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Confira dicas gastronômicas de Dicas de São Petersburgo

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A Polônia tem da boa, mas é a Mãe-Rússia a pátria da vodca, uma aguardente feita de cereais (os franceses fazem de uva) que ganhou o nome de aguinha, tradução da bebida na língua dos czares. Quem estiver em São Petersburgo (a segunda maior e mais importante cidade russa) por esses dias não vai se arrepender de participar de uma degustação de caviar e vodca no luxuoso Caviar Bar do cinco estrelas Belmond Hotel Grand Europe. Um dos grandes monumentos culturais da cidade, o hotel foi fundado em 1875 e lembra até hoje o glamour e a elegância da aristocracia russa com sua fachada em estilo neobarroco e o interior art noveau.

Se o torcedor da Copa do Mundo ainda tiver chance, volte outra noite ao hotel para jantar com apresentação de música clássica e balé no restaurante L’Europe, onde verá a homenagem a um dos hóspedes mais ilustres, o compositor Pjotr Tchaikovsky. Fundada em 1703 por Pedro, o Grande, para defender o território russo dos ataques da Suécia, a cidade recebeu o nome São Petersburgo em homenagem ao apóstolo Pedro, por quem o czar tinha devoção. Curioso que ele próprio também era Pedro.

Comida típica

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É claro que há muitas opções em matéria de gastronomia — cozinha francesa, oriental, contemporânea e outras —, mas para quem já foi tão longe de casa e atravessou o planeta para ver o melhor futebol, é justo que mergulhe na tradição local. Nesse caso, há cinco bons restaurantes com a culinária russa, a começar pelo Tsar no número 12, da rua Sadovaya, que oferece um menu bem clássico inspirado nos melhores pratos típicos.

Outros endereços que tem uma boa cozinha russa são Katyusha, que ocupa os números 22 a 24 da avenida Nevskiy, Korushka localizado na ilha Zayachiy do rio Neva, que banha a cidade, e Na Rechke, na rua Olgina número 8.

Mais importante que visitar o palácio Peterhof, a residência de verão construída para o czar Pedro, o Grande, é ir ao fantástico museu Hermitage. Eu já estive lá em duas ocasiões por horas a fio e não vi nem um terço do acervo que é de três milhões de peças distribuídas em 1.057 salas do Palácio de Inverno dos czares, considerado patrimônio arquitetônico mundial.