Quer ser um diplomata? Veja signo, time do coração e séries preferidas dos aprovados!

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Anualmente, um guia é elaborado com as melhores e piores respostas dos alunos. A última edição trouxe ainda curiosidades peculiares sobre os que conquistaram a tão sonhada vaga de diplomata

O concurso para a carreira de Diplomatas 2022 já está em andamento. A seleção conta com 34 vagas, de nível superior em qualquer área. Os aprovados realizarão atividades de natureza diplomática e consular, em seus aspectos específicos de representação, negociação, informação e proteção de interesses brasileiros no âmbito internacional.

Os ganhos iniciais se aproximam dos 20 mil reais. Para se tornar um diplomata, porém,é preciso disciplina. O candidato deve ser trilíngue, saber sobre geografia, história, economia, política – do Brasil e do Mundo. Dentre outros assuntos. Haja dedicação.

No entanto, há vida para além da preparação para a carreira. É o que prova a turma de aprovados no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) de 2021. O grupo é composto por 25 novos diplomatas brasileiros e oito intercambistas e anualmente, um guia com as melhores e piores respostas dos alunos é publicado com o objetivo de ajudar os candidatos dos próximos certames.

Conforme a tradição de homenagear um animal, a última edição ganhou o nome de Jacaré esmerado e, além das respostas, traz curiosidades como as séries que os alunos assistiam no intervalo dos estudos, os artistas e disciplinas favoritas, dentre outras peculiaridades.

Confira as curiosidades mais marcantes sobre os aprovados no  CACD 2021:

Maioria estudou na UnB

Dos 25 alunos do curso de formação, que vieram de todos os cantos do país, 5 estudaram na Universidade de Brasília (UnB). Três são oriundos da Universidade Federal de Santa Catarina, 2 da Universidade Federal de Minas Gerais e dois da Federal da Bahia. Os outros vieram de uma universidade de estados diferentes. 

A cidade que mais fez parte da preparação dos aprovados para o CACD 2020/2021 foi Brasília, onde estudaram 9 aprovados. Na sequência, aparecem Rio e São Paulo, mencionadas 3 vezes cada uma. 

De repente, 30

Com relação a faixa etária dos alunos, a maioria tem 30 anos na data da aprovação. A média oficial é de 29,6 anos. Na prática, o número foi arredondado para cima. 

Culpa do Signo?

Ainda não se sabe ao certo se o sol ou ou ascendente ajudam o candidato a ser aprovado. Mas a turma do CACD de 2021 foi bem diversificada no que tange a astrologia. Do total de aspirantes a diplomatas, 4 eram do signo de peixes, 4 virginianos e 4 aquarianos.  Representando os signos de fogo, são 3 arianos, 2 sagitarianos e 2 leoninos e 1 taurino. Para completar os signos de ar, soma-se aos aquarianos ainda 3 geminianos e 2 librianos.  

Sonho de infância, só que não

Segundo o guia, do total de aprovados, apenas 2 sonhavam em ser diplomatas desde a infância. Entre os demais, 2 sonhavam em ser escritores e 1 escritora; 2 queriam ser paleontólogos, 1 arqueólogo.

 A medicina era o sonhos de 2 alunos, enquanto outros 2 queriam ser astronautas. Dentre os artistas da turma, 1 sonhava em ser ator e 1 atriz, 1 cineasta, 1 bailarina. Uma aluna queria ser  crítica gastronômica ( certeza que é a do signo de touro). Uma ansiava pela carreira de juíza, 1 trader, 1 arquiteto, 1 piloto de avião, 1 promotor de justiça e 1 secretária (que realizou seu sonho de certa forma, tornando-se terceira-secretária). Um não sabia o que ser quando crescesse, enquanto outra sonhava com a nobre missão de ser pai.  

Brasil, sil, sil

A história do Brasil é a disciplina mais querida pelos formandos. Ela foi escolhida por 14 pessoas.  Entre as disciplinas mais difíceis, duas se destacaram: política internacional, citada por 10 aprovados e economia, votada por 9. 

No país do futebol…

Onze dos aprovados não torcem pra time algum. No entanto, entre os que gostam do esporte, a maioria é flamenguista (4 alunos). Há também 2 botafoguenses, enquanto os demais times contam com apenas um fiel torcedor na turma: Atlético Mineiro, Avaí, Internacional, Palmeiras, Sport, São Paulo, Vasco da Gama e Vitória. 

Hora da pausa

Nos momentos de pausa, fundamentais para a saúde do corpo e da mente, os aprovados aproveitaram para se dedicar a seus passatempos favoritos. Assistir filmes ou séries foi o mais comum deles, favorito para 7 entre nós. Caminhadas e corridas fizeram parte da rotina de outros 5. Teve quem jogou tênis, fez crochê ou bordado, foi à praia, jogou videogame, cuidou do jardim… 

Aqui seguem as dicas de filmes, séries e música dos aprovados em 2021:

Séries 

A grande favorita é Mad Men, citada 4 vezes; 

The good place apareceu 2 vezes;

Filmes 

Mencionado 4 vezes, Forrest Gump foi o filme favorito dos jovens diplomatas. 

Livros

Aqui os russos roubaram a cena, com Dostoiévski e Tolstói sendo lembrados duas vezes cada. 

Música

O brasileiro Chico Buarque e o uruguaio Jorge Drexler foram escolhidos duas vezes.

 

 

 

Concurso para diplomata 2022

O concurso para a carreira de diplomata acontece anualmente. Neste ano, a seleção está em andamento e os candidatos seguem para a segunda etapa. A primeira fase do concurso  que consiste na  uma prova objetiva, aconteceu no último dia 17 de abril nas capitais dos 26 estados e no Distrito Federal. Foram ao todo 73 questões e com duração de três horas. O gabarito preliminar saiu logo após a realização do exame.
A etapa seguinte deste concurso será composta por provas escrita de Língua Portuguesa e Língua Inglesa, com caráter eliminatório e classificatório. Os locais da realização dos exames já estão disponíveis no site do Iades, banca organizadora. Elas serão realizadas nos dias 30 de abril e 1 maio de 2022, sábado e domingo respectivamente.
  • DIA 30 DE ABRIL DE 2022 (SÁBADO)
  • Abertura dos portões: 13h00 (treze horas)
  • Início das provas: 14h00(catorze horas)
  • DIA 1 DE MAIO DE 2022 (DOMINGO)
  • Abertura dos portões: 13h00 (treze horas)
  • Início das provas: 14h00(catorze horas)
Etapas seguintes:
27 de maio: prova de História do Brasil, iniciando-se às 9h;
27 de maio: prova de Geografia, iniciando-se às 15h;
28 de maio: prova de Política Internacional, iniciando-se às 9h;
28 de maio: prova de Economia, iniciando-se às 15h;
29 de maio: prova de Direito, iniciando-se às 9h;
29 de maio: prova de Língua Espanhola e Língua Francesa, iniciando-se às 15h.
Este certame para a carreira diplomática tem o intuito de preencher 34 vagas de nível superior, cuja a remuneração inicial chega a R$20 mil. O edital foi lançado em fevereiro deste ano.
O prazo de validade do concurso será de 60 dias, contados a partir da publicação da homologação do resultado final, com possibilidade de prorrogação por igual período.

Adasa deve divulgar novas informações sobre concurso em novembro

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Concurso está suspenso desde abril de 2020 

A Agência Reguladora de águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa) informou ao Papo de Concurseiro que, a partir da primeira semana de novembro, terá novas informações sobre o concurso público para divulgar. O concurso foi suspenso em abril de 2020 em razão da pandemia. No comunicado da suspensão, no dia 7 de abril de 2020, a banca Iades informou que as atividades do concurso público seriam oportunamente retomadas e o novo cronograma seria divulgado tão logo houvesse uma normalização da situação.

O edital publicado em 2020 oferece 75 vagas, sendo 25 para provimento imediato e 50 para cadastro reserva. Há chances para pessoas com nível médio e/ou superior.  O cargo de regulador de serviços públicos, de nível superior, tem salário inicial de R$ 10 mil para 40 horas de trabalho semanal, e oferta as seguintes especialidades: gestão e regulação, engenharia civil, engenharia ambiental e sanitária, geologia, economia e contabilidade.  O cargo de técnico de regulação de serviços públicos, de nível médio, com salário inicial de R$ 4.300, também para 40 horas de trabalho semanal. 

Vale lembrar que, quando foi suspenso, o certame ainda estava com inscrições abertas.

Leia também: Desvendando o edital da Adasa: saiba tudo sobre o novo concurso!

 

Candidatos acusam Iades de irregularidades em resultado da 2ª fase de concurso para diplomatas

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Após o Instituto Rio Branco divulgar, nesta sexta-feira (20/8), o resultado final da segunda fase do concurso público com 25 vagas para diplomatas, alguns candidatos demonstraram indignação e apontaram supostas irregularidades no processo. O Papo de Concurseiro recebeu manifestos de que o Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades), banca da seleção, teria cometido erros nas correções da prova e entregado resultados controversos.

A segunda etapa do concurso público foi realizada em julho, com exames de língua portuguesa e inglesa. Segundo o edital, caso o candidato deixe uma das provas totalmente em branco, ele automaticamente não tem direito à correção.

Entretanto, alguns candidatos, que não quiseram se identificar, afirmaram que, no resultado provisório da etapa, divulgado em 2 de agosto, foram eliminados do concurso sem ter acesso aos espelhos de prova e dessa forma não puderam entender a real razão da não aprovação.

Um candidato afirma que não deixou as questões completamente em branco e que, apesar de entrar em contato com o Iades para buscar respostas,  não conseguiu retorno suficiente.

Já na publicação do resultado definitivo da segunda fase, publicado nesta sexta (20), a justificativa da não aprovação desse candidato veio informando que uma das provas foi zerada na correção, ou seja, ele não teria acertado nenhuma questão.  Ainda assim, ele alega que não obteve acesso à prova, que não deixou o exame em branco e que o resultado está errado.

Outros alegam também que foram aprovados na lista provisória, e eliminados após o resultado definitivo. “A gente precisa saber o que errou de fato, para recorrer.  A banca deve, no mínimo, abrir novo prazo de recursos. Porque no nosso caso, não fomos eliminados na fase provisória. Portanto, não precisamos argumentar. Agora, com o resultado final, fomos eliminados sem saber o motivo”.

Controversas na correção de língua inglesa

Alguns candidatos alegam também que a correção das provas de língua inglesa estão gerando diversas dúvidas e questionamentos. Eles afirmam que o nível dos exames estava muito alto, comparado aos anos anteriores, e que até mesmo professores do idioma apontaram erros de correção e possíveis irregularidades.

Outro candidato, entretanto, afirmou ao Papo de Concurseiro que achou a prova rigorosa, mas a correção foi “justa”. “Acho que a prova foi bastante justa. Pelo menos pra mim. Sei inglês, mas não soube fazer a prova sob pressão e com o tempo escasso. É nisso que eu tenho de trabalhar. E o inglês é eliminatório e classificatório. Se fosse só classificatório, teríamos mais chances de destacar em outras matérias”.

Como cotista, ele argumentou porém, que o concurso costuma ser elitista. “O nível de exigência do inglês é extremamente incompatível com as políticas públicas de educação para afrodescendentes. Essa continua sendo minha opinião. Estou me sentindo prejudicado por ser pobre morando no Brasil. Daí não ter como ter acesso a inglês logo na infância”, pontuou.

O Papo de Concurseiro entrou em contato com o Itamaraty e com o Iades mas ainda não obteve respostas.

Educafro denuncia Iades ao MPF

A Educação e Cidadania de Afrodescentes e Carentes (Educafro) protocolou na última quinta-feira (20/8) denúncia, junto ao Ministério Público Federal, contra o  Iades, também sobre possíveis irregularidades na seleção.

No documento, a entidade alega que a banca equivocadamente eliminou, no resultado provisório da Segunda Fase do certame, cerca de 80% dos candidatos cotistas negros e deficientes físicos, bem como 60% dos candidatos em geral, utilizando como critério uma “controversa correção” da prova de Língua Inglesa. Segundo a denúncia, vários candidatos alegaram que professores de inglês especializados no concurso, perceberam erros e desacordos gramaticais nas provas.

Além disso, alega que candidatos que tinham notas de inglês muito superiores nos concursos dos últimos dois ou três anos anteriores, assustaram-se com a maneira de correção dessa última banca.

A Educafro afirma, em parecer, que o concurso costuma ser “elitista” e desta vez parecer estar “interessado em eliminar a concorrência de candidatos negros e deficientes físicos” com vistas a transferir parte das vagas reservadas por lei aos grupos vulneráveis à ampla concorrência, em geral de jovens homens brancos.

Cotas reservadas para negros e pessoas com deficiência

O documento argumenta ainda que a lei referente às cotas reservadas no serviço público para negros e pessoas com deficiência, poderá ser violada neste concurso, caso o critério de correção de Língua Inglesa da Segunda Fase permaneça “controversa e fora dos parâmetros razoáveis”, em
comparação com as tradicionais de correção das provas de inglês discursivas dos certames aplicados nos últimos dez anos.

“A reparação social e os direitos adquiridos poderão não ser contemplados, pois há a hipótese muito grande de que algumas das sete vagas de reservadas por lei, sejam transferidas para a ampla concorrência”, pontua.

Além disso, afirma que com as correções “irregulares”, o Iades causou um recorte grande entre os aprovados na fase do concurso, deixando apenas 60 candidatos aptos a participarem da terceira etapa, prevista para 27, 28 e 29 de agosto. Dentre eles, apenas 4 são das reservas de vagas, que irão competir pelas 25 vagas.

O concurso

De acordo com o regulamento, são 25 vagas para a classe inical de terceiro-secretário, sendo 18 para ampla concorrência, cinco para negros e duas para candidatops com deficiência. O concurso é realizado pelo Instituto Rio Branco (IRBr), com a colaboração do Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades).
A remuneração inicial do posto no Brasil é de R$ 19.199,06 (valor bruto). Para concorrer é necessário ser brasileiro nato; apresentar diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior, emitido por instituição de ensino credenciada pelo Ministério da Educação (MEC); ter idade mínima de 18 anos; entre outros requisitos.

Concurso PF: cinco bancas são cotadas; saiba quais estão no páreo

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Vale ressaltar que o último concurso da PF, realizado em 2018, teve o Cebraspe como banca organizadora

 

Karolini Bandeira*- Após a aguardadíssima autorização, o concurso público da Polícia Federal (PF), que oferecerá 1.500 vagas imediatas em 2021 e mais 500 excedentes em 2022, está em fase de definição de banca organizadora. Cinco instituições enviaram proposta e estão na disputa pela contratação!

De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), o Instituto AOCP, o Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), o Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) são as empresas que enviaram proposta e podem ser escolhidas.

Vale ressaltar que o último concurso da PF, realizado em 2018, teve o Cebraspe como banca organizadora, o que aumenta as chances da empresa ser escolhida novamente.

 

A publicação do edital de abertura foi confirmada pela corporação para janeiro de 2021. As 1.500 vagas imediatas serão distribuídas entre a seguinte divisão:

  • 123 – Delegado de Polícia Federal
  • 400 – Escrivão de Polícia Federal
  • 84 – Papiloscopista de Polícia Federal
  • 893 – Agente de Polícia Federal

 

Saiba mais sobre o concurso da PF, cargos e salários aqui! 

 

*Estagiária sob supervisão de Lorena Pacheco 

Confirmado! editais PMPA e PCPA com 3.493 vagas serão divulgados AMANHÃ

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Anúncio foi feito no perfil oficial da Secretaria de Planejamento e Administração do Estado do Pará

 

Karolini Bandeira*- Os editais de lançamento dos concursos da Polícia Civil e da Polícia Militar do Pará (PCPA e PMPA) serão lançados nesta sexta-feira (13/11)! O anúncio foi publicado nas redes sociais da Secretaria de Planejamento e Administração do Estado do Pará (Seplad). Os certames serão organizados, respectivamente, pelo Instituto AOCP e Instituto Iades. Ambos os editais serão divulgados no Diário Oficial do Estado.

 

Veja abaixo a publicação:

 

 

 

PCPA

Ao todo, serão 1.088 vagas para os cargos de delegado (265), escrivão (252), investigador (506) e papiloscopista (65). Para assumir os cargos, é necessário que os candidatos possuam graduação de nível superior completo, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação. Para o cargo de delegado também é necessário possuir Carteira Nacional de Habilitação. O concurso será organizado pelo Instituto AOCP.

 

De acordo com a Agência Pará, as inscrições serão abertas 7 de dezembro e as provas estão previstas para iniciar no dia 21 de março de 2021.

 

PMPA

Já o concurso PMPA, organizado pelo Instituto Iades, oferecerá 2.405 vagas, sendo 95 serão destinadas ao Curso de Formação de Oficiais e as demais para o Curso de Formação de Praças. As inscrições iniciam em 6 de dezembro e as provas estão previstas para iniciar no dia 28 de fevereiro de 2021.

 

 

PM do Pará define banca organizadora do novo concurso com 2.405 vagas

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Victória Olímpio – A Polícia Militar do Pará (PMPA) publicou no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (31/8) a definição da banca organizadora do novo concurso público. O Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades) foi o escolhido para organização e realização do certame.

Ao todo, serão ofertadas 2.405 vagas, sendo 95 serão destinadas ao Curso de Formação de Oficiais e as demais para o Curso de Formação de Praças.

De acordo com nota publicada pela PM, o próximo passo será a publicação do edital com data das inscrições, datas de provas, conteúdos programáticos, cargos, salários e outras informações de interesse do candidato.

Mais oportunidades

Em breve, também será aberto um novo concurso público para a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap/PA). Serão ofertadas 1.646 vagas para o cargo de agente penitenciário. O certame está em fase de escolha da banca organizadora.

Segundo o governo, as oportunidades serão para o nível médio, e as provas serão realizadas de forma descentralizada, pois além de Belém, ocorrerão também em Castanhal, Marabá, Santarém, Itaituba e Altamira. Saiba mais!

Após recomendação do MPF, Itamaraty suspende concurso para diplomatas

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A suspensão é por tempo indeterminado e afetou o calendário das três primeiras fases da seleção

 

Há menos de uma semana da recomendação dada pelo Ministério Público Federal (MPF), o Itamaraty resolveu suspender o concurso público para diplomatas 2020. Um edital foi divulgado no Diário Oficial da União (DOU), desta quinta-feira (13/8), em que o coordenador-geral de Ensino do Instituto Rio Branco (IRBr), tornou pública a suspensão das provas da primeira, da segunda e da terceira fases da seleção, “em vista da situação de emergência de saúde pública declarada pela Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020”.

De acordo com o edital, um novo cronograma de provas e atividades será objeto de novo edital, a ser divulgado oportunamente.

As provas estavam marcadas para este mês, em 30 de agosto, com aplicação em todas as capitais brasileiras. De acordo com o MPF, não foi apresentyada nenhuma razão para urgência na realização da selação. O órgão pediu, portanto, que a realização da primeira fase do concurso fosse adiada até que a crise sanitária provocada pela covid-19 esteja minimamente controlada no país.

O documento foi enviado para o Instituto Rio Branco (IRBr) e para o Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades), responsáveis pela realização do certame. As entidades tiveram cinco dias úteis para prestar informações quanto ao atendimento do pedido. Saiba mais aqui. 

 

 

Inicial de R$ 19 mil!

O concurso foi lançado em junho deste ano, com 25 vagas para a classe inicial de terceiro-secretário. A remuneração inicial do posto no Brasil é de R$ 19.199,06 (valor bruto). Para concorrer é necessário ser brasileiro nato; apresentar diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior, emitido por instituição de ensino credenciada pelo Ministério da Educação (MEC); ter idade mínima de 18 anos; entre outros requisitos. Saiba mais sobre o concurso para diplomatas 2020 aqui! 

PMDF: Juíza suspende edital que tornou sem efeito desconvocação de aprovados

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Corporação alegou que a convocação não poderia ser efetuada devido a pandemia do novo coronavírus, mas o curso de formação está sendo feito à distância

Sete candidatos aprovados para soldado no último concurso público da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foram convocados para ingressar no curso de formação em março deste ano, porém, em julho, eles tiveram suas convocações tornadas sem efeito pelo Departamento de Gestão de Pessoal da corporação, devido à pandemia de covid-19. O concurso foi lançado pela PMDF em janeiro de 2018, e os candidatos foram aprovados entre as posições 1.100ª e 1.217ª. Para tentar reverter essa situação, eles decidiram entrar na Justiça e brigar pela nomeação.

Assim, entraram com uma ação de conhecimento que visou anular o ato administrativo publicado em julho. Além disso, a ação pede ainda que a PMF apresente um cronograma de convocação, incluindo os candidatos no próximo Curso de Formação, a ser realizado imediatamente após a finalização do curso que se inicia em 1º/09/2020 e, ainda, dentro da validade do certame, no intuito de garantir a sua posse.

Segundo o advogado da ação e especialista em concursos, Max Kolbe, “ao nomear os candidatos para o Curso de Formação, a PMDF já tinha ciência da situação pandêmica do Distrito Federal, não se fazendo razoável a anulação de ato jurídico perfeito, salvaguardado, inclusive, de qualquer ilegalidade, sob essa pífia justificativa, especialmente, em razão do Curso de Formação Profissional, atualmente, ser realizado via sistema EAD (Educação à Distância), conforme os documentos em anexo, o que não traria nenhum risco de contaminação aos candidatos nomeados, muito menos, ressalta-se, a Administração e a sociedade em geral.”

“É inerente à carreira militar – nos termos do artigo3º, §1º, alínea “d”, da Lei 7.289/84, quando da convocação dos Requerentes para o Curso de Formação, tem-se que houve nomeação e consequentemente com o ingresso os Requerentes tomariam posse,” argumentou.

 

Efetivo baixo

A ação ainda argumentou que faltou razoabilidade e proporcionalidade no ato, já que conforme documentação em anexo no processo, o efetivo de policiais no Distrito Federal é cada vez mais baixo e com a tendência cada vez maior de redução. “Assim, tornar nulo o ato de nomeação dos Requerentes não atende a finalidade e o interesse social do Concurso Público, que é suprir a carência de servidores, e gera prejuízos a continuidade ao serviço público.”

Segundo a ação, hoje o efetivo da PMDF é de 10.339 policiais, sendo que 40% está acima dos 45 anos, muitos desses com tempo de serviço averbado, o que leva a um grande número de aposentadorias nos próximos três anos, e mostra uma real e urgente necessidade de reposição.

 

Decisão

De acordo com a juíza Ana Maria da Silva, do 1º Juizado Especial da Fazenda Pública do DF do TJDFT, o administrador não apresentou a devida motivação para este ato, limitando-se a informar aos candidatos sobre a anulação dos editais de convocação para entrega dos documentos, “o que, consequentemente, frustra a expectativa dos requerentes para nomeação e posse no cargo almejado. […] Posto isso, defiro o pedido de tutela antecipada para suspender os efeitos do Edital nº103/DGP – PMDF e determinar ao Distrito Federal que promova a convocação dos autores, para que estes entreguem os documentos solicitados no Edital de abertura, caso não existam outros impedimentos. Tal medida cominatória deverá ser realizada no prazo de 10 dias, sob pena de fixação de multa.”

O ‘’novo normal’’ dos concursos: especialistas analisam cenário de provas e bancas se pronunciam sobre aplicações

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”Ficar sem seleções pode prejudicar diversas áreas do país até a segurança nacional”

 

A pandemia provocada pelo novo coronavírus (covid-19) acertou em cheio o mundo dos concursos públicos. Logo que as primeiras orientações sobre isolamento social foram recomendadas pelas autoridades, as seleções e suas provas, que causam aglomeração de milhares de pessoas, foram suspensas, adiadas, canceladas. Um cenário de incertezas mais uma vez acometeu os concurseiros brasileiros, já calejados pelo vai e vem da contenção de gastos com pessoal dos governos. Agora, passados alguns meses da descoberta do vírus, com a reabertura do comércio, escolas e áreas de lazer, o que muitos vem chamando de ‘’novo normal’’ também se reflete nos concursos públicos. Os editais começaram a sair com uma frequência um pouquinho maior, além das seleções simplificadas apenas com provas de títulos da área de saúde – vide Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e Itamaraty -, e as provas já estão com datas marcadas para aplicação. A dúvida é: como isso será implementado e sem riscos? Ainda estamos sem vacina e o Brasil alcançou recentemente a posição de segundo no ranking de países com mais mortes provocadas pelo coronavírus, atrás somente dos Estados Unidos.

 

Para Gabriel Granjeiro, especialista em concursos públicos do Gran Cursos Online, ninguém no mundo tem a resposta do que vai acontecer em relação a pandemia. “O cenário a curto prazo mais provável é: ou os concursos terão suas provas jogadas mais a frente, quando teremos vacina e tratamento eficaz; ou, se percebemos ser algo com qual vamos precisar conviver por um tempo, serão criados protocolos de segurança. Ficar sem seleções pode prejudicar diversas áreas do país até a segurança nacional. Então o que devemos esperar é o uso obrigatório de máscaras nos locais de prova, distanciamento entre as mesas dos candidatos, menor número de pessoas nas salas de aula, álcool em gel à disposição, pulverização dos locais de aplicação, medição de temperatura.”

“O concurso é uma aglomeração de pessoas, como se fosse uma sala de aula, é uma situação que exige cuidado maior, não é uma logística fácil, mas, se essa situação se prolongar, como tudo na vida, temos que nos adaptar.”

 

Para Granjeiro, será necessário que todas essas medidas protetivas, porém, sejam determinadas em forma de lei, norma, como aconteceu com alguns estados em que alguns reabrem restaurantes, ou academias devido a decretos dos governadores, por exemplo, mas que seja algo com validade legal e abrangente. “Eu acho que que as bancas não podem fazer isso sozinhas, por analogia a aplicação de provas só poderiam voltar com o retorno das aulas nas escolas [como anunciado recentemente por Ibaneis no DF]. A banca não pode extrapolar sua competência, precisaria haver determinação do governante regional ou federal.”

Nesse ínterim, é muito provável que as taxas de inscrição dos concursos aumentem, para garantir toda a logística e aparato necessários para cumprir com as demandas de saúde mencionadas. Granjeiro concorda. “Vai ficar mais oneroso realizar prova, alugar mais escolas para espaçar mais os candidatos, contratação de mais fiscais… é uma questão econômica muito simples, o custo se eleva e, para compensar, ou se tem um volume maior de inscritos ou se aumenta o custo da inscrição, que é a maneira mais provável, já que não há como prever a quantidade de inscritos de uma seleção.”

A possibilidade de provas virtuais, levantada para o vestibular da UnB, foi descartada pelo especialista: “Possivelmente não”.

 

Para Mário Machado, coordenador do Direção Concursos, “o cenário de aplicação de provas no contexto da pandemia tende a se regularizar conforme as atividades econômicas forem retomadas. Então, na medida em que os governos dos estados, prefeituras comecem a flexibilizar, a exemplo do que está acontecendo hoje no DF, de retomar escolas no fim do mês, academias, restaurantes… esse deve ser o cenário que deve pintar antes da retomada da aplicação das provas. Em termos de logística de aplicação de provas eu não acredito em aumento das taxas de inscrição, porque as bancas também estão sendo bastante impactadas com a redução de receita, por conta de muitas provas que eles deixaram de aplicar.”

O recado que o especialista dá para os concurseiros que devem estar apreensivos tanto com relação à aplicação das provas, por conta do possível contágio, quanto sobre a retomada dos concursos adiados é manter a serenidade. “Continuar estudando e entender que existe dois tipos de variáveis, a que a gente pode controlar e as que não podemos, então questionamentos de quando a prova será aplicada, se o concurso será suspenso ou não, se a banca vai permitir aglomeração no local de prova, isso a gente não controla. O que podemos controlar é manter o estudo firme, diário, produtivo, para poder chegar o mais preparado possível no dia da prova, seja ela quando for.”

 

De acordo com Fernando Cocito, professor do IMP Concursos, acredita que os cuidados de prevenção serão tomados e os certames urgentes, como os da PCDF, serão realizados, ainda que isso implique em logística muito maior. “Mantenham a fé e uma boa rotina de estudos. Caso as autoridades decidam pelo adiamento, você apenas ganhará tempo para consolidar o conhecimento. Está difícil para todos, mas vamos superar.”

 

Já Madalena Coatio, professora de conhecimentos pedagógicos do IMP Concursos, acredita que, em um contexto de pandemia, as bancas organizadoras primarão por uma logística que cumpra todas as orientações da OMS preservando a saúde dos colaboradores e dos concurseiros. “Para se cumprir as determinações sanitárias estabelecidas pela OMS há um custo que talvez seja repassado para o valor das taxas das inscrições. No entanto, convém lembrar que dia 1º de julho último, o Cebraspe publicou o edital do concurso de agente da PCDF e o valor da taxa se manteve no mesmo patamar do valor da taxa do concurso de escrivão da PCDF cujo edital foi publicado em dezembro de 2019.”

“Especificamente no que tange ao processo seletivo simplificado para professor temporário da Secretaria de Educação daqui (SEEDF), acredito que a prova será em fins de janeiro ou começo de fevereiro quando, possivelmente, o quadro pandêmico deverá estar contido.”

 

Tempo de plantar

Granjeiro ainda afirma que, devido a diversos fatores emocionais e econômicos, muitos concurseiros têm deixado o sonho do funcionalismo público estremecer, porém, esse é um erro grave. “Nesse momento da pandemia, muito concurseiros vem desacelerando os estudos, pensando em desistir, até mesmo já pararam de certa forma, mas esse é um erro grave. Não é fácil, eu sei, mas agora é um momento divisor de águas para alcançar a aprovação. Depois do período de seca que a colheita é mais farta, quem persistir vai colher bons frutos. Cumprir as metas, se organizar, dar o melhor nas condições que se tem, para lá na frente ter uma vida mais próspera e também contribuir para sociedade.”

E, se seu edital ainda não saiu, a recomendação é tentar manter a calma e a esperança. “Concurso é um projeto de médio a longo prazo, então para quem está começando agora é um momento bom para plantar, os concursos não pararam por falta de interesse dos órgãos, a questão é de saúde publica, estão estudando meios de fazer isso, alguns editais podem ser segurados, pra que quando a prova venha a pessoa possa brigar pela vaga. A situação está complexa para todas as áreas, e o que dá para fazer é continuar, plantar, seguir, de passo em passo conseguir alcançar esse objetivo. Os concursos serão retomados, os editais vão sair em algum momento.”

 

E o concurso do Senado? 

Um dos maiores concursos prometidos para esse ano foi atingido diretamente pelo coronavírus. Mas a autorização saiu, já sabemos detalhes importantes como os cargos oferecidos, e a escolha da banca está acontecendo. “O concurso do Senado teve altos e baixos até agora, e estava em vias de se acelerar quando a pandemia começou, aí pisaram no freio. A assessoria da Casa já informou que há interesse de lançar o edital tão logo acabe a pandemia. Eu acredito no Senado até o fim deste ano, com provas em 2021, até o fim do primeiro semestre. Mas, claro, tudo depende da questão de saúde, dificilmente vão liberar um concurso desse nessa situação, é um órgão muito político,” analisa Granjeiro.

 

O que dizem as bancas

 

Iades 

”O único concurso público que temos em andamento é o da ADASA-DF. Por determinação do órgão, todas as atividades estão suspensas. Havíamos concluído a fase de pedidos de isenção da taxa e ficou suspensa a abertura de inscrições e todo o cronograma do certame. Estamos aguardando orientação da Administração pública para o retorno das atividades.

 

Organizaremos o próximo Vestibular da UniCeplac, no campus do Gama, e fomos contratados pelo Ministério das Relações Exteriores para o concurso público para acesso a carreiras de diplomatas.

 

A nossa Coordenação Logística está trabalhando em soluções para garantir o distanciamento social e os controles sanitários necessários visando a minimizar o risco de contágio quando da aplicação das provas. As providências ainda estão sendo discutidas e definidas junto aos contratantes, portanto não há como antecipar as medidas que serão adotadas.

 

Sobre o possível aumento de despesas para maior segurança em termos de saúde: Sim, é uma preocupação que está presente. O acesso ao serviço público, mediante a realização de processos seletivos amplos, é uma conquista da sociedade brasileira e devemos preservá-lo. Os custos com todo o procedimento de aplicação logística das provas representam um componente significativo do orçamento de um concurso público. Deverá haver um equilíbrio entre o aumento nas despesas e o repasse de tais custos na taxa de inscrição.”

 

IBRAE 

”Nas provas que iremos aplicar adotaremos o protocolo de medidas de segurança à saúde indicado no Regulamento do Curso de Formação Profissional. Entre essas medidas estão as seis a seguir: 1) uso de máscara facial de proteção, 2) de álcool gel antisséptico e 3) de medidor de temperatura corporal, bem como 4) salas com apenas metade do número de candidatos (em média 25 por sala), 5) sala individual para grávidas e 6) escalonamento do horário de entrada dos candidatos no local de prova.

Também seguiremos outros protocolos indicados pela Secretaria de Saúde. Vamos aplicar a Prova de Verificação de Aprendizagem do Curso de Formação Profissional do concurso público da SEDES/DF, para mais de 1.000 candidatos.

A adoção do protocolo de segurança à saúde não aumentará o valor da taxa de inscrição.

No dia da prova, o candidato deverá se apresentar com a máscara facial de proteção e com álcool gel antisséptico (70º INPM) armazenado em embalagem transparente e incolor.”

 

AOCP 

”A respeito das questões relacionadas as ações e condutas do Instituto AOCP no que tange a aplicação de concursos nesse momento tão delicado para o nosso país, declaramos que:

Seguiremos os protocolos de segurança orientados e respaldados pelas autoridades de saúde e governamentais adequados para o momento da aplicação. Desde 17/03/2020 não aplicamos concursos. A previsão de aplicação mais próxima é para o Processo Seletivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em Brasília, agendada, a princípio, para o dia 02/08/2020. Conforme informado anteriormente, seguiremos os protocolos de segurança orientados e respaldados pelas autoridades de saúde e governamentais adequados para o momento da aplicação.

Ainda não há previsão para um aumento nas taxas de inscrição.”

 

Cebraspe 

”Em tempos de pandemia e em respeito ao compromisso do Centro com a responsabilidade social, diversos cuidados e protocolos foram adotados para que a fase ocorresse com total segurança para candidatos e para colaboradores.

 

O Cebraspe disponibilizou, nos locais de aplicação, álcool 70%, sabão líquido nos banheiros, papel toalha, lenços para higiene nasal e sacos plásticos individuais para descartes. Além disso, foi organizada uma logística de aplicação com estratégia de afastamento entre os participantes, de forma a assegurar o distanciamento necessário para a prevenção da Covid-19.

 

Há um manual de procedimento de segurança para os candidatos, os avaliadores corrigem as provas com luvas, foi realizada também doação para a Universidade de Brasília de materiais utilizados para a produção de álcool em gel, quando o recurso estava escasso nas prateleiras das farmácias. Internamente, foram adotados o trabalho remoto e produção de campanhas informativas para conscientização da equipe.

 

O Cebraspe continuará aperfeiçoando seus protocolos de aplicação de provas e inovando, de forma a garantir a execução dos eventos sob sua responsabilidade com a excelência pela qual é reconhecido e com total segurança para todos que participem das avaliações.”

 

Idecan 

”O Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan) planeja uma série de medidas para evitar a transmissão do novo coronavírus na ocasião das provas de concursos públicos organizados pela instituição. Os ambientes dos exames terão reforço na limpeza com sanitização via pulverizador. Mesas e cadeiras estarão posicionadas a 2 metros de distância uma das outras. Quando chegar ao local da prova, cada candidato receberá um pacote de lenços de papel e um mini frasco de álcool em gel. Todos serão submetidos a aferição de temperatura corporal e a exame de diagnóstico da Covid-19. O uso de máscaras será obrigatório para candidatos, aplicadores, fiscais e demais envolvidos no concurso.”

 

Idib 

”A primeira prova de um concurso público no país desde março, quando a pandemia do novo coronavírus isolou parte da população brasileira, foi organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Institucional Brasileiro (Idib), em parceria com a Prefeitura de Araguaína. Inicialmente, o exame seria realizado em um só dia, mas foi divido entre sábado e domingo e os candidatos foram separados em grupos com horários agendados: a cada hora, 15 ou 16 participantes chegavam ao local das provas para garantir o distanciamento preventivo aconselhado pelas autoridades de saúde.

O mais recente teste da banca foi para organização do Teste de Aptidão Física (TAF) da 2ª fase do concurso para a Guarda Municipal de Araguaína-TO, no Tiro de Guerra da cidade, nos dias 4 e 5 de julho. As regras incluíram testes rápidos para o diagnóstico da Covid-19; distanciamento de 1,5m entre as pessoas; avaliação física individual; ambulância particular; medição de temperatura corporal; limpeza das solas dos calçados; borrifação de desinfetante no imóvel, equipamentos e objetos; uso de álcool gel; luvas e máscaras. Antes das provas, os 211 candidatos que compareceram foram submetidos ao exame de sangue específico para a Covid-19; o resultado foi positivo para 29 participantes que foram atendidos por uma equipe médica no local e orientados a fazer quarentena. Esses candidatos vão realizar o TAF no próximo dia 26.”

 

Provas com datas já previstas

A maioria está prevista para setembro e outubro. Algumas seleções ainda estão com inscrições abertas também, confira: 

 

Depen: 6 de setembro 

PCDF: 18 de outubro 

Itamaraty: 30 de agosto 

Aeronáutica: 18 de outubro 

Exército/IME: 28 de outubro 

Exército – oficiais: 20 de setembro 

Exército: 13 de setembro 

Exército – cadetes: 26 e 27 de setembro 

Marinha: 29 de agosto 

Marinha – Escola Naval: segunda quinzena de agosto 

Ministério da Justiça: 2 de agosto 

FUB: 11 de outubro 

Sejuc/RR: 27 de setembro 

CRP-14: 4 de outubro 

CRESS da 13ª Região: 30 de agosto 

CRM/MT: 25 de outubro 

 

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Ministério das Relações Exteriores escolhe banca para concurso de diplomata 2020

Publicado em Deixe um comentárioautorização, Carreira diplomática, DOU, Governo federal

Saiu no Diário Oficial da União (DOU), desta quarta-feira (10/6), extrato de dispensa de licitação em que o Ministério das Relações Exteriores publicou a escolha da banca organizadora que será responsável por seu próximo concurso público para diplomatas 2020. Assim, caberá ao Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades) a responsabilidade pela seleção.

De acordo com a publicação, o Itamaraty espera que sejam contabilizadas em torno de 6 mil inscrições de candidatos interessados na carreira diplomática este ano de 2020.

O último concurso para diplomata foi lançado em julho do ano passado, com 20 vagas e remuneração inicial de R$ 19.199,06. O Iades também foi a banca organizadora que contabilizou 6.411 pessoas inscritas. A taxa de inscrição custou R$ 208.

 

 

 

Em 15 de maio passado, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, publicou nova portaria com o regulamento para o concurso público para diplomatas 2020. De acordo com a publicação, serão oferecidas 25 cargos na classe de terceiro-secretário da carreira.

A primeira fase do concurso consistirá em prova objetiva, de caráter eliminatório, constituída de questões de: língua portuguesa, história do Brasil, história mundial, geografia, língua inglesa, política internacional, economia e direito. Já a segunda fase do concurso será composta por provas escritas, de caráter eliminatório e classificatório, constituída de questões de língua portuguesa e língua inglesa.

Saiba mais sobre o concurso para diplomatas aqui. E compartilhe suas impressões com os demais concurseiros no Fórum CW!