Com a presença da embaixadora do Brasil na Suécia, Maria Edileuza Fontenele Reis, o Grupo Miolo lança nesta segunda-feira (22) em Estocolmo o espumante brasileiro batizado pelos suecos de Cuvée Nº 7, que já está disponível nas 448 lojas do Systembolaget, rede estatal que cobre todo o país. Como se sabe, é o governo quem controla a comercialização de bebidas alcoólicas na Suécia.
Produzido no Vale do São Francisco com as uvas Chenin Blanc, cultivadas na Vinícola Terranova, no município baiano de Casa Nova, o espumante pertencente a um lote monumental de 200 mil garrafas será degustado à tarde durante lançamento oficial no Hotel Kung Carl, que ocupa prédio construído em 1900 no elegante bairro Stureplan, conhecido por lojas exclusivas e restaurantes renomados. Estará presente o diretor de exportação do Grupo Miolo, Lucio Motta, que atravessou o Atlântico para celebrar a maior venda de espumante brasileiro já feita para a Suécia pela empresa vitivinícola nascida no Rio Grande do Sul.
Escolhido às cegas
Segundo Lucio Motta, a conquista do mercado sueco é fruto de um trabalho de longo prazo. “Esse marco é resultado de meses de dedicação, de relações construídas e de investimentos consistentes em feiras internacionais”, afirmou. Elaborado pelos enólogos Miguel Almeida e Eloíza Teixeira, o espumante da Miolo foi o único escolhido em uma degustação às cegas entre diversos rótulos brasileiros, que concorreram à licitação internacional.
Já o nome Cuvée Nº 7 foi definido pelo próprio importador que associou o número ao simbolismo da sorte, além de ter participado da criação do rótulo junto com a Miolo. Os suecos, por sua vez, levaram em conta não só a qualidade da bebida — como equilíbrio de açúcar, acidez e álcool –, como também critérios de sustentabilidade e competitividade, como o peso da garrafa, adequado aos padrões ecológicos estabelecidos pelo país, além do preço.
O espumante brasileiro está sendo vendido a 99 kr (coroa sueca), o que corresponde a cerca de R$ 60, informou Motta, antes de embarcar para Estocolmo. É ele quem receberá a embaixadora Maria Edileuza, que está há menos de um ano no cargo. Ela entregou credenciais em fevereiro último ao rei Carlos XVI Gustavo, que é casado com a rainha Silvia, filha de mãe brasileira e viveu em São Paulo até a adolescência.
A Suécia é um dos 30 países importadores de rótulos da Miolo que com o novo aporte reafirma sua posição como a maior exportadora de vinhos finos do Brasil. Eles somam mais de 150 rótulos que são produzidos em cinco unidades em terroirs distintos: quatro no Brasil – Vale dos Vinhos (RS), Campanha Meridional (RS), Campanha Central (RS) e Vale do São Francisco (BA) – e a Bodega Renacer, em Mendoza (Argentina).
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