Categoria: Lula
Coluna Brasília-DF publicada na terça-feira, 6 de outubro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
Lula ganhou um reforço para tentar alavancar o projeto que acaba com a escala 6 x 1. Governador eleito de Minas Gerais, o senador Cleitinho (Republicanos) anuncia que irá cobrar a votação da proposta da emenda constitucional que está no Senado.
O padrinho de Xandão
Depois que o ex-presidente Michel Temer anunciou o apoio a Flávio, começaram a chover posts em grupos de WhatsApp sobre o fato de o ex-presidente ter nomeado o ministro Alexandre de Moraes (foto) para o Supremo Tribunal Federal (STF).
Coluna Brasília-DF publicada na terça-feira, 6 de outubro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
Eleito em Alagoas com votação recorde para o Senado, o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP, foto) não pretende se apresentar para presidir a Casa. Mas já existe, pelo menos, um nome que ele não pretende ajudar: Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). As dificuldades entre eles são antigas.
Por falar em dificuldades…
Lira deve participar, hoje, do anúncio do apoio do PP a Flávio e se colocar à disposição para ajudar na campanha em Alagoas. Ele não gostou nada de Lula ter ido ao estado e anunciado apoio aos candidatos que faziam campanha junto com Renan Filho, do MDB, para o governo — leia-se seu maior adversário político, o senador Renan Calheiros. E, nas Alagoas, com a eleição fechada no primeiro turno e com a vitória de JHC ao governo, vai ser difícil espaço para ampliar a campanha petista por lá.
… no Senado, tem fila
Se for para ser um nome do PP a concorrer à Presidência do Senado, esse nome será o da senadora Tereza Cristina, do Mato Grosso do Sul, que já se apresentou há tempos. Se Flávio vencer a eleição, ela só não será presidente da Casa se for o nome do partido para ocupar um ministério.
Coluna Brasília-DF publicada na terça-feira, 6 de outubro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
As conversas mais fechadas do candidato do PL, Flávio Bolsonaro, com seus potenciais aliados, incluem cargos para o PP, União Brasil, Republicanos e outros partidos que ficaram longe da campanha do primeiro turno. A lista de agraciados não está fechada, mas há acenos de negociação numa futura composição, a fim de garantir um trabalho dessas legendas nesta segunda rodada. Outro ponto que o senador pelo Rio de Janeiro usará como atrativo — que, inclusive, já foi colocado de público — é o compromisso de não concorrer a um segundo mandato. Isso não significa, contudo, que todos os Bolsonaro ficarão longe de uma campanha ao Planalto, no caso de vitória de Flávio daqui a três semanas. Conforme já antecipou o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, a perspectiva é a de que Jair Bolsonaro, depois de receber o indulto do filho, seja o candidato em 2030. O clã que conseguiu eleger quase todos os seus no último domingo, mostra que pretende ficar por muito tempo na politica brasileira.
O que preocupa
A alta abstenção no primeiro turno é motivo de preocupação tanto para a campanha do senador quanto para a do presidente Lula. Em 2022, a abstenção no segundo turno foi menor que o primeiro em 570 mil votos. Dentro do PT, há quem diga que, se esse número se repetir, será muito mais difícil para o petista tirar a diferença para o candidato do PL.
Situações inversas
Se no plano federal o PT tem dificuldades em angariar apoios no segundo turno, no Distrito Federal quem está nessa posição é a governadora candidata Celina Leão (PP). A diferença é que ela não venceu no primeiro turno por 168 votos. A ordem agora na campanha é massificar o número 11 e, assim, evitar que os eleitores apertem 22 para o GDF. Leandro Grass (PT) vai massificar o 13 e tentar o apoio dos candidatos que ficaram fora do segundo turno.
Parlamentares chegando
Deputados e senadores reeleitos começam a desembarcar em Brasília. Ontem, foi a vez do deputado Danilo Forte (União Brasil-CE, foto). Ele levará a Flávio o projeto de reforma do Judiciário. Se o candidato endossar a proposta, Danilo pretende fazer campanha para o PL no Ceará no segundo turno.
Os memes não param
Na internet, circulam vários memes com a deputada Marina Silva (Rede-SP), a ex-ministra do Planejamento Simone Tebet, a ex-senadora Soraya Thronicke, os senadores Renan Calheiros (MDB-AL), Randolfe Rodrigues (PT-AP) e outros numa fila de “desemprego”.

Coluna Brasília-DF publicada no sábado, 3 de outubro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
Enquanto a maioria do Brasil assiste a uma campanha eleitoral sem debates e repleta de decisões judiciais, os partidos de centro fazem suas projeções e acreditam que continuarão mandando no Congresso Nacional, pelo menos até a temporada eleitoral de 2030. Nesse sentido, trabalham, via frentes parlamentares, vários projetos para tentar resgatar a própria imagem e não deixar tudo nas mãos do Poder Executivo.
Com ou sem segundo turno, está prevista para 21 de outubro a apresentação de megaprojetos, sob o guarda chuva “Empreende Brasil” e “Congresso pelo Brasil”. Em gestação na Frente Parlamentar do Empreendedorismo, a ideia dessas propostas é tratar de temas como taxa de juros, insegurança jurídica, ambiente de negócios no país e segurança pública — apontados pelo empresariado como os grandes responsáveis pela dificuldade de atração de investimentos no país. Assim, seja quem for o presidente da República, os congressistas terão seus próprios projetos, com prioridade sobre qualquer proposta a ser apresentada pelo Palácio do Planalto.
Propostas nada constitucionais
O Grupo Livres, organização que promove soluções liberais para o Brasil, comparou todos os planos de governo dos candidatos à Presidência da República e um dado chamou a atenção. No quesito segurança pública, quatro presidenciáveis — Flávio Bolsonaro (PL), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) — propõem medidas consideradas incompatíveis com a Constituição Federal, segundo análise do grupo. Castração química, prisão preventiva automática e decretos sucessivos de Estado de Defesa são alguns desses projetos.
O tempo e a razão
Logo que foi escolhido candidato ao Planalto, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ, foto) comentou com um amigo que estava indo para o “sacrifício”. Em seis meses, saiu do “sacrifício” ao tornar-se um candidato competitivo, graças aos votos que herdou do pai. Agora, o resultado, seja para o bem ou para o mal, estará na conta do próprio candidato, que não debateu seu programa de governo com os adversários. Desde a redemocratização, a única vez que um desafiante não participou de nenhum debate em primeiro turno foi Fernando Collor, em 1989.
Tensão no ar
Embaixadas começaram a emitir alertas de precaução a viajantes e estrangeiros residentes no Brasil devido à proximidade do primeiro turno das eleições, amanhã. O movimento foi iniciado pela embaixada dos Estados Unidos, que fechou a sede e consulados e pediu reforço na segurança junto à polícia militar. Irlanda, Austrália e Reino Unido emitiram avisos também. Com a polarização acirrada, o temor é que possa haver uma tentativa de golpe ou atos violentos após os resultados.
Sátiras da política
Durante as últimas semanas, diversos jogos on-line foram criados revivendo momentos recentes de políticos e de magistrados do Supremo Tribunal Federal, como um simulador de luta entre os ministros. O mais recente é sobre Flávio no mesmo estilo do jogo Super Mario World, com missões para o presidenciável. A primeira exige que o filho 01 bata ponto como assessor na Câmara dos Deputados enquanto estuda e faz estágio no Rio de Janeiro. A ideia de usar joguinhos on-line com figuras políticas não é nova. Em 2023, apareceu um jogo chamado Lula, escape da Prisão, em que o jogador era o Lula que precisava escapar da penitenciária.
24 horas
Hoje é dia de refletir sobre as escolhas, tentar conquistar os últimos votos e, o mais importante, não brigar com seus parentes por causa de opções políticas. Seja quem for seu candidato, converse com respeito e educação.
Coluna Brasília-DF publicada na sexta-feira, 2 de outubro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
Antes mesmo de os eleitores irem às urnas neste primeiro turno da eleição presidencial, o PP decidiu comunicar à Federação União Progressista que apoiará Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. A decisão foi tomada pelo presidente do partido, Ciro Nogueira, ao longo desta semana, depois de consultar integrantes da legenda. O presidenciável tem feito um esforço nesse sentido. Por exemplo, declarou apoio a Arthur Lira (AL) para o Senado, em Alagoas, e tenta buscar outros nomes.
A ordem é sobreviver/ A aposta do comando do PP é de que, na próxima semana, com a eleição para o Congresso definida, quem precisava de alguma ajuda da esquerda para chegar ao Parlamento, não precisa mais. Por isso, estarão livres para escolher um caminho no segundo turno da eleição presidencial. Ciro foi ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro. De lá para cá, só se desgastou. Precisa responder sobre a relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Agora, ao se reaproximar de Flávio, sinaliza aos seus que o bolsonarismo readquiriu perfume de poder.
Jovens vizinhos
Enquanto Flávio leva o apoio explícito de Javier Milei, da Argentina, uma parte da juventude latino-americana tem demonstrado apoio à reeleição de Lula. Em vídeos e outras publicações, consideram o petista uma esperança numa América Latina que tem vivido uma onda azul na política
Se não vai ajudar…/ … não atrapalhe. O influenciador Allan dos Santos, foragido da Justiça, bolsonarista e aliado dos Bolsonaros, atacou os bispos católicos nas redes sociais. Em um vídeo reagindo a publicações sobre a Nossa Senhora, proferiu termos ofensivos, homofóbicos e extremamente pesados. “Esses bispos todos são um bando de v…[…] Por que eles não estão apoiando o Flávio? Não, porque eles são mentirosos. Esses vermes, esses malditos, que ficam colocando a batina e sabe lá Deus o que faz (sic) com o a…”, disse. As palavras são tão pesadas que não dá para repeti-las aqui, em respeito ao leitor
Coluna Brasília-DF publicada na quinta-feira, 1º de outubro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito

O país já está acostumado a ver líderes das pesquisas ou candidatos à reeleição faltarem a debates no primeiro turno em eleições presidenciais, exceção de Dilma Rousseff e de Jair Bolsonaro. Em 1989, Fernando Collor só compareceu a esses confrontos no segundo turno. Em 1994, FHC foi só ao debate da Band. Em 1998, não compareceu e venceu no primeiro turno. Lula, em 2006, não compareceu a debates de primeiro turno e, agora, repete a dose.
Debates interditados II
Quanto aos desafiantes, também não foi a primeira vez em que um candidato a presidente estreante nessa empreitada foge de debates ao longo de todo o primeiro turno. Collor fez o mesmo. Há quem diga que, até para não repetir o presidente que enfrentou um processo de impeachment e perdeu, Flávio Bolsonaro decidiu ir ao debate da Globo, hoje, mesmo sem Lula.
Estratégia
Ao escolher o Flow para uma entrevista no mesmo horário que o debate da Globo, Lula mira o eleitor indeciso, de centro e de direita, público cativo do programa. A estratégia, além de evitar ser atacado por todos os outros adversários, é conseguir virar alguns votos importantes para domingo. Ou pelo menos, mitigar os danos recentes.
Feitiço contra o feiticeiro
Em seu voto para manter a retirada de conteúdos que propagam a fake news sobre Nossa Senhora, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro relator André Mendonça recorreu a um entendimento do Supremo Tribunal Federal que ele próprio havia discordado, no passado, e foi voto vencido. Quando da análise do Marco Civil da internet, Mendonça votara contra a responsabilidade dos provedores: “A solução adotada estabeleceu que os provedores devem desempenhar papel ativo na remoção de reproduções de conteúdo cuja ilicitude ou falsidade já tenha sido previamente definida pelo Poder Judiciário”, escreveu Mendonça no voto sobre a N.S. Aparecida no TSE.
Olho nos números I
A divisão do Fundo Eleitoral para candidatos do PSB no Distrito Federal causou estranhamento para algumas excelências. A maior dúvida paira sobre o critério de divisão. O candidato ao governo pelo partido, Ricardo Cappelli (foto), recebeu R$ 440 mil do diretório nacional para a campanha e uma doação de R$ 92,5 mil do deputado e candidato à reeleição Rodrigo Rollemberg.
Olho nos números II
O ex-governador, que tenta manter a vaga na Câmara dos Deputados, recebeu mais de R$ 2,5 milhões do diretório nacional e R$ 65 mil do estadual. O que se diz nos bastidores é que não faz sentido um deputado receber mais verba que um candidato ao governo. A divisão pode ser conferida no site do TSE.
Coluna Brasília-DF publicada na quinta-feira, 1º de outubro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
A quinta rodada da pesquisa Correio/Opinião foi comemorada pela equipe do senador Flávio Bolsonaro, do PL, que lidera a sondagem. Porém, no cenário nacional, há certa apreensão para seus aliados. É que nem sempre o resultado do DF segue o do Brasil. Por cinco eleições, a vontade dos brasilienses refletiu a nacional: 1998, 2002, 2006, 2010 e 2018. Nas demais, 1989, 1994, 2014 e 2022, o DF escolheu quem perdeu nacionalmente.
Suspense até o fim II
O DF votou igual ao Brasil em 1998, quando reelegeu Fernando Henrique Cardoso e, em 2006, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concorreu ao segundo mandato. E votou diferente do Brasil em duas situações em que o incumbente tentava a reeleição: em2014, preferiu Aécio Neves (PSDB), e, em 2022, Jair Bolsonaro. O pleito de domingo desempata o jogo.
Leila e Érika
A briga está grande nos bastidores da esquerda em Brasília. É que a subida de Bia Kicis (PL) começa a deixar todos os partidos com receio de que os conservadores elejam as duas senadoras — a outra é Michelle Bolsonaro. Assim, aparte do PT que boicotava a candidatura de Leila do Vôlei (PDT) está sendo pressionada a rever suas atitudes. Nos partidos mais à esquerda, há quem diga que seria uma humilhação perder as duas vagas. Especialmente, por causa de não querer votar nas duas senadoras que, conforme a pesquisa do Correio, ainda têm chances de tentar conquistar uma das vagas.
E o Caiado, hein?
O presidenciável Ronaldo Caiado (PSD, foto) concluiu que, se não chegar ao segundo turno, tem que, pelo menos, vencer em Goiás, estado que governou e saiu com uma aprovação na casa dos 80%, conforme algumas pesquisas.
Coluna Brasília-DF publicada na terça-feira, 29 de setembro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não deve comparecer ao debate promovido pela tevê Globo, na reta final deste primeiro turno. E por um motivo muito simples: teria cinco minutos em cada bloco para falar do governo, enquanto todos os outros o atacariam durante 15 minutos. Ainda há tempo, até quinta-feira, para uma nova reflexão dentro do PT, mas essa contagem de 15 contra cinco é o principal ponto. Flávio Bolsonaro, porém, afirmou que não deixará de ir, com ou sem a presença do presidente.
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Contagem regressiva/ O cálculo da campanha é de que Lula pode aproveitar esse tempo num ato de campanha em algum lugar do país, colocando-se ao lado dos mais pobres. Além disso, não seria a primeira vez que um candidato deixaria de comparecer ao debate de encerramento do primeiro turno. Em 1994, a mesma Globo optou por não fazer esse confronto. Deixou para o segundo turno, mas Fernando Henrique Cardoso venceu no primeiro. Em 1998, o debate da Globo em primeiro turno foi cancelado porque FHC não iria e havia dúvidas sobre um debate sem a presença do líder. Em 2006, Lula, candidato à reeleição, seguindo o exemplo de FHC, optou por não comparecer. Em 2018, Jair Bolsonaro teve orientação médica de não comparecer. Em 2022, já presidente, Bolsonaro compareceu ao debate.
Cresce campanha do voto útil
Não apenas para presidente da República, mas para o Senado também esse movimento ganha força. Em Goiás, por exemplo, os partidos que querem evitar que Gustavo Gayer (PL) suba pedem o segundo voto para Vanderlan Cardoso (PSD), que aparece nas pesquisas tecnicamente empatado com Zacharias Calil (MDB). Em São Paulo, a manobra foi mais radical. Ricardo Salles (Novo) saiu da disputa. Há quem aposte que será secretário de Tarcísio de Freitas, num provável segundo governo estadual.
A incerteza delas
Centros de estudos e pesquisas começam a se preocupar com a alta abstenção de mulheres nesta eleição, tal e qual foi em determinados extratos dessa parcela do eleitorado, em 2022. O principal motivo para uma alta abstenção é a falta de confiança de que o voto resultará em alguma mudança. A percepção foi captada pelo Projeto Brief, que entrevistou mais de 3,5 mil mulheres sobre o motivo delas se afastarem das urnas e o que poderia mudar esse cenário. Segundo o estudo, 30% das mulheres que recebem até dois salários mínimos não votaram em 2022, mais que o dobro do registrado entre as de renda mais alta.
Memórias da greve/ Será lançado hoje o livro No Coração do Sistema, que relembra a greve dos bancários, em 1985. Organizado pela jornalista Fernanda Otero, reúne 43 artigos de participantes da greve. É na sede da Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, às 19h. O título foi lançado na 28ª Bienal do Livro de São Paulo.
Coluna Brasília-DF publicada na sexta-feira, 25 de setembro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
Aliados do ex-prefeito de Recife e candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB) apostam na caminhada com o presidente Lula hoje, na capital pernambucana, para assegurar uma arrancada na reta final.
Candidatos do grupo do presidente do PSB afirmam que tem sido uma disputa muito “puxada e dura”, para os dois lados e a ida do petista ao Recife tem tudo para ser um divisor de águas. Lula tem crescido nas pesquisas por lá e isso, avaliam, tende a puxar João Campos, uma vez que a governadora Raquel Lyra (PSD) deu uma estagnada nas sondagens.
Coluna Brasília-DF publicada na quinta-feira, 24 de setembro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
Em 1989, o Distrito Federal foi uma das unidades da Federação onde Lula derrotou Fernando Collor. Agora, aqui quem predomina é Flávio Bolsonaro, conforme mostra a pesquisa Correio/Opinião, divulgada hoje. Na estimulada, o filho “Zero Um” tem 40% e Lula, 33%. Ambos subiram em relação aos números de agosto, em que Flávio aparecia com 35,4% e Lula, com 29,3%.
A migração do eleitor/ Flávio começa a conquistar os votos dos adversários do seu campo. O fenômeno de agosto, Augusto Cury, caiu de 10,9% para 4,8%. E Ronaldo Caiado (PSD, foto) caiu de 8,3% para 7,1%. Veja a pesquisa completa aqui.



















