Muitos eventos pet nesse fim de semana em Brasília

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SEXTA 11.03.2016

 

 

sexta Bazar Beneficiente de várias instituições

Local = Loja Rosa Cruz(L2 Norte 607)

Horário = de 09 as 15h.

 

 

 

 

 

 

SÁBADO 12.03.2016

 

 

sábado (1)Feira de adoção Abrigo Flora e Fauna

Local = 108 sul ao lado da Pet Di Petti

Horário = das 11 as 16h.

 

 

 

 

 

sábado (2)Feira de adoção Abrigo Flora e Fauna

Local = Sia trecho 2 ao lado da Gravia

Horário = de 11 as 15h.

 

 

 

 

 

sábado (1)Feira de adoção Protetores independentes (Cães e gatos)

Local = 308 Sul, ao lado da Casa Renato

Horário = das 10 as 15h.

 

 

 

 

 

 

 

sábado (3)Entrega do Oscar Pet do Armaem Rural

Local = SCLN 205 Bloco D Loja 10

Horário = A partir das 09:30h.

 

 

 

 

 

sábado (4)

Mutirão de banho da SHB

Informações = contato@shb.org.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DOMINGO 13.03.2016

 

 

domingoFeira da adoção SHB

Local = Sia trecho 2 (Petz)

Horário = das 10 as 16h.

Homem deixa fortuna de 3 milhões para construção de abrigo para animais

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(por Direito dos Animais.org e ANDA )

 

Quando Bob Wetzell morreu em dezembro do ano passado, sua única família eram os animais.  Seu testamento determinou que sua propriedade seria vendida e o dinheiro doado para criar um novo abrigo para animais.Seu advogado informou que o valor irá para a Animal Welfare League, no Condado de Champaign. A fortuna será utilizada para comprar uma fazenda que será destinada à reabilitação de animais em situação de abandono.

O local pretende promover ainda várias atividades de entretenimento aos animais. A fazenda funcionará como uma reserva na qual eles poderão andar livremente.A Animal Welfare está trabalhando com a ajuda de outros grupos de resgate e direitos animais para criar o novo refúgio. Os animais que estavam sob a tutela do milionário provavelmente também irão para o abrigo.

 

 

 

Saúde protegida

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(da Revista do Correio) (foto Zuleika de Souza / @cbfotografia / Correio Braziliense)

 

Quando um novo dependente chega à família, seja ele filho ou animal de estimação, os gastos com saúde se tornam uma grande preocupação. Pensando nisso, empresas lançaram planos de saúde veterinários. A ideia é pagar mensalmente para ter garantidos vacinas, tratamentos oncológicos e exames para o bichinho. É uma forma de não se pego de surpresa com os gastos quando a doença chegar, além de ter sempre disponíveis atendimento para o animal, prevenindo problemas futuros.

As cadelas da ativista Daniela Nardelli, 46 anos, sempre foram incluídas nesse tipo de convênio. Há dois meses, a anciã da matilha faleceu, com 17 anos, e o atendimento médico que ela tinha desde os 4 foi fundamental para manter a qualidade do fim da vida dela. A outra cadela da ativista, a maltês Marie, 10 anos, recentemente precisou fazer uma cesariana de emergência. Daniela acredita que o valor do procedimento ultrapassaria R$ 4 mil, e, por isso, comemora o investimento de cerca de R$ 200 mensais na saúde da companheira, já que todos os gastos da cirurgia foram pagos pelo plano. “Acho que é incalculável a despesa. O plano de saúde é como um seguro de carro: a gente deseja não usar, mas tem”, afirma.

O veterinário Balduíno Junior, da Clínica Prime Vet, aprova a decisão dela: “Ainda mais hoje, nessa época de crise, o cliente tem uma segurança maior de levar o animal ao médico, de não ter um gasto fora do orçamento”. Entre os procedimentos de que Daniela mais usufrui estão a limpeza de tártaro e o hemograma, feitos duas vezes ao ano. “Para mim, vale muito a pena, não só pelo valor, mas pela qualidade dos profissionais que nos atendem”, garante.

A shih-tzu Penélope, 5, também é beneficiária de um seguro-saúde há dois anos e já precisou de atendimentos mais custosos, como cirurgia e internação. A tutora dela, Ellen Holanda, 35, acredita que a popularização do serviço faz parte de uma transformação de mentalidade e comportamento mais complexos. “A humanidade está passando por um processo de evolução e vendo que os animais têm a mesma necessidade de bem-estar que o ser humano”, afirma a fisioterapeuta. A única ressalva, porém, se refere à lista de cirurgias com cobertura pelo plano, que, segundo ela, ainda são escassas.

A veterinária Marina Nascente, do Hospital Veterinário de Taguatinga, conta que, em planos de cobertura mais abrangentes, os animais acabam sendo examinados com frequência maior e, portanto, as doenças são detectadas precocemente. “Uma boa parte das pessoas que traz o animal para fazer checape têm o plano. Caso contrário, acho que não viriam”, supõe. Ela diz que muitas vezes os tratamentos são interrompidos por famílias que contrataram planos mais simples. Como os procedimentos, além das consultas, são mais caros, acabam não sendo realizados, deixando os animais mais suscetíveis a complicações de saúde.

Renato Gomes, do hospital veterinário Arca de Noé, concorda que um bom plano estimula os donos a levarem os animais ao especialista, já que os tutores querem usufruir do que está pago. “Você leva seu filho no médico porque sabe que tem que levar. Isso não acontece com o pet, ainda mais porque ele não fala. Checape periódico garante que não aconteceu algo com o animal”, defende. Há mais de quinze anos o estabelecimento criou o PetLife, plano de saúde próprio, que conta com radiologias, cirurgias e vacinação anual.

Saiba escolher

Desde abril de 1998, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) regulamenta os planos de saúde veterinários. A empresa deve se registrar no conselho de sua região e apresentar a cópia dos contratos firmados com clientes e conveniados, além de relação completa dos serviços com preços explicitados. A resolução prevê multa para seguradoras que não cumprirem as normas.

O Health For Pet foi o primeiro plano veterinário brasileiro e, atualmente, é administrado pela Porto Seguro, seguradora conhecida no ramo de veículos e imóveis. A partir de 59,47, é possível contratar o convênio. Um dos serviços oferecidos pela Health for Pet é a implantação de microchip, que acompanha em tempo real o estado do organismo do pet. Lançado em julho de 2014, o Health For Pet presta serviços apenas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Existem, porém, planos que atendem a capital. A Dog Life, empresa presente no Distrito Federal e em Minas Gerais há mais de 6 anos, oferece seu plano mais básico por R$ 52 mensais. Alguns dos fatores que podem influenciar no valor da mensalidade são a raça do animal e a idade do beneficiário. Pets mais idosos podem precisar de cuidados mais frequentes e, por isso, o seguro é mais caro.

Outro fator importante é a cobertura do plano escolhido. O plano Pet Soft inclui consultas e exames, além das vacinas antirrábica, déctupla canina, ou para os gatinhos, a vacina quádrupla. Já o plano mais completo garante, além desses benefícios, consultas domiciliares, doze dias de internação anuais e pré-natal, por exemplo. A empresa atualmente conta com rede credenciada em várias regiões administrativas, como Sobradinho e Plano Piloto, e em cidades próximas, como Valparaíso de Goiás.

SERVIÇO

Dog Life
SIG/Sul, Quadra 1, Ed. Barão do Rio Branco,
Sala 121. Telefone: (61) 3344-8035

Pet Life
SHIS QI 25, Bloco E, Loja 70.
Telefone: (61) 3367-3232

Gisele Bündchen lança campanha e pede fim da caça ilegal de animais

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( da Marie Claire ) (fotos reprodução instagram @gisele )

 

giseledGisele Bündchen deu mais uma prova que é uma das famosas que mais defendem a vida animal. A übermodel publicou em seu perfil no Instagram, nesta quinta-feira (3), uma campanha pelo fim da caça ilegal.

“Me entristece saber que em pleno século 21 ainda existam muitas espécies selvagens ameaçadas de extinção. A caça ilegal ameaça dizimar as populações de rinocerontes e elefantes, por exemplo”, escreveu a top.

Junto com seu pronunciamento, Gisele compartilhou uma foto em que aparece ao lado de dois elefantes em meio a uma área verde.

“Se queremos um futuro melhor, também temos de cuidar da vida selvagem. Se você fere uma espécie, está ferindo a todas, incluindo nós, seres humanos”, disse antes de comentar sobre seu projeto junto à ONU, onde é embaixadora da boa vontade.

“Gostaria de convidar a todos para participar desta campanha para acabar com o comércio ilegal de animais selvagens, compartilhando essas informações como puder. Também é importante não comprar nenhum tipo de vida selvagem”.

Eventos Pet em Brasília nesse sábado

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sabado1 SHB – Sábado das 10 as 16h

no SIA trecho 2

ao lado da PETZ

 

 

 

 

 

 

sabado2

Abrigo Flora e Fauna – Sábado das 11 as 16h

na 108 sul ao lado do Pet Shop Di Petti

 

 

 

 

 

 

sabado3Projeto São Francisco – Bazar da pechincha

das 09:30 as 15h na QE 19 – conj. 1 – Guará 2

 

 

 

 

 

 

 

 

sabado 4 Eu Amo meu cão

com Alexandre Rossi e Estopinha

das 14 as 17h -área externa do Brsília Shopping

 

 

 

 

 

 

 

sabado 5Feira de adoção Agro-Pet

das 10 as 17h

na Rua 8/10, chácara 178 lote 2 lojas 1 e 2

Vicente Pires

 

 

 

 

12771937_967746589977646_6259435727970629457_oQuintal dos bichos – Feira de adoção

a partir das 9h no Armazém Rural

 

Alerta para a leishmaniose no DF

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(Por Camila Curado e Otávio Augusto, da editoria de Cidades do Correio Braziliense) (foto Breno Fortes / @cbfotografia / Correio Braziliense)

 

 

CBPFOT250220160723

Liandra Lopes (foto) , 25, tem uma dor de cabeça a mais neste início de ano. Ela sabe que, com a proximidade do fim do período de chuvas, o mosquito felobomíneo, conhecido como palha, transmissor da leishmaniose visceral, começa a aparecer. E tem consciência de que o cão dela, Teo, de 2 anos, pode ser contaminado. Ainda mais porque ela mora em um local em alerta para a alta incidência do inseto: o Varjão. Fercal, Sobradinho, Lago Norte, Lago Sul e Jardim Botânico também estão na lista. Essas cidades concentram os casos da doença que infecta cães, gatos e humanos. Segundo estimativa da Secretaria de Saúde, 25% dos animais dessas cidades estão contaminados. Na Fercal, por exemplo, 10% das amostras analisadas tiveram o diagnóstico positivo.

“A gente acaba se preocupando. Ninguém quer o cachorro fique doente ou sofra”, afirma Liandra. A doença é sazonal, mas a Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) não descarta possibilidade de surto. O DF é a segunda unidade da Federação que mais apresenta infecções humanas: 14,3% dos casos confirmados no país, perde apenas para Goiás. Mas há a reclamação de que faltam informações sobre a enfermidade. É o caso de Gabriel Sales, 19, que diz nunca ter ouvido falar da leishmaniose. “Faltam campanhas para esclarecer o que é a enfermidade para a população”, reclama o dono do pitbull Dólar. Atualmente, o bicho está com pulgas e sarnas que se espalharam pelo corpo.

Os primeiros casos de leishmaniose surgiram no fim do verão de 2004. Naquele ano, 10 cães tiveram a moléstia confirmada. Após uma década, o avanço da doença chegou a 4.780%. Em 2014, 478 animais se infectaram. O mosquito se reproduz em ambientes com matéria orgânica, como restos de alimentos, folhas e madeira em decomposição, além de adubos e áreas sombreadas e úmidas. Segundo a Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses, o combate segue o mesmo processo contra o Aedes aegypti. Evitar que o mosquito nasça é a melhor alternativa.

O conjunto de sinais mais comuns na leishmaniose canina inclui perda de peso, úlceras, anemia, diarreias, vômitos persistentes e feridas que não se cicatrizam. O Ministério da Saúde recomenda o sacrifício dos cães com diagnóstico. A medida desagrada a Sociedade Protetora dos Animais (Proanima). “Os cães têm direito ao tratamento. Há grupos de veterinários que fazem esforços para que novos medicamentos sejam aprovados para uso no Brasil. Somos contra matar o animal por uma doença tratável. O parasita fica inativo no corpo quando está sendo tratado, o animal não transmite a doença e vive bem clinicamente”, ressalta Simone Lima, diretora da entidade.

Em média, a vacina custa R$ 60. Na primeira imunização é recomendado aplicar três doses no cão. Depois, um reforço anual. A Secretaria de Saúde não disponibiliza o serviço. Mas faz o diagnóstico da doença — cerca de 5 mil cães passam por exames anualmente. Em portaria, o Ministério da Saúde se posiciona contrário ao uso de tratamentos e vacinas caninas pelo temor da criação de um protozoário resistente aos poucos medicamentos disponíveis para o tratamento da doença em humanos. Entretanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o texto liminarmente, em outubro de 2013.

A Secretaria de Saúde enfrenta problemas na notificação dos casos da doença. Isso ocorre porque há falhas na notificação das clínicas veterinárias e a Dival. “O médico veterinário é obrigado a notificar a doença, mas nem sempre isso acontece, o que causa impacto na saúde pública. Falta informação entre eles e as clínicas são o termômetro dos casos”, avalia Lauricio Monteiro, médico veterinário da Vigilância Ambiental.

 

Veterinários

 

CBPFOT250220160811  O alerta para os casos de leishmaniose aqueceu o mercado de clínicas veterinárias na capital federal. O setor espera aumento de 10% na procura. A venda vacinas e produtos repelentes, como coleiras, também deve crescer. Por outro lado, o brasiliense está temeroso com o avanço da doença.

Segundo a veterinária Andressa Beluco (foto) , 27 anos, houve alta de 70% em apenas dois meses no número de casos da moléstia. “A cada sete casos suspeitos, pelo menos quatro se confirmam”, conta a especialista, que atende no Lago Norte. “A maioria dos casos confirmados é de moradores de chácaras e residências com grandes jardins, o que não descarta a preocupação de moradores de apartamentos no cuidado da prevenção do mosquito”, detalha.

 

 

A leishmaniose é a segunda doença tropical que mais apresenta ameaça a saúde pública, por conter altos índices de morbidade e mortalidade, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Perde apenas para a malária. Houve pelo menos três notificações em humanos este ano. Segundo o Executivo local, um está confirmado e outros dois continuam em investigação. Até junho de 2015, 21 pessoas contraíram o mal . Se não for devidamente acompanhada, a enfermidade pode levar à morte. Os principais sintomas são feridas na pele, nas mucosas do nariz, da boca e da garganta, e acomete o fígado, o baço e a medula óssea.

A bióloga Erika Mota Herenio, especialista em análises clínicas, explica que, para frear o avanço da doença, é preciso acabar com os locais de reprodução do mosquito-palha. “O inseto se reproduz rapidamente. A melhor forma é interromper o ciclo do vetor mantendo os ambientes limpos”, alerta. Em 2014, a especialista publicou estudo sobre a doença no DF. O artigo frisa que aproximadamente 10% dos casos da doença são confirmados — índice considerado alto pela literatura médica.

 

 

 

Fundação Leonardo DiCaprio doa 1 milhão de dólares para ajudar a salvar os elefantes

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(da ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais ) (foto Adrian Sanchez Gonzalez / AFP)

Todos conhecem Leonardo DiCaprio como o ator que ficou famoso pelos filmes “Titanic”, “Gatsby”,  “O Lobo de Wall Street” e “O Regresso”,  mas o astro também é conhecido por sua atuação em iniciativas de proteção a animais ameaçados.

Em 1998, ele criou a Fundação Leonardo DiCaprio, que desde então vem se dedicando a “proteger os últimos lugares selvagens da Terra e promover uma relação harmoniosa entre a humanidade e a natureza”, de acordo com o site da organização.

A fundação trabalha para prover recursos para projetos conservacionistas que ajudam a proteger tigres e tubarões da extinção, e salvar oceanos e florestas, além de auxiliar no avanço de outras campanhas importantes relacionadas.

No ano passado, a Fundação DiCaprio doou 6 milhões de dólares para campanhas de preservação, sendo que 3 milhões foram direcionados ao programa de conservação de tigres no Nepal da WWF, e os outros 3 milhões foram para a organização Oceana, que trabalha para salvar os oceanos e os mamíferos marinhos dos insustentáveis métodos de pesca.

Agora, DiCaprio está novamente em ação e acabou de doar 1 milhão de dólares para o Elephant Crisis Fund. As informações são do NewsLinq.

Segundo a Wildlife Conservation Network, a doação será usada para salvar elefantes da atual crise da caça pelo marfim e financiar projetos contra a caça e o tráfico.

A ajuda é crucial, uma vez que a caça continua inabalável nos países africanos, matando cerca de 100 elefantes “por dia”. A demanda pelo marfim das nações asiáticas e outras comunidades ao redor do mundo (até mesmo os Estados Unidos) contribui diretamente para esse massacre cruel.

“A caça aos elefantes constitui uma crise brutal, com mais de 30 mil elefantes mortos só no ano passado”, afirmou DiCaprio. “A dizimação desses animais é algo que temos o poder de fazer parar, e o Elephant Crisis Fund é parte fundamental da solução. Eu me sinto honrado por apoiá-los”.

Algumas dicas para adoção de gatos

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(foto Breno Fortes / @cbfotografia / Correio Braziliense)

 

1.      Por que adotar? “Sempre incentivamos a adoção, isso porque existem
milhares de felinos em abrigos esperando por uma família dedicada e amorosa.
Seja filhote ou adulto, a adoção é um ato muito nobre”.

2.      Adulto ou filhote? “Tanto a adoção de filhotes quanto de adultos
implica cuidado. O filhote se habitua mais facilmente à casa e aos tutores,
mas exige treinamento para usar a caixa de areia, por exemplo. Já a
adaptação do adulto exige atenção do ponto de vista de comportamento: deixe
que o felino se habitue à nova casa e ao ambiente, acostume-o aos poucos às
crianças, tenha paciência, pois os gatos têm uma personalidade mais
independente”.

3.      Instale redes de proteção. “Assim que decidir adotar um gato,
instale redes de proteção nas janelas e sacadas do apartamento ou da casa.
Geralmente, as próprias ONGs exigem isso no ato da adoção”. Lembre-se:
acidentes acontecem, principalmente com animais curiosos como os gatos.

4.      Caixa de areia/ liteira. “Os gatos são animais muito limpos e
aprendem facilmente a usar a caixa de areia. Se você adotou um gatinho que
viveu a vida toda nas ruas, talvez tenha mais dificuldade de ensiná-lo, pois
ele vai preferir eliminar as fezes na parte externa da casa. “ Por que a
caixa de areia? O hábito de enterrar excrementos é uma herança ancestral. Os
gatos enterravam as fezes para que não fossem encontrados por seus
predadores, a intenção era mascarar sua presença nos locais.

5.      Tempo de vida. “ A expectativa de vida de um gato é de 12 anos em
média, então, ao adotar, saiba que se trata de um animal que, mesmo sendo
mais independente, vai precisar de seus cuidados e carinho durante toda a
vida. Avalie também o aspecto financeiro, leve em conta gastos com
alimentação e consultas ao veterinário”.

6.      Leve-o ao veterinário. “ Além do tutor, o melhor amigo do animal é o
veterinário. Após a adoção, leve a mascote a uma consulta para um check up
geral e orientações quanto ao manejo alimentar”, finaliza *Marcello Machado.

 

 

 

 

*Marcello Machado é veterinário do Max em Ação.

Senhora de 93 anos continua trabalhando como voluntária em abrigos de animais

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Por Marco Villarreal / Local8Now  (Tradução: Ana Rita Hermes/ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais)

 

 

Há mais de 8 anos, Mary Louise Evon passa 4 horas por dia, duas vezes por semana, como voluntária da The Humane Society, de Tennessee Valley (EUA).

Quando ela não está distribuindo petiscos, você pode encontrá-la separando jornais para os canis ou trabalhando na lavanderia. As informações são do Local8Now.

“Eu apenas me atrapalho um pouco na lavanderia, porque algumas peças são muito grandes”, disse Mary.

“Exceto pela minha visão e audição, o resto do meu corpo está muito bem”, disse ela.

Ela é um exemplo para todos nós e fala da importância da sua família em sua vida.

“Eu tenho um filho que mora aqui. Não sei o que faria sem ele. Ele me ajuda muito”, diz a senhora.

Mary diz que seu trabalho voluntário com animais é algo que ela ama fazer e que já faz isto há muito tempo. Esta não é a primeira vez que trabalha com a The Humane Society como voluntária.

“Eu adoro aqui e eu amo estar com os animais. O pessoal também é muito simpático. É um ótimo lugar para trabalhar”, diz ela.

Mary é um exemplo para todos nós, pois há inúmeros abrigos e situações nas quais animais estão extremamente necessitados de ajuda, em qualquer lugar do mundo, e nunca é tarde para fazermos o bem com os recursos que tivermos. Certamente, o bem que ela está plantando irá florescer e se multiplicar a partir das vidas que ela está ajudando a cuidar.

Enquanto o dono não vem…

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(Por Glaucia Chaves, da Revista do Correio) (foto Luís Tajes)

 

 

Imagine que você está preso em casa, sem acesso a televisão, computador, celular, livro ou qualquer outra coisa para passar o tempo. Angustiante, certo? Assim como na situação proposta, muitos pets amargam horas diárias sem ter o que fazer, à espera do retorno dos donos. O resultado é um bicho estressado, agressivo e, na maioria dos casos, destruidor. Para evitar que os animais se sintam aprisionados, há opções que vão de brinquedos interativos a comedores programáveis, que só liberam alimento ou água em horários predeterminados.

Em casa, uma forma de manter os bichos distraídos é investir em brinquedos interativos e resistentes. Tranças de nylon, por exemplo, são boas companhias para tardes solitárias. “É uma ótima opção para cachorros fortes porque não soltam pedaços”, completa Cristina Agostini, adestradora e dona do portal DogsNet. Enriquecer o ambiente do animal com objetos interessantes é a chave para driblar o tédio. As opções são muitas: bolinhas dispensadoras de comida, brinquedos que podem ser recheados e congelados (para que o animal precise lamber até que todo o gelo derreta antes de ter acesso a comida) e até simples caixas de papelão (gatos adoram).

Cachorro feliz é cachorro cansado. A máxima deve ser o mantra de quem precisa deixar o bichinho só durante o dia. Cristina Agostini diz que, sem exercícios, o resto funciona apenas como um paliativo.“Se o pet não gasta energia, o acúmulo faz com que fique irritadiço. É aí que ele começa a roer móveis, fazer xixi no lugar errado, ou seja, mostrar que não está feliz”, reforça. O ideal, segundo ela, é que a mascote não fique sozinha por mais de cinco horas seguidas. Se for inevitável, a dica é “cansar” o melhor amigo antes de sair para o trabalho. Introduzir outro bichinho na rotina também é uma opção.

Thaís Rodrigues, também adestradora, sugere o day care, algo como uma creche para cachorros. “O cão passa o dia brincando, se divertindo e interagindo com outros bichos”, descreve. Segundo ela, duas vezes por semana em dias intercalados é suficiente para acalmar: o cansaço no fim do dia é tamanho que, em casa, o melhor amigo só quer saber de descansar. Da mesma forma, pet sitters oferecem passeios que se amoldam à rotina da casa.

Todavia, o fundamental para traçar um plano antitédio é conhecer bem o ritmo do pet. Em média, duas caminhadas por dia de uma hora de duração costumam ser o suficiente, mas cada raça é diferente. “Algumas não darão conta, como o pug. Tudo depende do nível de energia”, ensina Thaís Rodrigues. Assim como os seres humanos, ela frisa que animais estressados têm expectativa de vida reduzida e sofrem com a solidão. “Isso implica em uma série de problemas, de gastrite a câncer”, exemplifica. “É importante que as pessoas tomem decisões conscientes, pois é um compromisso longo, de, no mínimo, 10 anos. A obrigação de dar qualidade de vida a eles é nossa.”

 

Algumas sugestões:

 

2016. Crédito: Calm Pet/Divulgação. Animais sozinhos em casa. Floral Calm Pet Marine.

 

 

Floral Calm Pet Marine. (R$ 17,98)

 

 

 

 

 

 

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Brincando com o seu cão
Editora Pensamento 128 páginas (Preço sob consulta)

 

 

 

 

 

 

CBNFOT230220162820

 

 

 

Brinquedo interativo para gatos, da All For Paws.
R$ 230 (modelo Borboleta) e R$ 175 (modelo Pena)

 

 

 

 

CBNFOT230220162807

 

 

Alimentador eletrônico Eatwell Lite
(R$ 413,90) À venda em www.petlove.com.br

 

 

 

 

 

CBNFOT230220162813

Comedouro lento, da Kyjen. (R$ 96,40)
À venda na BitCão: www.bitcao.com.br

 

 

 

 

 

CBNFOT230220162811

 

 

 

Cão Feliz,dono feliz: Os 7 hábitos dos donos perfeitos
Editora Booksmile 265 páginas (Preço sob consulta)

 

 

 

 

CBNFOT230220162824
Jogo Tabuleiro de Damas, da Pet Games. (R$ 155) À venda em www.petlove.com.br

 

 

 

 

 

Sinais de tédio

Agressividade com outros cães ou com o próprio dono
Necessidades fisiológicas no lugar errado
Cão excessivamente excitado quando o dono chega em casa
Roer móveis
O animal passa a se lamber compulsivamente
Queda de pelo em excesso
Cropofagia (o animal passa a comer as próprias fezes)