Chega de fiu fiu: Documentário chega ao serviço on-demand do GNT

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Documentário que rodou o país em exibições gratuitas, Chega de fiu fiu estreia no GNT. Saiba mais sobre o longa-metragem!

A violência sofrida pelas mulheres nos espaços públicos é o tema principal do documentário Chega de fiu fiu, das diretoras Amanda Kamanchek e Fernanda Frazão. A dupla resolveu abordar o assunto após ter sido impactada pela campanha do coletivo Think Olga de mesmo nome, que surgiu combatia o assédio sexual contra as mulheres nas ruas e até criou um Mapa da Violência, em que eram cadastrados endereços inseguros.

O longa-metragem, que tem 79 minutos e foi produzido pela Brodagem Filmes, conseguiu ser feito com a ajuda de um financiamento coletivo na internet, que, em apenas 24 horas, bateu a meta de R$ 20 mil. Assim que o longa foi concluído, os doadores da campanha tiveram acesso ao filme. Depois, o documentário entrou no circuito comercial de São Paulo e teve sessões especiais em cidades como Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Após essa etapa nas telonas, Chega de fiu fiu entrou para às telinhas. Desde 2 de julho, ele integra o catálogo do serviço on-demand do canal GNT e fica disponível até 30 de julho no GNT Play em sinal aberto (ou seja, quem não é assinante também pode assistir à produção).

Mais sobre Chega de fiu fiu

Em Chega de fiu fiu, o assédio é debatido por meio da exibição da história de três mulheres de diferentes regiões do Brasil. São elas: Rosa Luz, rapper e artista visual moradora do Gama; Raquel Carvalho, estudante de enfermagem que vive em Salvador; e Teresa Chaves, professora de história de São Paulo. Apesar das vivências diversas, cada uma delas têm relatos parecidos sobre casos de violência nas ruas.

Além disso, o documentário tem espaço para a palavra de especialistas, como da filósofa Djamila Ribeiro e a ex-secretaria de Política para Mulheres Nilceia Freire, e também para a opinião dos homens, que aparecem em um grupo de debate refletindo sobre as violências as quais acabam submetendo às mulheres.

Quando o filme foi exibido em Brasília, as diretoras do longa falaram ao Correio sobre a fita, confira aqui a reportagem. Quer assistir? Clique aqui!

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