Conheça a história de Alessandra Lima, da Confiserie

Publicado em

Ainda criança no Rio Grande do Sul, Alessandra Lima via a madrinha, Alma Ficks, “uma descendente de alemães brava”, preparar bolos e tortas para os almoços domicais em família e para datas especiais, como Páscoa ou Natal. “Eu era uma espécie de assistente número um dela. Buscava açúcar, quebrava os ovos e ficava a observando trabalhar”, conta.

Foi daí que surgiu a paixão pela confeitaria e o embrião do que seria a Confiserie, delivery de tortas que ela comanda hoje em dia e que atende todo o DF. “Aprendi na marra, como Karatê Kid, observando”, relembra, divertida. Por motivos práticos, o sonho de comandar a própria cozinha demorou a se concretizar. Quando trabalhava como gerente de O Rei das Embalagens, espiava os workshops de confeitaria e suspirava.

 

Alessandra Lima aprendeu a fazer tortas “na marra” e hoje vive disso
Alessandra Lima aprendeu a fazer tortas “na marra” e hoje vive disso

Realidade

A paixão adormecida desabrochou em novembro do ano passado. Desde então, são 28 sabores de tortas oferecidas por Alessandra. “Monto as tortas só no dia da entrega para garantir que tudo seja fresquinho. Prezo bastante por isso. Entrego até aos domingos e feriados se for preciso”, afirma a confeiteira.

Entre os sabores que chamam a atenção está o que carrega o nome da empresa. A Confiserie é preparada com bolo de chocolate e incrementada com ganache e cobertura também de chocolate. “As tortas são feitas todas com a técnica italiana difundida pelos franceses genoise, que garante uma massa aerada e mais leve”, explica Alessandra. Entre outras ela também serve as opções olho de sogra (bolo branco regado com calda de ameixa, recheio de baba de moça com ameixa e cobertura de chantili ou marshmallow) e frutas vermelhas (bolo de chocolate ou branco com decoração de frutas vermelhas e 10 sabores, entre os quais Kit Kat) — todas nos tamanhos que guarnecem 15 ou 30 pessoas.

Um diferencial que Alessandra aponta na produção da Confiserie são as tortas diet e light e a sem lactose. “No caso da sem lactose, converso primeiro com a pessoa antes de fechar o sabor porque às vezes a alergia se estende para a proteína, às vezes não. Então preciso ter a certeza de o que ela pode comer”, afirma a cuidadosa confeiteira. Democrática, Alessandra avisa: está estudando para oferecer um sabor vegano em breve. Encomendas com 24 horas de antecedência: 99904-7220 ou 3703-7220.