Crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
Já está faltando gasolina e diesel na capital federal. Redução de impostos não deve segurar preço na bomba. Setor atacadista é um dos afetados pela escassez do produto.
Por SAMANTA SALLUM
As distribuidoras começaram a alternar as entregas de óleo diesel e gasolina, e estão com em contenção no envio, o que está impactando diretamente a oferta na bomba. Pois a demanda continua como antes.
Cerca de 22% dos postos no Distrito Federal são os chamados bandeira branca. São abastecidos pela importação ou por refinarias independentes no Brasil. Com a guerra no Irã e a disparada do barril no mercado internacional, esses estabelecimentos não conseguem comprar o produto. E os que estão atrelados às grandes distribuidoras, como a Vibra ligada à Petrobras, estão recebendo de forma restrita.
Empresas do setor atacadista, que precisam abastecer a frota de caminhões, já enfrentam dificuldades, na capital federal, para comprar diesel e gasolina. A Associação Nacional dos Atacadistas manifestou preocupação com o cenário atual, sinalizando que vai haver aumento nos custos operacionais.
Ajuda, mas não resolve
A medida do governo federal de redução de impostos sobre diesel e gasolina pode não alcançar o efeito esperado de segurar os preços. A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) alertou que a medida tributária é apenas um dos componentes que influencia o custo final do combustível.
“No contexto da guerra, as oscilações de preços são diárias e imprevisíveis”, informou a Fecombustiveis
O que está acontecendo é que, para ajudar postos desabastecidos, as distribuidoras estão remanejando as entregas.
“O cobertor está curto. Reduz em um posto para repassar a outro com estoque zerado. E, assim, tentar equilibrar o mercado. Como há postos que estão sem condições de operar, a demanda está migrando para os que têm reserva. No entanto, isso faz também acabar mais rápido o produto. Então, só há duas alternativas: vender todo o combustível e fechar o estabelecimento temporariamente. Ou racionalizar a venda, aumentando o preço para durar mais o estoque”, explicou o presidente do Sindicombustíveis DF, Paulo Tavares.
A Fecombustíveis também chamou atenção para outro fator que vem ocorrendo paralelamente no mercado. Nos leilões realizados pela Petrobras, o diesel tem sido comercializado em valores estimados entre R$ 1,80 e R$ 2,00 por litro, patamar superior ao preço de referência divulgado pelas refinarias da própria companhia.
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