História de Brasília

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HISTÓRIA DE BRASÍLIA

Aspectos da reunião de ontem cedo no Planalto: Lino de Matos, com raiva porque não foi recebido; Auro Moura de Andrade, sério e sisudo, com os acontecimentos; Anísio Rocha, procurando uma fórmula em torno do nome do marechal Dutra; Herbert Levy, reservado; Almino Afonso, entusiasmado, anuncia a vinda do presidente Goulart e os ministros militares, descendo pela saída direta para a garagem, evitando repórteres.(Publicado em 29/08/1961)

Pelo DF

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Missiva que nos foi enviada pelo ex-prefeito comunitário da Península Norte, Dyonelio Francisco Morosini: o Lago Norte é lugar muito aprazível de morar. E mais seria se os buracos das ruas fossem cobertos, se as calçadas não fossem tão irregulares, sem postes e sinais do Detran fincados no centro delas e se vários moradores, que parecem educados pelo tamanho de suas casas, não tivessem o péssimo costume de jogar os galhos e aparos dos jardins nas calçadas. Ah! E se a Agefis e a Administração se dispusessem a tomar alguma atitude que os inibissem!

Terapia financeira

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Hoje em dia, com tantos aplicativos os pais precisam se unir na compra de material escolar. A previsão da Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares prevê 10% de aumento no início desse ano. Comparado ao ano passado, na ponta do lápis, deve ser mais que 30%. O aviso do aumento chegou por e-mail assinado por Reinaldo Domingos, educador e terapeuta financeiro. Aliás, ele tem um livro com esse título.

Confiança

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Por falar em compras, o número de pagamentos feitos em smartphones no Brasil dobrou. A pesquisa foi feita pelo MercadoPago/Ipsos. Para Celina Ma, do Marketing do MercadoPago no Brasil, há mais segurança no pagamento on-line, e o consumidor começa a se convencer disso.

Confiança

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Por falar em compras, o número de pagamentos feitos em smartphones no Brasil dobrou. A pesquisa foi feita pelo MercadoPago/Ipsos. Para Celina Ma, do Marketing do MercadoPago no Brasil, há mais segurança no pagamento on-line, e o consumidor começa a se convencer disso.

 

Rondando o precipício

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Com a ida de Nelson Barbosa para o Ministério da Fazenda, lugar que sempre cobiçou, finalmente o time de economia, com Dilma na cabeça, está completo e com a formação ideal. Isto é, na concepção do que é economia para a presidente.

Com um elenco com essas características, é certo que 2016 será a continuação de 2015. Ou seja, a nova matriz econômica, responsável pelo que aí está, agora sob nova roupagem, será, mais uma vez, apresentada ao distinto público.

Com o anúncio de que a junta orçamentária, formada por Jaques Wagner, Nelson Barbosa, Valdir Simão e a própria presidente, já está em reunião permanente para discutir o Orçamento, o mercado, que é o único termômetro da economia que realmente importa, se prepara para o pior. De imediato, o governo programa fazer o pagamento das pedaladas fiscais, que hoje estão na casa dos R$ 57 bilhões, quitando primeiro as dívidas da União com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), respectivamente de R$ 10,9 bilhões e R$ 15,1 bilhões.

Fica claro que a intenção do governo não é reconhecer o erro nas contabilidades ilegais e fantasiosas, apresentadas de forma maquiada desde 2010. O que move o governo e principalmente a presidente Dilma é apresentar um cronograma de pagamento ao Tribunal de Contas da União (TCU), que condenou por unanimidade as contas do governo e, com isso, buscar saída emergencial para o principal instrumento legal que fundamenta o processo de impeachment.

Há no governo quem insinue, até, com a possibilidade de mandar rodar a máquina de fabricar mais moeda, alargando a base de liquidez monetária, dando, assim, mais fôlego para a economia. O risco, com essa medida fácil, é criar uma bolha inflacionária incontrolável. A experiência contida na nova matriz econômica de incentivar o consumo com créditos abundantes mostrou para todos que não existe caminho fácil, pelo menos para quem paga os impostos.

Nos últimos 10 anos, o consumo dos brasileiros teve crescimento de 115%, enquanto a indústria cresceu apenas 20%. Esse descompasso é que torna as equações complicadas. Fabricar dinheiro e dar créditos de baciada são atalhos que conduzem mais rápido ao precipício. Não há como errar.

Ordem judicial

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Por enquanto, tem sido mais fácil retirar de páginas da internet, obedecendo ao Marco Civil, cenas de violência sexual, discursos de ódio, vídeos de nudez. O mais difícil é eliminar conteúdos ofensivos à honra.

Proteção

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Matteo Mandrile, representante da Organização Internacional para as Migrações, elogiou o Projeto de Lei 2.516, de 2015. Disse que esse é conteúdo “dos mais altos padrões internacionais de direito migratório, incluindo pilares de direitos humanos”.