Doog, grife de cachorro-quente, aterrissa no aeroporto JK

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Dois anos depois de inaugurar em Congonhas, Doog, a grife de cachorro-quente de carrocinha, chega ao aeroporto internacional Juscelino Kubitscheck, onde está instalada próxima ao portão 15, na área de embarque. Brasília é a oitava cidade a receber a marca, que existe nos aeroportos de Guarulhos (com duas lojas nas áreas doméstica e internacional), Santos Dumont, Curitiba (com duas lojas) e Vitória, além de Congonhas.

17/07/2017. Crédito: Liana Sabo/CB/D.A. Press. Brasil. São Paulo - SP. Favas Contadas. Sabores de São Paulo. Doog - Original Hot Dog no Aeroporto de Congonhas.
17/07/2017. Crédito: Liana Sabo/CB/D.A. Press. Brasil. São Paulo – SP. Favas Contadas. Sabores de São Paulo. Doog – Original Hot Dog no Aeroporto de Congonhas.

O nome que significa “good” ao contrário teve em vista oferecer produtos diferenciados: a boa salsicha e o bom pão, explica o paulistano Sergio Rudge, um dos três fundadores. Os outros dois são os brasilienses Gustavo Kaufman (ex-Stella Grill) e Aldo Braga. Todas as lojas pertencem ao trio, que busca expandir a rede para o Galeão ainda este mês, aeroporto Guararapes de Recife, em setembro, e Confins, de Belo Horizonte, em dezembro.

Receita exclusiva

A salsicha, principal ingrediente do cachorro-quente, é fornecida pelo Frigorífico Berna, que desenvolveu uma receita com 100% de carne, sendo “a única salsicha Frankfurter do Brasil”, ressalta Rudge. O pão é levinho e crocante. O sanduíche vem em seis versões: Berlin, com molho de mostarda com raiz forte, e Classic com ketchup e mostarda, ambos por R$ 18.

Molhos cheddar, cebola caramelizada e picles; tomate pelati e lascas de grana padano e dijon regam as versões American, Italian e French, respectivamente. O preço mais alto do menu, R$ 24, é cobrado pelo Brazuca, com creme de batata-baroa, que paulista chama de mandioquinha, carne seca, crispy de couve e pimenta biquinho.