Categoria: Concursos Públicos
Polícia Penal DF: resultado preliminar é republicado; entenda
A medida ocorreu porque duas questões de língua portuguesa foram anuladas; saiba mais
O Instituto AOCP, banca organizadora do concurso público da Polícia Penal do Distrito Federal, recorrigiu e publicou novamente o resultado preliminar da prova objetiva do certame. A medida ocorreu porque duas questões de língua portuguesa foram anuladas. Confira aqui as alterações!
De acordo com a banca, a pontuação foi reajustada. “Considerando que a anulação de questões da objetiva implica no ajuste proporcional ao sistema de pontuação previsto no edital do concurso público, conforme previsto no artigo 59 da Lei 4.949/2012. O Instituto AOCP informa que o resultado preliminar da prova objetiva será recorrigido e publicado até o dia 01/08/2022”, disse em comunicado.
As provas objetivas da seleção do concurso foram aplicadas em 3 de julho, em Brasília e em outras Regiões Administrativas do Distrito Federal. Os exames foram no modelo errado ou certo, sendo atribuído o valor de 1 ponto para cada marcação em acordo com o gabarito oficial. A seleção, além da prova objetiva, também é composta pelas seguintes fases:
- Teste de aptidão física;
- Prova de aptidão psicológica;
- Sindicância de vida pregressa;
- Curso de formação profissional.
Por causa da anulação de duas questões, o valor de cada item de língua portuguesa passou de 1 para 1,086956522. A lista com as notas dos candidatos pode ser conferida neste link.
Concurso
O edital do concurso público para o provimento de cargos de Policial Penal do DF e formação de cadastro reserva foi publicado em março desse ano, com a oferta de 1779 vagas.
Desse total, 200 vagas são para ampla concorrência; 80 vagas para portadores de deficiência, 80 vagas para candidatos negros; 40 para hipossuficientes; e 779 para cadastro reserva. Os aprovados e nomeados vão cumprir jornada de trabalho de 40 horas semanais. A remuneração inicial de um policial penal do DF é R$ 5.445.
Leia também: Conheça alguns mitos sobre concursos públicos
Concurso TSE Unificado: confira os TRE’s que confirmam a participação no certame
STJ nega pedido de entidades de servidores para estender prazo de concurso; entenda
Certames bastante esperados pelos concurseiros estão com os editais em vista para serem publicados, como o Senado Federal, INSS, Receita Federal e Detran-DF. No entanto, dúvidas sobre o funcionamento de concursos públicos surgem e podem dar margem para a origem de mitos. Por isso, o Papo de Concurseiro conversou com Fernando Mesquita, diretor de mentoria e coaching do Gran Cursos Online, para esclarecer algumas questões acerca dos certames. Confira:
1. É possível ser aprovado chutando as questões?
Depende. Estatisticamente é possível, mas é bastante improvável que alguém passe chutando todas as respostas da prova. O chute é absolutamente normal, a gente não sabe tudo, e mesmo quem estudou bem tem dúvidas, mas chutar tudo é receita do desastre.
2. Basta refazer provas anteriores para conseguir êxito no concurso?
Mito. Todas as vezes que alguém disser que em concursos “basta fazer X”, saia correndo. Aprovação em concursos depende de muitos fatores, sendo um deles as provas anteriores. Mas você precisa estudar muito e bem (o conteúdo é enorme), precisa revisar (revendo detalhes que precisa gravar ou entender), precisa resolver questões (para entender como e o que a banca cobra) e precisa cuidar do seu sono, da sua atividade física, da sua alimentação.
3. É necessário gabaritar a prova para ser aprovado?
Mito. Se fosse necessário gabaritar a prova para passar, ninguém passaria. Primeiro porque as provas não foram feitas para serem gabaritadas. Segundo, porque a quantidade de conteúdo raramente permite pensar nisso. Para saber mais ou menos quanto precisaria tirar, é interessante ver a classificação em provas semelhantes realizadas anteriormente.
4. Há restrição de idade nos concursos públicos?
Depende. Para concursos militares há restrição, para os civis, em geral não. Essa restrição precisa ser estabelecida na lei da carreira.
5. É proibido ter concursos públicos em ano eleitoral?
Mito. Não há proibição de realização de concursos em ano eleitoral. O que não pode haver é homologação do procedimento e nomeação em determinados períodos, mas os concursos podem acontecer normalmente em todos os meses.
6. A crise econômica que o país enfrenta pode acabar com os concursos públicos?
Mito. O concurso público está previsto na constituição, e só quem pode acabar com ele é o Congresso, que dificilmente o faria. A crise, claro, dificulta a vida dos órgãos e dos entes federativos por questões orçamentárias, mas o concurso segue sendo a forma de seleção oficial do Estado.
7. Ter nome no SPC e Serasa impede a posse de um aprovado?
Depende. Em geral, ter dívidas nos cadastros restritivos não impede a nomeação e a posse dos aprovados, mas há exceções. Para instituições bancárias pode ser um problema, e para órgãos policiais, a depender da natureza da dívida, também. Nesse último caso, a questão é menos clara, e pode ser discutida judicialmente.
Leia também: Concurso TSE Unificado: confira os TRE’s que confirmam a participação no certame
STJ nega pedido de entidades de servidores para estender prazo de concurso; entenda
Concurso TSE Unificado: confira os TRE’s que confirmam a participação no certame
O concurso unificado está em fase inicial do planejamento e comissão será formada após a troca de gestão, em agosto
O concurso público unificado para toda a Justiça Eleitoral será realizado no exercício financeiro de 2023 e está em fase inicial do planejamento. O último certame realizado neste estilo pelo órgão ocorreu em 2006, com 801 vagas distribuídas entre os tribunais regionais.
O Papo de Concurseiro entrou em contato com os TRE’s a fim de verificar o interesse dos órgãos em participar do certame, até o momento somente oito confirmaram a participação, sendo eles:
- TRE-CE
- TRE-ES
- TRE-MT
- TRE-TO
- TRE-PI
- TRE- AM
- TRE- RO
- TRE-RS
A lista está sendo atualizada pelo Papo de Concurseiro*
TRE-DF não participará
O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) não participará do concurso unificado para toda a Justiça Eleitoral, como foi confirmado ao blog. Segundo o órgão, o TRE-DF dará continuidade ao provimento de vagas mediante a aproveitamento do cadastro de reserva de certame realizado pelo Poder Judiciário da União (PJU), pois considera uma opção mais econômica e “que melhor atende as necessidades deste Tribunal”.
“A Diretora-geral substituta, Lúcia Bittar, informou que, atualmente, todos os cargos vagos deste TRE-DF encontram-se com provimentos em andamento, aguardando apenas a indicação dos órgãos onde o aproveitamento foi solicitado”, ressaltou o Tribunal. Consoante o quadro de pessoal do órgão, referente ao mês de junho, o TRE-DF possui somente 5 cargos vagos.
Comissão do certame será formada em agosto
O TSE afirmou também que comissão será formada após a troca de gestão, em agosto. “Ainda de acordo com o setor [área técnica do TSE], após a troca de gestão no TSE será criada uma comissão para discutir questões referentes ao concurso”, afirma a assessoria.
Em cerimônia no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em junho, o ministro Alexandre de Moraes foi confirmado como o próximo presidente da Corte. Moraes tomará posse em 16 de agosto e substituíra Edson Fachin.
*Estagiária sob supervisão de…
STJ nega pedido de entidades de servidores para estender prazo de concurso; entenda
Sindicato e associação de servidores pediram que o prazo do concurso público do Ministério Público da Paraíba (MPPB) fosse prorrogado
Por Aline Gouveia – O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, por unanimidade, um pedido de recurso em mandado de segurança solicitado pela Associação dos Servidores do Ministério Público da Paraíba e pelo Sindicato dos Servidores do Ministério Público da Paraíba. Na ação, as entidades pediam que o prazo de concurso público fosse prorrogado, a fim de que os aprovados no certame fossem nomeados. No entanto, o STJ decidiu que não há legitimidade no recurso.
A nomeação dos aprovados no concurso público do MPPB foi prorrogada por 180 dias. A justificativa do sindicato e da associação para impetrar o mandado de segurança era de que há interesse direto dos servidores para as nomeações ao Ministério Público da Paraíba. “Logo não há qualquer dúvida acerca da legitimidade da Associação e do Sindicato dos Servidores do Ministério Público da Paraíba, ambas entidades representativas dos servidores, para postular em juízo buscando a salvaguarda e efetivação desses direitos, uma vez que os servidores possuem interesse direto nas nomeações, uma vez que o preenchimento das vagas em quadro efetivo altera o quantitativo de servidores, que atualmente se encontra incompatível com a demanda do órgão, fazendo com que desafogue todos os demais servidores”, diz o recurso.
Entretanto, o entendimento do STJ foi o de que as entidades não representam os aprovados no concurso público. “Os interesses protegidos não pertencem propriamente a nenhum servidor público do Ministério Público paraibano, mas são atribuíveis única e exclusivamente aos candidatos aprovados no certame os quais, por óbvio, ainda não integram o quadro funcional do órgão nem, portanto, são servidores sujeitos à proteção dos impetrantes”, afirmou Mauro Campbell, ministro do STJ e relator do ação.
“De toda maneira, o primordial a ser considerado é que a despeito do direito à nomeação pelos aprovados dentro das vagas, o candidato em si não é ainda servidor nem, portanto, pode ter algum direito protegido pela associação de servidores ou pelo sindicato de servidores, e assim não são os candidatos uma “categoria”, na acepção técnica do termo, daí que em vista disso ambos os impetrantes carecem de legitimidade”, concluiu o relator.
Leia também: Concursos: saiba como interpor recursos de forma eficiente
Receita Federal: especialistas dão dicas de como se preparar para as questões de português
Concurso TSE Unificado: órgão confirma que está em fase inicial do planejamento
Concurso PPGG-DF: ratificação da dispensa de licitação é republicada após erro
O novo documento acrescenta as vagas destinadas para analista em políticas públicas e gestão governamental
A Secretaria de Economia do Distrito Federal (SEC-DF) replicou a ratificação da dispensa de licitação que define a banca organizadora para o concurso público para as carreiras de Políticas Públicas e Gestão Governamental do Distrito Federal (PPGG-DF) publicada na última quinta-feira (28/7). O documento foi publicado no Diário Oficial distrital (DODF) desta sexta-feira (29/7) acrescenta as vagas destinadas para analista em políticas públicas e gestão governamental.
O novo concurso será organizado pelo Instituto Iades e ofertará 100 vagas para o cargo de gestor em políticas públicas e gestão governamental e de 150 vagas para o cargo de analista em políticas públicas e gestão governamental. A seleção foi autorizada em março de 2021 e a previsão era a oferta de 1.400 vagas, sendo 100 para gestor, 150 para analista e outras 1.150 para cadastro reserva.
Para gestor, o salário inicial para 40 horas de trabalho é de R$ 6.760 e para analista é de R$ 4.480. Ambos exigem nível superior de formação. A maior parte dos novos profissionais atuará nas administrações regionais, profissionalizando assim a gestão pública.
Atribuições da carreira
Recentemente, foi publicada uma portaria que define as especialidades e atribuições dos cargos da carreira políticas públicas e gestão governamental do Distrito Federal.
Veja alguma das principais características do cargo de gestor e analista:
Atribuições de gestores: Formular, planejar, coordenar, supervisionar e avaliar atividades relacionadas à gestão governamental de políticas públicas nos diversos órgãos da Administração Direta, relativamente autônomos, especializados, fundações públicas e autarquias, inclusive de regime especial; executar outras atividades de mesma natureza e nível de complexidade determinadas em legislação específica, observadas as peculiaridades da especialidade do cargo.
Requisitos: Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso superior, em nível de graduação, nas áreas indicadas na descrição sumária, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação; e, nos casos em que houver, registro no Conselho de Classe.
Atribuições de analistas:
Atribuições gerais do cargo: Desenvolver atividades relacionadas à gestão governamental de políticas públicas nos diversos órgãos da Administração Direta, relativamente autônomos, especializados, fundações públicas e autarquias, inclusive de regime especial; executar outras atividades da mesma natureza e nível de complexidade
determinadas em legislação específica, observadas as peculiaridades da especialidade do cargo.
Requisitos: Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação na área de Tecnologia da Informação e Comunicação fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
*Estagiária sob supervisão de…
Concurso MPMG: novo edital para promotor pode ser publicado em breve
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) criou, nesta quinta quinta-feira (28/7), uma página oficial para a divulgação de edital do concurso para promotores substitutos. Na página, há uma pasta que direciona a uma resolução do dia 17 de março de 2022, em que trata de disposições gerais para ingresso no MPMG.
O documento diz que o concurso será aberto levando em consideração a dotação orçamentária, devendo ser constituído por cinco etapas:
- primeira etapa: uma prova preambular, de caráter eliminatório e classificatório;
- segunda etapa: quatro provas escritas especializadas, de caráter eliminatório e
classificatório; - terceira etapa: de caráter subsidiário, com as seguintes fases: sindicância da vida pregressa e investigação social, exame de rigidez física e mental e exame psicotécnico;
- quarta etapa – quatro provas orais, de caráter eliminatório e classificatório;
- quinta etapa – avaliação de títulos, de caráter classificatório.
Cabe destacar que, para ingressar na carreira de promotor, é necessário ensino superior em direito e, no mínimo, três anos de atividade jurídica.
Último concurso
O último concurso do órgão foi em 2021. Na época, o certame ofertou 60 vagas imediatas no cargo de promotor, com ganho inicial de R$ 30.404,42.
Leia também: Contratação na Caixa não resolve deficit de 20 mil trabalhadores, diz Fenae
Contratação na Caixa não resolve deficit de 20 mil trabalhadores, diz Fenae
Presidente da Caixa diz que aprovados em concurso de 2014 serão contratados em breve
A Caixa Econômica Federal anunciou, na terça-feira (26/7), a contratação de 500 empregados aprovados no concurso público de 2014. A convocação tem início imediato e os contratados devem começar a trabalhar nos próximos dias. No entanto, a Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa (Fenae) aponta que essa medida não resolve o deficit de 20 mil empregados no banco.
“O deficit na Caixa vem crescendo ao longo dos anos, trazendo consequências não só ao quadro de pessoal como também comprometendo a qualidade da assistência à população”, diz o presidente da Fenae, Sergio Takemoto. “A Caixa Econômica Federal responde por 19,2% das agências bancárias do país e está presente inclusive em municípios onde instituições privadas não têm interesse em atuar. É, portanto, mais que urgente que o banco efetivamente promova as contratações”, acrescenta.
A Fenae e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), em fevereiro deste ano, protocolaram o chamado “recurso de revista” na Ação Civil Pública (ACP). Segundo a Fenae, a ACP do Ministério Público do Trabalho (MPT) possibilitou a contratação de aproximadamente 6 mil trabalhadores ao garantir a continuidade da vigência do certame de 2014. Para a federação, o chamamento é “resultado da mobilização das duas entidades, de sindicatos e das associações de pessoal da Caixa”.
O presidente da Fenae também observa que a mais recente pesquisa da federação evidenciou que aproximadamente 40% dos trabalhadores participantes do levantamento relataram algum problema de saúde relacionado à rotina profissional. “As condições precárias de trabalho na Caixa têm levado ao adoecimento dos empregados”, enfatiza Takemoto.
Um estudo feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos mostra que, em cinco anos, de 2015 a 2020, houve uma redução de 14.866 postos de trabalho na Caixa. “O estudo comprovou a situação crítica do quadro de pessoal da Caixa Econômica, que, além de ser o ‘banco da habitação’, é também responsável pelo pagamento de benefícios sociais a milhares de brasileiros, pela concessão de crédito à população mais necessitada e pelos investimentos em setores estratégicos do país, como infraestrutura, saúde e saneamento básico”, ressalta o presidente da Fenae.
Concurso para ampla concorrência
O último concurso da Caixa para ampla concorrência foi realizado em 2014, ofertando vagas exclusivamente para formação de cadastro de reserva. Ao todo, 1.176.614 pessoas se candidataram às vagas. O cargo era de técnico bancário novo, com remuneração de R$ 2.025.
Leia também: TRE-DF não participará do concurso unificado do TSE
SES-DF define banca organizadora do concurso para agente com mais de mil vagas
Concurso TSE Unificado: órgão confirma que está em fase inicial do planejamento
TRT-PB: provas do próximo concurso serão aplicadas em novembro
De acordo com o TRT-13, o edital deve sair em 25 dias. O certame ofertará 4 vagas imediatas
O presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, Leonardo Trajano, informou que as provas para o próximo concurso público do órgão, localizado na Paraíba, podem ser aplicadas em novembro deste ano. A informação foi divulgada por meio das redes sociais do TRT-13, na quarta-feira (27/7).
Presidente do TRT-13 traz detalhes sobre o concurso público do órgão em 2022. pic.twitter.com/XDPK2tJeFi
— Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região – PB (@TRT13PB) July 28, 2022
Ainda de acordo com o TRT-13, o edital deve sair em 25 dias. Ao todo, o certame vai ofertar quatro vagas imediatas, sendo uma vaga para analista judiciário, duas para técnico judiciário (área administrativa) e 1 para técnico judiciário (área de tecnologia da informação). Também haverá formação de cadastro de reserva, com previsão de vagas para 17 cargos:
- Analista Judiciário – Área Judiciária
- Analista Judiciário – Área Administrativa sem Especialidade
- Analista Judiciário – Oficial de Justiça Avaliador Federal
- Analista Judiciário – Arquitetura
- Analista Judiciário – Estatística
- Analista Judiciário – Tecnologia da Informação
- Analista Judiciário – Biblioteconomia
- Analista Judiciário – Engenharia Elétrica
- Analista Judiciário – Medicina
- Analista Judiciário – Odontologia
- Analista Judiciário – Médico Psiquiatra
- Analista Judiciário – Serviço Social
- Analista Judiciário – Contador
- Técnico Judiciário – Área Administrativa sem Especialidade
- Técnico Judiciário – Polícia Judicial
- Técnico Judiciário – Enfermagem
- Técnico Judiciário – Tecnologia da Informação
Último concurso do órgão
Em 2014, a última seleção realizada pelo TRT da Paraíba teve, no total, 8.735 inscrições registradas. O cargo com o maior concorrência foi o de técnico judiciário – especialista em tecnologia da informação, com 2.568 inscrições.
Leia também: TRTs: confira lista de editais que podem ser divulgados em breve
O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) confirmou para o Papo de Concurseiro que não participará do concurso unificado para toda a Justiça Eleitoral. Segundo o órgão, o TRE-DF dará continuidade ao provimento de vagas mediante a aproveitamento do cadastro de reserva de certame realizado pelo Poder Judiciário da União (PJU), pois considera uma opção mais econômica e “que melhor atende as necessidades deste Tribunal”.
“A Diretora-geral substituta, Lúcia Bittar, informou que, atualmente, todos os cargos vagos deste TRE-DF encontram-se com provimentos em andamento, aguardando apenas a indicação dos órgãos onde o aproveitamento foi solicitado”, ressaltou o Tribunal. Consoante o quadro de pessoal do órgão, referente ao mês de junho, o TRE-DF possui somente 5 cargos vagos.
TSE confirma que está em fase inicial do planejamento para o concurso unificado
O Tribunal Superior Eleitoral confirmou ao Papo de Concurseiro que o concurso unificado está em fase inicial do planejamento. Essa etapa visa definir o quantitativo de vagas e cargos que serão contemplados na seleção. O concurso público unificado para toda a Justiça Eleitoral será realizado no exercício financeiro de 2023. O blog entrou em contato com os TRE’s a fim de verificar o interesses dos órgãos em participar do certame.
A Portaria TSE nº 502, de 25 de maio de 2022 autoriza 225 vagas para provimento de cargos efetivos. O documento esclarece que os quantitativos de cargos efetivos autorizados são passíveis de serem providos exclusivamente no exercício financeiro de 2022. As oportunidades são distribuídas nas 26 estados e no Distrito Federal e para os cargos de analista e técnico.
Comissão do certame será formada em agosto
O TSE afirmou também que comissão será formada após a troca de gestão, em agosto. “Ainda de acordo com o setor [área técnica do TSE], após a troca de gestão no TSE será criada uma comissão para discutir questões referentes ao concurso”, afirma a assessoria.
Em cerimônia no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em junho, o ministro Alexandre de Moraes foi confirmado como o próximo presidente da Corte. Moraes tomará posse em 16 de agosto e substituíra Edson Fachin.
*Estagiária sob supervisão de Vinicius Nader
O Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades) será contratado como banca organizadora do concurso público para as carreiras de Políticas Públicas e Gestão Governamental do Distrito Federal (PPGG-DF). A informação consta na dispensa de licitação publicada no Diário Oficial do DF desta quinta-feira (28/7). Serão ofertadas 100 vagas para o cargo de gestor em políticas públicas e gestão governamental, com possibilidade de formação de cadastro reserva.
O concurso PPGG-DF foi autorizado em março de 2021 e a previsão era a oferta de 1.400 vagas, sendo 100 para gestor, 150 para analista e outras 1.150 para cadastro reserva. No entanto, não consta no Diário Oficial o provimento de vagas para o cargo de analista em políticas públicas.
Para gestor, o salário inicial para 40 horas de trabalho é de R$ 6.760. Para ingressar no cargo, é necessário ter diploma de graduação nas áreas de administração, gestão governamental, contabilidade, políticas públicas, economia, direito ou tecnologia da informação e comunicação. Confiras as atribuições dos gestores:
Formular, planejar, coordenar, supervisionar e avaliar atividades relacionadas à gestão governamental de políticas públicas nos diversos órgãos da Administração Direta, relativamente autônomos, especializados, fundações públicas e autarquias, inclusive de regime especial; executar outras atividades de mesma natureza e nível de complexidade determinadas em legislação específica, observadas as peculiaridades da especialidade do cargo.
Leia também: Receita Federal: especialistas dão dicas de como se preparar para as questões de português
SES-DF define banca organizadora do concurso para agente com mais de mil vagas
Concurso TSE Unificado: órgão confirma que está em fase inicial do planejamento













