Brasília fez bonito no Festival Nacional do Queijo, realizado no último fim de semana em Blumenau (SC), onde a nona edição do Prêmio Queijo Brasil, maior concurso de queijos e produtos lácteos artesanais do país, destacou a Cabríssima Queijaria Artesanal, dos produtores Aurelino de Almeida e Giovana Navarro. A empresa conquistou medalha de ouro para o produto Flor de Figo e saiu da cidade catarinense com mais 11 medalhas e dois troféus.
“O prêmio nos traz a consciência clara de que alcançamos nosso maior propósito: produzir alimentos de altíssima qualidade, respeitados e reconhecidos pelo mercado. É um orgulho profundo que valida cada gota de suor derramada no campo”, declarou Giovana, proprietária da Cabríssima, que já fez jus a mais de 40 medalhas em concursos similares.
A edição de 2026 registou um recorde histórico com 2.700 amostras inscritas por 583 produtores de 347 municípios de 19 estados e do Distrito Federal, avaliadas por especialistas em provas sensoriais às cegas. “Mais do que premiar excelentes produtos, o Prêmio Queijo Brasil conecta produtores, valoriza territórios e preserva tradições que fazem parte da identidade gastronômica do país”, enfatiza Bruno Cabral, diretor do prêmio, criado em 2014.
A competição é decidida segundo critérios técnicos, como aparência, aroma, textura, sabor, equilíbrio e fidelidade ao estilo de cada categoria e resulta na premiação, que este ano abrangeu três graus: ouro, prata e bronze. As quejistas Rosana Tarsitano e Maria Leila Neri Leite, daqui do DF, foram juradas no evento. Queijista é uma formação profissional
comparável a do sommelier em relação ao vinho.
Aberto ao público
Localizado no Núcleo Rural Lago Oeste, Chácara 8A, DF 01 em Sobradinho II, a Cabríssima Queijaria Artesanal está aberta de segunda a sábado, no horário das 9h às 17h. Lá, você poderá comprar vários tipos de queijos, entre maturados, frescos e meia cura. Há queijos puros como ricota e boursin e temperados com ervas finas, pimenta rosa, zatar e até chimichurri.
O Flor de Figo, que ganhou medalha de prata, é uma criação de Aurelino de Almeida, e vem embalado numa folha de figueira, que quando aberta dá ideia de flor, daí o nome do produto sazonal, de sabor frutado que sai por R$ 34 a unidade de 70g.
Visitas também estão previstas nos fins de semana, mas precisam ser agendadas, avisa Giovana, que serve degustação de queijos com salada, pães e bolos. Os visitantes também percorrem o aprisco, onde vivem 170 animais, e podem até acariciar alguns mais novos, que “são dóceis, alegres e adoram contato com o humano”, completa Giovana.
Além da medalha do Flor de Figo, a Caríssima saiu de Blumenau com o total de 12 medalhas e dois troféus. Confira a premiação da marca brasiliense:
Medalhas de ouro
Medalhas de prata
Medalhas de bronze
Troféus
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