Às vezes uma atriz tem que enfrentar os próprios medos para encarar uma boa personagem. Camila Botelho confessa que não curte muito assistir a filmes de terror, “por puro medo. Eu sou muito sensível às imagens e ver cenas de terror é algo que me abala de verdade. Fico com aquilo preso na memória e tenho muito pesadelo”, revela, aos risos.
Por isso, o sabor de ver a segunda temporada de Desalma no ar é ainda mais gostoso para Camila. Na caprichada série do Globoplay, Camila vive Melissa, uma das protagonistas da trama. Agora, ela volta com um desafio a mais, pois está possuída pelo espírito de Halyna. “Foi ainda mais especial porque a personagem teve uma reviravolta e cresceu bastante na história. Como Melissa volta possuída, é como se fosse outra personagem”, afirma, animada.
Ainda na primeira temporada, Melissa já se mostrou uma personagem complexa, com várias nuances e não linear. Além disso, a jovem passa por um amadurecimento grande na trama. Para Camila, isso tudo só faz engrandecer o desafio de dar vida à menina. “Entender o que cada momento dela na história significa faz parte do processo de construção da personagem. É um trabalho gostoso de estudo, de pesquisa. O arco da Melissa foi particularmente interessante para mim porque foi uma experiência muito presente na minha vida: de mudança, transformação, amadurecimento e adaptação. É algo que eu vivi e continuo vivendo, porque estou sempre me mudando de casa, de cidade, de estilo de vida”, reflete.
Mas Camila ressalta que Desalma é mais do que uma série de terror, pois ela traz à tona toda uma cultura nórdica a qual não éramos apresentados. “É um tema muito interessante, pouco se sabe sobre a cultura dos descendentes de ucranianos no Brasil. Antes de fazer a série eu nem sabia que existia essa comunidade. E mergulhar nessa cultura é algo fantástico. Além disso, a série tem uma qualidade técnica maravilhosa, como a fotografia, que é lindíssima. Eu não esperava essa repercussão, apesar de ter achado o nível de qualidade da série altíssimo”.
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