Vira-virou

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Em São Paulo, o deputado e ex-secretário de Segurança Pública do estado, Guilherme Derrite (PP), lidera a nova rodada da pesquisa Quaest. Pontuou 16% e as ex-ministras vêm em seguida — Marina Silva (Rede), com 13%, e Simone Tebet (PSB), com 12%.

Crédito: Reprodução

“Marécio”

Em Minas Gerais, tem “santinhos de campanha” espalhados por alguns municípios pedindo votos para Marília Campos (PT) e Aécio Neves (PSDB). Na nova rodada da pesquisa Quaest no estado, a ex-prefeita de Contagem lidera com 13% e o deputado, com 10%, empatado com o senador Carlos Viana (PSD) e com o deputado Domingos Sávio (PL). Petistas comentam que Marília não conseguia puxar votos para a Áurea Carolina (PSol). A candidatura de Aécio mudou a lógica de campanha da ex-prefeita para garantir a vaga no Senado. O movimento de uni-los nos materiais partiu de prefeitos.

Nunca antes

Crédito: Caio Gomez
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Coluna Brasília-DF publicada na quinta-feira, 24 de setembro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito

Crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press

Em 1989, o Distrito Federal foi uma das unidades da Federação onde Lula derrotou Fernando Collor. Agora, aqui quem predomina é Flávio Bolsonaro, conforme mostra a pesquisa Correio/Opinião, divulgada hoje. Na estimulada, o filho “Zero Um” tem 40% e Lula, 33%. Ambos subiram em relação aos números de agosto, em que Flávio aparecia com 35,4% e Lula, com 29,3%.

A migração do eleitor/ Flávio começa a conquistar os votos dos adversários do seu campo. O fenômeno de agosto, Augusto Cury, caiu de 10,9% para 4,8%. E Ronaldo Caiado (PSD, foto) caiu de 8,3% para 7,1%. Veja a pesquisa completa aqui.

Enquanto isso, em Alagoas…

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Coluna Brasília-DF publicada na quinta-feira, 24 de setembro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito

Crédito: Maurenilson Freire

Lula estará hoje em Maceió para um ato como ex-ministro dos Transportes e candidato ao governo, senador Renan Filho (MDB). Ainda que o candidato João Henrique Caldas (PSDB)tenha avisado que manterá a neutralidade no primeiro turno, seus aliados ingressaram na campanha presidencial. O maior exemplo é o vice-governador Ronaldo Lessa (PDT), que pede votos para JHC e para o petista. Lessa publicou um vídeo nas redes apoiando o ex-prefeito de Maceió e Lula. E o que se diz por lá é que ele não deve ser o único.

Mercado quer Flávio

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Coluna Brasília-DF publicada na quinta-feira, 24 de setembro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito

Crédito: Carlos Moura/Agência Senado

Aliados de Flávio Bolsonaro afirmam que a recuperação dele nas pesquisas de intenção de voto o reaproximaram do mercado. O movimento ficou claro na terceira edição do Qive Conecta, que tratou de reforma tributária e como a política pode influenciar no cenário econômico no próximo ano. A sócia e head de análise política do BTG Pactual, Júnia Gama, analisou a disputa presidencial e afirmou que a vitória do senador significaria um cenário mais positivo para o mercado.

Palavra-chave: ajuste fiscal

“Tem uma questão de expectativa. O mercado espera que, sendo um governo de oposição, a possibilidade de um ajuste fiscal seria maior. Mesmo que Flávio nem anuncie nada logo após uma eventual vitória, já mexeria com expectativas e isso serviria para tirar pressão da curva de juros e câmbio. A gente entraria em um cenário um pouco mais benéfico do ponto de vista de mercado”, afirmou Junia.

O risco do segundo turno

Crédito: Caio Gomez
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Coluna Brasília-DF publicada na quinta-feira, 24 de setembro de 2026, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito

Crédito: Caio Gomez

A possibilidade de os estados como maior número de eleitores na Região Nordeste — Bahia, Ceará, Pernambuco, Alagoas e Piauí — decidirem o pleito para governador em 4 de outubro, acendeu o alerta no PT. Tudo por causa da perspectiva de crescimento da abstenção no segundo turno, na eleição presidencial, caso haja nova rodada de votação. Mas não é apenas a turma do presidente Lula que tem essa preocupação. O PL de Flávio Bolsonaro também considera necessário ficar de olho, especialmente em São Paulo, onde há risco alto de abstenção, caso a eleição do governo estadual seja decidida no primeiro turno.

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Mobiliza aí/ O PT, assim como o PL, começa a planejar a segunda rodada antes mesmo de terminar a primeira. Ninguém quer perder tempo. No caso do PT, os governadores aliados foram avisados que não é para se desmobilizarem, nem tirar férias em caso de vitória no primeiro turno. Isso deixaria a campanha de Lula enfraquecida.

Emoção até o fim

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Coluna Brasília-DF publicada na quarta-feira, 23 de agosto de 2026, por Denise Rothenburg com Eduardo Esposito

Muita gente achava que as vagas para o Senado no Distrito Federal estavam praticamente definidas. Porém, a pesquisa Correio/Opinião que o jornal traz hoje indica que a disputa para o Senado está aberta e ninguém pode cantar vitória.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL, foto) saiu de 11,8% das intenções de voto em agosto para 14,9% agora em setembro, liderando a pesquisa espontânea para a Casa. Em seguida, a candidata à reeleição Leila do Vôlei (PDT) subiu de 7,3% para 9,8%. As duas estão empatadas na margem de erro de 3,1%.

E tem mais. Logo atrás da senadora vêm as deputadas Bia Kicis (PL), de 5,4% para 9,6%, e Erika Kokay (PT), de 5,3% para 8%. Ou seja, as duas cadeiras para o Senado têm empate entre as quatro candidatas. Confira a pesquisa na íntegra na edição de hoje.

Virou bordão

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Coluna Brasília-DF publicada na quarta-feira, 23 de agosto de 2026, por Denise Rothenburg com Eduardo Esposito

Crédito: Kleber Sales

Uma das frases que marcou o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silvana abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas — “O Brasil não cabe no quintal de ninguém” — promete marcar a reta final da campanha. Desde ontem, vários candidatos de esquerda destacaram essa parte da fala em suas redes sociais. É a forma de tentar tornar o discurso da soberania mais compreensível a todos os segmentos do eleitorado.

Foi precipitado

Crédito: Ed Alves/CB/DA.Press
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Coluna Brasília-DF publicada na quarta-feira, 23 de agosto de 2026, por Denise Rothenburg com Eduardo Esposito

Crédito: Ed Alves/CB/DA.Press

Integrantes do Partido Novo começam a buscar explicações para o baixo desempenho do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, nas pesquisas. Muita gente lá diz que Zema “matou” a campanha ao Planalto quando atacou Flávio Bolsonaro, em maio, mês em que a relação entre o senador e Daniel Vorcaro foi exposta. A avaliação é de que como Zema e Flávio compartilham o mesmo eleitorado — ou seja, os bolsonaristas —, o presidenciável do Novo se queimou e não conseguiu decolar.

Master e o STF

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Coluna Brasília-DF publicada na terça-feira, 22 de setembro de 2026, por Rosana Hessel com Eduarda Esposito

Crédito: Caio Gomez
Crédito: Caio Gomez

Separe as estações I

Políticos de oposição defendem que os pedidos de investigação envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), são diferentes e, por isso, não podem ser julgados juntos. Essa premissa também é defendida por fontes no Supremo.

Separe as estações II

Em conversas reservadas, interlocutores da Suprema Corte avaliam que Mendonça não fez nenhum tipo de investigação contra Moraes sem autorização, uma vez que o conteúdo das mensagens entre o magistrado e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro já estavam nos autos do processo desde o início. Além disso, Mendonça não pediu nenhuma medida de ofício contra Moraes para a Polícia Federal.

Vazamento seletivo

O ministro André Mendonça, do STF, não tinha conhecimento das mensagens trocadas entre Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, e a lobista Roberta Luchsinger até o vazamento. Interlocutores da Suprema Corte afirmam que a relação entre o ex-chefe de gabinete do presidente Lula e a lobista não está em nenhum processo porque a Polícia Federal não encaminhou essa parte para o relator do caso das fraudes que desviaram R$ 6,2 bilhões das contas de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Eleição & STF

Dentro do STF há quem diga que os casos só devem voltar após o fim do processo eleitoral, que contaminou os julgamentos na Suprema Corte nesse período. Alguns apostam que, com a definição do presidente em outubro, seja ele quem for, os casos devem voltar a ter um caráter mais jurídico.

Master afeta mais Bolsonaros

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Coluna Brasília-DF publicada na terça-feira, 22 de setembro de 2026, por Rosana Hessel com Eduarda Esposito

Crédito: Kleber Sales

Outra pesquisa divulgada ontem, a Quaest/Globo, mostrou crescimento dos eleitores que avaliam que a família Bolsonaro foi a mais afetada pelo escândalo do Banco Master, liquidado em novembro de 2025 pelo Banco Central. O percentual passou de 15%, na semana passada, para 21%, nesta semana. Já o presidente Lula é citado por 11% dos eleitores, e, na semana anterior, esse percentual foi de 9%. Além disso, a Quaest indicou empate técnico entre Lula e Flávio, no segundo turno, com vantagem numérica para o candidato do PL. A rejeição de ambos ficou acima de 50%, com 56% para Flávio e 55% para Lula.