ Com a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) em liberar os documentos da inspeção sobre a liquidação do Master para a CAE, os senadores terão acesso a alguns dados sigilosos. Mas o presidente da comissão, Renan Calheiros, já advertiu aos senadores que todo cuidado é pouco. É que, enquanto não houver a quebra de sigilo aprovada no plenário do Senado, nada pode vazar. E a quebra do sigilo dependerá da vontade do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, de pautar os requerimentos.
Sai daí rapidinho!/ A celeridade com que o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, jogou para escanteio a relatoria da ação que pede a instalação da CPMI do Banco Master foi recebida com alívio por outros ministros. Segue o jogo sem menos um foco de desgaste.
Retorno/ A família da ex-deputada Carla Zambelli acredita que a novela acerca da extradição para o Brasil deve, finalmente, estar perto do fim. O filho, João Zambelli, afirmou à coluna que, até aqui, está tudo caminhando para que ela seja extraditada na semana que vem.
Coluna Brasília-DF publicada na quarta-feira, 11 de março de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
O pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro para receber o subsecretário de Diplomacia Pública dos Estados Unidos, Darren Beattie, é lido no PL como um dos principais passos para auxiliar no enfrentamento às medidas adotadas pelo Supremo Tribunal Federal e na campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Planalto. Beattie não é um qualquer. É ele quem assessora o presidente Donald Trump nos assuntos relacionados ao Brasil. Foi um dos que defenderam a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes e nunca escondeu que considera a prisão do ex-presidente uma perseguição. Deixou isso claro, inclusive, quando da aplicação do tarifaço a produtos brasileiros. Doutor em filosofia pela Universidade de Duke, integra o Maga — Make America Great Again —, o movimento liderado por Trump. É um personagem a ser acompanhado de perto na visita que fará ao Brasil.

Veja bem/ O PT fechou 2025 com o receio de que o presidente Donald Trump tentasse interferir nas eleições deste ano no Brasil. Agora, com a visita de Beattie ao país, esse medo volta com tudo. O que até aqui vinha sendo considerada uma “caraminhola” na cabeça de alguns aliados começa a ganhar outros ares.
Precedente grave
Se a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, de não deixar nada do Banco Master sob o tapete, não dá para manter em sigilo as conversas de Daniel Vorcaro com seus advogados numa prisão federal. Isso é proibido a outros detentos em presídios federais. Portanto, liberar no caso de Vorcaro vai provocar uma avalanche de pedidos judiciais de chefões do crime organizado. Pelo menos, essa é a opinião de muita gente que trabalha com o sistema penal. Não se pode abrir exceções a um ex-banqueiro que, segundo gravações em poder da PF, ameaçou pessoas.
Governo encurralado
A bancada do PT na Câmara dos Deputados não gostou de ver a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) promover debates em vez de votar logo a admissibilidade da proposta de emenda constitucional (PEC) de redução da escala 6×1. Petistas consideram que isso não passa de uma manobra para protelar a apreciação em plenário. É que, depois da aprovação na CCJ, o texto segue para a comissão especial, onde pode demandar 40 sessões. Ou seja, o calendário tem tudo para ser atropelado, e o assunto ficar para depois das eleições.
Contragolpe
Com esse cenário, uma ala do Partido dos Trabalhadores acredita que ganhará força a ideia do Planalto de enviar um projeto de lei com urgência constitucional sobre o tema. Isso exigirá que os deputados deliberem o texto em até 45 dias na Casa e mais 45 dias no Senado Federal.
Veja bem
A ideia de um projeto com urgência é apoiada pelo Centrão, uma vez que, por meio dele, não é possível alterar a escala de 6 x 1 para 5 x 2, somente a redução da jornada de trabalho, que seria de 44 para 40 horas semanais. Essa tem sido uma vertente que o Centrão e o setor produtivo têm defendido em debates e eventos realizados nos últimos meses.
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Cartas à mostra/ O rompimento do PL com o governo de Ibaneis Rocha segue a receita de ficar distante de problemas em ano eleitoral. Ibaneis é visto como enfraquecido, e o PL não quer ser parceiro no desgaste. Aliás, no plano nacional, a deputada Bia Kicis defendeu todas as investigações propostas, enquanto dois integrantes do PL, o deputado Alberto Fraga e o senador Izalci Lucas, já estão afastados há tempos de Ibaneis e, inclusive, fizeram questão de comparecer ao lançamento da pré-candidatura de José Roberto Arruda ao governo local.
Embaralhou geral/ Depois da reunião da bancada do PT do Maranhão com a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (foto), a eleição por lá ganhou novos contornos. Os petistas desistiram de lançar candidatura própria e vão apoiar o atual prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), para o Palácio dos Leões. O vice-governador, Felipe Camarão (PT), teria dito a Gleisi que deseja disputar uma vaga ao Senado Federal.
Mais um do PP/ Falta fechar o nome para a segunda vaga. Tem muita gente de olho no ministro do Esporte, André Fufuca (PP), que deve disputar o Senado e ainda não está fechado na chapa do pré-candidato ao governo, Orleans Brandão (MDB).
Cálculos políticos/ Orleans Brandão é sobrinho do atual governador do Maranhão, Carlos Brandão, e não quer fechar a chapa com o ministro Fufuca. Orleans prefere lançar o líder do União Brasil na Câmara dos Deputados, Pedro Lucas, ao Senado, junto com o senador Weverton Rocha, que concorrerá à reeleição. Entretanto, deputados petistas acham que Weverton não tem chance, já que tem sido chamado no estado de “ladrão de velhinhos”, após ser um dos alvos da Operação sem Desconto, que investiga as fraudes no INSS.




