Toxoplasmose.Chega de atirar o pau no gato!

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Texto e foto de Cynthia Gonçalves (da ANDA)

A toxoplasmose é uma doença transmitida dos animais aos homens, uma zoonose causada por um protozoário chamado Toxoplasma gondii. Durante anos foi alimentado o mito de que o gato é o grande vilão da toxoplasmose, mas na realidade não é bem assim. Primeiramente não são todos os gatos que tem predisposição para desenvolver a doença, somente os animais que tem acesso à rua, caçadores de baratas, ratos, pássaros, os que ingerem carnes cruas ou mal passada que esteja contaminada com oocistos do toxoplasma, e que estão com seu sistema imune comprometido. Estudos afirmam que apenas 1 em 100 felinos seja portador do protozoário, e se o gato estiver contaminado, só elimina o parasito nas fezes durante 15 dias e apenas uma vez em toda a sua vida. Geralmente esta eliminação ocorre 10 dias após ter se infectado. A contaminação de pessoas a partir das fezes do gato está diretamente ligada com a falta de higiene, pois é necessário que as fezes fiquem no ambiente de 36º por, no mínimo, 48 horas, e que depois sejam ingeridas; caso contrário, o ciclo não se completa. Segundo a médica veterinária Dra. Miriam Santos as grávidas não precisam ter medo, muito menos abandonar seus gatos: “O simples contato com o um animal infectado, com seu pelo ou até mesmo com suas fezes ‘frescas’ não são suficientes para contrair a doença, basta haver a higiene e os cuidados necessários que tudo ficará bem. Não existe motivo para abandonar o seu gato, apenas busque informação na literatura, em fontes idôneas e converse com o médico veterinário de seu animal, que é o profissional capacitado para esclarecer dúvidas sobre zoonoses e outras doenças que acometem os animais.” Portanto, que fique bem claro que beijar, abraçar, dormir com gatos, acariciar, levar mordidas ou arranhões do seu bichano não transmite toxoplasmose e a possibilidade de contaminação do tutor do gato pelo próprio gato é mínima. O mais comum é que a doença seja adquirida via ingestão de carnes mal cozidas, água contaminada, ingestão de verduras e legumes mal lavados e falta de higienização das mãos após o manuseio com terra. A prevenção da toxoplasmose se dá com boas práticas de higiene, tais como limpar a caixa de areia dos felinos diariamente, não ingerir alimentos crus ou mal cozidos sem prévio congelamento por 48 horas, não ingerir leite in natura e embutidos não fiscalizados, limpar cuidadosamente qualquer material que entre em contato com carnes cruas, e fazer uso de luvas ao realizar jardinagem. Além disso, evite que seu gato tenha acesso a rua e, é claro, o animal deve ser vacinado, desverminado e examinado regularmente por um médico veterinário para que se evite qualquer doença. Na dúvida? Faça uma sorologia, sua e do seu felino, para toxoplasmose. E por favor, não abandone seu animal doméstico. Além de ser crime previsto na lei 9.605/98, é também um ato desumano!

fonte: Anda e O Taboaense

Calvície canina

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da Revista do Correio

Problemas genéticos, hormonais ou dermatológicos podem desencadear a perda de pelos em cães

Aos 9 anos, Flor sofre de calvície: poucos pelos na cabeça

foto Carlos Moura/CB/DA Press

Já imaginou um pet careca? A calvície canina é um problema incomum, mas que pode acontecer com qualquer animal. “É uma condição extremamente rara. Entretanto, existem outros problemas de saúde que fazem os fios caírem também. Como dermatites e questões hormonais, por exemplo”, explica Luiz Fernando Machado, médico veterinário, especializado em dermatologia.

Diversos fatores podem favorecer a queda dos pelos. “Alteração genética, fisiopatias, doenças parasitórias, fungos e quedas hormonais”, explica Fernanda Ramos, dermatologista veterinária. Apesar de rara, a calvície genética não é um problema muito grave. “O mais complicado é quando essa perda é gerada por uma doença específica, como hipotireoidismo, hiperadrenocorticismo e hiperestrongenismo, fungos ou bactérias” explica a especialista. Segundo a veterinária, o mais importante é sempre fazer um diagnóstico correto para diferenciar as enfermidades.

Quando a causa está no DNA, o problema costuma se manifestar cedo e pode ocorrer em ambos os sexos. O primeiro sinal é o pelo do animal começar a cair lentamente. O cabelo do bicho vai se transformando em uma penugem, até chegar no ponto de cair completamente. “A alopecia (área sem pelo) geralmente é simétrica e se inicia na base da orelha, passa pela região ventral (tórax e pescoço) e chega até a posterior da coxa”, explica Talita Borges.

A cadelinha Flor tem 9 anos e sofre com a calvície canina genética. Em uma situação rara, a queda de cabelo atingiu a região das orelhas. Aos 2, a queda de pelo na cabeça começou, mas a pinscher convive muito bem com o problema. A suspeita inicial foi sarna. Depois de um exame de raspagem de pele, não foi detectado nenhum parasita ou agente causador do problema  naquela região. “Levamos ao consultório veterinário e lá foi constatado que se tratava da calvície canina”, conta a dona da do pet, Estela da Silva Gomes.

Em dias mais secos, Flor não dispensa um hidratante corporal próprio para animais. “Ela adora Sol, nunca teve nenhum problema de pele”, conta a auxiliar de enfermagem. Apesar da idade já avançada, a cadelinha apresenta um bom estado clínico de saúde. Além dela, Estela mantém mais um cachorro em casa, que não apresenta nenhum sinal de queda de pelo.

A calvície não se estende somente na cabeça. Pode atingir várias áreas do corpo e, em casos mais extremos, deixar o animal completamente pelado. A condição também não tem uma razão exata. “Existe um componente genético já que algumas raças são predispostas, mas é diferente do homem, por exemplo, pois não tem predileção sexual (macho/fêmea) e é comum aparecer com os animais ainda jovens”, afirma Talita.

A perda de pelos se inicia geralmente a partir dos 6 meses de vida. A falta de cabelo vai acometer principalmente a região das orelhas, parte ventral do pescoço, toráx e até mesmo o abdômen pode ser atingido. O diagnóstico da calvície é realizado por meio de biópsia da pele e da análise histopatológica. Antes de uma confirmação, o cão deve passar por uma criteriosa avaliação dermatológica para detectar ou descartar doenças hormonais, micose, sarna, alergias, fungos ou bactérias. “É feito com base nos sinais clínicos e descartando todas as outras possibilidades de alopecias, como displasias foliculares e histórico de uso tópico de medicações que podem induzir a queda de pelo (corticoides)”, explica a veterinária.

A calvície genética não acarreta em nenhum problema secundário. “Depois de detectar a doença, o maior cuidado deve ser com a proteção solar do pet”, explica Borges. Alguns cuidados são extremamente necessários. A pele fica mais sensível, então é importante não abusar da exposição ao Sol. “Recomendamos levar o cão para passear antes das 9h e depois das 16h. Também devemos passar protetor específico para pets e colocar bonés nos animais”, explica o veterinário Luiz Fernando Machado.

Tratamento

Medicações orais ou remédios externos, como pomadas e sprays manipulados, são usados no tratamento. “Geralmente, esses medicamentos dão boa resposta. Mas também depende da área afetada e da extensão da alopecia”, alerta a veterinária Talita Borges. Não existe prevenção. “Quando é causada por um gene, não existe como prevenir. Mas quando o agente causador é algum fungo ou bactéria, a solução é levar o animal sempre ao veterinário e ficar atento a qualquer alteração no pelo do bicho”, explica Marco Aurélio Gomes, veterinário.

Acessórios do mal

Lacinhos de cabelo e acessórios podem gradativamente culminar na queda de pelo do animal, principalmente no centro da cabeça. “Nesse caso, não é chamado de calvície,  pois ela é induzida por um trauma, chamamos de alopecia por tração”, afirma o veterinário. Com o tempo, os folículos podem nunca mais crescer no local. “Esses acessórios vão arrancando o pelo até chegar um ponto em que os fios não se reconstituem mais”, explica Gomes.

 

Confira as raças de cães mais propensos a desenvolver o problema

Pinscher

Dachshund

Boxer

Chihuahua

Boston terrier

Whippet

Teckel

Greyhound

Tosar ou não tosar? Eis a questão

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Por Ailim Cabral, da Revista do Correio

Especialistas se dividem quando o assunto são os cães com pelagem dupla. Entenda os perigos e as vantagens do procedimento

Laila não costuma tosar Saimon: conhecimento sobre o tipo de pelo da mascote.

Foto Marcelo Ferreira/CB/DA Press

Donos de cachorros peludos passam por experiências variadas enquanto passeiam com seus cães. Quando as raças são pouco conhecidas ou chamam atenção pela beleza exótica, é quase impossível dar uma voltinha sem ser interceptado por alguém. Esse é o caso da estudante Laila Késya Tavares de Lima, 28 anos, dona do samoieda Saimon, 5 anos. A raça nórdica de vasta pelagem branca vira o centro das atenções por onde passa.

A parte ruim de toda essa atenção é a crítica constante dos que acham que sabem demais. Pela aparência de Saimon, Laila tem que responder muitos questionamentos sobre o calor que o cão deve sentir em terras brasilienses e é aí que ela precisa explicar, quando tem tempo, sobre a pelagem dupla, característica de samoiedas e de outras raças como chow chow, labrador e golden retriever, por exemplo.

A pelagem dupla se dá quando o cão tem dois tipos de pelos diferentes, o principal, também chamado de longo, e o subpelo, o mais curto. A característica confere uma aparência felpuda ao pet, o que leva a ideia de que eles estariam sujeitos ao excesso de calor.

O veterinário e presidente da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa), Bruno Alvarenga, explica, no entanto, que a pelagem dupla cria uma espécie de camada de ar que preserva o animal tanto do calor quanto do frio. A proteção promove a manutenção térmica nos pets e é necessário um calor ou frio extremos para fazer mal a eles.

O especialista acrescenta que o animal exposto ao clima brasiliense ou de outra cidade com características de clima semelhante pode sofrer com a secura e o calor e é preciso adotar algumas medidas para aliviar o incômodo. Entre elas estão oferecer refeições aquosas e água constantemente, assim como tosá-los. É nesse último ponto, porém, que se inicia a polêmica. Enquanto alguns profissionais tentam convencer os donos a cortar os pelos do cão por causa do calor, os criadores de cachorros são terminantemente contra essa prática.

Bruno Alvarenga afirma que tosar cachorros de pelagem dupla não traz malefícios à saúde do animal desde que o dono encontre outras formas de prover a proteção que o pelo garantia. “Eles ficam mais expostos, não podem tomar sol quando estão tosados nem ficar ao relento durante as horas mais frias, mas, se forem bem cuidados, não terão problemas de saúde apenas por estarem tosados”, afirma o veterinário.

Laila, apesar de saber que o procedimento não traz riscos, prefere manter Saimon peludo. “Só tiro os pelos das patas, porque senão ele escorrega muito. Mas é só isso, não vejo necessidade de fazer nem a higiênica. Ele não é um cachorro de tosa, perde toda a beleza”, afirma. A estudante conta que se trata de uma escolha estética, mas, em caso de necessidade, não tem dúvidas. “Quando ele teve dermatite, eu tosei. Para manter o padrão da raça, alguns criadores dizem que o pelo nunca mais vai voltar da mesma forma, mas o do Saimon nasceu igual alguns meses depois”, completa. Enquanto o samoieda estava tosado, a dona teve alguns cuidados especiais, entre eles, colocar roupas para protegê-lo do sol na hora dos passeios e dar vitaminas e suplementos para ajudar no crescimento mais rápido da pelagem.

Os cuidados com Saimon peludo não são menos trabalhosos do que quando o cão estava tosado. “Eu faço uma escovação semanal de mais ou menos uma hora e uso dois tipos de escova, uma para o pelo longo e outra para o subpelo. Não posso deixar a pelagem embolar”, conta a estudante.

A escovação é uma das alternativas para manter o animal mais limpo, uma vez que cães com pelagem dupla não podem tomar banho constantes. “Não pode ser mais de uma vez por semana, pois os produtos de higiene removem a gordura do pelo, a principal fonte de proteção. Além disso, retira a umidade excessiva, que pode causar problemas de pele, como fungos”, acrescenta o veterinário.

Com opinião diferente, o esteticista canino Joaquim Gonzaga da Silva desaconselha a tosa, com exceção dos casos de problemas de pele. “Nem todos os tosadores fazem cursos de especialização e muitos não conhecem os cuidados necessários com os cães de pelagem dupla.”

Ele explica que é contra a raspagem dos pelos porque a camada protege o animal do calor, do frio, da chuva e até mesmo de problemas dermatológicos. “Eles usam os pelos para controlar a temperatura do corpo, quando removermos essa proteção, os bichos perdem essa capacidade e podem sofrer bem mais do que se tivessem sido mantidos intactos”, afirma.

Joaquim é a favor de diminuir os pelos de animais extremamente peludos nas épocas mais quentes e defende a tosa higiênica somente em casos necessários. “Só deve ser feita em animais que se sujam muito porque o pelo na região genital também é uma proteção, principalmente contra infecções”, completa.

O especialista trabalha na área há cerca de 30 anos e pondera quanto às regras muito rígidas. “É preciso avaliar cada cão e cada raça. É necessário ver o lado prático e o lado estético. No caso do samoieda, que tem muito pelo, não é indicado raspar tudo como alguns profissionais tentam fazer. Eles são brancos e tem a pele sensível, a lã (subpelo) é um protetor térmico e não deve ser removida”, acredita.

O veterinário completa dizendo que, apesar de não apresentar riscos a saúde, a questão da tosa em cães de pelagem dupla é uma escolha do proprietário. “Os animais de exposição são diferentes dos de casa. Se é necessário que eles tenham a aparência padrão, realmente não devem ser tosados. Mas, quando não há essa exigência, não existe problema em raspar os pelos desde que o pet receba os cuidados necessários”, diz Bruno Alvarenga.

Cuidados com os cães de pelagem dupla

Escovação semanal com escova de pinos que não agride os pelos

Não dar mais de um banho por semana

Escovação com a rasqueadeira para remover os pelos mortos

Em caso de sujeira excessiva, é preciso fazer a tosa higiênica

Não escovar na época de troca de pelos, somente com pentes para evitar nós

Quando o animal escorrega muito é recomendando cortar os pelos próximos das patas para evitar quedas e lesões

Que seca!

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O repórter-fotográfico Minerviono Junior, do @cbfotografia / Correio Braziliense, flagrou várias capivaras se refrescando no Lago Paranoá em Brasília.

A temperatura na capital do país está muito alta e a seca parece não ter fim!

Parabéns Minervino Junior, belíssima imagem!

O barato dos felinos

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da Revista do Correio,

Disponível em qualquer petshop, a erva do gato não é uma droga nem vicia, mas realmente proporciona prazer aos pets.

Thomas é usuário de catnip com a aprovação da dona, Sílvia Dantas: fim da apatia.

Foto Marcelo Ferreira/CB/DA Press

Se você tem bichanos, com certeza já ouviu falar em erva de gato ou catnip. Trata-se de uma planta da família das hortelãs que, em felinos, provoca momentos de euforia seguidos de relaxamento. Considerada medicinal, é usada com propósitos terapêuticos para acalmar as mascotes agressivas e estimular as apáticas. A erva é vendida em petshops na forma de folhas desidratadas ou óleos — e, muitas vezes, incrementa brinquedinhos e arranhadores.

Não há contraindicações, porém sabe-se que alguns gatos não reagem ao estímulo. “É uma questão de genética. Não depende da raça ou da faixa etária. Só podemos descobrir testando a planta”, explica Vitor Benigno, médico veterinário especialista em felinos. Cachorros, é bom lembrar, não dão bola para a plantinha, pois não têm os receptores necessários para a experiência. Em contrapartida, onças, tigres e leões apreciam muito.

A erva é indicada para quadros de ansiedade, estresse e certos problemas crônicos. Não há qualquer evidência de que provoque vício. “O gato vai brincar mais, arranhar e interagir em várias situações”, descreve Benigno. As reações quase sempre são parecidas. “Eles se esfregam, se roçam, interagem, ficam agitados e, em seguida, vem o relaxamento”, resume o especialista. Alguns animais podem salivar, mas esse é um efeito colateral bem raro. O catnip também funciona como um ótimo repelente. O cheiro afasta vários insetos, principalmente baratas.

O animal pode consumir a planta quantas vezes quiser — a chance de overdose é praticamente nula. “É um produto muito natural, não vai mudar em nada o organismo do pet. Ajuda na interação: o cheiro estimula e o animal fica mais sociável”, elogia o veterinário. A erva é vendida legalmente no mundo inteiro e pode ser cultivada até mesmo em casa. Do ponto de vista químico, o que a faz tão atraente para os amigos felpudos é a presença de uma substância chamada nepetalactone. “Esse composto orgânico atinge os felinos por meio do odor e provoca a agitação”, completa Leila Sena, médica veterinária.

Thomas, um gatinho sem raça definida de 11 anos, era muito sedentário até conhecer a erva do gato. As mudanças no comportamento foram notáveis”, conta a servidora pública Sílvia Dantas, 48. A dona do animal diz que ampliou a oferta de catnip depois que o bichano foi diagnosticado com diabetes e ficou muito apático. “A idade e a castração também o tornaram muito menos ativo para exercícios. A erva o ajudou a se movimentar mais”, justifica Dantas.

Substâncias perigosas

Agora que sabemos que a erva do gato não é uma droga, precisamos falar um pouco sobre as substâncias que realmente fazem mal. Tabaco, por exemplo. Pets que são fumantes passivos podem apresentar características de dependência química. “Os animais têm as mesmas descargas nos neuroreceptores que os humanos. O bicho associa um cheiro a uma sensação e podem ser tornar viciados”, alerta o veterinário Marco Aurélio Gomes.

Os sintomas desenvolvidos nos animais são os mesmos. Eles podem se sentir agitados ou apresentar qualquer outro efeito característico da droga consumida. Para largar o vício, os bichos sofrem mais que os humanos. “Eles não têm consciência do perigo, do malefício, então sofrem mais nos períodos de abstinência”, explica o especialista.

Proprietários devem evitar fumar perto dos animais de estimação. Todo cuidado também com a acessibilidade das substâncias. A ingestão pode causar sérios problemas digestivos ou, até mesmo, levar à morte. Os malefícios também são iguais: os bichanos podem desenvolver problemas respiratórios, pulmonares e cardíacos.

Donos de pugs reunidos

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da Editoria de Cidades,

foto Ana Rayssa /esp. CB / DA Press

O 5º Encontro de Donos de Cães da Raça Pug foi foi promovido, ontem, na Petz, loja especializada em bichos, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). Esta foi a primeira vez que o evento foi realizado em um local fechado. Nas edições anteriores, os cachorros eram levados para praças e parques. A intenção foi proporcionar uma interação maior entre donos e bichos. “Assim, num local menor, ficam todos juntos. Quando vamos para parques, acaba que os donos interagem mais com os próprios animais”, ponderou a fundadora do Clube dos Pugs de Brasília, a advogada Roselane Cristina Matos, 32 anos. Segundo ela, 150 pessoas eram esperadas para o evento e mais de 200 cachorros da raça participaram o encontro. “Tem gente, assim como eu, que tem mais de um”, justificou. Roselane tem 15 cachorros, nove deles são pugs. O encontro em Brasília ocorre há dois anos.