Palestra gratuita aborda câncer em pets

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Participantes aprenderão mais sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer com oncologista veterinária. Palestra faz parte do projeto Ninar, grupo que surgiu da necessidade de apoiar tutores que passam por situações difíceis com seus pets

Crédito: Reprodução
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No próximo dia 12 de dezembro, acontece a quinta palestra gratuita do Ninar – Grupo de Apoio a Tutores de Animais no DF com o tema “Câncer em cães e gatos: prevenção, diagnóstico e tratamento”. O evento terá a oncologista veterinária Hetielle Harumi Hashimoto como palestrante e será realizado no Manifesto Coworking (Asa Norte).

O projeto não tem fins lucrativos e tem como objetivo reunir pessoas que queiram falar sobre suas experiências, encontrar apoio, ouvir especialistas sobre temas delicados e dividir suas emoções com os outros tutores, contribuindo para o bem-estar das pessoas que passam por uma situação difícil com o seu pet.

As reuniões acontecem toda primeira segunda-feira de cada mês, com entrada gratuita. A cada edição, uma instituição é selecionada para receber as doações sugeridas pelo projeto aos inscritos. O Ninar conta com o apoio da ProAnima, do Meu Pet Natural, do projeto Pense Assim, do Coletivo Conversa e do Manifesto Coworking.

A inscrição é gratuita, mas o projeto pede doações especiais para o grupo de proteção independente, Atevi, que cuida de 1.500 gatos abandonados e de colônia na Universidade de Brasília. O grupo já conseguiu castrar 800 deles e continuam a alimentar e acompanhar a saúde de todos os felinos. O Atevi estará com um bazar no dia do evento, mas o Ninar também pede que os participantes doem ração para gatos.

As inscrições podem ser realizadas neste link: http://bit.ly/ninardf5

Comunidade online

Além das reuniões mensais, que têm vagas limitadas, os tutores de animais do DF podem participar do grupo online que o Ninar criou no Facebook. O ambiente é um espaço para que os donos de animais possam compartilhar suas experiências, falar sobre as dificuldades durante a tutoria e encontrar apoio de outros com vivências semelhantes. Para participar, acesse este link: https://www.facebook.com/groups/gruponinardf/

Como surgiu o Ninar

 

As evidências científicas têm demonstrado os inúmeros benefícios advindos dos pets, não só para os seus tutores, mas também para a sociedade como um todo. No entanto, ainda são raras no Brasil as iniciativas de apoio aos tutores de animais. Quem precisa contar com espaços desse tipo, costumam encontrar dificuldades. A boa notícia é que os tutores de animais do DF podem contar com um grupo de apoio online e offline desde agosto.

A idealizadora do projeto passou por isso quando descobriu o linfoma gastrointestinal incurável de sua gata Nina. O diagnóstico veio acompanhado de um prognóstico ruim e de um tratamento exaustivo físico e emocionalmente para as duas. Quando a Nina faleceu, em junho de 2017, o pouco apoio encontrado foi em um grupo online para tutores de gatos com linfoma nos Estados Unidos e as sessões de terapia para lidar com o luto pela perda do animal querido.

Essa é a ideia do Ninar, que surgiu quando a empresária Kadydja Albuquerque teve de passar por um momento difícil como tutora. A Nina, sua gatinha de 10 anos, foi diagnosticada com linfoma alimentar e passou por meses de tratamento, vindo a óbito no início de junho. Durante todo esse tempo, Kadydja pesquisou iniciativas no Distrito Federal que reunissem tutores em situação semelhante para que pudessem compartilhar suas experiências, mas não encontrou.

“Quando a Nina faleceu, fiquei pensando como ressignificar o vazio, a saudade, e veio a ideia de formar um grupo para ajudar a outros tutores”, explica a empresária. A escolha do primeiro tema, segundo ela, deve-se ao pouco reconhecimento que a sociedade dá ao luto pelo animal de estimação. “Infelizmente, ainda é um processo muito solitário. A sociedade cobra que o tutor se recupere rapidamente, mas a perda de um animal de estimação pode doer tanto ou mais quanto a perda de um humano”, complementa.

 

SERVIÇO

O quê: Reunião do Projeto Ninar com palestra gratuita – “Câncer em cães e gatos: prevenção, diagnóstico e tratamento” (oncologista veterinária Hetielle Harumi Hashimoto)

Quando: 4 de dezembro de 2017

Horário: 19h30

Onde: Manifesto Coworking – CLN 206, Bloco A, Loja 03. Asa Norte. Brasília-DF

Inscrições gratuitas com sugestão de doação de rações para gatos do grupo Atevi. Vagas limitadas.

As inscrições podem ser realizadas neste link: http://bit.ly/ninardf5

Redes Sociais do Ninar

Facebook (grupo): https://www.facebook.com/groups/gruponinardf/

Facebook (página): https://www.facebook.com/gruponinar/

Instagram: https://www.instagram.com/gruponinarpet/


Mais informações pelo Facebook (Grupo Ninar) ou pelo telefone (61) 98277-8382.

 

7 causas de perda de peso

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Mesmo que sejam poucos gramas, a perda de peso no melhor amigo precisa ser investigada. Ela pode estar relacionada à mudança da alimentação ou a problemas graves, como câncer

Crédito: Reprodução
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Na maioria das vezes, cães são glutões e podem apresentar excesso de peso. Porém, o contrário também acontece: de uma hora para outra ou lentamente o melhor amigo vai ficando mais levinho ao subir na balança. Perda de peso involuntária pode ser sintoma de várias doenças ou de estresse psicológico. Essa condição nunca deve ser ignorada pelo tutor. Ao notar que o pet emagreceu, procure o veterinário. Veja alguma das condições envolvidas com a perda de peso e questione o médico se pode ser o caso do seu amigão. “A não ser que o animal esteja numa dieta para perda de peso, qualquer emagrecimento deve ser considerado significativo e, portanto, investigado”, alerta Lara Bartl, veterinária da Universidade de Virgínia Tech.

 

1) Parasitas: embora a maioria dos animais domésticos seja protegida com vermífugos, às vezes um alimento ou a água contaminada podem provocar vermes intestinais. Nesses casos, além de perder peso, eles terão diarreia, queda no apetite e vômito (intermitente ou persistente).

2) Câncer: o de intestino (linfoma e/ou linfossarcoma) é uma das causas de perda de peso em cães e gatos. É uma doença mais comum em idosos e seus sintomas incluem vômito, pouco apetite e dor abdominal.

3) Doença renal: nesse caso, a perda de peso não é imediata, mas acontece ao longo dos anos. O mesmo vale para hipertireoidismo no caso de gatos (cães com a doença não vão perder peso. Em vez disso, tomarão mais água e aumentarão a quantidade de urina).

4) Doença cardíaca avançada: assim como na doença renal, a perda de peso não é imediata. Alguns cães podem, inclusive, ganhar peso, mesmo tendo menos apetite.

5) Doença dental: dor de dente pode levar à perda de peso, pois o animal terá mais dificuldade para mastigar ou engolir.

6) Mudança na alimentação: nem sempre a perda de peso se deve a uma doença. Pode ser que o novo alimento contenha menos caloria, mesmo que em quantidade igual à que ele está habituado. Preste atenção à tabela nutricional.

7) Estresse: pode alterar o apetite do animal e não deve ser menosprezado. A chegada de um novo pet em casa, por exemplo, pode desencadear o estresse e induzir a perda de peso.

 

Fonte: PetMD

 

 

Bazar de Natal ajuda animais resgatados

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Que tal fazer comprinhas de Natal diferenciadas e ainda ajudar animais resgatados por ONG? Quem tiver doações em bom estado para o bazar tem até 1º de dezembro para se desapegar

Bento vai comprar os presentes dos aumigos no bazar da ProAnima Crédito: Paulina Leon Fotografia
Bento vai comprar os presentes dos aumigos no bazar da ProAnima Crédito: Paulina Leon Fotografia

A ONG ProAnima – Associação Protetora dos Animais do DF convida para mais uma edição do Bazar Natalino, que acontecerá no próximo dia 2 de dezembro. Estarão à venda roupas, brinquedos, bijuterias, artigos para o lar, livros, CDs, DVD e vários itens interessantes, de boa qualidade e com baixo preço. Além disso, terá uma ótima programação musical, comidinhas veganas e os amigos peludos serão muito bem-vindos.

O trabalho da ProAnima é voluntário e as ações são custeadas com doações e com recursos arrecadados em campanhas e bazares. Com a realização do Bazar Natalino, além de ajudar os animais, a ProAnima incentiva o desapego e promove ações de sustentabilidade, dando a oportunidade para que todos possam adquirir produtos de boa qualidade com preço baixo.

Os voluntários estão recebendo doações até o dia 1º de dezembro: os produtos em bom estado de conservação podem ser entregues na sede – sala 47 do bloco I – Edifício Cedro, na SCLN 116, em frente ao Setor Hospitalar Norte, Asa Norte; entregues ao porteiro do edifício ou à voluntária Rose, na sala 211. Quem não pode se deslocar, mande uma mensagem para proanima@proanima.org.br ou acesse o Facebook para combinar a retirada das doações em casa.

Bazar Natalino da ProAnima
Data: 02 de dezembro de 2017
Horário: 10 às 17h
Local: subsolo do bloco I – Edifício Cedro, na SCLN 116,
em frente ao Setor Hospitalar Norte
Informações: 99908-7158 (Mara) ou proanima@proanima.org.br

Cuidado com a coluna do melhor amigo

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Especialista dá dicas de como evitar a lombalgia, uma das principais queixas do atendimento ortopédico, e a hérnia de disco, problema grave que pode provocar paralisia

 

Crédito: Reprodução
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Os pets também sofrem de dor na coluna. O problema é uma das principais queixas do atendimento ortopédico veterinário e pode ser um sinal de algo mais grave, como a hérnia de disco.

“É importante falar dessa doença silenciosa e muito grave, que o dono do pet às vezes não percebe. Ela provoca um processo degenerativo do disco intervertebral e pode desencadear complicações mais agudas, que deixa o bichinho paralisado”, afirma a Adriana Valente de Figueiredo, veterinária ortopedista e cirurgiã da Petz.

Apesar de algumas raças como lhasa apso, shih tzu, daschund e bulldog francês serem mais predispostas à hérnia, o problema pode acometer qualquer tipo de cão. Além da dor na coluna, outros sinais são incômodos ao encostar ou pegar no colo, respiração ofegante, tremor, não conseguir achar posição para sentar ou deitar, dificuldade para andar, arrastar a patinha e perder a coordenação. Quando a doença atinge o grau mais grave, o pet pode ficar paralisado e sem sensibilidade nas patinhas de trás.

Por isso, ao suspeitar de algum problema, é importante procurar um especialista. O quanto antes a hérnia for detectada será melhor para o tratamento e recuperação do pet. O diagnóstico deve ser feito por meio de ressonância magnética ou tomografia computadorizada. O tratamento varia com uso de anti-inflamatório e fisioterapia até cirurgia. “Para os casos mais graves, a cirurgia é recomendada, pois é a melhor chance de o pet voltar ao normal”, explica Adriana.

Cinco dicas para cuidar da coluna do pet:
1 – Obesidade
O sobrepeso é uma alteração grave para os pets, sobrecarrega as articulações e pode potencializar doenças como a hérnia. Evite os hábitos sedentários e mantenha a alimentação balanceada com rações apropriadas.
2 – Predisposição
Para os pets de raças como lhasa apso, shih tzu, daschund e bulldog francês, que têm propensão a desenvolver problemas de coluna, é recomendado evitar subir e descer obstáculos, camas, sofás e escadas, pois pode levar ao agravamento da doença.
3 – Exercícios
Estimule a prática de exercícios e atividades físicas que façam com que os bichinhos desenvolvam musculatura, como caminhadas e brincadeiras. O fortalecimento muscular ajuda a preservar e a proteger a coluna.
4 – Pegada
Ao pegar o pet no colo, segure ao mesmo tempo pela região tórax e pela região pélvica. Não suspenda somente pela parte anterior (tórax), pois pode causar incomodo e dor. Use coleira peitoral para dar maior suporte e não forçar a região cervical.
5 – Massagem e carinho
Fazer movimentos suaves na coluna dos pets ajuda a relaxar e amenizar dores e tensão. Mas não use nenhum produto sem a indicação do veterinário.

Cães doadores salvam vidas

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 Animais também precisam de doação de sangue. A coleta é rápida, não compromete a saúde do doador e salva vidas

Crédito: Reprodução
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Doar sangue é um ato de solidariedade. Quando estamos doentes, é gratificante encontrar uma pessoa disposta a oferecer sangue. Mas não são só os humanos que necessitam de atenção e dedicação. Em diversos casos, animais também precisam fazer transfusão de sangue e, para isso, requerem doadores.

Entretanto, achar animais que podem doar não é uma tarefa simples. Muitas vezes, quando é encontrado um doador compatível, os proprietários –  por falta de informação – ficam receosos em permitir que seus animais doem sangue, com medo de eles sofrerem ou de aparecer algum efeito colateral.

Mas a coleta, quando feita da forma correta, ocorre de maneira cuidadosa e obedece a uma série de critérios. Ela dura cerca de 10 minutos e são colhidos, em média, 450 mL por animal. A saúde e o bem-estar do doador são preservados durante o processo, de forma que o animal não se machuque ou sinta dor, nem tenha a saúde prejudicada.

A transfusão de sangue, também chamada hemoterapia, é indicada para pacientes em diferentes condições de saúde, como anemia, hemorragia, coagulopatia e hipoproteinemia. Para atendimento aos hospitais veterinários, existem bancos de sangue canino que fazem coletas em animais saudáveis para disponibilidade no caso de emergências médico-veterinárias.

Um exemplo é o Laboratório Clínico Veterinário da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu (SP). A equipe oferece o serviço de coleta em casa, com agendamento, participa de feiras e promove mutirões ou campanhas específicas para alavancar o número de doações.

Criado em 2009, o banco de sangue consegue, em média, coletar 25 bolsas ao mês. “É um volume que está abaixo das nossas necessidades, mas que é crescente devido à maior divulgação da existência do banco de sangue”, afirmou em entrevista à Revista CFMV a médica veterinária Regina Takahira, do Departamento de Clínica Veterinária da Unesp.

Para ser doador, o cão precisa estar com o calendário de vacinação em ordem, ter no mínimo 25 kg e idade entre um e oito anos. Ele passa por exames clínicos e colheita de exames laboratoriais para atestar a sanidade. Também é verificado se o animal tem perfil doador, ou seja, se é calmo e tranquilo, para que a coleta traga o menor trauma possível.

O tempo mínimo recomendado entre doações para um mesmo animal é de dois meses. Contudo, pesquisas já mostram que em casos de emergência um cão pode sofrer doações em intervalos de 15 dias sem danos à sua saúde. Também há a possibilidade de acelerar a recuperação dos animais por meio da suplementação de vitaminas e minerais.

(Da Assessoria de Comunicação do CFMV, com informações da revista nº 67 do CFMV)

 

Campanha antirrábica: sabe onde vacinar

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Acesse a lista dos 248 postos que estarão abertos no sábado para vacinar cães e gatos contra a raiva

Crédito: Matheus Oliveira/Secretaria de Saúde do DF/Reprodução
Crédito: Matheus Oliveira/Secretaria de Saúde do DF/Reprodução

No sábado, das 9h às 17h, 248 postos de vacinação estarão abertos no DF para vacinar cães e gatos contra a raiva. A indicação é para cães e gatos saudáveis com mais de três meses de vida. As fêmeas gestantes e parturientes também podem ser vacinadas. Os animais que receberem a primeira dose da vacina devem ser revacinados após 30 dias (depois só é necessária a vacinação anual).

Veja a relação de postos aqui.

 A estimativa é que o DF possua 339.261 cães e gatos, sendo 308.419 cães e 30.842 gatos.

De acordo com a veterinária Lorena Bastos, clínica geral e cirurgiã da Clínica Salud Pet, vacinar cães e gatos é fundamental, não só para protegê-los, mas também para preservar a saúde de seus tutores.

“Em animais não vacinados, a probabilidade de o agente ultrapassar a barreira imunológica e provocar a doença é muito mais alta. Algumas doenças evitadas por vacinas, como a raiva, não têm tratamento específico e 100% eficaz, e além disso, são zoonoses, o que significa que passam para os seres humanos. Então, em casos como esses, a vacinação não é só caso de saúde animal, mas sim de saúde pública”, aponta Lorena.

Por isso, mesmo com aquelas carinhas de assustados, que são de apertar o coração, não dá para deixar a vacinação passar. Para tranquilizar os pets, a dica é recompensá-los pela coragem de enfrentar as agulhas. “Os tutores devem fazer o possível para diminuir o estresse do animal. Dar carinho, oferecer petiscos durante e após a aplicação, brinquedos e tudo que os distraia. Se possível, é bom sempre mantê-los na coleira, inclusive gatos para diminuir a probabilidade de fugas”, aponta Lorena.

Algumas reações são comuns após a vacinação, mas não devem durar por mais de 24h.

“As vacinas ativam o sistema imunológico do animal, assim, ter febre é a reação mais esperada após qualquer vacinação. Além disso, pode ser comum também dor na área onde foi aplicada, pois a vacina no subcutâneo pode levar a uma pequena inflamação local. Alguns tutores relatam também um leve aumento de volume no local de aplicação por alguns dias, porém esses costumam sumir sozinhos, pois são provocados apenas pela reação inflamatória. Apatia extrema, falta de apetite por mais de 24h, mucosas pálidas, gemidos de dor, vômitos, diarreias e/ou nódulos que aparecem semanas após a aplicação, não são normais e devem ser informadas ao veterinário imediatamente”, destaca Lorena.

Outro ponto importante, para levar em conta na hora de vacinar o pet, é a idade e o estado de saúde do animal. “Idosos sem limitações graves de saúde podem ser vacinados normalmente com a antirrábica. Aqueles animais que apresentam qualquer alteração de saúde não devem ser vacinados, já que a eficiência vacinal depende de o sistema imunológico estar com sua capacidade inalterada”, conclui a veterinária.

Agenda pet

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O sábado vai ser de muita diversão para a cachorrada de Brasília. Para quem quer levar um novo amigo para casa, duas feirinhas de adoção terão gatos e cachorros à espera de um novo lar

Crédito: reprodução
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Sábado

— 1º Encontro de Pugs do DF Plaza, o  mais novo shopping de Águas Claras: a partir das 17h, no espaço Lounge Pet. Com entrada gratuita, o evento busca promover a confraternização entre crianças, familiares e amantes de pugs (raça de cães chineses que encantam os brasileiros com sua fofura). Entre as atividades, tenda de mapa astral para os pets; demonstração de agillity (modalidade de obstáculos e equipamentos caninos), palestra com o médico veterinário Paulo Tabanez, além de muitas comidinhas e várias opções de petiscos, brigadeiros, cupcakes, bolos e produtos orgânicos feitos especialmente para eles. Para presentear os participantes, haverá a realização de um sorteio de brindes da Zeedog, empresa especializada em guias e coleiras. Cães de todas as raças (exceto os de guarda) são bem-vindos, desde que de pequeno/médio porte (até 50cm). Veja as regras aqui.

— Feira de adoção de cães e gatos da Sauld Pet: a última feira de adoção de cães e gatos do ano, realizada pela clínica Salud Pet, acontecede 9h às 15h. Como nas edições anteriores, o evento é uma parceria com a ONG Atevi, formada por protetores independentes e responsável por resgatar e oferecer lar temporário para animais em situações de risco. Quem quiser conhecer ou levar para casa uma dessas fofuras, pode passar na CLS 408, bloco c, loja 7-B, e se não der para adotar, doações de ração são sempre bem-vindas.  Mas, atenção: para levar um pet para casa, os interessados devem ter mais de 18 anos e assinar um termo de adoção.

 

 

— Feira de adoção da ONG Santuário Nova Aliança: cães e gatos que precisam de um novo lar estarão no CIA DA TERRA  (Jardim Botânico – Lago Sul- ao lado Hospital Vet Animax), das 9h às 15h. A ONG recebe doações de ração, medicamentos e jornais. Produtores independentes que quiserem levar animais para a feirinha devem apresentar carteira de vacinação e vermifugação dos pets, que deverão estar com banho tomado e identificados se fêmea ou macho. Levar cercadinho, potes, ração, além do termo/questionário de adoção. Mais informações: 98609 0707

Black Friday pets: como aproveitar

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Na onda da Black Friday, muitas lojas de produtos pet estão oferecendo descontos em seus sites. Confira algumas que prometem ofertas de até 70%

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—  PetVirtual: promete descontos de 5% a 40% em todo o site durante os dia 24, 25 e 26 de novembro.o site já iniciou um “esquenta”. Alguns produtos já estão com desconto e, se o usuário fizer um cadastro, recebe por e-mail outras ofertas. . “Os animais de estimação já são considerados parte da família, possuem plano de saúde, carteira de identidade, consomem roupas, assessórios, itens de lazer e também alimentação especial. As promoções do Black Friday no site visam dar descontos para os tutores que já desembolsam grande parte do orçamento familiar para agradar seus melhores amigos”, afirma Jônatas Martins, responsável pelas ações de Marketing do site.

Zee Dog: a loja de coleiras, peitorais e outros acessórios descolados anunciou até 70% de desconto no site e 30% nos quiosques. É bom correr: os produtos da Zee Dog somem rapidamente na Black Friday.

 

 docg. : a loja vai oferecer 10% de desconto em todos os produtos de sua marca própria. Entre os itens, estão shampoos e condicionadores elaborados para diferentes tipos de pelagem, perfumes com fragrâncias produzidas pela empresa Suíça Firmenich, sprays fixadores, óleo e leave-in para hidratação dos pelos. Entram também na promoção os produtos que se tornaram carro-chefe da empresa: o banho seco, disponível em spray e pó; e o hidratante de patinhas e cotovelos, formulado com D-pantenol, manteiga de karité e óleo de oliva. “Não poderíamos ficar de fora da Black Friday e vamos oferecer descontos para nossos clientes e, também para que novos consumidores conheçam os produtos”, conta o sócio da docg. Juliano Brites Cortes.

Pet Love: no “black november”, a Pet Love já colocou em oferta diversos produtos de higiene, caminhas, rações, petiscos e medicamentos. Tem desconto de 15% a 45%.

Petz: no site da loja, tem “esquenta” da Black Friday, com descontos de 5% a 44% em brinquedos, remédios, acessórios, rações, produtos de higiene e petiscos, entre outros.

Cobasi: o site do supermercado pet também está com “pré-Black Friday”, com até 36% de desconto em diversos produtos, além de brindes.

Geração Pet: até 30% de desconto nas caminhas, 20% em brinquedos e 40% na linha pet games.

Pet Express: a “black week” traz descontos variados de até 20%.

 

Diabetes: gatos e cães também têm a doença

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Enquanto o tipo 1 é mais comum em cães, o 2 acomete mais os gatos. Ficar atento aos sinais e seguir corretamente o tratamento é fundamental para garantir qualidade de vida ao animal com diabetes

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A diabetes ocorre por uma falha na produção de insulina, um hormônio gerado no pâncreas que é responsável por processar a glicose que entra no sangue. A consequência é impossibilidade de o organismo processar, da forma certa, a glicose e outros compostos orgânicos presentes nos alimentos e necessários para garantir a reprodução saudável das células e a obtenção de energia.
Os cães, independentemente da raça, são suscetíveis à diabetes – sendo mais comum entre aqueles de meia idade, idosos e cadelas. Os gatos também estão sujeitos a desenvolver a doença. Entretanto, a sua incidência é maior entre os machos castrados.

A manifestação da diabetes em animais é bem parecida com a dos humanos e exige cuidados e tratamentos específicos. A doença é caracterizada por dois tipos:

Tipo 1: (dependente de insulina): ocorre quando o próprio organismo se responsabiliza por destruir os depósitos onde produz a insulina. Os cães apresentam, na maioria dos casos, esse tipo de diabetes
Tipo 2: O pâncreas consegue liberar insulina, mas o organismo resiste a ela, não permitindo ao hormônio exercer suas funções corretamente. Este é o tipo mais frequente nos gatos. O sintoma mais comum é a poliúria, ou excesso de urina, pois os rins não conseguem mais absorver a glicose, e o animal passa a urinar mais que o normal. Outra característica dos pets com diabetes é a maior ingestão de água e, em casos mais extremos, o animal pode apresentar muito cansaço e fadiga.

Para obter sucesso no tratamento, é imprescindível que o tutor compreenda suas responsabilidades. A terapia com uma insulina idêntica a insulina canina é recomendada e constitui um dos pilares do tratamento do diabetes, mas a dieta e o estilo de vida (incluindo exercício) também influenciam no controle glicêmico.

O tratamento da diabetes pode ser dividido em duas etapas:
Estabilização: É determinada a dose correta de insulina e uma rotina diária adequada para o animal de estimação.
Manutenção: O pet é monitorado regularmente para acompanhar a evolução da sua diabetes e determinar as mudanças necessárias em seus requisitos de insulina.

“A meta do tratamento da diabetes é minimizar os sinais clínicos da doença, o risco de hipoglicemia e o desenvolvimento de complicações em longo prazo”, afirma Daniela
Baccarin, médica veterinária, associada da Comac (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal) e gerente de
Produtos da unidade Pet da MSD Saúde Animal.

Os sintomas associados à diabetes são diversos, mas o mais importante é observar qualquer alteração de comportamento do animal. Ao menor sinal de que algo vai errado, leve-o
imediatamente ao médico veterinário. Quanto mais cedo for o diagnóstico, mais chances de sucesso terá o tratamento.

O que não fazer com seu pet

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Sete coisas que você jamais deve fazer em relação a seu pet

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1 – Mesmo se o tempo estiver relativamente frio, um carro com janela fechada pode se transformar rapidamente em uma estufa, o que superaquece o organismo do animal. Além disso, o cão pode ser roubado. Por isso, nunca o deixe sozinho no carro. 

2 – Todos os cães devem ter acesso a áreas externas e, se o quintal não é cercado, tudo bem deixá-lo preso a uma corrente por algum tempo, desde que o tempo esteja bom e que ele fique sob a supervisão de alguém. Porém, cães nunca deveriam ser forçados a viver acorrentados. Cães precisam de interação com humanos e estímulos. Precisa se sentir parte da família e vivenciar a liberdade. Deixar o cachorro acorrentado lá fora enquanto os humanos estão dentro de casa é simplesmente crueldade.

3 – Segundo a Associação Americana de Medicina Veterinária, embora a escovação de dentes diária seja necessária para cães e gatos, apenas 2% dos tutores seguem essa recomendação. Além disso, 65% dos cachorros com doença periodontal em estágio 1 não são tratados. Problemas na boca podem afetar a saúde do animal como um todo, por isso, não negligencie os cuidados com os dentes. Pelo menos uma vez ao ano, leve o pet para avaliação dos dentes e desenvolva o hábito de escovação. Uma escova infantil é a melhor opção para cães com boca pequena ou que estão começando a ser escovado. Aquelas escovinhas de dedo também são aceitáveis, mas só para o começo. Nunca use pasta humana em pets – como eles não conseguem cuspir e muitos ingredientes das pastas humanas fazem mal à saúde do animal.

4 – Nunca, jamais bata em um cachorro. No livro It’s Me or the Dog, treinadora e comportamentalista Victoria Stilwell, famosa por seu programa sobre comportamento de cães no canal Animal Planet, escreve: “Quando você bate em um cachorro, você o ensina a temê-lo, quebra sua confiança e enfraquece a autoconfiança do animal. Cães inseguros são aqueles mais propensos a atacar quando acham que estão ameaçados”.

 

 

5 – Não assuma que cães não têm sentimentos. Sim, eles têm emoções e compreendem emoções. Estudos científicos recentes mostram que os cães sentem amor tanto como humanos e podem ler nossas emoções, baseados nas expressões faciais. Cães têm capacidade de amar, sentir, se deprimir e ficar animados.

6 – Muita gente pensa que pode diagnosticar a doença do animal em sites e deixam de levá-lo ao veterinário. Informações confiáveis online são bem-vindas, mas não devem ser usadas como meio de diagnóstico ou tratamento do pet. Se o cão ou ou gato apresentarem sinais de que há algo de errado com a saúde, não tome providências sozinho. Leve o melhor amigo ao veterinário.

7 – Não coloque o animal dentro do kennel por punição. Ao usar a caixa de transporte para puni-lo, você está ensinando que a caixa é um lugar ruim, em vez de um recipiente seguro. Se ele se comportou mal, procure um meio de ensiná-lo a fazer a coisa certa, sem punição. Muito menos trancafiá-lo no kennel.

Fonte: PetMD