O governo anunciou hoje à tarde mais uma parcela de descontingenciamento de recursos para os Ministérios. Além das despesas correntes, vem aí mais um dim-dim para pagamento das emendas dos parlamentares ao Orçamento da União. O que não for pago agora, avisam técnicos em Orçamento, provavelmente ficará para os chamados “Restos a Pagar”, aquela conta que o governo considera algo do tipo, “devo, não nego, pago quando puder”.
A ideia é aproveitar os valores descontingenciados para ajudar a lubrificar o motor da base para a aprovação da reforma da Previdência. Afinal, o governo já foi comunicado pelos partidos que a reforma ministerial por si só não será suficiente para fazer com que os parlamentares votem favoravelmente às mudanças.
Para conseguir aprovar, dizem alguns, o governo terá que trabalhar ainda com o discurso e na politica, ou seja, no chamamento aos deputados, um a um, para explicar a necessidade da reforma. A próxima semana será dedicada a esse trabalho.
Por Denise Rothenburg Pressionado por bolsonaristas e petistas a não lançar um candidato do PSD…
Eduarda Esposito — O senador e pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) despontou…
Coluna Brasília-DF, publicada na sexta-feira 20 de fevereiro de 2026, por Denise Rothenburg Presidente da…
Coluna Brasília-DF publicada na quinta-feira, 19 de fevereiro de 2025, por Denise Rothenburg Previstos para…
O périplo carnavalesco do presidente Lula tinha dois objetivos. O primeiro deles era testar a…
Por Eduarda Esposito — O Ranking dos Políticos realizou uma pesquisa entre os deputados e…