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Coluna Brasília-DF publicada na quinta-feira, 5 de março de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito

As ameaças do ex-controlador do Master Daniel Vorcaro a várias pessoas levam os políticos a tirarem o ex-banqueiro da posição de um sujeito esperto, que havia descoberto um método de ganhar dinheiro fácil e enrolar alguns. Agora, Vorcaro ganhou a imagem de um “bandido, gangster e mafioso” capaz de usar as mesmas técnicas de intimidação do crime organizado, sejam milicianos, sejam traficantes. Por isso, não será surpresa se pelo menos parte do apoio político for retirado.
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… e de apoio/ Entre os parlamentares, cresce a pressão para que seja instalada uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), algo que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), continua relutando em fazer (leia notas nesta coluna). O Parlamento retomou seus trabalhos há mais de um mês, depois do longo recesso, e ainda não houve sequer uma sessão do Congresso para leitura do pedido e futura instalação da investigação.
Se foi assim com jornalista…
… imagine o que Vorcaro não faz com aqueles que participaram de seus ilícitos. Esse era o comentário nas rodas de políticos nos restaurantes de Brasília no almoço de quarta-feira. Tem muita gente especulando sobre o que o ex-banqueiro possa tentar fazer, ainda que esteja preso.
Precedente & prorrogação
A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, de suspender a quebra de sigilo da empresária Roberta Luchsinger, abre precedente para que os outros cinco alvos que tiveram o sigilo quebrado na mesma votação recorram ao STF para suspender os pedidos de forma individual. Essa é uma das preocupações da CPMI do INSS neste momento. A outra é a dificuldade em prorrogar a CPMI, algo que Alcolumbre pretende dar ao governo depois de não interferir na quebra de sigilo de Fábio Lula da Silva, o Lulinha.
Corrida pelo destaque
Ao saber que os senadores planejam recorrer ao Supremo Tribunal Federal para abrir a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Banco Master no Senado, o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) foi estudar para fazer o mesmo com a sua CPMI, que aguarda leitura em sessão do Congresso Nacional para instalação. Na avaliação de Jordy, a CPMI é o caminho, não a CPI, onde o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pode controlar o desenrolar dos trabalhos.
Pressionem Alcolumbre
Carlos Jordy descobriu que, para recorrer ao STF para tentar garantir a CPMI, precisará esperar a realização de uma sessão do Congresso Nacional. E, se Davi Alcolumbre não fizer a leitura do pedido, aí, sim, caberia o recurso ao Supremo. Acontece que o presidente do Senado é o senhor do tempo sobre a convocação da reunião das duas Casas legislativas.
Riscos políticos
Parlamentares calculam que a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reduz a escala 6×1 dos empregados de diversos setores promete virar um “perde-perde” para os deputados. É que quem não votar a favor será desmoralizado na base eleitoral, e quem votar favoravelmente ao projeto e, porventura, a nova lei desencadear menores salários e desemprego, sofrerá o mesmo efeito.
CURTIDAS

Hora da conversa/ Na próxima terça-feira, o relator da regulamentação dos trabalhadores por aplicativos, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE, foto), se reunirá com os ministros do Trabalho, Luiz Marinho, e da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, para chegarem a um consenso sobre o texto.
Entrave/ O ponto de discussão tem sido a remuneração mínima por entrega que Boulos defende ser R$ 10, e o setor quer R$ 7,50. Contudo, durante a reunião-almoço da Frente Parlamentar do Comércio e Serviço (FCS), o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci Jr., sugeriu uma remuneração por hora de trabalho. Coutinho gostou da sugestão e pediu que a Abrasel apresentasse a proposta formalmente o mais rápido possível.
Espírito republicano…/ O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará na posse do novo presidente do Chile, José Antonio Kast, na próxima quarta-feira, 11 de março, de forma a acompanhar de perto a mudança de espectro político no país. “A ida do presidente Lula à posse de José Antonio Kast é um gesto político que vai além do protocolo diplomático. Trata-se de um movimento que sinaliza pragmatismo em um momento de crescente polarização ideológica na América Latina” , diz o especialista em risco político Eduardo Galvão.
… e estudo/ Esse cenário de transição e reconfiguração regional é matéria-prima de Eduardo Galvão em seu livro, Riscos Políticos na América Latina, obra que utiliza casos como o chileno para evidenciar como alternâncias de poder e novos alinhamentos ideológicos impactam investimentos, estratégias corporativas e o ambiente regulatório, consolidando a política como variável central na tomada de decisões empresariais no continente. A sessão de autógrafos será nesta quinta-feira, das 18h30 às 21h, no Ibmec Brasília, SIG quadra 04, edifício Capital Financial Center, bloco A.
Coluna Brasília-DF publicada na quarta-feira, 26 de fevereiro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
A intenção do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), ao aprovar as convocações dos irmãos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e do ex-controlador do banco Master Daniel Vorcaro à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, é montar a teia de conexões nos Três Poderes do ex-banqueiro. Vieira quer expor os nomes da República que estão ligados à maior fraude financeira do país. A ideia é avaliar qual o grau de participação do ministro no caso para definir se há razões para se promover um pedido de impeachment.

Na hipótese de Vorcaro não comparecer à CPI, o senador espera conseguir esse objetivo na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde Vorcaro deve comparecerem 10 de março. Os senadores querem o ex-banqueiro explicando como um esquema de pirâmide cresceu tanto e quem são as pessoas que lhe deram suporte político.
O chamado está próximo
Muitos parlamentares aguardam a saída do governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha do cargo para concorrer a uma vaga no Senado. O plano é, assim que ele desincompatibilizar, convocá-lo ao Senado para dar seu testemunho sobre o caso Master, sem o direito de negar convites.
Enrolou, recorreu
A demora do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em convocar uma sessão do Congresso Nacional e fazer a leitura do pedido de instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do banco Master levou um grupo de senadores a mudar o jogo. O plano agora é preparar um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a criação de uma CPI do Senado.
Sem desculpa
A avaliação é a de que o Supremo não teria como negar esse pedido, uma vez que autorizou na CPI da Covid. Quanto ao fato de já haver um inquérito no próprio Supremo, os senadores avaliam que os fatos sob investigação na CPMI do INSS também estão sob a lupa da Política Federal.
E por falar em STF…
Penduricalhos que ultrapassam o teto salarial e caso Marielle vão ajudar o Tribunal a melhorar a percepção do trabalho perante a opinião pública. O que as pesquisas qualitativas indicam é que, se cada um cumprir com sua obrigação, não tem crise de imagem.
Haja calmante
As bets respiraram aliviadas, quando, na noite de terça-feira, os parlamentares retiraram a nova taxação do Projeto de Lei Antifacção. Porém, agora dormem ansiosas com a promessa da base governista de apresentar um projeto com o CIDEBets para financiar o fundo da segurança pública. De acordo com estudo do Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), atualmente, as bets pagam 32% de impostos, o que correspondeu quase 1/3 do faturamento das casas em 2025, que foi de R$ 37 bilhões. A expectativa é que os impostos passem dos 40% em 2033, ano em que a reforma tributária estará totalmente implementada.
CURTIDAS

Ainda há tempo/ Na avaliação de parte do PT, o baixo desempenho do presidente Lula entre os mais pobres na pesquisa Atlas/ Bloomberg, divulgada na última quarta-feira, não é o fim do mundo. Na perspectiva dessa ala, a grande surpresa positiva foi pontuar bem entre os mais ricos e mais velhos. Já entre os menos favorecidos, os petistas calculam que dá para recuperar devido aos projetos sociais do governo.
Recalcular a rota I/ O que os petistas não esperavam era um empate no segundo turno tão cedo. Por isso, a ordem agora é partir para o confronto com o senador Flávio Bolsonaro, que aparece muito bem posicionado neste pós-carnaval.
Recalcular a rota II/ O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, fez questão de telefonar ao senador Esperidião Amin (PP-SC) para informar da escolha do PL, de bancar a candidatura da deputada Caroline De Toni (PL-SC) ao Senado. Agora, o senador conversa com a outra chapa, do PSD de Gilberto Kassab, para conseguir uma vaga por ali.
Projetos para o país, nome para o futuro/ A senadora Tereza Cristina (foto) lançou o Instituto Diálogos com pesos-pesados do mercado financeiro, do agro e apoio de uma série de parlamentares. Entre os aliados dela, muita gente diz que 2026 está lotado de candidatos, mas 2030 ainda é uma incógnita.
Por falar em mulheres…/ O seminário “O Brasil pelas Mulheres: Proteção a todo tempo” hoje, a partir de 08h30, no auditório do Correio Braziliense vem num momento em que o país vive quase que uma epidemia de feminicídio. “Aqui, foram 19 assassinatos este ano”, comenta a ex-senadora Ana Amélia Lemos.
Flávio Bolsonaro cresce como líder da direita entre políticos

Eduarda Esposito — O senador e pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) despontou como nova liderança da direita entre os parlamentares. O levantamento do Ranking dos Políticos mostrou que Flávio foi o nome mais citado entre deputados e senadores como principal destaque capaz de liderar a direita no Brasil com a ausência do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na câmara dos deputados, o senador Flávio Bolsonaro obteve 95% de indicações da direita, 50% do centro e 24,1% da esquerda. Ainda no campo esquerdista, se destaca o “não sei/não respondeu” que obteve 24,2% das respostas. Já no Senado Federal, Flávio foi citado por 83,3% da direita, 42% do centro e 20% da esquerda. Na Casa do presidente Davi Alcolumbre (União-AP), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi o mais citado pelos esquerdistas com 40% das citações.
Resistência
O nome de Tarcísio perdeu força tanto na Câmara quanto no Senado no comparativo com a pesquisa do Ranking dos Políticos realizada em novembro de 2025 para liderar a direita. Na época, o nome do senador Flávio não aparecia entre os citados — Tarcísio de Freitas, Eduardo Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Romeu Zema. O governador de São Paulo liderava as citações na Câmara com 48,6% e no Senado com 44,5%. Contudo, quando perguntado quem poderia unificar o campo, o governador de São Paulo ainda é o nome mais citado pelo centro e pela esquerda.
Entre os deputados, Flávio foi lembrado por 44,8% dos esquerdistas, 32% do centro e 80% da direita. Já Tarcísio foi citado por 17,3% da esquerda, 36% do centro e 5% da direita. No Senado, 60% da esquerda, 42% do centro e 0% da direita apontaram o governador como nome de unificação do campo. Enquanto Flávio foi citado por 0% da esquerda, 15,8% do centro e 66,6% da direita.
Para o diretor de operações do Ranking, Luan Sperandio, a direita ainda está em processo de reorganização e Tarcísio ainda se mantém como nome capaz de unificar a ala. “Os dados mostram que a direita brasileira ainda vive um processo de reorganização. Existe força política e potencial eleitoral em alguns nomes, mas ainda não há coordenação estratégica suficiente para consolidar uma liderança hegemônica. O governador Tarcísio aparece com boa capacidade de unificação, porque transita entre diferentes espectros ideológicos, especialmente no centro político. Isso amplia seu potencial eleitoral e contribui para a percepção de que seria uma opção mais competitiva para vencer Lula em outubro”, afirmou.
Coluna Brasília-DF, publicada na sexta-feira 20 de fevereiro de 2026, por Denise Rothenburg
Presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, o deputado Joaquim Passarinho (PL-PA) vai colocar a desoneração da folha de salários na roda da discussão em torno da redução da escala 6 x 1. A avaliação dele é de que o custo das empresas deve aumentar, uma vez que o comércio, por exemplo, terá que fazer novas contratações. “Vocês acham que shopping vai fechar por causa da redução da jornada? Não vai. E alguém vai ter que pagar essa conta”, afirmou, em entrevista ao programa Frente a Frente, da tevê Rede Vida.

Enquanto Passarinho deseja discutir esse tema, o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) — que, inclusive ,é um dos autores da proposta de redução da jornada de trabalho —, avalia que é preciso dialogar com todos os partidos e esse tema da desoneração da folha sempre vem à baila. “Vamos debater tecnicamente. O importante é fecharmos um acordo”, afirmou à coluna ,referindo-se à redução da jornada.
Em vez de 4 x 3, 5 x 2
Do alto de quem discutiu a Reforma Tributária sobre o consumo e obteve todo sucesso, o deputado Reginaldo Lopes acredita que para aprovar a redução da escala 6X 1 será preciso abandonar o projeto mais radical, de 4X3, e focar na proposta de, a cada cinco dias trabalhados, dois folgados.
Devagar e sempre
Reginaldo Lopes quer puxar a redução da jornada de 44 horas para 40 horas, com quatro anos para implementação. Ou seja, reduzir uma hora por ano. É isso que deve entrar na discussão.
Olho neles
Os senadores de oposição vão voltar suas atenções para os movimentos dos senadores da Bahia na segunda-feira, quando o ex-banqueiro Daniel Vorcaro deve prestar depoimento na CPMI do INSS. Podem ser os primeiros acordes do ex-controlador do Banco Master no Congresso e todos os movimentos serão acompanhados muito de perto.
Chama o Augusto
A oposição calcula já ter maioria para emplacar os pedidos de depoimento e quebra de sigilo de Augusto Lima, dono do banco Pleno, tamborete liquidado na quarta-feira pelo Banco Central (BC). Entre os congressistas, Lima é chamado “o rei do consignado”, setor que ele cuidou quando era sócio do Master de Vorcaro.
CURTIDAS

Fala, Rebeca I/ Procuradora do estado de Roraima, Rebeca Ramagem (foto) trabalha de forma remota desde 2016. Agora, chamada a dar expediente presencial, inclusive com perícia médica, ela, dos Estados Unidos, onde acompanha o marido, alega perseguição política. “Uma injustiça”, diz. “Uma canalhice dessas pessoas”, completa o ex-deputado Alexandre Ramagem, numa transmissão pelo Instagram.
Fala, Rebeca II/ Revoltada com a convocação à perícia presencial, Rebeca conta que um terço dos procuradores do estado nem pisam na sede. Seu marido diz ainda que quer saber se o procurador-geral do Estado cumpre expediente na sede da PGE.
Haja reza/ O governo passa esses dias torcendo para que seja uma “flor do recesso” a polêmica em torno da homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no enredo da Acadêmicos de Niterói, a escola rebaixada no Carnaval carioca. Como o leitor da coluna sabe, “flor do recesso” é como os políticos chamam aquela notícia que, durante o recesso parlamentar, fica do tamanho de uma grande mangueira, mas, na volta aos trabalhos, vira uma plantinha quase inofensiva dentro do Parlamento.
Abre alas/ A polêmica carnavalesca ficará mais afeita à Justiça Eleitoral, enquanto o que vai pegar fogo no Congresso é o escândalo do Master. Com ou sem CPMI, esse tema estará presente no dia a dia do parlamento e deste período de pré-campanha.
Anabb 40 anos/ A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb) faz, hoje, sua festa de aniversário, para marcar conquistas em defesa dos servidores do banco. Apesar de ser uma sexta-feira e Lula estar na Índia, a expectativa é presença de autoridades dos Três Poderes para homenagear a instituição.
Coluna Brasília-DF publicada na quinta-feira, 19 de fevereiro de 2025, por Denise Rothenburg

Previstos para breve, um novo depoimento do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, no escândalo do Banco Master, e a fala de Daniel Vorcaro à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS, do Senado, paralisaram grande parte das movimentações políticas por esses dias. Ninguém pretende fechar qualquer acordo no escuro — ou seja, sem saber o peso de cada personagem nesse processo. No Distrito Federal, por exemplo, o único que se adiantou em carreira solo foi o PL, que decidiu manter distância regulamentar do grupo do governador Ibaneis Rocha(MDB) e lançou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a deputada Bia Kicis ao Senado, com direito a foto das duas num outdoor e a mensagem “Fé para construir, amor para transformar”.
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Na política nacional, ninguém vai fechar com o PP de Ciro Nogueira ou o União Brasil de Antonio Rueda sem saber a verdade a respeito da amizade que os unia a Vorcaro. O que se espera é que o depoimento do ex-dono do Master à comissão do Senado esclareça alguns pontos, da mesma forma que os políticos do DF esperam que, num novo depoimento, o ex-presidente do BRB fale tudo o que sabe a respeito dos políticos da cidade e do banco que comandava.
Vai encarar?
Os parlamentares que aprovaram o reajuste dos servidores a toque de caixa, inclusive os tais penduricalhos extra-teto, não se veem tão fortes ao ponto de conseguir enfrentar a opinião pública e derrubar os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Depois que o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, mandou parar tudo, a justificativa é de que não há como mexer nisso.
Por falar em Flávio Dino…
As razões elencadas para o veto não citam, em nenhum momento, a decisão do ministro do STF. Lula observa os limites constitucionais e a Lei de Responsabilidade Fiscal(LRF), que andava para lá de esquecida.
E o 6 x 1, hein?
Os opositores ao projeto de redução da escala 6 x 1 no Congresso, que são poucos, devem recorrer aos cálculos de encolhimento do Produto Interno Bruto e da necessidade de o governo custear a mudança, a fim de atrasara votação. Os governistas, porém, virão com tudo a fim de transformar o tema em bandeira de campanha. Essa discussão promete tomar conta do pós-Carnaval, dividindo as atenções com o escândalo do Master-BRB.
Mais um foco
Com a liquidação do banco Pleno, de Augusto Lima, marido da ex-deputada e ex-ministra Flávia Arruda, tem muita gente interessada em apurar as portas que ela abriu para antigos sócios do Master nos tempo sem que estava no governo de Jair Bolsonaro.
CURTIDAS

O périplo de Cappelli…/ O presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial(ABDI), Ricardo Cappelli (foto),continua com a maratona de passar uma semana na casa de morador de uma região administrativa do DF. Pré-candidato ao GDF, ele fará a16ª cidade em breve…
…e sem ar condicionado/ Nesses dias, inclusive dispensa o motorista para sentir de perto a realidade daqueles que precisam de transporte público diariamente para chegar ao trabalho.
Pé frio e pé quente/ Com o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói à Série Ouro do Carnaval carioca, a oposição deita e rola nas redes, dizendo que a culpa foi de Lula. Os petistas, no entanto, arrumaram um jeitinho de driblar a derrota, dizendo que a vitoriosa é adepta do vermelho, a cor predominante da campeã Viradouro.
A internet não perdoa/ O resultado oficial nem havia saído e já circulava nas redes a foto de uma lata com o rótulo “Família rebaixada”, com a foto de Lula e da primeira-dama Janja no Carnaval.
Maioria do Congresso acredita que CPMI do Master será instalada

Por Eduarda Esposito — O Ranking dos Políticos realizou uma pesquisa entre os deputados e senadores sobre a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do banco Master. De acordo com o levantamento, 50% da Câmara dos Deputados e do Senado Federal acreditam que o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), instalará a CPMI antes das eleições deste ano. Já quem acredita que será formalizada após o pleito, foram 28,7% dos deputados e 13,3% dos senadores, o que indica que a maior parte do Parlamento tem a convicção de que Alcolumbre dará sequência às investigações.
Analisando os campos políticos dentro das Casas, o centro (44%) e a esquerda (41,4%) parecem ter uma opinião mais cautelosa sobre o trabalho da CPMI no Congresso, apostando em uma instalação após o período eleitoral. De acordo com o diretor-geral do Ranking dos Políticos, Juan Carlos Arruda, “sinaliza uma preocupação com a estabilidade institucional e com os desdobramentos do processo investigativo em ano eleitoral, além de um cálculo político defensivo e uma tentativa de reduzir a exposição do governo”.
Já para a direita, uma CPI seria usada como uma arma política, já que a expectativa de instalação é praticamente unânime, sobretudo antes do processo eleitoral. 55% dos deputados e 100% dos senadores acreditam que será instalada antes do pleito. “A direita demonstra postura mais assertiva e vê a CPMI como um instrumento claro de pressão política”, explicou.
Metodologia da pesquisa
A pesquisa foi realizada com 108 deputados federais, de 18 partidos, e 30 senadores, de 12 partidos, respeitando o critério de proporcionalidade partidária. A coleta de dados ocorreu entre 28 de janeiro e 3 de fevereiro de 2026, por entrevistadores da instituição. A margem de erro é de 6,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Coluna Brasília-DF publicada na quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
Chamada a integrar a subcomissão de parlamentares que acompanhará as investigações sobre o caso do banco Master, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirma à coluna que as apurações chegaram a um ponto que não tem mais volta, ou seja, “agora é individualizar as condutas, a fim de que, quem estiver responsabilidade, pague pelo seu delito” neste que promete ser o maior escândalo doa últimos tempos.

O papel deles/ Quanto aos senadores, caberá o trabalho de avaliar o que causou a bandalheira: se foram brechas na legislação, ou falhas na fiscalização que permitiram que fossem colocados no mercado títulos e empréstimos consignados fraudados. “Nosso trabalho será um novo marco regulatório, a fim de fechar essas brecha e ou apertar a fiscalização” , comentou Damares.
Alcolumbre ganha tempo
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse à coluna que vai esperar passar o carnaval para avaliar com os líderes se deve ou não ter CPI ou CPMI do banco Master. Na visão de alguns parlamentares, uma Comissão Parlamentar de Inquérito não seria viável, porque essas investigações se tornarão um espetáculo — ainda mais em ano eleitoral. E, para completar, caso haja alguém disposto a fazer uma delação premiada, não faria à CPI.
Desembarque em construção
O PL pretende, de fato, lançar Michelle Bolsonaro e Bia Kicis ao Senado no DF. E, se a chapa de Celina Leão (PP) ao Governo do Distrito Federal tiver outro nome, será difícil fechar o apoio. Esse é o discurso que começa a correr léguas no partido de Jair Bolsonaro.
A hora é agora
O governo vai enviar um projeto de lei com urgência constitucional para tratar com mais rapidez a jornada de trabalho 6×1 no Congresso. A intenção, claro, é obter a sanção do presidente Lula assim que possível. Essa decisão, inclusive, é apoiada por líderes de centro ouvidos pela coluna. Os deputados afirmavam que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) apresentada hoje teria mais dificuldade de tramitar.
Futuro promissor
Deputados classificam de oportunidade para o Brasil o que consideram o momento político turbulento nos Estados Unidos. A avaliação é a de que, em 2025, projetos importantes aprovados deram mais segurança jurídica — novo marco das PPPs, IOF, fintechs ao panorama econômico nacional. Assim, abriu-se uma janela de oportunidade para atrair os investimentos que não foram para o país de Donald Trump.
CURTIDAS

E eu?!!/ Na primeira versão de criação da subcomissão que acompanhará as investigações do caso Master, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) colocou apenas sete senadores, sendo dois do Distrito Federal, Damares Alves e Leila Barros. Izalci (foto) foi questionar por que era o único senador do DF excluído.
Aumenta aí/ Renan prontamente acolheu Izalci no colegiado, até porque o senador do PL é titular da Comissão de Assuntos Econômicos. Agora, a tendência são 11 integrantes, tal e qual o STF.
Ambiente relax/ Durante a reunião-almoço da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), o presidente deputado Joaquim Passarinho, em clima descontraído, brincou com o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas. “Lógico que ele quer arrecadar. Nossa função é frear um pouco” , disse. Todos riram ao final.
Coluna Brasília-DF publicada na quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
Nesse momento em que traça a estratégia para cada estado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixa claro que investirá na fratura das forças de centro que tentam quebrar a polarização neste ano eleitoral. O PSD de Gilberto Kassab, por exemplo, é tido na base como novo MDB, que pode até ter candidato ao Planalto, mas não conseguirá unir a legenda em torno de um nome. Ainda que tenha três ases na mão — Ratinho Júnior, Eduardo Leite e, agora, Ronaldo Caiado —, a aposta é de que o PSD vai rachado para as eleições de outubro.

Veja bem/ E não está no projeto do governo dispensar os ministros do partido de Kassab. A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, respondeu assim, quando perguntada como ficam os ministros diante da ideia de o PSD lançar candidato ao Planalto: “Fica como está. A gente já teve acordo com o PSD em vários estados na eleição de 2022. O PSD não é um partido de unidade nacional. É um partido que se movimenta pelos interesses regionais federados e nós vamos saber lidar com isso”, afirmou.
Messias na área
O governo não planeja demorar para enviar ao Senado a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Gleisi acredita, inclusive, que é possível aprovar antes das eleições. “É muito ruim o STF ficar sem um ministro”.
“Follow the money”
Ao dizer que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro foi preso na gestão de Ricardo Lewandowski, no Ministério da Justiça e Segurança Pública, Gleisi ensaia o tom que Lula adotará na campanha, caso o tema venha à baila. A ordem no governo é se ater aos fatos e seguir o caminho do dinheiro.
Palavra cumprida
PSD e PL fizeram valer um acordo do ano passado e trocaram comissões permanentes. A de Agricultura passará para a presidência do PSD e a de Minas e Energia, para o PL. Em 2025, as legendas travaram uma disputa pela Comissão de Minas e Energia (CME). À época, o partido de Kassab fechou questão e ficou com a comissão, mas negociou com o PL para que, em 2026, a CME ficasse com os bolsonaristas.
Briga de paternidade
Parlamentares dos mais diversos campos políticos apostam que o tema da segurança pública vai dominar o debate eleitoral de 2026. Os da esquerda nem esperaram o ano legislativo para começar a apresentar projetos sobre o assunto. Nos bastidores, o que se diz é que esquerda e direita vão brigar pelo controle das pautas de segurança no Congresso
CURTIDAS

Volta às aulas/ Reinou a calmaria na primeira reunião de líderes da Câmara dos Deputados este ano, depois do longo recesso parlamentar. Tudo por causa da ausência dos dois líderes da oposição — Gustavo Gayer (PL-GO) e Cabo Gilberto (PL-PB). Eles planejavam pedir ao presidente da Casa, Hugo Motta (RepublicanosPB), que faça um apelo ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para marcar a sessão de análise dos vetos o mais rápido possível. Como não compareceram, a necessidade de reunir logo o Congresso nem foi mencionada.
Turbinado/ O maior evento de energia do país, o ROG.e, promete movimentar o Rio de Janeiro praticamente às vésperas da eleição. Com 93% de ocupação dos espaços no Riocentro, o evento organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) reunirá os principais líderes e especialistas do mercado global de energia. São esperadas 75 mil pessoas, entre 21 e 24 de setembro.
Anota aí/ Na próxima terça-feira, a Frente Parlamentar pelo Livre Mercado (FPLM) vai inaugurar o ano legislativo com um jantar em sua sede. As presenças dos governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Jorginho Mello (PL-SC) estão confirmadas.
“O presidente (do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin) tem reiterado a importância desse código (de conduta para os magistrados). Mas enfrenta resistências dentro do próprio colegiado. Só a pressão democrática da sociedade pode quebrá-las” Deputado Chico Alencar (PSol-RJ)
Coluna Brasília-DF publicada na sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito

Presidente da Comissão de Assuntos Econômicos, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) vai coordenar a comissão composta por ele e mais quatro senadores para acompanhar as investigações do Banco Master/BRB. E vai para cima do mercado financeiro. A partir de 4 de fevereiro, quando essa comissão de acompanhamento será instalada, Renan vai sacar a Lei Complementar 105, que dispõe sobre o sigilo de dados de instituições financeiras, e já tem em mãos pareceres que dão à comissão acesso aos dados sigilosos. Até aqui, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), conseguiu evitar que os políticos tivessem acesso às informações classificadas da investigação. Resta saber se conseguirá fechar mais essa porta que Renan abrirá.
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O vídeo liberado por Renan menciona R$ 50 bilhões de impacto sobre o Fundo Garantidor do Crédito (FGC) e descasca a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Renan quer ir atrás dos fundos de investimento cujos beneficiários eram outros fundos. E seguir o caminho do dinheiro até chegar aos beneficiários finais. Em um ano eleitoral, é ouro puro para quem tiver acesso às informações.
A esfinge
Os políticos estão fazendo fila para tentar uma conversa com o ministro Dias Toffoli, relator do caso Master/BRB. Até aqui, o ministro está “fechado em copas”. Não recebeu ninguém. Aliás, ele foi escolhido relator por sorteio. E, conforme o leitor da coluna já sabe, não abrirá mão da relatoria e vai trabalhar no caso em silêncio.
Lula de olho no Senado
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem usado quase todos os seus momentos de folga para montar os palanques estaduais. Em São Paulo, fará de tudo para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ser candidato ao Senado. No entorno do presidente, há um consenso: sem o Senado, não dá. Hoje, o “plenário azul” é estratégico para qualquer lado da política.
Na mira
Paralelamente a projetos com peso eleitorais, parlamentares ligados ao livre mercado vão defender a regulamentação dos cigarros eletrônicos, os “vapes”. De acordo com a Frente Parlamentar pelo Livre Mercado (FPLM), 100% do mercado de venda de “vapes” é ilegal e pertence ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Além disso, 66% dos brasileiros acreditam que o combate ao cigarro eletrônico não tem sido eficiente. Por isso, legalizar com regras semelhantes às do tabaco é visto como uma boa solução.
Um dos problemas
Na análise de João Accioly, presidente interino da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o antigo hábito de resolver tudo com termo de compromisso pode ser uma das lições que a autarquia deverá aprender. “Os acordos (relativos às empresas ligadas ao Banco Master desde 2019) foram feitos sem prever que o escândalo chegaria onde chegou”, disse. Conforme disse, o primeiro processo com empresas ligadas ao banco de Daniel Vorcaro são de 2020 e, por isso, as investigações começaram, no mínimo, em 2019.
CURTIDAS

Não desiste nunca/ O coach e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal está oferecendo consultoria política para précandidatos. Apesar da derrota no primeiro turno e da inelegibilidade, Marçal acredita que teve importância no cenário político paulistano e pode ajudar os interessados.
Cinema brasileiro em alta!/ Com quatro indicações ao Oscar, O Agente Secreto bate o recorde de indicações para um filme brasileiro. Direto de Recife para Los Angeles!
“O pessoal lá sempre falava que o Senado era o céu, o mais perto do paraíso. A casa do equilíbrio. Mas estão transformando num inferno. Uns capetinhas ganharam o mandato fazendo selfies e espalhando fake news, com inserções aventureiras nas redes sociais. Tem que se resgatar o paraíso. Não é à toa que é preciso ter 35 anos para ser senador” Do presidente da Agência Brasiliera de Exportações (Apex-Brasil), Jorge Viana, que já foi senador e governador do Acre
Coluna Brasília-DF publicada na terça-feira, 13 de janeiro de 2026, por Denise Rothenburg

A reunião entre os presidentes do Banco Central, Gabriel Galípolo, e do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo Filho, serviu para ampliar o poder da Corte tal e qual ocorreu em momentos passados, com a Petrobras e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O que se diz nos bastidores é que, quanto mais o TCU estiver presente, mais importância seus ministros adquirem. O tribunal é órgão assessor do Legislativo. E, como tal, não tem poder de barrar uma liquidação, uma vez que o Bacen é independente. No entanto, pode dar instrumentos para que os poderes competentes tomem decisões. Agora, coloca um pé no banco. Resta saber a que senhor servirá.
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A perder de vista/ A única certeza que se tem, atualmente, é de que o caso Master entrará no calendário eleitoral. Não será o principal tema da campanha, mas, dadas as ligações de Daniel Vorcaro, as apostas são de que muita gente abrirá a temporada de 2026 com explicações a dar.
Vai-se um banco, ficam os bens
O ex-banqueiro Daniel Vorcaro não desistiu da ideia de recuperar seu banco. Mas o que se diz entre agentes do mercado financeiro em São Paulo é que ele deseja mesmo é recuperar seus bens.
É o que tem para hoje
Políticos paulistas são praticamente unânimes em afirmar que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, recolheu os flaps para voos nacionais. Agora, está cuidando da campanha pela reeleição. Sinal de que o candidato a presidente da República a carregar a bandeira bolsonarista será o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Funciona na avenida Faria Lima
Nos últimos dias, Flávio Bolsonaro tem usado suas redes sociais para atacar os gastos do governo federal. Só tem um probleminha: se as despesas governamentais atenderem os programas que beneficiam o povo, será difícil esse discurso crítico “pegar” entre a população mais pobre. Em especial, no Nordeste.
CURTIDAS

Troca no ministério I/ Ricardo Lewandowski pegou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de surpresa. Quando o ministro avisou que estava de saída, o chefe do Executivo não acreditou que seria tão rápido. Afinal, outros já disseram que iam sair e, a pedido do petista, acabaram ficando. Com o ministro aposentado do STF, não funcionou.
Troca no ministério II/ Ao deixar para enviar ao Congresso apenas em fevereiro a indicação de Jorge Messias para ministro do Supremo Tribunal Federal, o presidente Lula ganhou prazo para escolher o substituto na Advocacia-Geral da União (AGU).
Hora de contar os votos/ A ideia é só anunciar um novo ministro depois da aprovação no plenário do Senado. Até aqui, o governo acredita que vence na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas ainda não garantiu a vitória final.
O samba de Wagner Moura/ Quem é da política avisa que os prêmios conquistados pelos filmes Ainda estou aqui e O agente secreto elevaram o sarrafo. Agora é buscar histórias da nossa gente. “Não deixe o samba morrer” , no caso, o cinema brasileiro.











