Ao negar o pedido de prisão de Renan Calheiros, José Sarney e Romero Jucá, o ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki dá a dica: os diálogos gravados pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado não foram muito além do que foi divulgado. Teori aplica ainda um puxão de orelha no Ministério Público, ao dizer que é preciso haver algo mais concreto para que se peça uma prisão preventiva.
Já em relação ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, o mistério continua, mas o futuro parece sombrio. Com o relatório pela cassação dele aprovado por 11 a 9, a perda do mandato parlamentar é questão de tempo. E, depois que Teori enviou o processo contra Lula para decisão em Curitiba, seara do juiz Sérgio Moro, é para lá que Cunha seguirá, caso perca o mandato. É o cerco se fechando, tanto para o maior líder petista, quanto para o deputado afastado. Os peemedebistas respiram. Não se sabe por quanto tempo.
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