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Essa é Branca, moradora do Riacho Fundo, ela é amada e muito bem cuidada pelos seus tutores.
Ela é muito linda. A imagem é do fotógrafo Marcelo Ferreira, do @cbfotografia / Correio Braziliense
(Por Ana Filipe Silveira/Jornal de Notícias /Portugal) (Fotos: Reprodução Facebook)
Foi um presente de Natal, mas só agora divulgado. George Clooney apaixonou-se por um cão que vivia há nove meses no centro de resgate animal LuvFurMutts, nos Estados Unidos, e não pensou duas vezes: adotou-o e ofereceu-lhe um lar. A notícia foi compartilhada na página de Facebook da associação, que explica a história de vida de Nate e o feliz destino que a vida lhe ofereceu.

A sua má-formação fazia balançar uma perna, mas o pior aconteceu quando um dos potenciais adotantes chorou ao vê-lo, recusando-se a ficar com ele.Disse que ficaria deprimido para o resto da vida se tivesse de olhar para o Nate todos os dias.
Tal como um filme de Hollywood, tudo mudou quando George Clooney incumbiu uma das suas assistentes, Angel, de tratar da adoção do cão.
-Ele mostrou um vídeo do Nate aos pais, Nina e Nick Clooney, e todos se apaixonaram por ele. Na véspera de Natal, os pais da estrela do cinema norte-americano abriram a porta da sua casa ao filho e à mulher, a advogada Amal Clooney, e estes colocaram-lhes Nate nos braços.
“Eles poderiam ter qualquer cão no mundo, mas optaram por adotar um que é deficiente e que poderia ter ficado na LuvFurMutts para o resto da sua vida. Queremos agradecer ao George Clooney e à Amal por esta adoção e pela sua doação à LuvFurMutts, que deu para cobrir todas as despesas que tivemos com as cirurgias do Nate”, escreve ainda a organização de resgate no Facebook, para depois agradecer a Nick e Nina Clooney. “O melhor de tudo é que eles amam o Nate da forma que ele é, da forma que Deus o fez. É um final de conto de fadas para este príncipe”, concluem.
(por Laísa Amaral Queiroz, do Correio Braziliense)
Na madrugada de sexta-feira, a cadela Maia, que pertence à filha de Rodrigo Rollemberg, fugiu da Residência Oficial do Governador, em Águas Claras. Na tarde deste sábado (19/12), Gabriela Rollemberg publicou em sua página do Facebook um anúncio para que os internautas a ajudem a encontrar o bicho de estimação da família.
Maia tem um ano e sete meses e pertence à raça Akita. O animal vivia na casa de Gabriela, no Park Way, com outro cachorro, macho. “Como ela está no período do cio, decidimos deixá-la por lá alguns dias, para que não tivesse filhotes”, contou a advogada. Porém, Maia arrebentou a cerca do canil e foi embora.
“Achamos que ela pudesse estar no terreno, que é bem grande, mas não encontramos”, lamenta. Gabriela afirmou que os seguranças não a viram e que a parte do canil, que longe da residência, não tem câmeras de vigilância. A dona garante que Maia nunca havia fugido antes, mas que não gosta de ficar presa, já que em casa está sempre solta. “Ela é bem mansa e não usa coleira.”
Se alguém ver o bichinho, pode entrar em contato com pelos telefones: 8492-3676 ou 9646-6242.
(da Redação da ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais)
A recuperação milagrosa de uma cadela abusada que quase morreu depois de ser deixada passando fome pela sua tutora foi gravada em um vídeo tocante. As informações são do Daily Mail.
Angel, como foi batizada pelos funcionários, foi descoberta por voluntários da caridade de resgate de animais Rescue From the Hart em Nuys, California, no Estados Unidos, seguindo meses de fome deliberada. A cadela foi levada à um centro onde veterinários descobriram que seus órgãos haviam começado a falecer.
Agora, um vídeo de cinco minutos foi lançado pela caridade documentando a incrível recuperação de Angel. O vídeo no Youtube começa mostrando a cadela descansando em um cobertor rosa assim que foi resgatada. Um funcionário é visto cuidadosamente levantando Angel, cujas costelas aparecem por debaixo de sua pelagem cor de creme, e a colocando no chão. Suas pernas estão tão fracas que ela não consegue ficar em pé, escondendo seu nariz no meio de suas patas em vez disso.
O vídeo mostra os funcionários incapazes de a alimentar imediatamente visto que comida demais a teria matado. Voluntários estavam preocupados que Angel nunca melhoraria – até o surpreendente momento em que ela andou por conta própria. Ela logo é vista pulando pela clínica e sendo levada em passeios com outros funcionários que parecem extáticos com a sua recuperação. O vídeo termina com Angel correndo felizmente no jardim de sua nova casa.
Uma mulher da Califórnia, sua antiga tutora, foi presa e processada com 14 acusações de crueldade animal.
(da Revista do Correio) (fotos: Arquivo Pessoal)
Em humanos, a tireoide é uma velha conhecida de quem tenta emagrecer e não consegue. Nos pets, porém, a principal alteração pode ser no temperamento. Localizada no pescoço, a glândula é responsável por produzir e sintetizar hormônios que regulam o organismo, como a tiroxina (T4) e a tri-iodotironina (T3). O funcionamento deficiente dela caracteriza o hipotireoidismo — o nome serve ainda para designar anomalias em outras duas glândulas relacionadas, a hipófise e o hipotálamo.
Algumas raças apresentam predisposição genética para o mal, como golden retriever, dobermann, setter, schnauzer, daschund, cocker spaniel, labrador e beagle. Como não há uma prevenção clara, o melhor caminho é a observação atenta da saúde do animal, além da análise da árvore genealógica. O diagnóstico geralmente ocorre em bichos de meia-idade, de 4 a 10 anos.
O hipotireoidismo canino é dividido em três tipos. No primário, a glândula trabalha abaixo do ritmo ideal ou até mesmo cessa suas atividades. Enquanto alguns casos ocorrem por atrofia do tecido, de origem desconhecida, outras são causadas pelo sistema imunológico do animal. “A tireoidite linfocítica é uma doença de caráter autoimune, em que o próprio organismo do animal combate o hormônio que ela produz”, explica o médico veterinário Rafael Silva.
O tipo secundário consiste na destruição da hipófise por um tumor. Desse modo, a glândula para de produzir o TSH, hormônio estimulante da tireoide. Já o hipotireoidismo terciário é aquele comprometedor do hipotálamo, interrompendo a produção do TRH (hormônio liberador de tireotrofina).
“Existem algumas medicações que têm como efeito colateral reduzir a atividade da tireoide. Se o cão tem uma doença crônica como, por exemplo, epilepsia, o fenobarbital pode interferir”, alerta Rafael Silva. Nesse caso específico, uma saída seria combinar outros remédios para epilepsia, diminuindo a dose do fenobarbital e, consequentemente, os efeitos colaterais. Já a patologista clínica Denise Salgado chama a atenção para o uso de anestésicos, capazes de alterar a produção de tiroxina (T4).
Como a tireoide influencia na saúde de vários órgãos, não existe um sintoma específico que indique a doença. Porém, quando vários deles aparecem em conjunto, a suspeita é levantada. Os sintomas clínicos comportamentais são os primeiros a aparecer, formando um padrão depressivo. Segundo Rafael Silva, o cão passa a apresenta uma expressão facial triste, com pouco interesse por brincadeiras e interação social. “Ele fica apático e dorme muito”, aponta.

Um dos efeitos da doença, porém, pode não ser facilmente relacionado à letargia e ao comportamento passivo do pet: a agressividade. A hipófise produz o ACDH, responsável por estimular o cortisol, conhecido como o hormônio do estresse. No hipotireoidismo terciário, com o prejuízo dessa glândula, o cortisol entra em produção descontrolada e o cachorro torna-se mais propenso a reagir desproporcionalmente a irritações externas. Por isso, encaminhar o bicho para terapias comportamentais, como o adestramento, não surtirá efeito.
Além disso, o sistema reprodutor de machos e fêmeas fica prejudicado com a queda dos hormônios luteinizante (LH) e folículo-estimulante (FSH). Há diminuição da libido e risco de gravidez psicológica, abortos espontâneos, irregularidade no ciclo menstrual, atrofia nos testículos e até infertilidade.
A aparência do animal também é afetada pela doença. O sinal característico é o ganho inexplicável de peso aliado ao aumento do colesterol, pois além do metabolismo trabalhar em ritmo mais lento, o pet não tem vontade de se mover. A pele torna-se mais seca e grossa; os pelos ficam opacos e caem, principalmente no tórax, no abdômen, na cauda e no pescoço. Surgem inflamações semelhantes a espinhas, descamação, manchas e dificuldade de cicatrização. Outros sinais menos comuns são arritmia cardíaca, conjuntivite, paralisia facial e intolerância ao frio.
A demora no diagnóstico traz sofrimento ao melhor amigo. O primeiro passo é o médico veterinário solicitar uma análise do histórico familiar do animal, bem como um hemograma e um panorama dos hormônios. “Estudos revelam que cães com hipotiroidismo frequentemente apresentam concentração de T3 normal, dificultando o diagnóstico de hipotiroidismo com sua mensuração isolada”, aponta Denise Salgado. Ajudam a fechar o quadro radiografias, ultrassonografias e a biópsia das glândulas.
O tratamento geralmente é feito com reposição hormonal, por um composto sintético chamado levotiroxina. A medicação precisará ser ministrada pelo resto da vida do animal. Em pouco tempo, os sintomas são atenuados. É importante que cada caso seja avaliado individualmente, pois a dosagem varia de acordo com o peso e com a gravidade da deficiência hormonal. E, sim, os pets gordinhos precisarão de uma dieta com restrição calórica.
Gatos: suscetíveis a hipertireoidismo
O hipertireoidismo em cães é raro e causado pela formação de tumores tireoidianos por: ingestão excessiva de iodo, exposição à radiação ou mutações genéticas. Em gatos, porém, a atividade excessiva da glândula é comum e até mesmo os exames são diferentes. “Nós fazemos apalpação com a ponta dos dedos na glândula. Em caso de irregularidade, aumento de volume, é pedida uma tomografia da região cervical ou ultrassonografia cervical. Se for detectado algo, é feita uma punção aspirativa, com agulha, para definir se é câncer ou um cisto”, explica o veterinário Rafael Silva. Segundo a patologista clínica Denise Salgado, a dosagem hormonal também é feita de modo diferenciado. “Testes de supressão de T3 são importantes para o diagnóstico do hipertireoidismo felino”, afirma.
Agradecimentos:
Clínica Veterinária Dom Bosco
Centro Integrado de Diagnósticos Veterinário
Novembro azul, atenções voltadas para o câncer de próstata em cães
O homem não é o único ser que sofre com a doença de próstata. A chamada Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) também pode afetar os animais adultos não castrados. Um cão pode chegar à sua maturidade com 80% de chance em desenvolver a patologia, mas, diferente do homem, a probabilidade em desenvolver um tumor maligno é muito pequena. Apesar desse baixo risco, a HPB pode causar vários problemas para os cães, comprometendo a sua qualidade de vida e o seu bem-estar.
A próstata é uma glândula sexual acessória presente no homem, nos cães e em outros animais, localizada na pelve próxima à bexiga e que envolve parte da uretra. Isso significa que, de alguma forma, participa do processo reprodutivo e sofre influência dos hormônios sexuais produzidos nos testículos.
Quando os cães são castrados antes da puberdade, acabam por ter muito pouco tecido prostático, pois a ausência da produção de testosterona inibe o seu crescimento e, consequentemente, a formação de um tumor na glândula. A ausência da próstata não causa nenhum dano à saúde do cão, já que sua única função é o apoio nutricional aos espermatozóides.
Se a castração acontece na idade adulta, ou seja, quando o animal já tem a próstata em tamanho normal ou aumentada, o procedimento tende a diminuir em aproximadamente ¾ do tamanho normal da próstata em alguns meses.
O diagnóstico de Hiperplasia Prostática e/ou Prostatite pode ser realizado na avaliação clínica do animal utilizando o método de toque retal. Ao realizar esse exame, o médico veterinário é capaz de sentir a próstata e avaliar se está aumentada e/ou irregular. A confirmação se dá através do exame de ultrassom abdominal e de possível citologia, também guiada por ultrassom.
Os sintomas mais comuns de que algo não está bem com a próstata do animal são: desconforto no cão na região pélvica, dificuldade em urinar (urina em jatos finos demorando mais para esvaziar a bexiga) e muito esforço e dor ao defecar.
Quando a próstata aumenta de tamanho, ela empurra o reto para cima contra a pelve, diminuindo o espaço de passagem das fezes do intestino grosso para o reto. Nessa situação, o cão normalmente se estica para forçar a passagem das fezes, o que causa desconforto e dor se a próstata estiver inflamada. No caso de inflamação, é comum a presença de sangue na urina e infecções urinárias persistentes. Essa seria a causa mais comum de constipação e esforço fecal no cão macho não castrado.
Ainda, se a próstata estiver muito dolorida, o cão tende a caminhar de modo diferente e, muitas vezes, esses esforços constantes ao defecar podem causar o aparecimento de hérnia perineal (que seria um aumento de volume ao lado do ânus, causando muito mais dor e dificuldade em defecar e urinar).
O tratamento depende da origem do aumento de próstata, mas a castração do cão macho deve ser indicada para todos os cães em que este aumento foi notado, seguido ou não de tratamento com antibiótico, drenagem de cistos prostáticos e em alguns casos remoção cirúrgica da próstata.
Para finalizar, como a campanha Novembro Azul tem foco na prevenção, é importante alertar: mais de 90% das doenças prostáticas poderiam ser impedidas se os cães fossem castrados no primeiro ano de vida.
Marcelo Quinzani é médico veterinário e diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care.
A bióloga Sofia Bethlem está fazendo mestrado no Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB). Para realizar uma pesquisa sobre o comportamento canino no Brasil, ela está usando uma ferramenta que foi desenvolvida e validada nos EUA em 2003 e posteriormente usada no Japão em 2011 e no Irã em 2015. Ela traduziu este instrumento adaptou para a realidade do país.
Qualquer dono de cachorro pode participar, respondendo sobre como é o comportamento do seu cão pelo site:
www.surveymonkey.com/r/cbarq-brasil
Música sobre a amizade entre um homem e seu cão viraliza na internet
Sete dias e mais de 100 mil visualizações nas redes sociais. O trio curitibano Rap Acústico conquistou o público com a música “Brad”, canção que descreve a relação de amizade entre Luccas Soares, vocalista da banda, e o seu cão, um Golden Retriever brincalhão e companheiro, que acaba de completar 7 anos.
“O Brad apareceu em um momento muito difícil da minha vida. Eu morava no Rio de Janeiro e estava com princípio de depressão. A convivência com ele me trouxe novas perspectivas e uma felicidade indescritível. Hoje, ele é o meu grande companheiro. Tenho ele tatuado no braço e carregarei para sempre no coração. Foi neste contexto que me inspirei para gravar a música e o videoclipe”, conta Luccas Soares.
O videoclipe da canção, que foi publicado no Facebook da banda na última terça-feira (13), traz imagens reais da relação entre o cão e o seu dono, passando até mesmo pelo nascimento dos primeiros filhotes de Brad. O sucesso espontâneo da música e do vídeo surpreenderam a banda. “Esta grande repercussão se deve ao carinho que as pessoas sentem por seus animais. Elas se conectaram com a história, que foi contada com muito carinho. Nos últimos dias, após o lançamento da música, temos recebido centenas de história lindas de pessoas que têm um animal de estimação especial em suas vidas. Isso é muito gratificante”, comemora Luccas.
Sobre o Rap Acústico
O trio curitibano Rap Acústico, formado pelos músicos Luccas Soares (vocalista), J. Valiente (multi-instrumentista e vocalista) e DJ Fefo, ganhou destaque nacional trazendo releituras de canções populares, entre elas hits sertanejos, como a clássica “Evidências”, de Chitãozinho & Xororó. A música “Brad” é o 2º single original da banda e faz parte do single “Dois Lados do Mesmo Processo”.
da Revista do Correio
Seu mascote pode farrear com cerveja de frango e petisco de picanha, mas saiba que esses mimos não têm valor nutricional para substituir a ração
De vez em quando, você tem vontade premiar o seu pet com um tira-gosto saboroso. Esse tipo de guloseima existe, sim, nos petshops. São salgadinhos, sushis, beijinhos, churros, molhos e bebidas feitos especialmente para o paladar animal. Apesar de muito apreciadas, tais iguarias devem ser oferecidas com cautela. “Muitos cães seguem uma dieta balanceada. Esse tipo de alimento só deve ser dado como prêmio ou em datas comemorativas”, recomenda a veterinária Ana Catarina Vale.
O tutor do bicho deve observar a quantidade de gorduras, sódio e proteína desses produtos. “Importante analisar o teor de conservantes e de produtos químicos. O processo digestivo é muito importante para os bichos. O alimento, de preferência, deve ter relação com a dieta dele”, afirma Ana Catarina. “Cães obesos ou com tendência a obesidade e animais diabéticos ou com insuficiência renal não podem fugir da dieta e precisam da recomendação de um especialista antes de ingerir algum petisco diferente”, acrescenta a veterinária Fernanda Torrecillas.
Lembre-se: todos os ingredientes devem ser próprios para animais, e jamais substitua a alimentação diária do bicho. “Esses petiscos não têm a quantidade de ingredientes necessária para sustentar um pet durante um dia inteiro. Só devem servir como agrado”, explica Fernanda Torrecillas. Na opinião dela, somente bichos totalmente sadios devem comer petiscos fora da dieta.
Outro detalhe a observar é que os felinos são mais seletivos que os cães. “Eles têm hábitos peculiares, não aceitam qualquer petisco”, explica Ana Catarina. Saiba que um alimento caro e “chique” não é garantia de que será aceito pelos bichanos — eles podem desprezar a novidade.
Ao longo da vida, alguns bichos apresentam reações alérgicas a ração e petiscos, e isso pode gerar um desespero por parte dos donos. “Na maioria das vezes, a reação não tem ligação com o produto, e sim com o próprio organismo do animal, que começa a rejeitar. Substituir a fonte proteica pode ser a solução”, sugere a veterinária Fernanda Lunardi Del Claro. Antes de comprar qualquer produto alimentício para pets, observe se ele tem o selo de fiscalização do Ministério da Agricultura.
Minichurros Petitos (R$ 6)

Cerveja de frango Dog Beer. Feita à base de água, malte e extrato de frango, sem álcool (R$ 9,99)
Petisco de picanha Petitos (R$ 6)
Alimentos proibidos para bichos:
Chocolate
Cebola
Alho
Açúcar
Uva e frutas cítricas
















