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Haná estreia nova ambientação e renova rodízio clássico com mais de 80 itens

Publicado em Restaurantes Japoneses, Sem categoria

Tradicional japinha da Asa Sul, Haná se destaca com sushis tradicionais, niguiris, uramakis, prensadinhos, sashimis

Quando abriu as portas quase um quarto de século atrás, no mesmo endereço do Bloco B da 408 Sul, servir comida japonesa era uma aposta rara. Hoje com toda a concorrência de japinhas, o Haná se destaca pela tradição, técnica e originalidade. Depois de três semanas fechado para reforma, a casa, cujo nome significa “flor” em japonês, desabrocha para uma nova fase revelada em ambiente mais sofisticado, acolhedor e convidativo para o almoço e jantar.

Diante de forte concorrência, o Haná se destaca pela pela tradição, técnica e originalidade levadas à mesa. Crédito: Liana Sabo

Coube ao Studio Cortopassi repaginar o espaço inaugurado há 24 anos por Leonardo Kammoun, que, na ocasião, optou por um mix de influências orientais reunindo no mesmo cardápio sabores das cozinhas chinesa,japonesa, tailandesa, coreana e até árabe. Vindo de grifes como Mitsubá,Sushi Blue e Ichiban, Paulo Haruo, um dos mais experientes sushimen da cidade, que mal completava 40 anos, foi quem assumiu os hashis.

Mais de 80 opções

Mais de duas décadas depois, o Haná traz um cardápio renovado pelo chef e consultor Eduardo Coelho, formado no Japão onde foi condecorado com o título de MasterChef do Sushi em Tóquio. Ele permaneceu aqui tempo suficiente para treinar a equipe na reformulação do menu. Chega a mais de 80 opções o novo rodízio clássico que reúne entradas frias e quentes, fritos e empanados, pratos quentes, sushis tradicionais, niguiris, uramakis, prensadinhos, sashimis, grelhados, sugestões do chef, temakis e sobremesas. Os itens levados à mesa também podem ser conferidos antes pelo cliente no cardápio digital que mostra as imagens de cada prato.

Além do variado bufê, o cliente pode optar pelo menu a la carte. Crédito: Divulgação

Entre os destaques estão ceviche de peixe branco com pimentões, cebola tempero cítrico; camarão imperial envolto com farinha panko na massa de batatas e queijo cheddar; risoto do oriente de camarão, lula, pimentão vermelho, vagem e pepino japonês com alho torrado; uramaki skin, que é um sushi invertido recheado com pele de salmão e cream cheese coberto com gergelim e teriyaki e nishimê, combinação de camarões, lula, kani, shimeji, queijo e abacaxi salteados na manteiga e shoyu.

Nesse variadíssimo rodízio, as delícias não param de se suceder. Como os niguiris de salmão maçaricado e trufado, filé de anchova negra grelhado com molho teriyaki; joy de polvo picado; carpaccio de salmão defumado na casa temperado com molho especial, ovas de massagô e flor de sal, além de sobremesas igualmente surpreendentes.

O rodízio é servido no almoço de segunda à quinta por R$ 139,90, de sexta a domingo por R$ 149,90 e no jantar todos os dias por R$ 149,90 e para crianças de 5 a 10 anos, por R$ 75. Você também pode escolher pratos no menu a la carte.

Decoração oriental

Quem estava acostumado com o antigo Haná vai ter uma surpresa ao chegar à sede repaginada com muito bom gosto. O antigo bufê foi substituído pelo sushi bar com balcão para degustação em contato direito com os sushimen e a cerejeira, símbolo do Japão, inspira a nova ambientação marcada por ramos brancos que sobem em direção ao pé-direito duplo, além de leques decorativos, bambus e elementos característicos da estética oriental.

A nova decoração do restaurante aposta em tons mais escuros, como uva e café, e no uso de madeira. Crédito: Divulgação

Outra inovação são os tons mais escuros que compõem a palheta de cores da casa, como vinho, uva e café, além de muita madeira aplicada no piso, teto e pilares com iluminação indireta e intimista. O mezanino, onde se encontram os únicos banheiros, se tornou mais intimista.

Drinques exclusivos

Também a carta de drinques passou por renovação que inclui receitas autorais criadas na casa com nomes de importantes acidentes geográficos do Japão, como Monte Yötei, de sakê, gim e Cointreau com lichia de sabor delicado por R$ 45; Monte Haruna, um encontro de gim e vermute realçado pelo toque cítrico de toranja (R$ 45); e Monte Fuji, pico mais alto
do arquipélago e símbolo mais famoso do país, que reúne Licor 43, Campari e suco de laranja resultando num cítrico de sabor intenso e marcante por R$ 39,90.

“Com a reabertura, o Haná oferece muito mais do que uma refeição: uma experiência completa que une ambiente, serviço, técnica e sabor em cada detalhe”, resume Leonardo Kammoun, que convida o público a “descobrir a casa e viver uma nova fase marcada por excelência, inovação e hospitalidade.”

O Haná funciona para almoço de segunda a sexta das 12h às 15h; sábado e domingo das 12h às 16h. Para jantar, de domingo a quinta-feira, das 18h30 às 23h; sexta e sábado, de 18h30 à meia-noite. Reservas: 3244-9999.