Categoria: Concursos
Karolini Bandeira*- A comissão mista responsável pela organização do próximo concurso da Perícia Oficial de Alagoas foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (10/2). Agora, para a publicação do edital, que havia sido prometida para o início do ano, falta apenas a contratação da banca organizadora.
O secretário do Planejamento, Gestão e Patrimônio de Alagoas, Fabrício Marques Santos, reforçou, nas redes, que o edital sairia este mês. Ao que tudo indica, a Cebraspe será a banca escolhida. “Nós estamos trabalhando em um cenário em que o Cebraspe fique com todos os concursos. Nós já temos o entendimento da PGE pela contratação mais simples da banca. Mas, claro, isso pode ter alguma modificação se eventualmente nós tivermos alguma dificuldade”, disse Marques em 2021.
Em fevereiro de 2021, foram autorizadas 81 vagas para o concurso da perícia no Estado. Para o nível médio, está previsto abertura de chances para técnico forense; para o superior, devem ser ofertadas vagas de perito criminal, perito médico legista, perito odontolegista e papiloscopista.
Nove anos sem concurso
Em 2013 foram ofertadas 37 vagas para os cargos de cargos de perito criminal – várias especialidades (20), perito médico legista (oito), papiloscopista (cinco) e técnico forense (quatro). Essa foi a última seleção para provimento de vacâncias na Perícia de alagoas.
A remuneração do último certame para foi de R$2.704,59 e a exigência para este cargo foi o nível médio. As demais carreias tinham o nível superior como requisito e vencimentos iniciais de R$6.320,77, exceto para papiloscopista cujo valor era de R$2.704,59.
Com a Lei de 2014, a carreira de papiloscopista passou a contar com iniciais de R$3.254,59, assim como o técnico forense, podendo chegar a R$4.949,82.
Os candidatos foram avaliados por exame objetivo, que contou com 120 questões de múltipla escolha.
Um novo concurso público para a contratação de servidores efetivos será aberto pela Prefeitura de Campinas, em São Paulo, e a banca organizadora já foi contratada! Divulgada no Diário Oficial nesta quinta-feira (10/2), a Fundação Vunesp foi a empresa escolhida para redigir o edital. O processo, agora, será encaminhado à Secretaria Municipal de Administração para prosseguir com a assinatura do contrato.
O edital ainda não tem previsão para ser lançado. Outras informações, como cargos e número de vagas, também não foram divulgadas até o momento.
O último edital para efetivos foi publicado em 2019. Na época, foram abertas 266 vagas. A oportunidade foi para carreiras de todos os níveis de escolaridade nas áreas de Saúde, Educação, Segurança, Administrativa e Fiscal, com ganhos iniciais de R$ 3.528 a até R$ 8.232. Além dos salários, os selecionados tiveram direito a auxílio-refeição de R$ 982,56 e auxílio-transporte.
Concurso TCE TO: após 14 anos certame tem comissão organizadora formada
Ainda não foram informadas quais carreiras serão contempladas no próximo edital. Isso dependerá de um levantamento para identificar quais cargos e áreas demandam maior reposição de servidores efetivos
Jéssica Andrade – Após 14 anos sem nenhum concurso público, a presidência do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins formou uma comissão organizadora do novo concurso TCE TO. A composição do grupo foi publicada no Boletim Oficial do órgão de 10 de fevereiro.
A comissão é composta pelos seguintes membros:
- Presidente: Adauton Linhares da Silva, Conselheiro Substituto, matr. 23480-0;
- Moisés Vieira Labre, Conselheiro Substituto, matr. 23431-1;
- Lauri Meyer, Auditor de Controle Externo, matr. 23711-6;
- Wilma Duarte Cardoso de Miranda, Auditor de Controle Externo, matr. 23875-9;
- Buenã Porto Salgado, Auditor de Controle Externo, matr. 24328-7.
O grupo tem como atribuições: auxiliar na elaboração do projeto básico do concurso; acompanhar o processo de contratação da banca organizadora; orientar, acompanhar a organização e realização do processo seletivo.
Além de promover a publicação dos editais no Boletim Oficial do TCE TO e no portal do tribunal na internet, após assinatura do presidente do órgão.
A seleção está prevista desde 2020, para ser realizado em 2021. “Informamos que a questão está em estudo e a intenção é realizar o concurso público, tendo em vista a necessidade da instituição”, informou o TCE na época, por meio de nota.
O quadro de pessoal do TCE do Tocantins é composto pelos cargos de auxiliar operacional, assistente de controle externo, técnico de controle externo e auditor de controle externo.
Ainda não foram informadas quais carreiras serão contempladas no próximo edital. Isso dependerá de um levantamento para identificar quais cargos e áreas demandam maior reposição de servidores efetivos.
Concurso TCE TO é alvo de inquérito pelo Ministério Público
Em abril de 2020, o Ministério Público do Tocantins abriu um inquérito para apurar a necessidade de concurso TCE TO. O objetivo era verificar o suposto excesso de cargos comissionados no Tribunal de Contas.
De acordo com o MP, a quantidade de vagas providas em comissão era maior que as contratações efetivas. O que iria contra os princípios constitucionais.
Conforme documento do Plano Estratégico do Tribunal, publicado em agosto de 2020, em sua história o órgão realizou apenas quatro concursos públicos para servidores, procuradores de contas e conselheiros substitutos.
Último concurso
O último concurso para ingresso no TCE TO para área de apoio há mais de 14 anos. O último edital, publicado em 2008, trouxe a oferta de 86 vagas, sendo 59 de nível superior, nos cargos de analista e técnico, e 27 de nível médio/técnico, para assistentes.
As oportunidades foram distribuídas entre várias especialidades e os ganhos iniciais variaram de R$828,75 a R$3.062,50. Pelo espaço de tempo, tais valores já foram reajustados.
O Cebraspe (na época Cespe/UnB) foi o organizador do concurso. Os candidatos foram avaliados por até três etapas:
- Provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargos;
- Prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargos;
- Avaliação de títulos, de caráter classificatório, somente para os cargos de nível superior.
O exame objetivo para candidatos de nível superior apresentou 60 questões. Para os participantes de nível médio/técnico, as provas foram compostas por 80 questões. As disciplinas abrangiam Conhecimentos Básicos, Complementares e Específicos.
Na prova discursiva, para cargos de nível superior foi necessário responder a quatro questões acerca dos Conhecimentos Específicos. Já para o nível médio foram cobradas duas questões discursivas.
Vale destacar que esse quantitativo é uma expectativa do governo. De acordo com o portal da Transparência do Senado, há 1.507 vagas sem preenchimento no quadro de pessoal da Casa
O concurso do Senado Federal é um dos mais esperados de todos os tempos. Ele oferece altos salários e uma carreira prestigiada. A Lei Orçamentária Anual (LOA), para o exercício de 2022, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no final de janeiro, prevê 19 vagas para ingresso na Casa. As oportunidades são para provimento, ou seja, para chamada de aprovados em concursos novos ou válidos.
No entanto, o Senado não tem concurso em validade. Para preencher essas vagas, terá que realizar um novo concurso. Vale ressaltar ainda que o quantitativo previsto no Orçamento é apenas uma estimativa do governo.
Para que as nomeações sejam realizadas é preciso levar em consideração outros fatores, como a necessidade de servidores, cargos vagos e interesse do órgão. De acordo com o portal da Transparência do Senado, há 1.507 vagas sem preenchimento no quadro de pessoal atual da Casa.
Apenas para policial legislativo, cargo de nível médio, faltam 189 servidores. Para suprir tal déficit, em 2019, a então presidência do órgão autorizou a realização de um novo concurso. O aval era para 40 vagas distribuídas entre carreiras dos níveis médio e superior.
Na época, uma comissão foi formada para tocar os preparativos do edital. O grupo elaborou o projeto básico, recebeu propostas de bancas organizadoras e indicou o Cebraspe como instituição a ser contratada para aplicação das provas.
Em agosto de 2020, quase um ano após a autorização do certame e após cerca de seis meses da eclosão da pandemia, o concurso do Senado foi adiado por conta do covid-19. Foi então publicada, pelo então presidente, Alcolumbre, uma portaria que revogou a formação da comissão interna responsável pelo concurso, mas não revogou a realização do concurso em si.
De acordo com informações do próprio Senado, na ocasião, o concurso “continua mantido, conforme estabelece o Ato da Comissão Diretora n° 2, de 2019″. “O Senado Federal vai continuar a analisar o atual cenário da pandemia e as disponibilidades orçamentárias que possam restringir as nomeações, de modo a definir o melhor momento para dar continuidade ao processo seletivo”.
Ainda de acordo com o ato que autorizou o concurso, não há um prazo limite para a abertura do concurso, assim ele poderá ser lançado no mandato do próximo presidente da Casa ou não, ficando em stand by. Para autorizar a seleção, a comissão diretora considerou “a imperativa necessidade de preenchimento de cargos vagos e os riscos físicos e institucionais inerentes à atividade de polícia legislativa”, assim como “a perspectiva de redução no quadro de servidores ativos pela aquisição do direito de requerer aposentadoria” e “o imperativo de continuidade do serviço público”, entre outros pontos. Além disso, o ato decidiu sobre o papel do presidente do Senado com relação ao concurso:
Art. 2º O Presidente do Senado Federal designará a Comissão Examinadora do concurso público, aprovará as respectivas instruções e homologará a classificação dos candidatos, referidos no art. 12 do Regulamento Administrativo do Senado Federal.
Concurso Senado oferece iniciais de até R$34 mil
Em 2019, o Senado Federal foi autorizado a realizar um concurso público com 40 vagas de nível médio e superior. Desse quantitativo, 24 serão para técnico na especialidade de policial legislativo.
Confira os detalhes de cada cargo:
- Técnico Legislativo – 24 vagas
- Nível II, padrão 21, na especialidade Policial Legislativo
- Requisito de escolaridade: nível médio
- Remuneração: R$ 18.591,18
- Advogado – 4 vagas
- Nível III, padrão 41, na especialidade Advocacia
- Requisito de escolaridade: nível superior
- Remuneração: R$ 32.020,77
- Analista Legislativo – 12 vagas
- Nível III, padrão 36, na especialidade Administração, Arquivologia, Assistência Social, Contabilidade, Enfermagem, Informática Legislativa, Processo Legislativo, Registro e Redação Parlamentar, Engenharia do Trabalho e Engenharia Eletrônica e Telecomunicações
- Requisito de escolaridade: nível superior
- Remuneração: R$ 24.782,57
Veja aqui o projeto básico do concurso.
A Prefeitura Municipal de Goiânia prevê a abertura de um novo concurso público com 303 vagas ainda em 2022. Segundo o secretário de Mobilidade da capital goiana, Horácio Melo, as oportunidades serão para o cargo de agente de trânsito, que exige nível médio. A jornada semanal será de 40 horas e a remuneração atual ainda não foi divulgada.
Apesar do anúncio, Melo não previu uma data específica para a publicação do edital e as fases precedentes ao documento (como definição de comissão e banca organizadoras) ainda não foram iniciadas.
No último concurso, as vagas da Prefeitura foram para a carreira fiscal. As seleções do município costumam ser compostas por provas objetivas e discursivas.
Vagas para o MPGO
Em Goiânia, o Ministério Público de Goiás (MPGO) abriu um concurso para o quadro do serviço auxiliar. São 35 vagas, de níveis médio e superior e remuneração de até R$ 8,9 mil. As inscrições serão aceitas até 7 de março pelo site da FGV. A taxa é de R$ 85 a R$ 110.
Das vagas, 5% serão destinadas às pessoas com deficiência e 20% a candidatas e candidatos negros. Saiba mais aqui!
Segundo pesquisa da Fenae, 33% dos afastamentos por licença médica foram motivados por depressão. Também há afastamentos motivados por ansiedade, síndrome de Burnout e síndrome do pânico
Um total de 80% dos bancários da Caixa Econômica Federal que participaram de nova pesquisa realizada pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) têm alguma doença relacionada ao trabalho. Os resultados do levantamento também revelam dados alarmantes: 33% dos afastamentos por licença médica foram motivados por depressão, 26% por ansiedade, 13% por Síndrome de Burnout [esgotamento profissional, exaustão extrema] e 11% por Síndrome do Pânico.
Até o momento, 1.704 mil empregados da ativa responderam ao questionário da pesquisa. Deste total, 6% estão afastados do trabalho por licença médica. O estudo também mostra que 20% dos trabalhadores têm jornada de trabalho maior que oito horas diárias, que é a carga horária prevista.
A pesquisa de opinião da Fenae sobre a saúde dos bancários da Caixa foi realizada entre os últimos dias 19 de novembro e 10 de dezembro. Um total de 3.034 empregados participaram do estudo, sendo 56% (1.704) empregados da ativa e 44% (1.330), aposentados.
Do total de respondentes da ativa, 74% estão lotados em agências, 34% têm cargo em gerência e 21% são Técnicos Bancários Novos (TBN). Um percentual de 71% tem entre 30 e 49 anos. Já entre os aposentados, 66% têm de 60 a 69 anos. A margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual, com intervalo de confiança de 95%.
Conforme avalia o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, o cenário “piorou muito” desde o último levantamento da Federação sobre a saúde dos empregados [iniciado em 2018]. “Sabemos que a pandemia é um fator que pesa na saúde mental dos trabalhadores. Mas, a atual pesquisa mostra que o adoecimento está atrelado ao trabalho”, analisa. “Ou seja, o modo de gestão do banco, as cobranças e a pressão por metas, além de jornadas extenuantes, estão interferindo na saúde dos empregados. Esses dados vão nos ajudar a buscar ações em defesa dos bancários da Caixa, que se mantiveram na linha de frente do atendimento à população em toda esta crise sanitária.”
Preocupação antiga
Antes da pandemia, o quadro de saúde psicológica dos empregados da Caixa Econômica já preocupava a Federação. Um levantamento feito pela entidade em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) revelou que mais da metade dos trabalhadores do banco (53,6%) havia passado por pelo menos um episódio de assédio moral. O estudo também mostrou que quase 20% dos empregados ativos revelaram ter depressão ou ansiedade. O percentual de bancários que buscavam acompanhamento regular psicológico ou psiquiátrico era de 19,6%. E 47% dos trabalhadores tinham conhecimento de algum episódio de suicídio entre colegas.
‘Dados assustadores’
“Os dados são assustadores”, avalia a diretora de Saúde e Previdência da Fenae, Fabiana Matheus. “De imediato, com estas informações preliminares, podemos dizer que a Caixa, de algum modo, está fazendo mal à saúde dos seus trabalhadores”, completa.
“Os dados coletados irão subsidiar a Fenae e as associações de pessoal do banco (Apcefs) na construção de ações de saúde e bem-estar, além de auxiliar nas nossas reivindicações junto à direção da Caixa para a melhoraria das condições de trabalho dos empregados”, ressalta Sergio Takemoto.
Sobrecarga em 2021
Estudo feito no final de julho de 2021 pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostra que, de 2015 a 2020, houve uma redução de 14.866 postos de trabalho na Caixa. Segundo o levantamento, entre 2018 e o primeiro trimestre de 2020, o número de clientes por servidor do banco subiu de 1.070 para 1.775, ou seja, um total de 65% de aumento.
“Os dados do Dieese comprovam a situação crítica do quadro de pessoal da Caixa Econômica, que, além de ser o ‘banco da habitação’, é também responsável pelo pagamento do auxílio emergencial e de outros benefícios sociais a milhares de brasileiros, pela concessão de crédito à população mais necessitada e pelos investimentos em setores estratégicos do país, como infraestrutura, saúde e saneamento básico”, ressaltou Takemoto. “De 2014 até o primeiro semestre deste ano, o banco público perdeu 19,7 mil empregados”.
1.100 vagas exclusivas para PcD
Em 2021, foi realizado um concurso na CEF com 1.100 vagas exclusivas para pessoas com deficiência, no cargo de técnico bancário. Para o cargo, o profissional deve ter nível médio completo e poderá atuar na rede de agências ou na área de Tecnologia da Informação (TI) — sendo, a última opção, para lotação no Distrito Federal.
A remuneração inicial é de R$ 3.000 para uma carga horária semanal de 30 horas. Se forem somados os benefícios, os ganhos podem chegar a R$ 4.486,03.
Concurso para ampla concorrência
O último concurso da Caixa para a ampla concorrência foi realizado em 2014 ofertando vagas exclusivamente para formação de cadastro reserva. Ao todo, 1.176.614 pessoas se candidataram às vagas. O cargo foi para técnico bancário novo, com remuneração de R$ 2.025. Para assumir é necessário possuir ensino médio completo. A seleção foi realizada por provas objetivas, discursivas e exames médicos admissionais. O concurso teve validade de um ano e foi prorrogado por igual período.
*Com informações da Fenae
Ministério das Comunicações contrata banca para nova seleção com mais de 200 vagas
O processo seletivo vai ofertar 217 vagas temporárias, para os cargos de nível médio e superior
Jéssica Andrade – O Cebraspe foi contratado para organizar o processo seletivo simplificado para provimento de cargos temporários no Ministério das Comunicações (MCom). O Extrato de dispensa de licitação foi publicado no Diário Oficial da União, nesta sexta-feira (11/02). Autorizado em dezembro de 2021, o MCom tem apenas 4 meses para realizar a seleção.
A banca será responsável por receber as inscrições e aplicar as etapas da seleção. Ainda não há a confirmação se os candidatos serão submetidos a provas objetivas ou apenas avaliação de títulos e documentos.
A portaria com a autorização do concurso foi publicada em 31 de dezembro de 2021. Desde então, o Ministério tem seis meses para realização do processo seletivo. Dessa forma, o edital deve ser publicado até junho. O Ministério da Economia (ME) autorizou concurso com 217 vagas temporárias, que contempla cargos de nível médio e superior. Confira a distribuição a seguir:
- 110 vagas para atividades técnicas de suporte;
- 97 vagas para atividades técnicas de complexidade intelectual;
- 10 vagas para atividades técnicas de complexidade gerencial, de Tecnologia da Informação e de Engenharia Sênior.
As oportunidades serão para complementar o quadro de funcionários nas Secretarias de Telecomunicações (Setel), Radiodifusão (Serad), Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) e demais áreas meio da pasta.
Os aprovados serão contratados por até quatro anos, podendo ser prorrogado uma vez por igual período. A secretária-executiva do Ministério das Comunicações, Estella Dantas, comemorou o aval para o novo processo seletivo:
“Desde que foi recriado o MCom, o ministro Fábio Faria luta pela recomposição do quadro funcional. O Ministério implantou novos programas, avançou enormemente tanto na área de telecomunicações quanto na radiodifusão, e essas novas atribuições demandam corpo técnico qualificado. Ficamos felizes que o Ministério da Economia tenha compreendido nossa necessidade e atendido nosso pleito”.
Último concurso Ministério das Comunicações foi em 2013
O último concurso para ingresso no Ministério das Comunicações foi realizado em 2013. Na época, foram abertas 119 vagas também para contratação por tempo determinado. Todas as oportunidades foram para cargos de nível superior.
As chances foram para as áreas de Engenharia, Direito, Ciências Contábeis, Tecnologia da Informação e Arquivologia, entre outras áreas. Os salários variavam de R$3.800 a R$8.300.
O Cebraspe, então Cespe/UnB, também foi o organizador da seleção. Os concorrentes foram avaliados por provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório.
Os exames foram compostos por 120 itens, em que os inscritos deveriam julgar como certos ou errados, sendo 50 de Conhecimentos Básicos e 70 de Conhecimentos Específicos.
Os aprovados tiveram que cumprir carga horária de 40 horas semanais e foram contratados de um a cinco anos para auxiliar em projetos do órgão.O prazo de validade da seleção foi de dois anos, prorrogáveis pelo mesmo período.
Concurso Polícia Penal DF: extrato de contratação da banca é ratificado
O Instituto AOCP será a banca organizadora do próximo concurso, que tem 1.179 vagas autorizadas
Jéssica Andrade – A secretaria Executiva de Gestão Administrativa ratificou a dispensa de licitação para a contratação do Instituto AOCP, escolhido para organizar o concurso da Polícia Penal do DF. O objetivo do extrato é a execução de serviços técnicos especializados destinados à realização do Concurso Público para o provimento de vagas para o cargo de agente de execução penal, com prazo de vigência de 12 meses
O Instituto AOCP será a banca organizadora do próximo concurso público da Polícia Penal do Distrito Federal. O extrato de contrato que oficializa a empresa foi divulgado no Diário Oficial do DF nesta quinta-feira (10/2). Não falta mais nada para a publicação do edital de abertura, que, segundo o Sindicato dos Policiais Penais do DF (Sindpol-DF), será feita entre os próximos 60 e 90 dias, ou seja, março ou abril.
Estão autorizadas 1.179 vagas para policial penal. Do total, 400 serão imediatas e 779 para formação de cadastro de reserva. Para participar, será exigido nível superior em qualquer área. O edital deve oferecer salários iniciais de R$ 4.745.
Sete anos sem concurso
O último concurso para a ocupação de agente de execução penal (atual policial penal) foi realizado em 2014. A ocasião contou com a oferta de 1.100 oportunidades, sendo 200 imediatas e 900 para cadastro reserva. Os inscritos foram avaliados mediante aplicação de provas objetivas, teste de aptidão física, avaliação psicológica e sindicância de vida pregressa e investigação social.
Nas provas objetivas, foram cobradas 150 questões de certo e errado sobre conhecimentos básicos e específicos. Por fim, os aprovados passaram pelo curso de formação profissional.
Detran-AL: sem concurso há 21 anos, servidores falam sobre greve
Com um alto número de cargos vages, o Departamento de Trânsito de Alagoas (Detran-AL) pode sofrer com uma greve de servidores. O órgão não tem concurso público há 21 anos e a carência atual é de cerca de 250 vagas. O vice-presidente do Sindicato dos Servidores do Detran AL (Sinsdal) informou que a reunião que determinará se vai haver greve geral ou não está marcada para a próxima terça-feira (15/2).
“Não funcionará a vistoria veicular, exames de direção, nenhum serviço presencial do órgão. Na terça (15), faremos uma assembleia para deliberar os rumos do movimento. Se não houver nenhuma proposta do governo, nós poderemos, deflagrar greve por tempo indeterminado no Detran de Alagoas, o que será, certamente, a maior e mais longa greve da história do órgão”, informou o vice, Roberto Martins, ao Gazeta Web.
Martins ressaltou que, com o déficit, o serviço à população fica completamente comprometido: “Hoje, para marcar o exame prático, demora quatro meses, então, se for olhar no site (do Detran), só tem vaga para o mês de junho. Se tivesse mais dez servidores novos na banca examinadora, o exame poderia ser marcado em quinze dias.”
Em janeiro de 2021, o Ministério Público do Estado entrou abriu uma ação civil solicitando um novo concurso público para o Departamento. Um ano depois, entretanto, não há nenhuma atualização sobre um novo edital.
De acordo com a Lei 7.823/2016, o cargo de assistente de trânsito tem como salário inicial R$ 3.024,82. Já analistas de trânsito recebem, inicialmente, R$ 5.041,37
Prestes a sair! Concurso da Polícia Penal do DF tem banca contratada
1.179 vagas autorizadas
Karolini Bandeira*- O Instituto AOCP será a banca organizadora do próximo concurso público da Polícia Penal do Distrito Federal. O extrato de contrato que oficializa a empresa foi divulgado no Diário Oficial do DF nesta quinta-feira (10/2). Não falta mais nada para a publicação do edital de abertura, que, segundo o Sindicato dos Policiais Penais do DF (Sindpol-DF), será feita entre os próximos 60 e 90 dias, ou seja, março ou abril.
Estão autorizadas 1.179 vagas para policial penal. Do total, 400 serão imediatas e 779 para formação de cadastro de reserva. Para participar, será exigido nível superior em qualquer área. O edital deve oferecer salários iniciais de R$ 4.745.
Sete anos sem concurso
O último concurso para a ocupação de agente de execução penal (atual policial penal) foi realizado em 2014. A ocasião contou com a oferta de 1.100 oportunidades, sendo 200 imediatas e 900 para cadastro reserva. Os inscritos foram avaliados mediante aplicação de provas objetivas, teste de aptidão física, avaliação psicológica e sindicância de vida pregressa e investigação social.
Nas provas objetivas, foram cobradas 150 questões de certo e errado sobre conhecimentos básicos e específicos. Por fim, os aprovados passaram pelo curso de formação profissional.
*Estagiária sob supervisão de Mariana Fernandes











