Secretário da Fazenda do Paraná comenta sobre concurso para auditores e confirma edital em 2022

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Karolini Bandeira*- Em entrevista ao Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita do Estado do Paraná (Sindafep), o secretário da Fazenda do Paraná, Renê Garcia Júnior, voltou a confirmar a publicação do próximo edital de concurso público para auditores fiscais em 2022.  O atual déficit no quadro de pessoal da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz PR) preocupa o secretário:

“A Secretaria da Fazenda do Paraná, a exemplo de outras no Brasil, apresenta uma deficiência enorme de pessoal. As pessoas foram envelhecendo, saindo e não foram substituídas. Há uma perda de quadros profissionais, de gente qualificada e a memória vai se perdendo.”

“[Cerca de] 45% dos profissionais, seja Auditor ou analista fazendário, podem se aposentar, então nós teremos a necessidade de fazer um novo concurso. Ainda não sabemos o montante, se será para 100 pessoas, 60, 80, ou então fazer um concurso que entrem em partes”, falou Renê Garcia sobre o concurso previsto para 2022.

O secretário da Fazenda já havia confirmado o edital para o próximo ano em resposta a internautas nas redes sociais da Sefaz.

Para trabalhar como auditor fiscal e agente tributário, é necessário possuir ensino superior completo. Os salários da carreiras variam e podem ultrapassar R$ 11.000.

A Sefaz/PR tem planos de abrir um novo concurso público desde 2019. No ano, uma comissão organizadora foi formada para dar início aos estudos do certame. De acordo com a assessoria do órgão, a Secretaria projetava abrir a seleção em 2020. O planejamento foi adiado devido à pandemia de covid-19.

Último concurso

Em 2012, a Sefaz/PR realizou seu último concurso público. A ocasião teve oferta de 85 vagas para o cargo de auditor fiscal, sendo necessário possuir nível superior em qualquer área. A remuneração foi de R$ 11.046,64 e os aprovados exerceram jornadas de trabalho de 40 horas semanais. A seleção foi realizada por provas objetivas, provas de títulos, avaliação médica e curso de formação. As provas objetivas contaram com disciplinas de tecnologia da informação, direito, contabilidade e auditoria, língua portuguesa, matemática, estatística e lógica.
*Estagiária sob a supervisão de Mariana Niederauer

TJPR define banca organizadora de concurso para juízes substitutos

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Karolini Bandeira*- Depois de um longo estudo para contratação de banca organizadora, uma empresa finalmente foi escolhida para reger o próximo concurso público do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) para juízes subtitutos! De acordo com dispensa publicada no Diário Eletrônico do Tribunal de Justiça do Estado nesta segunda-feira (05/4), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) foi a definida!

São previstas 19 vagas para o cargo, que requer diploma de bacharel em direito e, no mínimo, três anos de atividade jurídica após a obtenção do grau. A remuneração inicial do cargo é de R$24.818,89. Para os candidatos com deficiência serão destinados 5% das vagas, enquanto os candidatos autodeclarados negros terão reserva de 20%.

Último certame em 2016

No último concurso do TJPR para o cargo em 2016, o Cebraspe foi a banca organizadora. Na ocasião, foram oferecidas cinco vagas imediatas. O cronograma foi constituído por oito etapas no total. Foram elas: prova objetiva seletiva, provas escritas, inscrição definitiva, sindicância da vida pregressa e investigação social, exame de sanidade física e mental, exame psicotécnico, prova oral e avaliação de títulos.

 

 

 

 

 

*Estagiária sob supervisão de Mariana Niederauer

PCMS forma comissão para organizar novo concurso com 250 vagas

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Karolini Bandeira*- Foi definida, nesta segunda-feira (05/4), a comissão organizadora responsável pelos trâmites iniciais do próximo concurso público da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul (PCMS), com 250 vagas previstas. O grupo, formado por cinco servidores, foi divulgado no Diário Oficial do Estado.

Integram a comissão  Roberto Gurgel de Oliveira Silva (presidente), Viviane dos Santos Lima, Paulo Victor dos Santos Oliveira, Paulo Sérgio de Souza Lauretto e José de Anchieta Souza Silva (membros). Além dos membros, o servidor Marcio Cristiano Paroba ficará responsável pela avaliação específica do cargo de perito papiloscopista, Keller Luiz de Oliveira será responsável pela seleção de agente de polícia científica e Antônio César Moreira de Oliveira acompanhará os trâmites da avaliação para perito criminal e de perito médico legista. Veja o documento! 

O certame foi autorizado em março. As oportunidades serão distribuídas entre as carreiras de perito papiloscopista (38 vagas), agente de polícia científica (100 vagas), perito criminal (67 vagas) e perito médico-legista (45 vagas). Conforme decretado pelo governador Reinaldo Azambuja Silva, o certame ficará sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização e da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública.

O último concurso público para a corporação foi aberto em 2017, com 210 vagas de nível superior para delegados, investigadores e escrivães. Os inscritos tiveram que passar com êxito em prova objetiva com 100 questões sobre português, direito penal, direito processual, direito constitucional, direito administrativo, direitos humanos, direito civil, legislação institucional, medicina legal e criminologia. Ao final do concurso, os selecionados tiveram que passar, ainda, por um curso de formação policial. Saiba mais sobre a seleção!

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Mariana Niederauer

 

Sede em Brasília! Conselho Federal de Contabilidade contrata banca de próximo concurso

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Karolini Bandeira*- Foi divulgada, nesta quinta-feira (1/1), a contratação da Empresa Paranaense de Licitações (EPL) como banca organizadora do próximo concurso público do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), com sede em Brasília-DF. A banca foi oficializada em extrato de instrumento contratual publicado no Diário Oficial da União. Confira!

 

Reprodução/DOU

 

Sem concurso há mais de 10 anos

O último concurso do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) foi aberto em 2010 e teve 1.794 candidatos inscritos. As vagas eram para os postos de assistente técnico (diagramador), assistente administrativo, auxiliar administrativo, contador, analista de sistemas e advogado. Segundo o edital, os vencimentos variam de R$ 1.540,91 a R$ 4.969,58. Os novos empregados serão regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho e deverão cumprir jornada de trabalho de 40 horas semanais.

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco

Escolhida banca organizadora de próximo concurso do TJRO para quadro de apoio

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Karolini Bandeira*- A Fundação Getúlio Vargas (FGV) foi definida, como banca organizadora responsável pelo próximo concurso público do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), com 175 vagas temporárias para área de apoio. A empresa foi oficializada por meio de publicação feita no Diário da Justiça nesta quarta-feira (31/3).

A expectativa é de que o edital seja publicado ainda no primeiro semestre, com oferta total de 175 vagas para temporários, sendo 150 para apoio técnico da Central de Processos Eletrônicos, cargo de nível técnico, e 25  para analistas judiciários, de nível superior.

O último concurso para o quadro de apoio do TJRO foi realizado em 2015 e organizado pela FGV. A seleção disponibilizou 153 oportunidades para analistas e técnicos. Os candidatos passaram por provas objetivas e escritas, realizadas em várias cidades do estado. O exame objetivo foi composto por 70 questões distribuídas entre língua portuguesa (20) e conhecimentos específicos (50). Confira os detalhes! 

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco

 

Vice-presidente do TJTO projeta abertura de concurso a partir de julho

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Karolini Bandeira*- Conforme anunciado na última segunda-feira (29/3), pelo vice-presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), desembargador Pedro Nelson Coutinho, o próximo concurso público do órgão deverá ter edital de abertura aprovado em abril e seleção de julho a setembro.

“Pretendemos aprovar o edital ainda no mês de abril, e a previsão é que seja realizado de julho a setembro, no máximo. Essa é uma prioridade para o Judiciário tocantinense”, informou o desembargador durante evento de abertura das Correições Ordinárias da Comarca de Palmas.

“No momento em que fui eleito para ser integrante da Comissão de Seleção e Treinamento, a minha preocupação imediata foi com a falta de servidores”, frisou o magistrado. De acordo com o desembargador, o concurso, que será regido pela Escola Superior da Magistratura Tocantinse (Esmat), deverá preencher apenas os cargos que já estão vagos devido à LC 173/2020, que impede o Judiciário de aumentar o número de servidores.

 

Concurso de 2018 suspenso

Em 2018, o TJTO abriu concurso com 30 vagas para os cargos de técnico judiciário, analista judiciário e oficial de justiça avaliador. A banca responsável pelo certame seria o Cebraspe.

O concurso, entretanto, foi suspenso após Ministério Público do Estado (MPE/TO) mover ação para anular o contrato entre o órgão e a banca, por haver indícios de irregularidades no procedimento licitatório, segundo a determinação. O certame, além das 30 vagas, teria formação de cadastro reserva. A remuneração para analista judiciário era de R$ 11.876,31, para o cargo de oficial seria R$ 13.703,43 e, para técnico, R$ 7.093,74.

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco

 

TCE/AM oficializa contrato com banca organizadora para concurso de nível superior

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Karolini Bandeira*- Agora é oficial. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) será responsável pelo próximo concurso público do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE/AM)! O contrato foi assinado durante solenidade realizada nesta quarta-feira (31/3). O evento contou com a presença do presidente do TCE/AM, Mario de Mello, e do presidente da FGV, Carlos Ivan Simonsen Leal.

 

“A Fundação Getúlio Vargas é, indiscutivelmente, uma instituição de respeito nacionalmente, com experiência na realização de certames. Não teremos gastos com a realização do concurso porque a banca será paga com os valores das taxas de inscrições. A pandemia atrasou o cronograma, mas a nossa intenção é realizar o concurso público ainda este ano”, declarou Mario de Mello.

 

A estimativa é de que sejam ofertadas vagas para auditor técnico de controle externo – auditoria governamental, auditor técnico de controle externo – auditoria de obras públicas, auditor técnico de controle externo – tecnologia da informação; e auditor técnico de controle externo – Ministério Público de Contas.

 

Requisitos

Para as vagas para auditor técnico de controle externo – auditoria governamental, é necessário ter nível superior em qualquer área de formação. No entanto, até 20% das vagas poderão ser destinadas para bacharéis em administração, arquivologia, biblioteconomia, ciências atuariais, ciências contábeis, ciências econômicas, ciências da saúde, direito, enfermagem, estatística, fisioterapia, geologia, jornalismo, medicina, odontologia, pedagogia e psicologia.

Para o cargo de auditor técnico de controle externo – auditoria de obras públicas, o candidato deve ter nível Superior em qualquer das áreas de conhecimento da engenharia e da arquitetura, podendo ser destinado um percentual de 20% para os bacharéis em arquitetura e engenharias ambiental, elétrica, eletrônica, de estradas, mecânica, naval, de pesca, de petróleo e gás e de transportes ou logística.

O cargo de auditor técnico de controle externo – tecnologia da informação terá como requisito básico ter formação superior em tecnologia da informação. Já para o cargo de auditor técnico de controle externo – Ministério Público de Contas, o requisito mínimo é que o candidato tenha nível superior em direito.

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco

TST decide que Cesan deverá anular todas as nomeações sem aprovação em concurso

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De acordo com o MPT, um plano de cargos realizado pela instituição em 2006 permitiu que funcionários mudassem de cargos sem aplicação de concurso

 

Karolini Bandeira*- A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que a Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan), de Vitória (ES), anule todos os provimentos de cargos sem aprovação em concurso público efetivados após abril de 1993 e realize o retorno de todos os beneficiados aos cargos e funções anteriormente ocupados. Conforme decidido, a Cesan terá até 120 dias para declarar a nulidade dos atos, sob pena de multa diária de R$ 20.000.

Na ação, o Ministério Público do Trabalho (MPT) pede que seja declarada a nulidade de toas as promoções, reclassificações, ascensões ou processos seletivos internos deferidos pela Cesan no Plano de Cargos e Salários de 2006. O MPT reforçou que o provimento de cargos estava em  desacordo com a Constituição Federal por permitir que servidores passassem de um cargo para outro sem antes aplicar concurso público para a função. “Muitos empregados foram promovidos de cargos, e não meramente de funções, inclusive de nível médio para superior, sem a realização prévia de concurso público”, afirmou o MPT.

A decisão foi unânime.

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco

Concurso para Polícia Penal MG deverá sair ‘o mais rápido possível,’ diz secretário

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Karolini Bandeira*- O edital de abertura do concurso público com mais de 2.400 vagas para a Polícia Penal de Minas Gerais deverá sair em breve! A informação foi confirmada pelo secretário de Segurança do Estado, Rogério Greco, em entrevista ao vivo ao Jornal Hoje em Dia, nesta segunda-feira (29/3). De acordo com o secretário, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp MG) está avançando rapidamente nos estudos do certame.

“A gente já está agilizando ao máximo para que esse concurso aconteça o mais rápido possível. É interesse nosso, é interesse da Administração que esse concurso aconteça logo”, informou Greco.

São projetadas 2.420 vagas para policiais penais no próximo concurso da corporação. Ainda em janeiro, a Sejusp confirmou nas redes sociais que “o edital está em fase de elaboração e, em breve, será divulgado”. O cargo exige nível médio.

No final de 2020,  o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, general Mario Araujo, assegurou a promoção de concurso para ampliar as forças de segurança em 2021.Do total de chances previstas, 80 vagas são para postulantes a agentes socioeducativos. Está prevista, também, provas para a contratação de 211 auxiliares educativos do regime voltado aos menores de idade.

Ainda de acordo com Araujo, a Secretaria de Estado de Governo (Segov) estuda a melhor forma de enviar, ao Parlamento, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que regula a carreira dos policiais penais.

 

Outros dois concursos da Sejusp MG este ano

Ainda durante a entrevista, Rogério Greco indicou a possibilidade de outros dois editais de concurso público para agentes do Sistema Socioeducativo serem publicados pela Sejusp MG em 2021: “A finalidade é que esse ano aconteçam, se Deus quiser, pelo menos três concursos. Dois concursos para agentes do (Sistema) Socioeducativo, agente e auxiliar, e um para a Polícia Penal. A Polícia Penal tem o maior número de cargos, são aproximadamente 2.400 cargos.”

 

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco 

PL que reserva vagas a mulheres em concursos avança na Câmara dos Deputados

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O PL estabelece o mínimo de 15% dos cargos públicos, ofertados em concursos públicos, para mulheres

 

Karolini Bandeira*- Apresentado na Câmara dos Deputados em junho de 2020, o Projeto de Lei (PL) 3510/2020, que afeta concursos públicos, teve trâmites avançados recentemente. De autoria do deputado Alexandre Frota (PSDB/SP), o PL estabelece o mínimo de 15% dos cargos públicos, ofertados em concursos públicos, para mulheres. No último dia 10, os textos foram recebidos pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP).

Em fevereiro, o projeto chegou a ser anexado ao PL 4020/2019, proposto pela deputada Rejane Dias (PT PI), que defende que 20% das vagas dos concursos públicos sejam reservados ao sexo feminino. Os projetos seguem em fase de análise.

Confira a íntegra a justificativa do PL  3510/2020:

“Na maioria das unidades da federação observa-se o fenômeno que as mulheres se tornaram chefes de família e, invariavelmente, o rendimento mensal dos domicílios chefiados por mulheres é inferior àquele dos domicílios cujos chefes são do sexo masculino. Pode-se afirmar, que no âmbito da oferta de trabalhadoras, tem havido significativas mudanças, cita-se, por exemplo, o aumento do nível educacional das mulheres, que atualmente é superior ao dos homens.

Nos últimos 15 anos, o número de famílias de casais com filhos, chefiadas por mulheres aumentou mais de 10 vezes no País e saltou de 301 mil, em 1993, para 3,6 milhões, em 2007. Os dados estes que fazem parte da pesquisa “Retrato das desigualdades de gênero e raça”, realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em parceria com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem).

Restam, no entanto, algumas providências que melhor premiem a dedicação das mulheres ao trabalho, a livrando da pecha de trabalhadoras de segunda categoria. Assim sendo, proponho através deste Projeto de Lei, que 15% (quinze por cento) das vagas oferecidas em Concurso Público, sejam providas por mulheres, objetivando desta forma promover justiça para as trabalhadoras que seguem sendo as principais responsáveis pelas atividades domésticas e pelo cuidado com os filhos e demais familiares, o que representa uma sobrecarga para aquelas que também realizam atividades econômicas, e que muitas vezes, por serem chefes de família, se sentem obrigadas a aceitar salários inferiores aos dos homens, apesar de muitas vezes estarem mais capacitadas, por puro preconceito.” 

Acompanhe a tramitação do projeto aqui!

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco