Holandês Raymond Graumans inaugura quarto ponto de vendas

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Especializado em salumeria, segundo a técnica que aprendeu com o avô, o holandês Raymond Graumans, de 44 anos, pode se considerar um vencedor. Em menos de oito anos – completa em setembro –, já emplacou quatro pontos de venda de seus produtos até hoje preparados numa chácara do Núcleo Rural Nova Betânia, na BR-251. Até dois anos atrás, ele ainda morava lá com a brasiliense Wanessa Oliveira Provasi, responsável pela vinda do salsicheiro com quem se casou depois de conhecê-lo no último verão do século passado, numa praia em Fortaleza.
Se ainda não levou para casa, você pode encontrar cortes exclusivos, defumados e embutidos especialmente “preparados com paixão pela qualidade”, como diz o autor, no SIA, Trecho 10, numa loja em frente à Super Adega; na Feira do Guará (de quinta a domingo); na Pedra da Ceasa (somente aos sábados até 13h). Desde o mês passado, ele também está na 305 Norte, Bloco B, em uma bem montada loja no tom laranja, que é a cor nacional da Holanda desde que a família real pertence à Casa de Orange. Também há alguns suvenires, como canecas de chá, vaquinhas e tamancos de porcelana. Fernanda, sobrinha de Wanessa, trabalha na empresa.

Credito: Arquivo Pessoal. Produtos Graumans Alimentos Ltda. Casa do Holandes, na Superquadra 305 Norte.

Aceitação

“No início, foi muito difícil obter licença para abrir empresa em Brasília”, recorda o empresário, que não desistiu apesar do entrave burocrático. Foi adiante e depois até se surpreendeu com a receptividade que encontrou. “Quando eu chegava aos supermercados oferecendo meus produtos, logo as pessoas confiaram em mim. Talvez por ser um europeu, elas achavam que teriam de ser bons”, comemora Graumans, que fez de seu nome uma grife.
Linguiças variadas (com chimichurri, muçarela, tempero árabe, além do holandês), salsichões e frios defumados povoaram o primeiro portfólio da marca. Depois veio o joelho de porco, ícone da culinária alemã, tão bem aceito que se tornou logo carro-chefe. A última investida do holandês no reino animal se deu na raça Angus de carne bovina, como o shoulder steak que, segundo ele, “derrete na boca”.

Pimenta que chega

Outra novidade é uma linguiça extremamente picante. “Tenho uma cliente fiel há oito anos que sempre pede mais ardor nos produtos até que descobrimos juntos na feira da Ceasa `bunda de velho´, a pimenta mais forte que conheci”, conta Raymond. Ele acabou de incorporá-la à linguiça, chamada Spicy Bee, em homenagem à cliente. O quilo custa R$ 23,80.
Nas festas de Natal e ano-novo, os cortes mais pedidos foram o lombo recheado (também sai por R$ 23,80, o quilo) e o pernil temperado em quatro sabores diferentes, cujos preços variam de R$ 23 a R$ 24,50, o quilo. Nos próximos dias, Raymond e Wanessa viajam à Holanda, de onde esperam trazer novos sabores. Veja o site www.casadoholandes.com.br.

Liana Sabo

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