Corpo de Bombeiros do RJ vai regulamentar idade para ingresso

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Karolini Bandeira*- O Corpo Militar de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) pretende fixar idade mínima e máxima para ingresso nas carreiras da corporação por meio de concurso público. Segundo minuta do Projeto de Lei Estadual proposto, poderão se tornar requisitos para participação nas seleções do órgão:

  • Caso candidato ao curso de formação de oficiais combatentes, ter no mínimo 16 e no máximo 30 anos de idade
  • Caso candidato aos demais quadros de oficiais de nível superior, ter no mínimo 18 e no máximo 35 anos de idade
  • Caso candidato às vagas de praça, ter no mínimo 18 e no máximo 35 anos de idade

Os inscritos deverão ter a idade requisitada até 31 de dezembro do ano da matrícula no curso de formação.

Além disso, a proposta fixa altura mínima de 1,60 para candidatos do sexo masculino e de 1,55 para candidatas do sexo feminino. O requisito não será aplicado em seleções para o cargo de oficial combatente — que, neste caso, exigirá altura mínima de 1,52 para mulheres e de 1,57 para homens.

“Não existe lei que regulamente o ingresso na instituição, de forma que os certames realizados no âmbito do Casarão Vermelho têm por base apenas os editais”, argumenta a corporação no Projeto de Lei.

A proposta ainda deverá ser encaminhado para avaliação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para ser validada.

Próxima seleção poderá contar com 3.000 vagas

O próximo concurso público do CBMERJ já recebeu aval da Procuradoria Geral do Estado (PGERJ) e tem a previsão de 3.000 vagas temporárias para os cargos de soldado e oficial. Atualmente, a corporação tem processo seletivo em andamento com 25 vagas para oficiais, de nível médio. Saiba mais! 

 

 

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Mariana Niederauer

Com 25 vagas previstas, concurso CBMRJ tem comissão formada

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Segundo cronograma, as inscrições serão abertas entre 18 a 30 de novembro

 

A comissão organizadora do concurso para o quadro de oficiais do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro (CBMRJ) foi formada! Os nomes dos membros que vão compor a equipe foram divulgados no Diário Oficial do Rio, nesta quinta-feira (22). São eles:

  • Paulus Josephus de Almeida Barbosa e Daco – presidente
  • Rammon Dias Pereira – membro
  • Claudio Pacheco Velloso – membro
  • Walter Luiz Almeida de Castro – membro
  • João Paulo Menezes dos Santos – membro
  • Hugo Leonardo Angra Soares – membro

 

O certame deve oferecer 25 vagas efetivas para o curso de formação de oficiais da Academia de Bombeiro Militar D. Pedro II, do CBMRJ. De acordo com cronograma publicado no site da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), as inscrições deverão ser abertas entre 18 a 30 de novembro e, a prova, aplicada em 10 de janeiro de 2021. O site disponibiliza também, o edital de isenção da taxa, que pode ser solicitada até esta quinta-feira (22/9).

 

 

Para participar da seleção, é preciso ter ensino médio completo, ser brasileiro, estar em dia com as obrigações militares, possuir 18 anos ou apresentar documento comprovando o consentimento do responsável e, no caso de inscritos militares, ter comportamento classificado como “bom”.

 

O concurso contará com uma prova objetiva com 50 questões de múltipla escolha e uma redação. O exame contém questões sobre linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas. As outras etapas serão compostas por exames físicos, exames de saúde e pesquisa documental e social.

 

Ainda de acordo com publicação no site da UERJ, a seleção está em fase final de avaliação e o edital de abertura será publicado assim que possível. Informações como remuneração e carga horária ainda não foram divulgadas.

Novo concurso público é autorizado para o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro

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Despacho do governador em exercício foi publicado hoje. Serão abertas vagas para curso de formação de 2021

 

O governador em exercício do estado do Rio de Janeiro publicou, no Diário Oficial estadual desta sexta-feira (9/10), despacho autorizando um novo concurso público para o Corpo de Bombeiros Militar (CBME/RJ)! Serão abertas 25 vagas para o cargo de cadete bombeiro militar para o 1º ano do curso de formação de oficiais (CFO 2021).

Temporários

No final de setembro, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) anunciou que vai abrir um novo concurso público para a contratação de 3 mil agentes militares temporários. Isso porque o governador em exercício Cláudio Castro sancionou, a Lei Nº 9027 que regulamenta Serviço Militar Temporário da corporação.

A nova modalidade consiste na seleção voluntária de homens e mulheres com idades entre 18 e 25 anos, para praças temporários, e 35 anos para oficiais temporários. Os jovens poderão servir à instituição por até oito anos, renovados anualmente. Também pela Lei, o número de temporários não poderá ultrapassar 15% do efetivo da corporação. Saiba mais aqui. 

Alerj aprova criação do Serviço Militar Temporário Voluntário para bombeiros

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A medida, ainda assim, obriga a realização de concurso público para o quadro de oficiais em até três anos e prevê que os concursados excedentes possam ser convocados

 

Por 32 votos favoráveis, 22 contrários e duas abstenções, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, em discussão única, nesta terça-feira (1/9), o projeto de lei 2.884/20, de autoria do Poder Executivo, que institui o Serviço Militar Temporário Voluntário (SMTV) no Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ). A medida seguirá para o governador em exercício, Cláudio Castro, que tem até 15 dias úteis para sancioná-la ou vetá-la.

O texto prevê a implementação do SMTV para completar os quadros de oficiais e as diversas qualificações de praças dos bombeiros. Serão destinadas 400 vagas temporárias aos aprovados em concursos da instituição que ainda não foram convocados. Além dessas vagas exclusivas, o número de funcionários temporários não poderá ultrapassar 15% do efetivo da corporação. A medida ainda prevê que 30% de todas as vagas sejam destinadas às mulheres. Os voluntários não poderão ser cedidos para outros órgãos externos e nem possuir outra atividade remunerada. O tempo de voluntariado será de 12 meses, podendo ser prorrogado por até oito anos.

O secretário de Estado de Defesa Civil, coronel Roberto Robadey, explicou, durante reunião dos líderes partidários, que a corporação vem tendo perda de servidores nos últimos anos. “Perdemos aproximadamente três mil militares nos últimos anos e os serviços estão só aumentando. Precisamos abrir quartéis em bairros da capital, especialmente na Zona Oeste, e em outras cidades do Interior fluminense. A demanda aumentou e nosso efetivo diminuiu. Não vamos conseguir atender a demanda com o modelo antigo que determina que os bombeiros fiquem 35 anos na corporação. O bombeiro é temporário em qualquer lugar do mundo, principalmente pela sua função de risco e que exige muito esforço físico. Esperamos chegar a 2.500 jovens contratados nos próximos meses com esse projeto aprovado. Isto será ótimo, inclusive, até para o primeiro emprego dessas pessoas”, afirmou.

 

Concursos públicos em 3 anos 

A medida, ainda assim, obriga a realização de concurso público para o quadro de oficiais em até três anos e prevê que os concursados excedentes possam ser convocados para o serviço após o término do Regime de Recuperação Fiscal (RRF). A norma também autoriza o Governo do Estado a conceder preferência do serviço temporário aos candidatos incluídos em cadastro de reserva dos seguintes concursos públicos: soldado bombeiro militar motorista de 2012; soldado bombeiro militar combatente de 2014 e soldado bombeiro militar técnico de enfermagem de 2014. Para garantir as condições de estabilização de ingresso de efetivo da carreira de praça, será criada a Escola de Sargentos Especialistas do CBMERJ, segundo o critério de oportunidade e conveniência da corporação.

 

Como vai funcionar 

Para se voluntariar, homens e mulheres maiores de 18 anos deverão participar de um processo seletivo regulamentado pelo Comando-Geral do Corpo de Bombeiros Militar de acordo com as necessidades da instituição. O processo deverá exigir as mesmas qualidades técnicas e físicas estabelecidas para ingresso no quadro permanente da corporação. Para participar da seleção, o candidato deverá entregar certidões negativas criminais expedidas por órgãos competentes das esferas federais e municipais. Caso exista alguma condenação, inclusive por crimes de violência doméstica, com trânsito em julgado, o candidato será impedido de ser incorporado à corporação. A idade máxima para ocupar o posto de praça temporária é de 25 anos e a de oficial temporário, 35 anos. A admissão do bombeiro militar temporário poderá ser feita em posto ou graduação diverso do inicial.

Os oficiais temporários terão, no segundo ano de serviço, remuneração similar, mas não superior, a um bombeiro militar de carreira de mesma classe ou nível e escala hierárquica. Já as praças temporárias terão direito a remuneração inicial conforme previsto na lei de remuneração dos militares do Estado. Na hipótese de prorrogação do serviço, as praças temporárias passarão a ter direito a remuneração escalonada, não superior a de um bombeiro militar de carreira de mesma classe ou nível e escala hierárquica. As prorrogações do trabalho voluntário serão definidas por exames físicos e de saúde, além de uma avaliação de desempenho.

O militar temporário, licenciado ex-offício por término de prorrogação de tempo de serviço, fará jus à compensação pecuniária equivalente a uma remuneração mensal por ano de efetivo serviço militar prestado, tomando-se como base de cálculo o valor da remuneração correspondente ao posto ou graduação, na data de pagamento da referida compensação.

Os oficiais temporários voluntários e as praças temporárias voluntárias, sempre que possível, serão lotados nos próprios municípios de residência. Nos casos de prorrogação, a critério da conveniência e oportunidade da instituição, os incorporados poderão servir em qualquer unidade, indistintamente do município de sua residência.

A proposta também determina que sejam utilizados até 25% dos recursos do Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom) para pagamento de despesas de pessoal referentes ao SMTV. A medida altera a Lei 622/82, que criou o fundo, prevendo o repasse para o serviço voluntário e diminuindo de 70% para 60% o índice de repasse do Funesbom para a Secretaria de Estado de Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro.

O desligamento do militar temporário será definido por ato do comandante-geral ao final do período de prestação do serviço, sempre que requisitado pelo voluntário, quando ele apresentar conduta incompatível com a instituição ou em atendimento aos interesses do Estado. O servidor temporário, que estiver respondendo judicialmente por crimes de qualquer espécie, vindo a ser condenado, com sentença judicial transitada em julgado, será imediatamente desligado do serviço. Nesta hipótese serão devidas apenas as verbas trabalhistas proporcionais ao tempo de serviço no Corpo de Bombeiros. Os militares temporários não adquirem estabilidade, e após serem desligados, passam a compor a reserva não remunerada da corporação. Quem permanecer pelo menos um ano no serviço, tendo bom aproveitamento, receberá o título de habilitação equivalente de bombeiro civil.

 

 

 

*Fonte: Alerj 

Bombeiros do Rio de Janeiro poderão ser convocados com até 50 anos

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Um novo projeto de lei foi aprovado na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), nesta terça-feira (11/6), fixando nova idade para ingresso no Corpo de Bombeiros e na Polícia Militar estaduais. Segundo o texto, policiais militares poderão ser convocados até a idade máxima de 35 anos e aprovados para bombeiro com até 50 anos. A idade mínima também foi fixada em 18 anos.

O projeto segue agora para análise do governado do Rio, Wilson Witzel, que pode aprovar ou vetar a proposta.

De acordo com a deputada Martha Rocha (PDT/RJ) a idéia partiu de uma demanda dos aprovados no concurso para praça da Polícia Militar em 2014, que estão sendo convocados neste ano após ajuda financeira da Alerj. “Em 2014 foi aberto um edital para seis mil vagas para praça da Polícia Militar. O objetivo era intensificar as UPPs. Com o passar do tempo, os profissionais foram aprovados em todas as etapas e agora começaram a ser chamados com a ajuda da Alerj. Mas o edital estabelecia limite de 30 anos para assumir o cargo. Seria uma injustiça não realizar a adequação de idade com aprovados em 2014, já que muitos estão com mais de 30 anos atualmente,” defendeu a parlamentar.