Publicado decreto que autoriza nome social de travestis no serviço público

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Agência Brasil – Foi publicado nesta sexta-feira (29/4) no Diário Oficial da União decreto que autoriza o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal. O decreto foi assinado nessa quinta-feira (28/4) pela presidente Dilma Rousseff e vai permitir que as pessoas tenham seu nome social em crachás e formulários, por exemplo.

 

Segundo o texto, o nome social configura a designação pela qual a pessoa se identifica e é socialmente reconhecida. Já a de gênero trata da dimensão da identidade no que diz respeito à forma como ela se relaciona com as representações de masculinidade e feminilidade e como isso se traduz em sua prática social, sem relação necessária com o sexo atribuído no nascimento.

 

“Os órgãos e as entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, em seus atos e procedimentos, deverão adotar o nome social da pessoa travesti ou transexual, de acordo com seu requerimento e com o disposto neste decreto”, diz o texto. “É vedado o uso de expressões pejorativas e discriminatórias para referir-se a pessoas travestis ou transexuais.”

 

Ainda de acordo com a publicação, registros dos sistemas de informação, cadastros, programas, serviços, fichas, formulários, prontuários e congêneres de órgãos e das entidades da administração pública federal deverão conter o campo “nome social” em destaque, acompanhado do nome civil, que será utilizado apenas para fins administrativos internos.

 

“Constará nos documentos oficiais o nome social da pessoa travesti ou transexual, se requerido expressamente pelo interessado, acompanhado do nome civil”, destacou o decreto. “A pessoa travesti ou transexual poderá requerer, a qualquer tempo, a inclusão de seu nome social em documentos oficiais e nos registros dos sistemas de informação.”

 

A Secretaria de Direitos Humanos informou que, a partir da publicação do decreto, o nome social já pode ser requerido, mas ainda haverá um prazo de seis meses para que os formulários sejam adequados, e de até um ano para que todos os sistemas informatizados implantem a mudança.

Direito constitucional será tema de aulão beneficente

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Concurseiros terão mais uma oportunidade de afinar nos estudos. Interessados em saber mais sobre direito constitucional poderão aproveitar este sábado (30/4) para participar de um aulão beneficente sobre o tema Organização do Estado –Competências.

 

A aula acontecerá de 8h15 às 11h50, na unidade do IMP Concursos localizada na Asa Sul e será ministrada pelo professor Zélio Maia. Ele é procurador do DF, advogado e autor de livros como “A reforma do Poder Judiciário” e “Curso de direito constitucional em exercícios”.

 

Para participar, o candidato deve acessar o site www.impconcursos.com.br e confirmar sua inscrição por meio da doação de um quilo de alimento não perecível em qualquer unidade do IMP. No dia da aula, será disponibilizado um material de estudos elaborado pelo professor.

Novo concurso para os Bombeiros do Rio Grande do Norte deve abrir 50 vagas

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Um novo concurso com 50 chances para o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte está prestes a ser lançado. As oportunidades serão para candidatos de nível médio, nos cargos de soldado (42) e oficial (8). Os salários devem variar entre de R$ 2.904 e R$ 7.986, respectivamente. A assessoria da Secretaria de Segurança Pública do estado informou que o edital deve ser publicado até junho deste ano.

 

Apesar de a autorização do processo seletivo ainda depender da atualização de trâmites orçamentários, a empresa organizadora da seleção já foi escolhida, será a Idecan. O concurso estava previsto para 2014, mas em razão da mudança de gestão do poder Executivo do estado, este e os demais concursos locais ficaram paralisados.

 

Ainda segundo a assessoria, o Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Norte está autorizando somente concursos para reposição de vacâncias.

 

A última seleção foi realizada há dez anos, em 2006, e disponibilizou 70 vagas para o cargo de soldado do quadro de praças. A organização da seleção foi de responsabilidade da Consultec. Dentre as fases, houve prova objetiva, exames de saúde, exames de avaliação de condicionamento físico e o curso de formação de soldados, com a duração de seis meses.

Carreira judiciária: concurso do TRT da 12ª Região está previsto para este ano

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Concurseiros devem ficar atentos para o surgimento de novas oportunidades para a carreira judiciária. O Tribunal Regional do Trabalho da 12ª região de Santa Catarina publicou portaria determinando a composição da comissão que vai organizar o novo concurso público do órgão previsto para este ano. A seleção será para o preenchimento do quadro permanente de pessoal da secretaria do tribunal.

 

O edital de abertura do processo seletivo era para sair em 2015. Mas, em setembro do ano passado, o TRT informou, por meio de nota, que não realizaria o concurso “em razão da restrição orçamentária imposta pelo Governo Federal”. A espera pela efetivação do concurso depende do orçamento disponibilizado de acordo com a da Lei Orçamentária Anual de 2016, que foi sancionada em 14 de janeiro.

Quem fraudar cotas em concursos de São Paulo pode ser denunciado por servidores

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Lorena Pacheco – A Prefeitura da cidade de São Paulo publicou nova portaria, no Diário Oficial municipal, que objetiva inibir fraudes de candidatos ao sistema de cotas raciais em seus concursos públicos. A partir de agora, servidores dos recursos humanos deverão avaliar se os novos servidores da Prefeitura, após serem nomeados, realmente são negros, de acordo com critério racial adotado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Em caso de suspeita de fraude, o servidor deve denunciar o possível infrator à Comissão de Monitoramento e Avaliação da Execução da Lei 15.939, que estabelece desde 2013 o ingresso de pessoas negras no serviço público municipal por meio da autodeclaração. É recomendado ainda que o servidor avise o candidato de que vai denunciá-lo.

 

Segundo a portaria, “para a constatação prevista no caput será instituído procedimento próprio que poderá incluir a convocação do candidato para comparecimento pessoal, bem como apresentação de documentos e outros meios de prova admitidos em direito, assegurando ao nomeado o contraditório e a ampla defesa”.

Sem funcionários, catracas em mais de 90% das estações do Metrô continuam liberadas

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Lorena Pacheco – A Companhia do Metropolitano de Brasília continua liberando as catracas para os passageiros devido à falta de funcionários públicos. Segundo a assessoria da empresa, com exceção das estações Central e Shopping, em todas as demais 22 paradas houve falta de servidor, em algum momento do dia, seja para cobrir os intervalos de almoço ou lanche, o que abrange cerca de 91% das estações hoje em funcionamento.

 

O Metrô afirma que teve que liberar o acesso aos usuários para evitar fechar as estações e assim minimizar os transtornos a quem precisa utilizar o sistema. As estações onde isso mais aconteceu no mês de abril foram 114 Sul e Ceilândia Sul.

 

Em audiência pública, realizada no último dia 7 de abril na Câmara dos Deputados, o presidente do Metrô, Marcelo Dourado, afirmou que pretende convocar 324 aprovados do último concurso público, assim que o governo conseguir sair do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) – a próxima avaliação sobre os limites da LRF acontecerá no final de maio. Segundo Dourado, as nomeações seriam realizadas num prazo de 15 dias após a liberação e outras 311 nomeações ainda serão negociadas com a Secretaria de Planejamento e Gestão. Até o momento foram nomeados somente 30 aprovados da última seleção.

 

O Metrô funciona atualmente com 991 servidores efetivos, mas o quantitativo não é suficiente para suprir a demanda de trabalho diário. A necessidade de pessoal para que as estações funcionem de forma adequada é de pelo menos 350 servidores, defende o órgão que representa a categoria. Segundo o sindicato, as viagens gratuitas têm causado um prejuízo estimado em R$ 500 mil por mês, mas, segundo a empresa, o dano é de cerca de R$ 170 mil mensais. O Metrô transporta em média 160 mil passageiros por dia.

STF suspende liminares que concediam convocações de cadastro reserva

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O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu as decisões liminares do Tribunal de Justiça do Ceará que obrigavam o governo estadual a convocar candidatos do cadastro reserva para delegado da Polícia Civil. Segundo o presidente do STF, as decisões podem gerar grave lesão ao estado e à economia pública, além de estimular medidas judiciais semelhantes por parte dos demais candidatos.

 

Segundo o TJCE, o Estado do Ceará teria restringido que 159 candidatos fossem convocados para o curso de formação. Em recurso ao Supremo, o estado alegou que o limite de candidatos se deu dentro da legalidade, uma vez que a legislação permite a divisão de turmas do concurso quando não puder ser realizada etapa única com todos os candidatos. Sem falar que não há condições financeiras e estruturais para arcar, ao mesmo tempo, com a formação de quase 500 candidatos (o valor total do concurso foi de R$ 13 mil).

 

A Procuradoria-Geral da República (PGR), por sua vez, também defendeu a suspensão das decisões, já que elas impõem limite à liberdade de nomeação da Administração Pública.

 

Além da suspensão das liminares, a corte entendeu ainda que o surgimento de novas vagas ou a abertura de um novo concurso para o mesmo cargo, mesmo durante o prazo de validade anterior, não gera automaticamente o direito à nomeação dos candidatos aprovados fora das vagas previstas no edital, ou seja, no cadastro reserva, com exceção de casos onde houver preterição arbitrária e imotivada da Administração.

Concursos autorizados, inscrições abertas e dicas: destaques da semana do site de concursos

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Concursos públicos continuam suspensos em 2017

A exemplo do que fez em 2016, o governo pretende manter suspensos os concursos públicos no ano que vem. O Planejamento suspendeu os concursos em setembro de 2015 e , desde então, vem autorizando apenas certames determinados por decisão judicial. De acordo com o ministro do Planejamento Valdir Simão, a admissão de novos servidores será permitida somente nos casos do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) — responsável pelas polícias Civil e Militar e o corpo de bombeiros do DF —; da Defensoria Pública da União (DPU); de substituição de terceirizados; de militares e de concursos em andamento. Para o ministro, a economia “deverá dar sinais de recuperação ainda no segundo semestre deste ano”.

Ministério do Planejamento autoriza concurso para a Anvisa

Os concurseiros têm uma nova oportunidade pela frente para aproveitar. Foi autorizado ,pelo Ministério do Planejamento, um novo concurso da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão tem seis meses, ou seja, até outubro, para abrir edital com 78 vagas para técnicos administrativos (nível médio). De acordo com a portaria 114, os novos servidores vão substituir terceirizados irregulares.

Inca recebe outra autorização para abrir edital

Além da autorização para a Anvisa abrir concurso em até seis meses, o Ministério do Planejamento também autorizou que o Instituto Nacional do Câncer (Inca) abra nova seleção pública. Serão oferecidos 27 cargos para compor o quadro de pessoal permanente do Ministério da Saúde. Os servidores deverão substituir os terceirizados irregulares do órgão. Do total de oportunidades, 15 serão para técnicos de nível médio, sete para analistas em ciências e tecnologia, quatro para tecnologistas e um para pesquisador

22 mil vagas de 175 concursos estão com as inscrições abertas

O país está com 22 concursos públicos com prazo de inscrições aberto. Ao todo, mais de 22,5 mil oportunidades são oferecidas. A Marinha é o grande destaque da semana, pois está com nada menos que sete seleções com inscrições iniciadas: estão abertas 32 vagas de nível superior, 200 vagas para admissão ao Colégio Naval, 36 vagas para sargentos-músicos, 64 chances para engenheiros, 25 para oficiais, quatro para capelães e 36 para Escola Naval.

Vai fazer o concurso da Anvisa? Especialistas te ajudam a ser aprovado

Com a autorização para lançamento do novo concurso de técnicos administrativos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é bom que os concurseiros já iniciem a preparação para as provas. O professor de direito administrativo e econômico do IMP Concursos João Coelho e o mestre em estatística e especialista em concursos Victor Maia dão dicas sobre o que priorizar nos estudos de cada disciplina.

Provas, TAF, banca: professor comenta edital da PCDF

Com o período de inscrições ainda aberto, o concurso da Polícia Civil está mexendo com a cabeça de muitos concurseiros da capital federal. Não é para menos, são 100 vagas para candidatos de nove especialidades, com salário inicial superior a R$ 16 mil. Mas faltando dois meses para aplicação das provas objetivas e discursivas, em 29 de junho, os candidatos precisam afinar os estudos. Com esse objetivo, conversamos com o professor de direito constitucional Wellington Antunes, do Gran Cursos, para saber como direcionar melhor a preparação para o concurso.

Funai abre concurso público com 220 oportunidades de nível superior

A Fundação Nacional do Índio (Funai) abriu concurso público para preenchimento de 220 vagas de nível superior. São 6 vagas para contador, 5 para engenheiro agrônomo, 4 para engenheiro agrimensor, 3 para engenheiro civil e 202 para indigenista especializado, este último prevê nível superior para qualquer área. Os salários são de R$ 5.345,02 para indigenista especializado e contador e de R$ 6.330,31 para engenheiro agrônomo, engenheiro agrimensor e engenheiro civil.

Número de servidores municipais cresce 37% em 10 anos

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Rodolfo Costa – O número de servidores municipais, em todo o país, aumentou 37,4% em uma década. Em 2005, as prefeituras empregavam 4,7 milhões de pessoas, número que saltou para 6,5 milhões no ano passado. Com isso, cresceu de 2,6% para 3,2% a proporção dos brasileiros que trabalha direta ou indiretamente para as administrações municipais. Os dados são da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Apesar do aumento, a gerente da Pesquisa de Informações Básicas Municipais do IBGE, Vânia Pacheco, não vê inchaço no funcionalismo municipal. “A população brasileira também cresceu muito. Em 2005, eram 184,2 milhões de pessoas. Se levarmos isso em consideração, é notório que as administrações precisam se aparelhar para servir bem aos cidadãos. O número de encargos e obrigações cresce diante do aumento da população”, ponderou.

Em 2015, com o país afundado em recessão e as receitas tributárias caindo, o quadro de servidores municipais se manteve inalterado nas 5.570 cidades brasileiras. De acordo com o IBGE, no ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu 3,8%, havia 6,5 milhões de funcionários nas prefeituras, o mesmo número registrado em 2014. O freio no crescimento do quadro funcional pode ser reflexo da queda na arrecadação, que, de janeiro a outubro últimos, recuou 4% nos 50 municípios mais populosos, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Qualidade

Para muitos analistas,  a estagnação é ruim sob a ótica da qualidade de vida dos brasileiros. De 2014 para 2015, a população estimada do país saltou de 202,8 milhões para 204,4 milhões, um incremento de 1,6 milhão de pessoas. Já a proporção de servidores municipais por habitante permaneceu praticamente a mesma, de 3,2%. Diante do cenário de aperto financeiro, isso gera um descompasso em termos de manutenção dos serviços públicos, cenário que deve se repetir neste ano.

“As condições em que os serviços serão prestados vão se deteriorar”, avaliou Geraldo Biasoto Jr., professor do Instituto de Economia da Unicamp e ex-coordenador de política fiscal da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda. Biasoto não prevê redução forte no quadro de funcionários públicos, mas é enfático quanto à qualidade dos serviços: não haverá pessoal suficiente para a realização dos trabalhos.

“O ajuste será dado mais pela perda de qualidade do serviço do que por uma queda na quantidade de servidores. A economia vai continuar desaquecida, levando mais empresas a demitir trabalhadores. Como os prefeitos vão conseguir reduzir o contingente de funcionários na saúde e na educação, por exemplo, com os planos de saúde e as escolas perdendo consumidores? Os municípios têm muitas responsabilidades com demandas sociais”, sustentou.

Na melhor das hipóteses, a próxima pesquisa deve trazer um número estável de servidores municipais em comparação com a pesquisa atual, prevê Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB). “O que podemos ver é um congelamento de vagas. O servidor que se aposentar não será substituído por outro, para que a administração pública consiga manter a folha de pagamento dentro do limite de responsabilidade fiscal”, avaliou.

Produtividade

O cenário traçado por Ramos, inclusive, já é realidade, quando se consideram também as administrações estaduais e a federal. A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, mostrou que havia 11,2 milhões de servidores públicos ocupados — incluindo celetistas e militares — nos 26 estados e no Distrito Federal no trimestre encerrado em janeiro deste ano. O número representou uma queda de 2,5% em relação aos três meses imediatamente anteriores, e um recuo de 1,9% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

Ramos, porém, aponta para uma outra questão importante. “O problema é que tem muito funcionário público no Brasil. Em um cenário como o atual, qual a qualidade do serviço que o servidor vai oferecer à população?”, enfatizou Ramos, que aponta a estabilidade no emprego público como uma entrave para a melhora da produtividade no funcionalismo.

“Quando há estabilidade no emprego, a produtividade cai muito. Trabalhando ou não, o servidor não pode ser mandado embora. E, mesmo em um cenário de queda na arrecadação, ainda há a inflexibilidade na negociação do salário”, pontuou Ramos. Para ele, as administrações públicas deveriam ter mais flexibilidade na gestão da mão de obra, o que permitiria aos governos ajustarem o quadro de pessoal, principalmente em momentos de queda de receita.

Em 2015, do total de servidores ocupados na administração direta — como secretarias e autarquias —, 62,7% eram estatutários. A proporção foi maior do que a observada em 2014, de 61,1%, mas menor que a de 10 anos atrás. Em 2005, os estatutários compreendiam 64% do total de funcionários públicos municipais.

Terceirização
A Munic 2015 também mostrou, pela primeira vez, um retrato da terceirização nos municípios. Das administrações, 85,6% terceirizavam áreas como segurança dos prédios da prefeitura, iluminação pública, limpeza urbana e coleta de resíduos sólidos domiciliar, hospitalar e industrial. A atividade mais frequente era a coleta de resíduo sólido hospitalar, realizada em 76,1% dos municípios. Na opinião de Biasoto, esse cenário é reflexo do erro que o Brasil cometeu com a fragmentação de municípios. “Tem muitas câmaras de vereadores que não deveriam existir. Temos uma ineficiência grande que custa caro por conta disso”, avaliou.

IBGE: redução no Orçamento suspende seleção e outras 80 mil vagas autorizadas

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Lorena Pacheco – Mais de 81 mil vagas que haviam sido autorizadas pelo Ministério do Planejamento para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estão suspensas. De acordo com o órgão, o motivo foi a inviabilidade de realização do Censo Agropecuário 2017, já que o orçamento, constante no Projeto de Lei Orçamentária, baixou de R$ 330.800.000 para R$ 266.856.444 na Lei Orçamentária (LOA) aprovada pelo Congresso Nacional em 14 de janeiro. Desde então, a direção vinha tentando obter, junto ao Planejamento, os recursos necessários às atividades de preparação da operação censitária e à aquisição de equipamentos, porém sem êxito, o que adiou o Censo. Uma nova data a realização da pesquisa está agora condicionada à liberação dos recursos necessários em tempo hábil à organização da operação.

 

A má notícia pegou de surpresa principalmente os concurseiros já inscritos no processo seletivo simplificado com 1.409 vagas e já em andamento pela Fundação Cesgranrio (as provas seriam aplicadas em maio). Quem havia se inscrito terá o reembolso das taxas de participação. Mais informações serão fornecidas pela banca examinadora.

 

Em nota, a direção do IBGE afirmou que “as demais atividades previstas para 2016 no plano de trabalho do IBGE estão, até o momento, preservadas”. Isso inclui o concurso com 600 vagas para técnicos e analistas (as provas foram aplicadas neste último fim de semana) e a seleção com 7.825 oportunidades temporárias autorizadas para atuar em pesquisas econômicas e sociodemográficas, que deve sair até junho – desse total, 7,5 mil serão para o cargo de agente de pesquisa e mapeamento, 300 para agente de pesquisa por telefone e 25 para supervisor de entrevista por telefone.