Toninho Barbosa/Divulgação
Aliados do deputado Luis Miranda (DEM-DF) consideram que o maior problema do parlamentar será a rejeição das contas de campanha pelo TRE, que agora está no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A estratégia vem sendo protelar ao máximo para chegar a junho de 2022. Agora, diante das denúncias, vai ficar difícil.
O DEM vive um drama interno. Se expulsar Miranda, perde a vaga na Câmara, uma vez que o suplente é Laerte Bessa, do PL (antigo PR). Porém, os caciques da legenda não estão confortáveis e já cobraram explicações.
A estratégia é dizer que nada está relacionado ao mandato parlamentar, portanto, não deve ser objeto de análise nem pelo partido nem pela Câmara, afinal, trata-se de um negócio que faliu e de sócios que se sentiram lesados. Falta combinar com os “russos”. No meio do plenário, não param as conversas do tipo, “olha aí a nova política!”
Chama o Mário!!!/ Luis Miranda (DEM-DF) chamou o gerenciador de crises, Mário Rosa, para ajudar na estratégia de recuperação da imagem. O trabalho será árduo. A cada declaração, Miranda parece perder apoios e terreno.
Porta arrombada/ Na semana passada — antes da divulgação da reportagem do Fantástico com as pessoas que se sentiram lesadas em sociedades com Miranda nos Estados Unidos —, o deputado deixou o consultor esperando por duas horas e não foi conversar com ele. Só ontem que Mário entrou no circuito.
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