Carioca é língua de índio

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O termo vem de duas palavras de origem tupi: kara’iwa (homem branco) e oka (casa), que, juntas, significam “casa do homem branco”. Os índios passaram a usar a expressão logo após a fundação do Rio de Janeiro, para se referir à cidade. Como apelido para os moradores, o termo só começou a ser usado a partir do século 18.  

Abolir: conjugação

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Verbo defectivo, abolir só se conjuga nas formas em que o l é seguido de e ou i. Por isso não tem a primeira pessoa do singular do presente do indicativo, o presente do subjuntivo e o imperativo negativo: aboles, abole, abolimos, abolem; aboli, aboliu, abolimos, aboliram; abolia, abolias, abolíamos, aboliam; abolisse; abolirei; aboliria. E por aí vai.

Baixar ou abaixar — eis a questão

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 A duplinha é sinônima. Mas tem empregos especializados. Quer ver? Baixar tem vez exclusiva: quando o verbo for intransitivo (a temperatura baixou, o nível da água baixa na seca, o preço da carne baixará); no sentido de expedir (o presidente baixa decreto, o secretário baixou portarias, o ministro baixa instruções). Na expressão “baixar programas na internet”. No mais, com objeto direto, um ou outro verbo […]

A só? A sós?

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Cruzamentos ocorrem com mais frequência do que afirma nossa vã filosofia. É o caso de só e a sós: Só é adjetivo. Quer dizer sozinho. Flexiona-se em número de acordo com o sujeito: Eu estou só porque vivo só. Trabalho só (sozinha) no escritório. Nascer e morrer são atos solitários. Nascemos sós. Morremos sós. A sós, locução, é invariável. Só aparece no plural: Maria prefere […]