GDF amplia carga horária de servidores para atendimento socioassistencial

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O Governo do Distrito Federal (GDF) autorizou medida para ampliar o atendimento nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras). Para isso, será publicado nos próximos dias um decreto autorizando a ampliação na carga horária dos servidores efetivos da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), para solicitarem mudar de 30 para 40 horas semanais.

De acordo com o governo, a medida foca em atender a população mais vulnerável que sofre as consequências da crise econômica desencadeada pela pandemia da covid-19.

Atualmente, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) tem 785 servidores efetivos que trabalham em regime de 30 horas semanais aptos a solicitarem a ampliação. “Dessa forma, poderemos aumentar nossa capacidade de atendimento e reduzir o tempo de espera nas nossas unidades”, enfatizou a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Rocha.

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Com a nomeação dos servidores aprovados no último concurso da Sedes, em dois anos o quadro de servidores da Assistência Social subiu de 1,1 mil para 1,8 mil trabalhadores. Além de reforçar a capacidade de atendimento nos Cras e demais unidades socioassistenciais onde esses trabalhadores estiverem lotados, o decreto atende às solicitações dos servidores pela ampliação da carga horária.

“A medida também visa valorizar nossos servidores. Há relatos de solicitações com mais de 10 anos sem ser concedida”, reitera a gestora.

Último concurso da Sedes-DF

Neste mês, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) empossou 48 servidores, da última leva de nomeações. Deste quantitativo 16 são agentes sociais e 32 especialistas (um de serviço social, 16 de direito e legislação, um de pedagogia, dois de ciências contábeis e os 12 nutricionistas).

“É impossível falar em uma prestação de serviço eficaz, que transforma vidas, se não for por meio dos servidores. Esses trabalhadores são pessoas que vão estar aqui por anos, conseguirão ter bagagem e serão o histórico da secretaria”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha na cerimônia de nomeação no Centro de Treinamento e Capacitação (CTC) da Sedes.
Os novos servidores irão atuar nos 29 Centros de Referência de Assistência Social (Cras), nas 12 unidades do Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e nos 14 restaurantes comunitários do DF. Os aprovados terão que cumprir carga horária de 30 horas e o vencimento varia entre R$ R$ 2.600 e R$ 3.599,70.
Katlen Guedes dos Santos, 26, nomeada como assistente social fala que foi a usuária da política de assistência social e ressalta a importância deste trabalho, “minha expectativa está alta também por conta disso, porque sei que vou ficar na ponta e poder contribuir muito”.
Juliana Almeida,25, uma das nutricionistas lotadas no Restaurante Comunitário de Santa Maria afirma “considero muito importante esse contato com o público, entender as demandas, o que eles gostariam de ter no cardápio e o que poderia ser ajustado”.
Os novos servidores compõem a oitava leva de nomeações de aprovados na última seleção da Sedes. As nomeações somam 1023 novos servidores, sendo 827 lotados na Sedes nos últimos dois anos,e 236 foram para as Secretarias de Justiça (Sejus) e da Mulher (SMDF).
Esta nomeação é referente aos quatros editais publicados em 2018, no qual ofertou 1.884 vagas para cargos de nível médio e superior, senso 314 para contrato imediato e 1.570 para formação de cadastro reserva.

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Sedes-DF nomeia novos 170 servidores aprovados em concurso

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Com as convocações, o GDF zera as vagas imediatas do concurso de 2020

Karolini Bandeira*- Nesta sexta-feira (17/12), o Governo do Distrito Federal (GDF) realizou uma nova solenidade de nomeação para a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Foram nomeados novos 170 profissionais, aprovados no último concurso público da instituição. Com as convocações, as vagas imediatas do concurso e as vacâncias do ano na Secretaria foram zeradas.

Presente na cerimônia, a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, celebrou as últimas convocações de 2021. “São 170 famílias impactadas diretamente através da nomeação de vocês, e incontáveis família do DF que também são beneficiadas com essas nomeações. Gostaria de deixar claro que, quando a atual gestão assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Social, existiam 1.179 servidores trabalhando em prol do Distrito Federal. Com um pouquinho mais de um ano, mais do que dobramos. Já foram nomeados 700 servidores, ou seja, mais da metade do número que a gente pegou”, destacou. “Essa é mais uma meta cumprida.”

Presente na cerimônia, o governador Ibaneis Rocha parabenizou os novos funcionários e sancionou os projetos de lei que instituem o Plano DF Social – benefício que concede auxílio financeiro, em parcelas sucessivas mensais, no valor de R$150 a famílias de baixa renda no DF. “Todos esses programas foram trabalhados pela Sedes nesse momento de pandemia para podermos levar o que tem de melhor para as famílias do DF”, discursou. “É um dia de alegria, sem dúvida nenhuma.”

Nomeações em 2021

Em outubro, mais 118 aprovados no concurso da Sedes-DF foram nomeados. Em discurso na cerimônia de nomeação, a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, salientou que, desde o último ano, foram mais de 500 chamamentos. Antes de 2020, a Sedes não empossava novos servidores há, no mínimo, dez anos. “Mais de 500 servidores que estão entrando não apenas por vontade do governo, mas uma necessidade. É tempo de ação, de nomeação, de se entregar e de fazer.”

Último concurso

Em 2020, a Sedes publicou quatro editais ofertando 1.884 vagas para cargos de nível médio e superior. Das vagas, 314 foram para contrato imediato e 1.570 para formação de cadastro reserva. Os aprovados exercem jornadas de trabalho de 30 horas semanais para remuneração de R$ 2.600 a R$ 3.599,70.

Os candidatos de nível superior puderam optar entre os cargos de especialista em assistência social, nas especialidades de educador social, direito e legislação, pedagogia, psicologia, serviço social, administração, ciências contábeis, comunicação social, economia, estatística e nutrição. Para nível médio foram ofertadas vagas para técnico administrativo, agente social e cuidador social.

 

*Estagiária sob supervisão de Mariana Fernandes

 

Sedes-DF inicia estudo para concurso de remoção

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Karolini Bandeira*- A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) iniciou planejamento para a realização de um novo concurso de remoção interna. Publicada no Diário Oficial do DF nesta sexta-feira (10/12), uma ordem de serviço designou uma comissão preparatória para estudar a temática do concurso e apresentar propostas para a execução.

A comissão, composta por sete servidores, terá o prazo de 45 dias para a conclusão dos trabalhos e apresentações de propostas concretas acerca do concurso de remoção, a contar da publicação da ordem de serviço.

O concurso de remoção é uma seleção interna para os funcionários do órgão trocarem de lotação, caso queiram. Geralmente, o concurso é realizado antes da abertura de uma nova seleção externa ou nomeação para que os cargos vagos sejam oferecidos e preenchidos pelos futuros contratados.

Nomeações em 2021

Em outubro, mais 118 aprovados no concurso da Sedes-DF foram nomeados. Em discurso na cerimônia de nomeação, a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, salientou que, desde o último ano, foram mais de 500 chamamentos. Antes de 2020, a Sedes não empossava novos servidores há, no mínimo, dez anos. “Mais de 500 servidores que estão entrando não apenas por vontade do governo, mas uma necessidade. É tempo de ação, de nomeação, de se entregar e de fazer.”

Último concurso

Em 2020, a Sedes publicou quatro editais ofertando 1.884 vagas para cargos de nível médio e superior. Das vagas, 314 foram para contrato imediato e 1.570 para formação de cadastro reserva. Os aprovados exercem jornadas de trabalho de 30 horas semanais para remuneração de R$ 2.600 a R$ 3.599,70.

Os candidatos de nível superior puderam optar entre os cargos de especialista em assistência social, nas especialidades de educador social, direito e legislação, pedagogia, psicologia, serviço social, administração, ciências contábeis, comunicação social, economia, estatística e nutrição. Para nível médio foram ofertadas vagas para técnico administrativo, agente social e cuidador social.

 

*Estagiária sob supervisão de Mariana Fernandes

Deputados voltam a cobrar antecipação do curso de formação da PMDF

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O deputado Claudio Abrantes (PDT) voltou a cobrar do governo do Distrito Federal a antecipação do cronograma do curso de formação de soldados da Polícia Militar. A declaração ocorreu durante uma sessão ordinária da Câmara Legislativa do DF (CLDF), na última terça-feira (21/9).

“O Centro de Formação da PM está vazio e há pessoas preparadas para ministrar as aulas. Por isso, faço um apelo para que seja antecipado o curso de formação de praças. O ingresso desses profissionais deve ser realizado o quanto antes para o benefício da segurança pública e da sociedade”, destacou.

Na ocasião, estavam presentes duas comissões de aprovados, que aguardam nomeação nos concursos públicos da PMDF e da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), antiga Sedestmidh.

O líder do governo na CLDF, deputado Hermeto (MDB), afirmou que encaminhou uma solicitação ao comando da Polícia Militar e aos demais órgãos competentes, e, garantiu que, em breve, um novo cronograma de convocação para a realização do curso de formação será publicado.

O último concurso PMDF foi realizado em 2018 e contou com mais de 50 mil inscritos. Foram ofertadas 2.020 vagas para o cargo de soldado combatente, sendo 500 para provimento imediato e outras 1.500 para formação de cadastro reserva.

Já no caso das vagas a serem preenchidas na Secretaria de Desenvolvimento Social, a deputada Arlete Sampaio destacou o déficit atual de 300 servidores nas unidades do sistema. “Já houve alguma nomeação, mas os concursados foram redistribuídos em várias pastas e o déficit de pessoal permanece”, explicou.

Em resposta, o deputado Professor Reginaldo Veras (PDT) afirmou que, hoje, o setor assistencial conta com um “serviço precarizado” e criticou a intenção do GDF de contratar Organizações da Sociedade Civil (OSC) para resolver a problemática. “Desse modo, a Sedes vai fragilizar ainda mais o atendimento, prejudicando a população mais vulnerável”, levantou.