Autor: Benjamin Figueredo
Coluna Brasília-DF publicada no domingo, 9 de agosto de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito.
Informações falsas, robôs, redução dos mecanismos de checagem de fatos pelas grandes big techs e o ambiente de ataques gratuitos e xingamentos nas redes sociais levam marqueteiros e especialistas em campanha eleitoral a reverem os conceitos a respeito do domínio dessas redes na corrida eleitoral. Há entre eles o sentimento de que o eleitor está um pouco cansado desse modelo das redes e tem tudo para voltar ao horário eleitoral de rádio e tevê — não aos programas, mas às inserções no meio da programação. Isso sem contar debates e sabatinas promovidos pela imprensa. O eleitor está cansando da polarização e do uso das redes no ambiente político. Caberá a cada candidato dosar sua campanha de forma a não ficar tão dependente do “piscinão” que se tornaram as redes sociais.
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Embora as redes sociais comecem a ser vistas com algum cuidado pelos especialistas, o investimento na campanha digital ainda deverá ser maior, uma vez que é preciso garantir a preferência de visualização para os conteúdos da própria campanha nos sites de busca e nas redes sociais, em especial, as transmissões ao vivo. Porém, tem muita gente que vai hesitar em colocar todos os ovos, no caso, recursos, na cesta das redes. Afinal, se o eleitor estiver mesmo cansado, não será ali o melhor lugar para garantir votos.
A vingança de Flávio
Em carreira solo no PL, sem nenhum outro partido para chamar de seu, o candidato Flávio Bolsonaro já tem planos caso seja eleito em outubro. O primeiro deles é dificultar a vida dos partidos. Aqueles que disseram não à composição da chapa ou de alianças, ou não serão chamados a participar do ministério, ou terão que pagar caro pelo ingresso. Afinal, o senador não deverá a sua chegada ao Planalto a nenhum deles.
Cansaço crescente
Os analistas e marqueteiros começaram a avaliar os gráficos de comportamento do eleitor ao longo das seis últimas eleições presidenciais no Brasil. Descobriram que o eleitor vem perdendo o interesse em votar. A abstenção só caiu de 2002 para 2006, de lá para cá, só cresce. Em 2006, 16,75% dos eleitores não foram às urnas. Em 2022, esse número subiu para 20,89%. Se a abstenção continuar nesse ritmo, o universo de votos válidos pode levar a uma eleição no primeiro turno, para quem estiver na frente.
Inteligência limitada
A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) teve o orçamento total ampliado ao longo dos últimos 25 anos, mas o dinheiro para investimentos, que permite a compra de novas tecnologias, equipamentos e infraestrutura, está cada vez mais curto. Houve um respiro no primeiro ano do governo Lula, com R$ 113 milhões, mas, de lá para cá, esse valor vem caindo. O patamar mais baixo foi no ano passado, R$ 64 milhões.
Quem perde
O baixo montante de investimentos ocorre justamente num cenário de crescimento das ameaças cibernéticas, do crime organizado transnacional, guerras espalhadas pelo mundo e de espionagem internacional.
Elas perceberam…
Em evento recheado de promessas ao eleitorado feminino no interior paulista, o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, que não chamou nenhuma mulher do seu partido para compor a chapa, pediu votos ao Senado para dois homens com o intuito de derrotar duas mulheres candidatas em São Paulo.
…Mas não alertaram o candidato
Até deputadas alinhadas ao senador consideraram que não era o momento de se referir aos votos paulistas para o Senado. Uma vez que o evento era “Café entre elas”, voltado às mulheres, o melhor seria deixar os votos para os senadores para um outro momento.
O susto deles
Muitos políticos ficaram assustados com a foto publicada pela revista piauí em que aparecem vários parlamentares na piscina com o advogado Willer Tomaz, alvo de mais uma fase da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que investiga o roubo dos aposentados do INSS. Houve quem entrasse em pânico, achando que tinha algo a ver com as festas de Daniel Vorcaro. Nada a ver. Tomaz é outro caso, que tem potencial para abalar muitas candidaturas.
Dia dos Pais/ Fica aqui a homenagem da coluna a todos aqueles que, junto com as mães, suam a camisa para criar e educar seus filhos. Que este domingo seja coberto de bênçãos.
Coluna Brasília-DF publicada no sábado, 8 de agosto de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito.
Em meio ao estica e puxa sobre as operações do Caso Master e do roubo dos aposentados do INSS, a Polícia Federal (PF) enfrentará um novo embate em breve. É que os senadores planejam tirar da gaveta o projeto que regulamenta a inteligência de Estado. No geral, há entre os policiais federais o receio de que a proposta abra ao pessoal da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) informações que, hoje, são exclusivas da PF. A Abin, por sua vez, defende a aprovação da matéria. Seus integrantes contam com o relator do projeto, o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), que já conversou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para a inclusão na pauta do esforço concentrado, em agosto. Até lá, Trad terá tempo de tentar buscar um acordo capaz de garantir a aprovação.
Origem e argumentos/ O projeto teve origem na Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI), em 2025. Já houve várias tentativas de votação, sem sucesso, por causa da falta de acordo e de maioria. A PF considera que a inteligência deveria ser apenas da corporação e a Abin rebate o argumento, apontando as diferenças entre o tipo de inteligência que cada uma das instituições utiliza — a PF focada para operações, com persecução penal, ao contrário da Agência, que usará os recursos para proteção do Estado e da soberania brasileira. A proposta detalha procedimentos para a produção de conhecimento; operações sensíveis e monitoramento remoto; exigência de autorização judicial prévia para monitoramento; e garantia à proteção da identidade dos agentes.
Separe as estações
As menções do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao secretário de Estado do governo dos Estados Unidos, Marco Rubio, como alguém que “odeia o Brasil”, vêm no sentido de chamá-lo para o ringue. A ideia agora é tentar mostrar que é ali que os bolsonaristas têm sua ponta de lança para a campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
Entreguismo x soberania I
Aliás, os últimos movimentos do governo dos Estados Unidos, com o cancelamento do visto da embaixadora brasileira, Maria Luiza Viotti, e as pesadas tarifas a determinados setores, deixaram no governo brasileiro a certeza de que a tensão só se dissipará após o período eleitoral. Lula, porém, tentará fazer desse limão uma limonada, colocando a soberania na pauta da eleição presidencial.
Entreguismo x soberania II
A ideia que prevalece entre os aliados de Lula é associar os movimentos contrários ao Brasil à viagem de Flávio Bolsonaro aos EUA, no mês passado, quando o pré-candidato do PL, de acordo com o governo brasileiro, prometeu mundos e fundos a Washington. Depois da visita, Flávio reforçou o discurso contra as urnas eletrônicas e o Departamento de Estado pretendia enviar dois observadores ao Brasil — a imprensa norte-americana divulgou que viriam para corroborar essa narrativa. O visto, então, foi negado. Tudo isso deve ser abordado na eleição por aqui.
Enquanto isso, em São Paulo…
Embora Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) apareçam bem posicionadas nas pesquisas para o Senado, os petistas temem que Tarcísio de Freitas (Republicanos) acabe puxando um dos candidatos conservadores. A esperança da turma de Marina Silva é que a divisão nas hostes conservadoras entre Guilherme Derrite, Ricardo Salles e Andre do Prado acabe dificultando a vida daqueles que apoiam a reeleição do governador.
Saltos/ Eleger-se deputado federal foi um ótimo negócio para Nikolas Ferreira (PL-MG). Em 2022, ele declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio R$ 36.820,46. Agora, candidato à reeleição, registrou R$ 3.898.456,67 em imóvel e investimentos, um crescimento de 10.487,75%. Nesses quatro anos, Nikolas financiou uma casa de R$ 2,2 milhões, que ainda está pagando, aumentou o número de aplicações e adquiriu ações em companhias privadas e públicas.
Veja bem/ Em nota à coluna, o deputado afirma que parte significativa do aumento se deveu ao financiamento da casa. Ele ainda tem saldo devedor. “O valor integral do bem consta na relação patrimonial, mas não representa patrimônio líquido efetivamente incorporado pelo parlamentar, uma vez que parcela substancial permanece vinculada à obrigação financeira assumida para sua aquisição”, justifica a nota. E afirma que “justamente por cumprir integralmente o dever de transparência é que os bens e atividades do parlamentar estão devidamente registrados e declarados”.
A arte do enfrentamento/ O Supremo Tribunal Federal inaugurou, nesta semana, o painel “Sete Marias” (foto), doado pelo pintor brasileiro Antonio Veronese. A obra, um manifesto artístico contra o feminicídio e a violência de gênero, foi instalada no Hall dos Bustos, no edifício-sede da Corte. Na cerimônia de instalação, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, ressaltou a importância e o simbolismo da obra “que carrega vida, dor, tragédia e esperança”. “A partir deste momento, ela passa a integrar a memória, a paisagem e o patrimônio simbólico do Supremo Tribunal Federal”, afirmou.
A arte da união/ Há tempos, os ministros não tinham um momento tão descontraído entre eles. A ministra Cármen Lúcia, única representante do sexo feminino na Suprema Corte, destacou que o painel é um instrumento de conscientização e defesa dos direitos das mulheres. “Somos todos humanos e humanas, e os direitos têm de ser de todos nós”, afirmou. “Este painel é exatamente a demonstração da violência que se vem praticando, a denúncia de um feminicídio que não para”, frisou.
Colaborou Renato Souza
Coluna Brasília-DF publicada no sábado, 11 de julho de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito

Até aqui, deram errado todos os movimentos do pré-candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro, para tentar sair da maré de desgastes que se abate sobre a campanha. A viagem aos Estados Unidos foi vista como um tiro n’água por empresários cientes de que a Terra é redonda. Não há sinais de suspensão do tarifaço ou de parcerias com o governo de Donald Trump que mantenham o Brasil numa posição de altivez. Flávio, até o momento, prometeu terras raras aos EUA sem detalhar qualquer plano que beneficie o Brasil; acenou com a criação de um grupo de transição específico para a relação com os Estados Unidos, caso vença o pleito, desprezando o resto do mundo. O empresariado acredita que essa postura mais afasta do que ajuda a aproximar o pré-candidato do PL de seus objetivos. Tem muita gente se voltando a Ronaldo Caiado (PSD).
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Por falar em Caiado…/ O pré-candidato do PSD começou a bater forte nos “polarizados” Lula e Flávio Bolsonaro. Ele responsabiliza ambos pelo tarifaço. Lula, por rivalizar com os Estados Unidos para surfar no discurso da soberania; e Flávio Bolsonaro, por dizer que a penalização do Brasil só deve se dar depois da eleição. Na opinião de Caiado, Flávio não prega o fim do tarifaço e sim apenas um adiamento. “São farinhas do mesmo saco”, afirma.
Crise instalada I
O PL vive um momento de disputa interna. Provocou muito mal-estar na bancada a declaração de Valdemar Costa Neto jogando a responsabilidade da indicação das emendas ao Orçamento no colo do líder do partido na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ). Sóstenes não havia sequer sido citado nesse caso e agora terá que responder.
Crise instalada II
Aliás, o bloqueio de bens do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, por suspeita de apropriação indevida de emendas parlamentares, é mais um capítulo de desgaste para a pré-campanha de Flávio Bolsonaro. Agora, além do caso Daniel Vorcaro e o filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, que ainda não foi lançado, o partido tem o seu núcleo obrigado a se explicar sobre esse outro escândalo.
Efeito borboleta
Foi a partir do celular de Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, que a Polícia Federal chegou ao suposto esquema de emendas do presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Fialek foi alvo de mandados de busca e apreensão em dezembro do ano passado. Com as investigações em seu telefone, foram expostas conversas e negociações de emendas em nome de Valdemar. Tuca foi assessora de Arthur Lira (PP-AL) e depois passou a trabalhar na liderança do PP na Casa. Agora começam a aparecer os primeiros movimentos a partir daquela operação. O material ainda não foi totalmente avaliado.
Além da 6×1
Governistas trabalham a todo vapor para tentar votar outros projetos de importância para o governo federal, além da proposta de emenda constitucional (PEC) do fim da escala 6×1. Senadores acreditam que o projeto que regulamenta a exploração de terras raras e minerais críticos deva ter alguma atualização antes do recesso parlamentar. O senador Renan Calheiros (MDB-AL) é visto como favorito para a relatoria da proposta.
CURTIDAS

Campanha solo/ Ao contrário de Lula, que costuma discutir todos os passos da pré-campanha com sua equipe, o pré-candidato Flávio Bolsonaro tem tomado decisões e feito movimentos sem avisar. Vai pela própria cabeça.
E eles?/ Os aliados cobram a presença de Flávio em eventos partidários nos estados para se apresentar e dar entrevistas. Na semana passada, entretanto, o pré-candidato do PL preferiu os Estados Unidos, o que deixou muita gente chateada.
E a PEC da Segurança, hein?/ Só depois das eleições. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (foto), continua com o texto na gaveta. O mesmo deve ocorrer com a PEC do fim da escala de trabalho 6X1.
Sabatina do Correio/ Em 28 de julho, a partir de 8h, o Correio realiza sua tradicional maratona de sabatinas com os pré-candidatos ao Planalto. Foram convidados todos aqueles que se apresentaram para a corrida presidencial deste ano. Em 2018 e 2022, o Correio Braziliense, em parceria com a TV Brasília, foi o único veículo de comunicação que entrevistou todos os postulantes ao Planalto.
Coluna Brasília-DF publicada no sábado, 11 de julho de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito
Até aqui, deram errado todos os movimentos do pré-candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro, para tentar sair da maré de desgastes que se abate sobre a campanha. A viagem aos Estados Unidos foi vista como um tiro n’água por empresários cientes de que a Terra é redonda. Não há sinais de suspensão do tarifaço ou de parcerias com o governo de Donald Trump que mantenham o Brasil numa posição de altivez. Flávio, até o momento, prometeu terras raras aos EUA sem detalhar qualquer plano que beneficie o Brasil; acenou com a criação de um grupo de transição específico para a relação com os Estados Unidos, caso vença o pleito, desprezando o resto do mundo. O empresariado acredita que essa postura mais afasta do que ajuda a aproximar o pré-candidato do PL de seus objetivos. Tem muita gente se voltando a Ronaldo Caiado (PSD).
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Por falar em Caiado…
O pré-candidato do PSD começou a bater forte nos “polarizados” Lula e Flávio Bolsonaro. Ele responsabiliza ambos pelo tarifaço. Lula, por rivalizar com os Estados Unidos para surfar no discurso da soberania; e Flávio Bolsonaro, por dizer que a penalização do Brasil só deve se dar depois da eleição. Na opinião de Caiado, Flávio não prega o fim do tarifaço e sim apenas um adiamento. “São farinhas do mesmo saco”, afirma.
Crise instalada I
O PL vive um momento de disputa interna. Provocou muito mal-estar na bancada a declaração de Valdemar Costa Neto jogando a responsabilidade da indicação das emendas ao Orçamento no colo do líder do partido na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ). Sóstenes não havia sequer sido citado nesse caso e agora terá que responder.
Crise instalada II
Aliás, o bloqueio de bens do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, por suspeita de apropriação indevida de emendas parlamentares, é mais um capítulo de desgaste para a pré-campanha de Flávio Bolsonaro. Agora, além do caso Daniel Vorcaro e o filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, que ainda não foi lançado, o partido tem o seu núcleo obrigado a se explicar sobre esse outro escândalo.
Efeito borboleta
Foi a partir do celular de Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, que a Polícia Federal chegou ao suposto esquema de emendas do presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Fialek foi alvo de mandados de busca e apreensão em dezembro do ano passado. Com as investigações em seu telefone, foram expostas conversas e negociações de emendas em nome de Valdemar. Tuca foi assessora de Arthur Lira (PP-AL) e depois passou a trabalhar na liderança do PP na Casa. Agora começam a aparecer os primeiros movimentos a partir daquela operação. O material ainda não foi totalmente avaliado.
Além da 6×1
Governistas trabalham a todo vapor para tentar votar outros projetos de importância para o governo federal, além da proposta de emenda constitucional (PEC) do fim da escala 6×1. Senadores acreditam que o projeto que regulamenta a exploração de terras raras e minerais críticos deva ter alguma atualização antes do recesso parlamentar. O senador Renan Calheiros (MDB-AL) é visto como favorito para a relatoria da proposta.
Campanha solo
Ao contrário de Lula, que costuma discutir todos os passos da pré-campanha com sua equipe, o pré-candidato Flávio Bolsonaro tem tomado decisões e feito movimentos sem avisar. Vai pela própria cabeça.
E eles?
Os aliados cobram a presença de Flávio em eventos partidários nos estados para se apresentar e dar entrevistas. Na semana passada, entretanto, o pré-candidato do PL preferiu os Estados Unidos, o que deixou muita gente chateada.
E a PEC da Segurança, hein?
Só depois das eleições. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (foto), continua com o texto na gaveta. O mesmo deve ocorrer com a PEC do fim da escala de trabalho 6X1.
Sabatina do Correio
Em 28 de julho, a partir de 8h, o Correio realiza sua tradicional maratona de sabatinas com os pré-candidatos ao Planalto. Foram convidados todos aqueles que se apresentaram para a corrida presidencial deste ano. Em 2018 e 2022, o Correio Braziliense, em parceria com a TV Brasília, foi o único veículo de comunicação que entrevistou todos os postulantes ao Planalto.




