Ganha musculatura o nome do cônsul-geral do Brasil em São Francisco, embaixador Pedro Henrique Bório, para chefiar a Embaixada brasileira em Washington. Enquanto muitos se dividem entre o diplomata Nestor Forster e o cientista político Murilo de Aragão, o Planalto avalia esse terceiro nome. Assim, dizem alguns aliados do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro teria mais equilíbrio entre Forster, o nome defendido pelo chanceler, Ernesto Araújo, e Aragão, que tem a simpatia dos militares no governo, inclusive do vice-presidente, Hamilton Mourão. Bório já chefiou a seção politica da Missão brasileira na ONU.
Forster daria á embaixada um viés mais ideológico. Afinal, foi ele quem apresentou o chanceler brasileiro ao ideólogo do governo, Olavo de Carvalho. Aragão, por sua vez, tem a simpatia de investidores e do mercado, enquanto Bório, o mais experiente em política externa desse trio, tem trânsito em todos os setores. O presidente ainda não bateu o martelo, mas é por aí que se inclina hoje. Resta saber se continuará nesse sentido até o momento do anúncio, previsto para ocorrer durante a viagem do presidente a Washington, na semana que vem.
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