Secretaria de Administração do Mato Grosso suspende concurso

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  Lorena Pacheco – Do CorreioWeb   As inscrições no concurso aberto pela Secretaria de Administração do Mato Grosso estão suspensas. De acordo com decreto, publicado no dia 2 de janeiro, o concurso ficará parado por 120 dias. Segundo comunicado da banca organizadora, a FMP Concursos, quem já pagou a taxa de inscrição, de R$ 180, terá o valor devolvido, mas o procedimento para que isso aconteça ainda está sendo definido.   As inscrições teriam fim nesta segunda-feira (26/1). O concurso oferece duas vagas imediatas, além de formação de cadastro reserva. As oportunidades são para o cargo de auditor, com salário de R$ 13.511,68 por jornada de trabalho de 40h semanais. Para concorrer o candidato deve ser graduado em uma das seguintes áreas: administração, ciências contábeis, ciências da computação, direito, economia ou engenharia civil.

As provas objetivas e discursivas estavam marcadas para o dia 8 de março de 2015, nos turnos matutino e vespertino, respectivamente. Além disso, os candidatos devem passar por avaliação de títulos, que será de caráter apenas classificatório.  

CGU registra expulsão recorde de servidores que praticaram atos ilícitos em 2014

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(Foto: Gustavo Moreno/CB/D.A Press)

Lorena Pacheco – Do CorreioWeb   No ano passado, 550 servidores foram expulsos dos cargos que ocupavam na Administração Pública federal por praticarem atos ilícitos. De acordo com a Controladoria-Geral da União (CGU), o número é o maior em 12 anos.   A maioria dos funcionários, 66%, foram flagrados cometendo corrupção. A penalidade também foi aplicada a quem abandonou o cargo, não foi assíduo ou acumulou cargos. “É tarefa da CGU ser implacável com aqueles que não andarem na linha”, alertou o ministro-chefe da CGU, Valdir Simão.   Dependendo da infração cometida, o servidor pode não mais ocupar cargo público por cinco anos, ou poderá ainda ficar impedido de retornar ao serviço público, além de ficar inelegível por oito anos, de acordo com a Lei da Ficha Limpa.   Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, como a Petrobras, por exemplo.

CGU registra expulsão recorde de servidores que praticaram atos ilícitos em 2014

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  Lorena Pacheco – Do CorreioWeb   No ano passado, 550 servidores foram expulsos dos cargos que ocupavam na Administração Pública federal por praticarem atos ilícitos. De acordo com a Controladoria-Geral da União (CGU), o número é o maior em 12 anos.   A maioria dos funcionários, 66%, foram flagrados cometendo corrupção. A penalidade também foi aplicada a quem abandonou o cargo, não foi assíduo ou acumulou cargos. “É tarefa da CGU ser implacável com aqueles que não andarem na linha”, alertou o ministro-chefe da CGU, Valdir Simão.   Dependendo da infração cometida, o servidor pode não mais ocupar cargo público por cinco anos, ou poderá ainda ficar impedido de retornar ao serviço público, além de ficar inelegível por oito anos, de acordo com a Lei da Ficha Limpa.   Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, como a Petrobras, por exemplo.

CGU registra expulsão recorde de servidores que praticaram atos ilícitos em 2014

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  Lorena Pacheco – Do CorreioWeb   No ano passado, 550 servidores foram expulsos dos cargos que ocupavam na Administração Pública federal por praticarem atos ilícitos. De acordo com a Controladoria-Geral da União (CGU), o número é o maior em 12 anos.   A maioria dos funcionários, 66%, foram flagrados cometendo corrupção. A penalidade também foi aplicada a quem abandonou o cargo, não foi assíduo ou acumulou cargos. “É tarefa da CGU ser implacável com aqueles que não andarem na linha”, alertou o ministro-chefe da CGU, Valdir Simão.   Dependendo da infração cometida, o servidor pode não mais ocupar cargo público por cinco anos, ou poderá ainda ficar impedido de retornar ao serviço público, além de ficar inelegível por oito anos, de acordo com a Lei da Ficha Limpa.   Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, como a Petrobras, por exemplo.

Após polêmica, concurso da Defesa Social/TO será retomado

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  Do CorreioWeb   Depois da polêmica envolvendo a suspensão do concurso da Defesa Social de Tocantins por quebra de contrato, o governo do estado anunciou que será dada continuidade ao certame. De acordo com secretaria de comunicação estadual, houve uma longa negociação com a Fundação Carlos Augusto Bittencourt (Funcab) e o montante devido pelo estado será pago em parcelas.  Em breve um novo cronograma será divulgado.   Relembre No dia 9 deste mês, a Funcab comunicou, por meio do site oficial, a suspensão do concurso com 1.217 vagas. Segundo a empresa, o governo do estado não cumpriu cláusulas contratuais referentes ao pagamento – duas das três parcelas acordadas estão vencidas. O resultado das provas objetivas seria divulgado na mesma semana, mas também foi suspenso.

Proposta em análise na Câmara cria vara federal no Paraná

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  Da Agência Câmara   Proposta em análise na Câmara dos Deputados cria uma vara federal de competência criminal no município de Cascavel, no Paraná. A nova unidade judiciária será implantada na área de jurisdição do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), com sede em Porto Alegre.   Conforme o texto (Projeto de Lei 8318/14), serão criados ainda 1 cargo de juiz federal; 1 de juiz substituto; 13 de analista judiciário; 4 de técnico judiciário; 1 cargo em comissão; e 13 funções comissionadas.   De acordo com o Superior Tribunal de Justiça (STJ), autor da proposta, a criação da nova unidade judiciária se justifica pelo aumento do volume de processos, sobretudo por conta da criação dos juizados especiais federais. Dados do STJ informam que a subseção judiciária de Cascavel apresentou um aumento de 100% no número de processos criminais no período entre 2003 e 2012.   Conforme o projeto, as despesas decorrentes da criação dos órgãos judiciários e dos cargos correrão por conta das dotações orçamentárias da Justiça Federal de 1º grau.   Tramitação O texto será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, seguirá para o Plenário da Câmara dos Deputados.

Ministério Público da Paraíba anuncia novo concurso com 39 vagas

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  Do CorreioWeb   O procurador-geral de justiça do Ministério Público da Paraíba (MPPB) anunciou que o órgão fará novo concurso público. Serão abertas 39 vagas para lotação no interior do estado. A comissão que dará início aos preparativos do certame será nomeada nos próximos dias.  Os cargos e áreas a serem contemplados ainda não foram divulgados.   Em seu último concurso, realizado em 2011, o ministério ofereceu 20 vagas para o cargo de promotor de justiça substituto. O salário do posto era de R$ 15.823,58. De acordo com o Centro Universitário de João Pessoa (Unipê), a primeira fase da seleção contou com três mil candidatos.

Em análise na Câmara, PL cria 66 cargos para duas novas varas em Tocantins

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  Da Agência Câmara   A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei PL-8317/2014, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que cria duas novas varas federais na área de jurisdição do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), com sede em Brasília. As novas unidades judiciárias serão implantadas nos municípios de Palmas e de Araguaína, ambos no estado do Tocantins.   Para atuar nas novas varas serão criados 2 cargos de juiz federal; 2 cargos de juiz substituto; 26 cargos de analista judiciário; 8 cargos de técnico judiciário; 26 funções comissionadas; e 2 cargos em comissão.   O STJ afirma que as novas unidades judiciárias em Palmas e em Araguaína vão atender ao expressivo crescimento no número de processos distribuídos para essas regiões do norte-tocantinense, que apresentam significativa densidade demográfica.   De acordo com a proposta, as despesas decorrentes da criação dos órgãos judiciários e dos cargos correrão por conta das dotações orçamentárias da Justiça Federal de 1º grau.   Tramitação

O texto será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, segue para a exame do Plenário.

Manifestação: aprovados do Banco Central alegam que instituição tem déficit de pessoal

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(Foto: Breno Fortes/CB/D.A Press)

Do Blog do Servidor   Aprovados no último concurso do Banco Central fizeram manifestação em frente ao prédio da autarquia. Com faixas e cartazes, cantaram músicas e entregaram rosas aos servidores como forma de protesto por ainda não terem sido nomeados. O grupo de 100 pessoas representa 730 aprovados, todos com curso de formação concluído. Atualmente, segundo os concursados, o déficit de pessoal no BC é de 36% da previsão legal.

O concurso tem validade até setembro de 2015. Apenas nos últimos cinco anos, o Banco Central perdeu mais de 1.840 servidores por aposentadorias e até 2016 mais de 700 deixarão a autarquia. Até o momento, foram nomeados apenas a quantidade autorizada em edital (500 aprovados).   Com a nomeação de apenas o número de vagas oferecidas pelo Ministério do Planejamento (MPOG), ou até mesmo com o adicional de 50% dessas, em 2016 o BC poderá dispor de menos servidores do que antes do concurso, calculam os aprovado. “O mais adequado é a nomeação de todos os 730 aprovados”, apontam no panfleto distribuído.

A Nota Técnica nº 2, enviada em 24 de agosto de 2012 pelo Banco Central ao Ministério do Planejamento, expõe os motivos para que os 730 sejam nomeados: por conta das 19 novas atribuições; previsões elevadas de aposentadoria e muitas perdas já concretizadas; serviços que podem ser prejudicados com a falta de servidores e a preocupação com o processo de manutenção do conhecimento.

A necessidade de reposição do quadro foi verificada pela CGU nos anos de 2007 e 2012 por meio de auditoria. Para 2015, o BC enviou pedido de previsão orçamentária para a nomeação dos 730 aprovados. A expectativa é que a previsão seja aprovada e utilizada para a nomeação de todos.

Com R$ 50 milhões em dívidas, Secretaria de Educação/PI não tem previsão para nomear aprovados

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  Lorena Pacheco – Do CorreioWeb   Nesta semana, os candidatos aprovados no último concurso da Secretaria de Educação, no Piauí, reuniram-se com o novo secretário da pasta, Helder Jacobina, para cobrar as nomeações a que têm direito. Porém, segundo o secretário, ainda não há previsão para convocações, pois os programas e obras da educação local somam dívidas que ultrapassam R$ 50 milhões, deixadas pelo governo passado.   Uma nova reunião com os aprovados foi marcada para a segunda quinzena de fevereiro, quando a secretaria se comprometeu a fornecer informações mais concretas sobre a possibilidade das nomeações.   “Nós também estamos realizando um reordenamento dos professores. Precisamos identificar onde cada um está lotado e saber onde estão as necessidades de pessoal. Até porque o MEC indicou que temos um professor para cada 10 alunos, quando o normal seria 1 para 25. Mas sabemos que há locais onde existe escassez  de professores e esse reordenamento vai ajudar a diminuir as possíveis distorções. Mas precisamos de tempo para concluí-lo”, comentou Helder Jacobina.   *Com informações do Governo do Piauí