600 vagas: Esther Dweck autoriza novo concurso ao próprio ministério

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As oportunidades serão destinadas para a carreira de analista de infraestrutura, de nível superior

A ministra Esther Dweck autorizou a abertura de um novo concurso para a própria pasta que comanda, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). A portaria foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última sexta-feira (16/6).

O documento informa que serão abertas 300 oportunidades para a carreira de analista de infraestrutura, e outras 300 para o cargo de analista em tecnologia da informação. Ambas as carreiras exigem nível superior.

De acordo com a portaria, a responsabilidade pela realização do concurso será do órgão ou da entidade designada, a quem caberá os seguintes serviços:

I – editar as respectivas normas, mediante a publicação de editais, portarias ou outros atos administrativos necessários à realização do concurso público, de acordo com as disposições do Decreto nº 9.739, de 28 de março de 2019;

II – observar as leis e os regulamentos que tratem sobre políticas de reserva de vagas em concursos públicos e assegurar que as ações e procedimentos previstos no concurso público estejam alinhados ao alcance da efetividade de tais políticas; e

III – zelar pela conformidade legal dos procedimentos relacionados ao planejamento e à execução do concurso público.

O prazo para a publicação do edital de abertura do certame será de até seis meses, contado a partir da publicação da portaria. Já o prazo de antecedência mínima entre a publicação do documento e a realização da primeira prova do concurso será de dois meses.

Oficial de chancelaria: autorizado concurso público com 50 vagas

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O prazo para a publicação do edital de abertura do concurso público será de até seis meses

Um novo concurso público para o Ministério das Relações Exteriores (MRE) será realizado ainda em 2023. A portaria que autoriza a abertura do certame foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da útima sexta-feira (16/6).

Segundo o documento, assinado pela ministra de Estado da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, serão abertas 50 oportunidades, destinadas a carreira de oficial de chancelaria.

De acordo com a portaria, a responsabilidade pela realização do concurso será do órgão ou da entidade designada, a quem caberá os seguintes serviços:

I – editar as respectivas normas, mediante a publicação de editais, portarias ou outros atos administrativos necessários à realização do concurso público, de acordo com as disposições do Decreto nº 9.739, de 28 de março de 2019;

II – observar as leis e os regulamentos que tratem sobre políticas de reserva de vagas em concursos públicos e assegurar que as ações e procedimentos previstos no concurso público estejam alinhados ao alcance da efetividade de tais políticas; e

III – zelar pela conformidade legal dos procedimentos relacionados ao planejamento e à execução do concurso público.

O prazo para a publicação do edital de abertura do certame será de até seis meses, contado a partir da publicação da portaria. Já o prazo de antecedência mínima entre a publicação do documento e a realização da primeira prova do concurso será de dois meses.

Capes é autorizado a abrir concurso com 50 vagas para analistas

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Portaria que autoriza a abertura do certame foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), da última sexta-feira (16/6)

Foi autorizada a abertura de novo concurso público para complemento do quadro de pessoal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

A portaria MGI Nº 2.385, assinada pela ministra de Estado da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última sexta-feira (16/6).

O documento autoriza a oferta de 50 oportunidades para a carreira de analista em ciência e tecnologia, de nível superior.

De acordo com a portaria, a responsabilidade pela realização do concurso será do órgão ou da entidade designada, a quem caberá os seguintes serviços:

I – editar as respectivas normas, mediante a publicação de editais, portarias ou outros atos administrativos necessários à realização do concurso público, de acordo com as disposições do Decreto nº 9.739, de 28 de março de 2019;

II – observar as leis e os regulamentos que tratem sobre políticas de reserva de vagas em concursos públicos e assegurar que as ações e procedimentos previstos no concurso público estejam alinhados ao alcance da efetividade de tais políticas; e

III – zelar pela conformidade legal dos procedimentos relacionados ao planejamento e à execução do concurso público.

O prazo para a publicação do edital de abertura do certame será de até seis meses, contado a partir da publicação da portaria. Já o prazo de antecedência mínima entre a publicação do documento e a realização da primeira prova do concurso será de dois meses.

Incra tem novo concurso autorizado com abertura de 742 vagas

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Portaria que autoriza a abertura do concurso foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), da última sexta-feira (16/6)

A ministra de Estado da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, publicou a autorização de abertura de novo concurso para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

A portaria MGI Nº 2.123 foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última sexta-feira (16/6). O documento informa que serão abertas 742 vagas, destinadas aos cargos de analista administrativo, analista em reforma e desenvolvimento agrário e engenheiro agrônomo.

Todas as carreiras são de nível superior. Confira a distribuição de vagas:

  • Analista administrativo – 137 vagas;
  • Analista em reforma e desenvolvimento agrário – 446 vagas;
  • Engenheiro agrônomo – 159 vagas.

De acordo com a portaria, a responsabilidade pela realização do concurso será do órgão ou da entidade designada, a quem caberá os seguintes serviços:

I – editar as respectivas normas, mediante a publicação de editais, portarias ou outros atos administrativos necessários à realização do concurso público, de acordo com as disposições do Decreto nº 9.739, de 28 de março de 2019;

II – observar as leis e os regulamentos que tratem sobre políticas de reserva de vagas em concursos públicos e assegurar que as ações e procedimentos previstos no concurso público estejam alinhados ao alcance da efetividade de tais políticas; e

III – zelar pela conformidade legal dos procedimentos relacionados ao planejamento e à execução do concurso público.

O prazo para a publicação do edital de abertura do certame será de até seis meses, contado a partir da publicação da portaria. Já o prazo de antecedência mínima entre a publicação do documento e a realização da primeira prova do concurso será de dois meses.

Concurso Ministério do Trabalho: sai autorização para edital de auditor-fiscal; serão 900 vagas

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O prazo para a publicação do edital de abertura do concurso será de até seis meses

A ministra de Estado da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos autorizou a abertura de novo concurso destinado ao provimento de vagas para a carreira de auditor-fiscal do trabalho. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), na edição da última sexta-feira (16/6).

De acordo com o documento, o prazo para a publicação do edital de abertura do concurso será de até seis meses, contado a partir da publicação da portaria. A não publicação do edital de abertura no prazo estabelecido implicará:

I – a perda dos efeitos da portaria; e
II – o cancelamento do atesto de disponibilidade orçamentária para a realização do concurso público.

A previsão é de que sejam ofertadas 900 vagas para a carreira. O prazo de antecedência mínima entre a publicação do edital e a realização da primeira prova do certame será de dois meses.

Após a publicação da portaria, os próximos passos para a realização do concurso serão a definição da comissão e escolha da banca organizadora.

O último concurso destinado à carreira foi realizado há 10 anos, com a oferta de 100 oportunidades. Organizado pelo Cebraspe, o certame contou com as etapas de prova objetiva e prova discursiva, ambas de caráter eliminatório e classificatório.

A carreira exige nível superior de formação em qualquer área. Na época, o salário inicial era de R$ 14.280,00, para 40h semanais.

Governo autoriza novo concurso para o Inep com oferta de 50 vagas

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As oportunidades serão destinadas para a carreira de pesquisador-tecnologista em informações e avaliações educacionais

A ministra de Estado da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, autorizou a realização de um novo concurso público para o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). A autorização foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última sexta-feira (16/6).

De acordo com a portaria, estão previstas 50 oportunidades para o cargo de pesquisador-tecnologista em informações e avaliações educacionais. O prazo para a publicação do edital de abertura do concurso público será de até seis meses, contado a partir da publicação da portaria.

A não publicação do edital de abertura do concurso no prazo estabelecido implicará:

I – a perda dos efeitos da portaria; e

II – o cancelamento do atesto de disponibilidade orçamentária para a realização do concurso público.

O último concurso público para o Inep foi realizado em 2012, ofertando 140 vagas para os cargos de técnico em informações educacionais e pesquisador-tecnologista em informações e avaliações educacionais, de níveis médio e superior de escolaridade.

Na época, os candidatos foram avaliados por meio de provas objetivas e discursivas, de caráter eliminatório e classificatório, além de avaliação de títulos destinado aos cargos de nível superior.

Mais de 100 editais de concursos foram lançados em junho; veja como se preparar

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Para garantir a aprovação, é preciso começar os estudos o quanto antes. Especialista explica de que maneira os concurseiros podem se organizar para ter uma rotina proveitosa

Nos 16 dias de junho, mais de 100 editais de concursos públicos foram lançados. O mês é tradicionalmente um período de grande movimentação nos certames, com várias oportunidades sendo abertas para diferentes áreas de atuação e em 2023 não foi diferente. Com vagas abertas nas áreas policial, fiscal, bancária, financeira, legislativa, educação, militares, saúde — e tantas outras —, os candidatos têm uma vasta gama de opções e devem começar a se preparar o quanto antes para aproveitá-las.

O auditor fiscal e especialista em concursos públicos do Estratégia Concursos Victor Tanaka alerta para a importância de manter um planejamento, que deve ser dinâmico e estar sujeito a ajustes e melhorias constantes.

“A ideia do ciclo de estudos, com a alternância de matérias, é extremamente benéfica para a fixação do conteúdo. Estar atento também à criação de uma rotina diária, com o acompanhamento do conteúdo estudado e da quantidade de exercícios resolvidos por dia, além do desempenho neles, é importantíssimo e ajudará o concurseiro a ter mais foco durante a sua preparação”, aconselha Victor.

O especialista acrescenta que é importante manter o conhecimento fresco na cabeça. Para isso, é fundamental que o concurseiro tenha contato semanal com todas as disciplinas que estarão na prova. “Nas disciplinas que possui mais facilidade, pode alocar uma carga menor. Por outro lado, nas matérias que envolvam maior complexidade ou que possuam um peso maior na prova, certamente precisará de uma alocação mais relevante de carga horária”, ressalta.

Tanaka acrescenta que não há segredo ou fórmula mágica. Dedicar-se fortemente aos estudos e estar bem preparado para a realização da prova são os fatores que levarão o concurseiro até a aprovação no concurso. Entretanto, durante esse processo, é fundamental seguir algumas técnicas, como intercalar a maratona de estudos com pausas. “Por exemplo: estudar 50 minutos, seguidos de 10 minutos de descanso. Não existe uma regra única, mas cada pessoa precisa saber adaptar as pausas de maneira saudável à sua rotina de estudos”, explica.

O especialista conta, ainda, que existem três fases de estudos: “A primeira é a criação da base, consolidando a teoria e tendo os exercícios como forma de reforçar todo o conteúdo. Em um segundo momento, quando existir um equilíbrio maior entre teoria e prática, é considerável ter um tempo maior praticando exercícios e revisando a teoria já estudada, com o acréscimo de eventuais matérias novas ao ciclo. E, em um terceiro momento, quando o aluno já está bem avançado na rotina, o processo deve ser focado, basicamente, em revisão do conteúdo e resolução de muitos exercícios”, orienta.

Concurso da Agência Nacional de Mineração reforçará fiscalização do garimpo ilegal, defende senador

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Senador defende novo certame para aprimorar o trabalho da agência fiscalizadora. O parlamentar também  pediu reajuste salarial aos servidores

A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), Esther Dweck, anunciou, nesta sexta-feira (16/6), a abertura de mais de 4 mil novas vagas em concursos autorizados em diversos órgãos federais. Desse total, 24 vagas serão destinadas para o cargo de especialista em recursos minerais da Agência Nacional de Mineração (ANM).

A necessidade de um novo certame para a agência havia sido defendida no dia anterior ao anúncio pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO). Durante pronunciamento feito no Plenário do Senado na quinta-feira (15/6), o parlamentar falou que a falta de novos agentes e um salário justo enfraquece a fiscalização do garimpo ilegal, prática que tem provocado extenso desmatamento de áreas ambientais e colocado em risco diversos povos originários.

Para a Agência Senado, o senador ressaltou que “condenamos a garimpagem ilegal, mas se não existe na ANM a devida organização e pessoal técnico treinado para poder acompanhar todos os movimentos garimpeiros do Brasil, fica muito difícil fiscalizar”.

Ele também ressaltou que “a Agência Nacional de Mineração é a mais nova das agências reguladoras do Brasil”. “Porém, eles estão com pouca gente para cuidar de todo o Brasil, para fiscalizar as barragens existentes no país, justamente pelo papel preventivo que cabe à agência, ao fiscalizar as barragens”, acrescentou.

Confúcio também pediu reajuste salarial para os servidores e afirmou que os vencimentos atuais estão defasados, além de não serem iguais aos pagos por outras agências reguladoras. O senador afirma que o trabalho da agência pode ser comprometido caso o quadro de pessoal não seja reposto.

Outras vagas para a área ambiental

A quinta fase do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia Legal (PPCDAm), anunciada no início de junho pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, prevê a contratação de 1,6 mil analistas ambientais por meio de concurso público, para atuação no combate ao desmatamento até 2027.

Segundo o PPCDAm, o total de contratação será distribuído para os seguintes órgãos: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).

Nesta sexta-feira (16/6), o MGI também anunciou 100 vagas para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Ainda há outros certames anunciados desde o início do ano, para a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

*Com informações da Agência Senado

Lula reafirma necessidade de novo concurso para o Ibama

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A fala ocorreu durante entrevista na manhã desta quinta-feira (15/6)

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT),  anunciou que irá realizar um novo concurso público para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O anúncio foi feito durante uma coletiva de imprensa com rádios de Goiás, realizada na manhã desta quinta-feira (15/6) e transmitida pelo YouTube.

Durante o discurso, Lula alertou sobre a importância da preservação do meio ambiente e reiterou a necessidade da realização de um novo concurso para o Ibama.

“Estamos contratando um novo concurso para o Ibama, porque quando eu deixei a presidência, o Ibama tinha 1.700 funcionários, hoje o Ibama só tem 700 funcionários”, afirmou.

O presidente da República acrescentou que o quadro atual de funcionários não é suficiente para realizar o trabalho de fiscalização.

No início de abril, a ministra do Meio Ambiente e Mudanças do Clima, Marina Silva, assegurou que o governo federal realizará novos concursos para o Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Último concurso do Ibama

O edital do último concurso do Ibama foi publicado no fim de 2021. Na época, o concurso ofertou 568 vagas imediatas, sendo 432 para o cargo de técnico ambiental, 96 para analista ambiental e 40 para analista administrativo. As oportunidades foram distribuídas por todos os estados brasileiros e o Distrito Federal.

Os aprovados para a carreira de técnico receberam a remuneração inicial de R$ 4.063,34. Já os analistas ambientais e administrativos, carreiras que exigem nível superior completo, receberam iniciais de R$ 8.547,64. As vagas de ambas as carreiras foram destinadas somente para o DF.

IBGE define banca de próximo concurso, com mais de 8 mil vagas

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O extrato de dispensa de licitação foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (13/6)

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) definiu a banca organizadora do próximo certame, com vagas destinadas aos cargos de agente de pesquisa e mapeamento, supervisor de coleta e qualidade, agente de pesquisa por telefone e supervisor de pesquisa por telefone.

Segundo o extrato de dispensa de licitação, publicado no Diário Oficial da União (DOU), desta terça-feira (13/6), o Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Selecon) será o responsável por organizar o certame.

A previsão é que sejam ofertadas 8.141 oportunidades, distribuídas da seguinte maneira:

  • Agente censitário de mapeamento: 148 vagas;
  • Agente de pesquisa e mapeamento: 6.742 vagas;
  • Supervisor de coleta e qualidade: 806 vagas;
  • Agente de pesquisa por telefone: 276 vagas;
  • Supervisor de pesquisa: 49 vagas; e
  • Codificador: 120 vagas.

Leia mais: Plano de segurança para a Amazônia prevê a contratação de 1.600 analistas ambientais

MPSP propõe criar mais de 1,5 mil cargos para promotor e analista

Banco Central solicita 545 vagas para níveis superior e médio para novo concurso