Governador de Paraíba anuncia concurso para professores com mil vagas

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O governador do estado da Paraíba, João Azevedo, anunciou que vai lançar edital de um novo concurso público para a área de Educação. O objetivo será preencher 1.000 vagas para professores! Trata-se de uma promessa de campanha de Azedo e o edital é iminente. “É por essa forma de fazer a educação melhor, uma necessidade de nós termos uma integração é que nós vamos lançar o concurso público para professores, para mil vagas esse ano,” disse ao programa  Fala governador.

Serão ofertadas vagas para as disciplinas de artes (72), biologia (50), educação física (68), filosofia (6), física (47), geografia (72), história (78), língua espanhola (18), língua inglesa (61), língua portuguesa (195), matemática (199), química (28) e sociologia (6).

“O concurso será feito dentro do que foi estabelecido no plano de governo, ou seja, nos quatro anos deverá haver concurso para mil professores a cada ano,” prometeu o governador.

“Esse é um esforço muito grande e demonstra que estamos no caminho certo. O professor na escola regular irá receber R$ 3.460 e o da Escola Cidadã receberá R$ 4.460; esse é um valor importante em comparação a outros Estados. Nós estamos tratando de futuro e de sonhos de jovens”, enfatizou.

A banca organizadora do certame será a AOCP e a taxa de inscrição será de R$ 39.

MPF aciona Justiça para garantir participação de candidatos com deficiências nos concursos

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O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) questionou nesta semana o Decreto 9508/2018 que regulamentou o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015). O motivo é que os candidatos com deficiência passaram a ser obrigados a provar sua condição ainda no ato da inscrição, por meio de parecer médico multiprofissional e interdisciplinar, financiado às próprias custas.

O questionamento afirma que a exigência não está prevista no Estatuto, representando retrocesso na promoção de igualdade e inclusão social. De acordo com o normativo impugnado (artigo 3º, inciso IV, do Decreto) não é permitido exigir que seja provada a deficiência do candidato na fase da inscrição, apenas na investidura do cargo, quando a pessoa já foi aprovada na seleção.
A peça inicial foi enviada a 17ª Vara de Justiça Federal e alerta o novo requisito imposto que exige um alto custo financeiro da pessoa com deficiência. O documento também cita que a participação Brasil na Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que prevê a adoção de todas as medidas necessárias para modificar ou revogar leis que constituam discriminação contra elas.
“Trata-se de inquestionável obstáculo socioeconômico repudiado pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência, que sabota indisfarçavelmente a plena integração almejada pelo Decreto 3.298/2018 a partir de discriminação do Poder Público revestida de incontornável ilegalidade”.
A procuradora da República que assina a ação, Eliana Pires Rocha cita os impactos que foram gerados no concurso público de 2018 da Polícia Rodoviária Federal (PRF).  “Por motivos outros estranhos às políticas inclusivas, o Poder Público impediu, nesse caso em concreto, que quase três mil candidatos com deficiência pudessem concorrer a cargo público federal”.
O MPF requeriu a reabertura prazos de inscrição de concursos e processos seletivos federais que ainda não tiveram as primeiras provas aplicadas. O objetivo é beneficiar especificamente os candidatos as vagas para pessoas com deficiência.

Caso PRF

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com jurisdição em Porto Alegre, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, deferiu a ação pública para retificar o edital do concurso público da Polícia Rodoviária Federal(PRF). A ação foi proposta em janeiro após a PRF negar retificar o regulamento e reconhecer a violação dos direitos desses candidatos.
O MPF determinou que seja aberto prazo, não inferior a 10 dias úteis, para que os candidatos aprovados nas fases de provas objetivas e discursivas possam solicitar atendimento especializado para realizarem as demais fases e etapas do certame, onde indicarão as adaptações que necessitam que deverão ser atendidas pela Administração de acordo com o tipo e grau de limitação verificada.

Concurso PRF: justiça garante adaptação de fases para candidatos com deficiência

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O Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com jurisdição em Porto Alegre, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, deferiu a ação pública para retificar o edital do concurso público da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O objetivo é garantir condições melhores de participação para candidatos negros e com deficiência, adequando-o à Convenção Internacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei Brasileira de Inclusão.

O Ministério Público Federal (MPF) afirma que, apesar do edital possibilitar a inscrição de pessoas com deficiência, na prática, a seleção apresenta disposições que impedem que elas sejam aprovadas, como a ausência de previsão de adaptação das provas de aptidão física e das demais fases às pessoas com deficiência e o rol taxativo de condições incapacitantes para o exercício do cargo.
Na decisão foi definido que a data da prova será mantida, mas que será realizada avaliação caso a caso, para saber se a patologia é ou não compatível com o exercício do cargo, fundamentada quando apresentar eventual incapacidade.
Outra determinação é que seja aberto prazo, não inferior a 10 dias úteis, para que os candidatos aprovados nas fases de provas objetivas e discursivas possam solicitar atendimento especializado para realizarem as demais fases e etapas do certame, onde indicarão as adaptações que necessitam que deverão ser atendidas pela Administração de acordo com o tipo e grau de limitação verificada.

Entenda melhor

ação foi proposta em janeiro após a PRF negar retificar o regulamento e reconhecer a violação dos direitos desses candidatos. As provas do concurso que estavam marcadas para o mesmo fim de semana fez com que o processo fosse ajuizado. De acordo com o MPF, tendo isso em vista, não havia outra providência a ser tomada “a não ser a urgente intervenção do Poder Judiciário”.
MPF também afirma que não requer que a aplicação das provas seja mais branda ou que ocorra a isenção de provas para candidatos com deficiência, apenas que seja feita a adaptação às peculiaridades da deficiência apresentada, sem, evidentemente, descaracterizar a natureza do cargo, sendo as adaptações pontuais e somente para as pessoas que assim solicitarem, flexibilizando eventuais exigências e tempos a serem definidos de acordo com o caso concreto de modo a viabilizar a execução da prova pelo requerente.
Em 20 de fevereiro foi publicada a suspensão do certame, devido a ação. Já em 27 de fevereiro a retomada do concurso se deu a partir do desembargador federal Vladimir Souza Carvalho, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, que deferiu o pedido liminar da União, para cancelar a decisão que suspendeu o concurso. Para o magistrado não houve ilegalidade que justificasse a suspensão do concurso, já que o edital estava fundado em motivação razoável, uma vez que foi elaborado com base na análise do histórico dos concursos da PRF.

Professor cria método que ajuda aprovação em qualquer concurso em um ano

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Não seria ótimo se houvesse um método de estudo que estimasse a aprovação em qualquer concurso público em apenas um ano de preparação? O professor Gustavo Scatolino, procurador da Fazenda Nacional e servidor público desde os 25 anos, elaborou um método que promete essa façanha. Tendo como base a sua experiência como concurseiro, servidor e professor, ele envolveu ciência e prática e criou a metodologia batizada de Método 365 – referente a duração de um ano.

Scatolino afirma que os concurseiros perdem muito tempo, de dois a quatro anos, estudando de forma errada, e com isso a aprovação demora a acontecer. Por isso, criou o método com base em suas próprias experiências para trazer o resultado esperado com menos demora. “Reuni em um passo a passo as técnicas que deram certo para mim e para os alunos que auxiliei durante minha carreira. O objetivo é auxiliar o aluno a ser aprovado mais rápido de maneira prática”, ressalta.

O professor afirma ser um método prático e simples de ser aplicado, porém necessita de estudo ativo. “O aluno deverá sim estudar, se esforçar. Mas o método mostra a forma correta de estudar para alcançar melhores notas mais rápido”. Ele também explica que o Método 365 funciona para qualquer nível de estudos e para qualquer concurso.

 

Dica

Segundo Scatolino, o Método 365 ensina a como estudar de forma mais eficiente. O professor destaca a importância da conexão que deve haver entre o estudo, exercícios e revisão. De acordo com ele, através de seus mais de 15 anos dando aula em cursos preparatórios para concursos públicos, os alunos cometem o grave erro de não fazer revisões de maneira correta, ou até não fazer revisões.

Gustavo afirma que não é possível se lembrar com exatidão de uma matéria que o aluno aprendeu meses antes da prova. Então, ele ensina que cerca de 10 a 15 dias antes da prova é o momento de se intensificar as revisões, e não de aprender conteúdo novo. Com isso, o processo começa aprendendo a matéria, depois é necessário testar se o conteúdo visto está realmente satisfatório, através de exercícios. E, por fim, a fixação do conteúdo, por meio de revisões periódicas, para manter o conhecimento ativo na memória.

 

Degustação

E para quem quiser saber como funciona o Método 365, haverá uma semana de degustação, com a “Série da Aprovação”, entre os dias 8 a 12 de abril. Durante uma semana, o aluno que se cadastrar receberá, por e-mail, vídeos gratuitos mostrando técnicas de estudo. “É uma semana de experimentação para que eles conheçam e percebam que o método é eficaz”, explica o professor.

E entre 15 a 19 de abril, estarão abertas as inscrições para a nova turma do Método 365. Os interessados em participar, tanto da semana, quanto da turma, podem entrar em contato pelo Instagram do professor: @gustavo.scatolino.

Novo presidente assume concurso do TJPR para técnicos

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O Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) mudou a comissão organizadora de seu concurso para o cargo de técnico judiciário do 1º grau. O órgão elegeu como novo presidente do certame o desembargador Sergio Arenhart.

A expectativa é a retomada do concurso, parado há dois anos e suspenso desde fevereiro. Tentamos contato com o Tribunal para informações sobre possível andamento do certame, mas não obtivemos respostas até o fechamento desta matéria.

 

Concurso está parado desde 2017

Há mais de dois anos, em janeiro de 2017, o TJPR divulgou o edital do concurso que ofertava 100 vagas para a carreira de técnico judiciário. O cargo de nível médio conta com a remuneração inicial de R$ 5.741,58. O documento de abertura foi divulgado sem decidir contração da banca e com um cronograma apenas estimativo, sem datas exatas para as avaliações.

Em fevereiro, as inscrições para o Tribunal foram abertas, cobrando uma taxa de R$ 100. Ao todo, foram 141 mil candidatos inscritos. Quando o período para se inscrever já estava encerrado, o órgão formou comissão para trabalhar na organização do concurso e avisou que a banca organizadora iria ser escolhida em breve.

As provas, que estavam marcadas para novembro de 2017, foram adiadas para o ano de 2018. Em maio, o concurso reabriu as inscrições, com mais 14 vagas inclusas na oferta. A data dos exames e a contratação banca continuaram sem definição.

Porém, em fevereiro deste ano, o concurso foi dado como suspenso. O Tribunal divulgou uma nota de esclarecimento informando a suspensão temporária do certame, por causa da modificação da cúpula diretiva do TJ e da necessidade de avaliação de decisões do Conselho Nacional de Justiça.

O Tribunal também não se pronunciou sobre devolução das taxas de quem pretende desistir da seleção.

TJMG divulga comissão que vai organizar novo concurso público para cartórios

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O Tribunal de Justiça do estado de Minas Gerais (TJ MG) divulgou a comissão organizadora do concurso público de provas e títulos para o cargo de outorga de delegações de notas e de registro do estado de Minas Gerais. De acordo com a assessoria do órgão, ainda não há previsão para publicação do edital ou a quantidade de vagas que serão ofertados.

Último concurso

Em 2018 foi realizado o último concurso o TJ MG que ofertou 92 vagas, sendo 62 para provimento e 30 para ingresso por remoção. Para assumir o cargo de provimento é necessário ser bacharel em direito ou ter completado dez anos de exercício de função. Para remoção é necessário estar no exercício da titularidade de outra delegação, de notas ou de registro.

Os candidatos foram avaliados por prova objetiva de seleção, prova escrita e prática, comprovação dos requisitos para outorga de delegações, prova oral e exame de títulos. A prova objetiva contou com disciplinas de registros públicos e conhecimentos gerais, direito – civil, processual civil, penal e processual penal, tributário, comercial e administrativo e constitucional.

Outras oportunidades em MG

Prefeitura Municipal de Uberaba, em Minas Gerais está com as inscrições abertas do concurso para provimento do cargo efetivo de guarda municipal, que aceita cargos para candidatos de ambos os sexos.As inscrições devem ser realizadas até 21 de abril, pelo site da banca. A taxa é de R$ 60.

Estão sendo ofertadas 100 vagas, sendo 90 para hpmens e 10 para mulheres. A remuneração é de R$ 1.852, além de plano de saúde, auxílio alimentação, adicional de periculosidade correspondente a 30% do vencimento base e regime próprio de previdência social. Os aprovados exercerão jornadas de trabalho de 40 horas semanais, podendo ocorrer em plantões de 12×36.

Os candidatos serão avaliados por prova objetiva, prova discursiva, prova de capacidade física e avaliação de altura, exame psicológico, exames médicos, sindicância social e curso de formação. Confira aqui.

MPF quer anular nomeação de candidato que teria falsificado autodeclaração em concurso da Marinha

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O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil para anular a nomeação e posse de Luiz Guilherme Assad Lemos, que concorria ao cargo de segundo tenente da Marinha. O candidato foi aprovado pelo sistema de cotas para pessoas negras ou pardas previsto no concurso para ingresso no Quadro Complementar de Oficiais Intendentes da Marinha (CP – QC – IM).

De acordo com apuração realizada pelo MPF, o candidato declarou se branco, mas depois requereu mudança constatando que se encaixava nas cotas. No inquérito foram anexadas fotografias que comprovavam que o candidato era “pessoa notadamente caucasiana, não sendo dotada de traços nem ao menos próximos de uma pessoa considerada parda, muito menos de pessoa negra”, segundo o órgão.

No concurso realizado em 2017, a Diretoria de Ensino da Marinha confirmou ao MPF que não verificou as declarações dos candidatos cotistas, mas afirmou que nos próximos concursos serão adotados procedimentos de heteroidentificação, complementar a autodeclaração feita pelo candidato no momento da inscrição.

“Em todo o país, vêm sendo noticiados diversos casos de falsidade na autodeclaração, o que vem dando causa à propositura de ações visando a nulidade do respectivo ingresso eivado de vício”, explicam os procuradores regionais dos Direitos do Cidadão, Renato Machado, Ana Padilha e Sergio Suiama, autores da ação.

Segundo o MPF, a Lei das Cotas deve promover a redução das desigualdades raciais e a implementação da igualdade material. Mesmo com falhas nos métodos de identificação racial e no critério utilizado para avaliação da cor da pele, o órgão acredita que isso não pode ser utilizado como argumento definitivo para impedir que as minorias sejam incluídas e que as ações afirmativas sejam implementadas no Brasil.

“Independentemente da ideia que se tenha acerca do valor da mestiçagem no quadro da ‘democracia racial’ brasileira, a miscigenação da população brasileira não deve servir para sabotar as políticas públicas voltadas à redução das evidentes e sociologicamente comprovadas desigualdades entre brancos e negros no Brasil”, afirmam os procuradores.

Novo concurso do TCE/RJ é aprovado e preparativos para edital estão em ritmo quente

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A autorização para o novo concurso público para analista do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE/RJ) foi publicada no Diário Oficial da última sexta-feira (15/3). A abertura do certame havia sido aprovada em sessão plenária apenas dois dias antes, no Conselho de Administração do órgão e os preparativos já foram iniciados!

Serão oferecidas 40 oportunidades para o posto de analista de controle externo. Para concorrer ao cargo, é necessário ter diploma de nível superior. As áreas de cada uma das vagas ainda não foram definidas pelo Tribunal.

A remuneração inicial é de R$ 10.330,65. O valor inclui vencimento básico do cargo (R$ 4.446,08), gratificação de controle externo (R$ 3.779,17), auxílio saúde (R$ 726), alimentação (R$ 1.064,80), transporte (R$ 314,60) e educação (R$ 1.174 por dependente).

Segundo nota publicada pelo site do Tribunal, o processo foi aprovado em sessão do Conselho de Administração, passou anteriormente por análise da Procuradoria-Geral do Tribunal de Contas (PGT), da Secretaria-Geral de Planejamento (SGP) e da Secretaria-Geral de Controle Externo. Ainda não há data para a divulgação do edital.

 

Último concurso

Em 2012 foi realizado o último concurso público do TCE RJ para provimento de cargos das carreiras do quadro de pessoal do órgão. Foram ofertadas 100 para os cargos de analista da área de controle externo, analista da área organizacional e técnico de notificações. A Fundação Escola Superior do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Femperj) organizou o certame.

Os candidatos puderam optar entre as especialidades de administração em saúde, ciências contábeis, controle externo, direito, engenharia civil, tecnologia da informação, organizacional e pedagogia. Os aprovados exerceram jornadas de trabalho de 40 horas semanais para receberem remuneração de R$ 9.031,89.

A seleção foi realizada por provas objetivas com 100 questões e disciplinas de língua portuguesa, noções de direito, controle externo e legislação básica. Também houve prova discursiva com quatro questões de conhecimentos específicos.

 

Ministério Público do Ceará organiza novo concurso para promotor de justiça

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O Ministério Público do estado do Ceará (MPCE) informou que está realizando estudos para elaboração de um novo concurso público para o cargo de promotor de justiça, que está previsto para ocorrer este ano. De acordo com a assessoria ainda não há previsão para contratação da banca organizadora ou publicação do edital.

De acordo com a publicação, estiveram presentes no encontro os promotores de Justiça Eneas Romero, Manuel Pinheiro, Nestor Alexandre de Souza Júnior e o representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Alcimor Rocha Neto, bem como Raimundo de Souza Nogueira Filho, que é o secretário da Comissão e a técnica ministerial Tatiana Brito.

Último concurso

Em 2011 ocorreu o último concurso do MPCE para o cargo de promotor de justiça que ofertou 52 vagas e subsídio de R$ 20.677,84. O concurso foi organizado pela Fundação Carlos Chagas (FCC) e teve validade de dois anos.
A seleção foi realizada por inscrições provisórias, provas preambular (objetiva), escritas discursivas, inscrições definitivas, sindicância, provas orais, prova de títulos e exame de sanidade física e mental. Para participar foi necessário ter concluído curso de bacharelado em direito e ter exercido atividade jurídica de no mínimo, três anos.

Outras oportunidades

O Tribunal de Justiça do estado do Ceará (TJCE) está com as inscrições abertas do processo seletivo para contrato de juiz leigo no Sistema de Juizados Especiais do estado do Ceará.
São 100 vagas e os aprovados receberão retribuição mediante bolsa por ato homologado, de R$ 26, podendo a remuneração chegar a R$ 6.420,80. A carga horária será de 40 horas semanais. As inscrições devem ser realizadas pelo site da banca até 11 de abril e a taxa é de R$ 60.
A seleção será realizada por prova escrita objetiva, prova dissertativa, avaliação de títulos e curso de capacitação. Saiba mais!

Governador João Azevêdo anuncia novo edital de concurso com 1.000 vagas

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Foi anunciado pelo governador da Paraíba, João Azevêdo, a abertura de um novo concurso público para o magistério estadual. O aviso foi feito durante o programa “Fala governador”, em que ele afirmou que serão ofertadas 1.000 vagas para a área da Educação. A previsão é que o edital seja lançado já em abril deste ano!

Os candidatos poderão optar entre as áreas de artes (72), biologia (150), educação física (68), filosofia (6), física (47), geografia (72), história (78), língua espanhola (18), língua inglesa (61), língua portuguesa (195), matemática (199), química (28) e sociologia (6).
De acordo com o governador, já foi concluído o edital do certame e o processo está agora na fase final para contratação da empresa organizadora que será responsável pela realização do concurso.
“Nós estaremos lançando o edital no começo de abril e, a partir daí, desejo boa sorte a todos os concorrentes. Essa é uma busca constante por qualificação para que a gente possa ter uma educação cada vez mais qualificada, com profissionais selecionados e que entrarão para o Estado pela porta da frente, por meio do concurso público”, confimou João Azevêdo.

Último concurso

Em 2017 ocorreu o último concurso da Secretaria de Educação do estado da Paraíba que também ofertou 1.000 vagas. Os aprovados exerceram jornadas de trabalho de 30 horas semanais para receber remuneração de R$ 1.896,51. Os candidatos deviam possuir licenciatura e Registro no Conselho de Classe específico da área escolhida.
seleção foi realizada pelo Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade), que aplicou por prova objetiva e de títulos. A prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório contou com 100 questões das disciplinas de língua portuguesa, legislação básica em educação, conhecimentos pedagógicos e específicos.
As oportunidades foram para as áreas de língua portuguesa, química, artes, física, filosofia, biologia, educação física, língua inglesa, geografia, língua espanhola, história, sociologia e matemática. O concurso teve validade de seis meses.