Por Samanta Sallum
A Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) apoia proposta de nova solução para o tratamento de resíduos sólidos no DF, com a instalação de uma usina de tratamento mecânico-biológico e um estação de geração de energia em área anexa ao Aterro Sanitário de Brasília, localizado em Samambaia, por meio de investimento da iniciativa privada.
A ideia já foi apresentada ao GDF. Em encontro com a governadora em exercício, Celina Leão, com representantes de associações ligadas ao setor de resíduos sólidos e o presidente da Fibra, Jamal Bittar.
Com o atual modelo de gestão, a vida útil do aterro, inaugurado em 2017, é de apenas cinco anos. “Com novas tecnologias, é possível implementar planta industrial de tratamento de resíduos na área, que minimizaria de 90% a 95% o total de rejeitos a serem aterrados”, apontou Marco Gonçalves, representante da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABPL). Também participou da reunião o presidente executivo da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (Abren), Yuri Schmitke.
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