Já fez sua lista de leitura para 2018? Veja aqui o que as editoras lançam este ano

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Quer preparar a lista de leitura para 2018? Tá na hora. O ano mal começou e ainda dá tempo de planejar o que ler. O Leio de tudo preparou uma seleção pinçada entre as previsões de lançamentos das editoras. Veja o que vem por aí.

Romance sobre mundo corporativo faz retrato da classe média brasileira

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Normalmente, o escritor Marcelo Ferroni é um pessimista cético. Mas houve um momento, entre 2013 e 2014, em que foi ingênuo e acreditou em, digamos, um futuro digno para o Brasil. Era véspera de Copa e Olimpíadas e o Rio de Janeiro parecia caminhar para um estado de mudança positivo. Durou pouco. O desencanto voltou e ele tem um reflexo imediato em O fogo na floresta, terceiro romance do autor, um desses livros que é difícil largar uma vez iniciado. E ele trata justamente do vazio instalado na classe média brasileira, de sua decadência e voracidade, da vontade de obter mais a qualquer custo.

Rupi Kaur e a poesia que veio da rede

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Vamos falar sobre essa moça, essa Rupi Kaur, nascida na Índia, de nacionalidade canadense, detalhe importante para os versos que ela escreve. Você já deve ter ouvido falar dela. Rupi ficou famosa nas redes sociais com poeminhas feministas, versos curtos, ora contundentes, ora simplórios e infantis demais, o que já rendeu boas críticas por aí. Milk and honey, publicado no Brasil como Outros jeitos de usar a boca, vendeu um milhão de cópias e saiu no Brasil em 2015. A nova edição da Planeta vem com capa dura e os poemas em inglês, língua original da escrita da autora. Falando de traumas, sobrevivência, dor e cura, mas também de amor, raça e relacionamentos, a poesia de Rupi causa uma certa emoção mesmo naqueles que não compartilham sua origem sofrida e complicada.

Lacração, apropriação cultural, racismo e linchamento nas redes em novo livro de Francisco Bosco

Crédito Bel Pedrosa
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O que o clipe de Mallu Magalhães, o caso do turbante de Thauane Cordeiro, as marchinhas de carnaval e o episódio da cantora baiana Marcia Castro têm em comum? Todos ganharam enorme repercussão graças ao que o filósofo Francisco Bosco chama de “novo espaço público brasileiro”. E todos representam uma nova maneira de lidar com as lutas identitárias. Foi para refletir sobre esse espaço e qual seu impacto na sociedade que Bosco escreveu A vítima tem sempre razão?.

Em livro, Regina Navarro fala sobre novas formas de amar

Crédito: Caiuá Franco
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O amor romântico acabou? O que vai substituí-lo? O individualismo trouxe uma intolerância aos sacrifícios, mas como isso afeta os relacionamentos? Novas tecnologias, novas formas de organização social, novos modos de encarar as relações, tudo isso interfere na maneira como as pessoas encaram amor e sexo e é sobre isso que a psicanalista Regina Navarro Lins fala em Novas formas de amar.

Adoção, drogas e racismo pontuam novo romance de Bernardo Kucinski

Companhia das Letras
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Pretérito imperfeito tem apenas 150 páginas. É o suficiente para o acerto de contas de Bernardo Kucinski. O terceiro romance do escritor paulistano é forte candidato às listas de premiação de 2018 e traz uma narrativa impossível de ser abandonada até a leitura da última frase. É sobre a dor de um pai esta história que tem início com uma carta cujo propósito é expulsar o filho da sua própria vida. É um início duro, mas não há inícios doces na escrita de Kucinski.

Paris: uma invenção genial

Crédito: Louis Daguerre
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Eric Hazan nem sabe direito como teve a ideia de escrever A invenção de Paris, mas lembra de achar curioso que os amigos se interessassem pelas histórias contadas durante passeios pela cidade. O fato é que Hazan é um historiador compulsivo e Paris, um assunto irresistível. A combinação foi perfeita para esse livro que chega agora ao Brasil em uma edição caprichada da Estação Liberdade.

Cinco biografias para entender a Revolução Russa

Credito: Reproducao. 100 anos da Revolucao Russa.
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A Revolução Russa nasceu de um ideal que colocava o homem trabalhador em primeiro plano. Foi a última das grandes revoluções do hemisfério norte a destituir uma monarquia e a instituir uma república. Aconteceu no século 20, quando o absolutismo já havia caído por terra há pelo menos em um século na maioria dos países da Europa. A Rússia também teve uma industrialização tardia e esse é um dos motivos que explica a revolução ter acontecido no século 20. Completados este mês, os 100 anos dessa revolta que tirou do trono o czar Nicolau II e implantou a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) movimentaram o mercado editorial com publicações que vão de biografias dos líderes revolucionários a novas análises da história.

J. K. Rowling: “A vida não é uma checklist de aquisições e realizações”

Crédito: AFP / Justin TALLIS
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O texto é antigo, foi escrito há quase 10 anos, mas somente agora chega às livrarias brasileiras. E como a autora é responsável por um dos maiores sucessos do mundo editorial deste início de século 21, vale dar uma olhada. Em junho de 2008, a britânica J. K. Rowling subiu ao púlpito como paraninfa para falar aos alunos da Universidade de Harvard. O tema escolhido pela autora da série Harry Potter foi a importância de falhar e de imaginar.