Crédito: Ed Alves/CB/D.A Press. Brasil. Brasilia - DF. Gastronomia. Carpe Diem do CCBB. Na foto o proprietário Fernando La Roque.
Carpe Diem, grife brasiliense cujo significado em latim é um convite para aproveitar o dia, está de volta à natureza. Fundada há 28 anos na esquina do Bloco A da 104 Sul por cinco amigos, nos últimos anos, a parceria ficou reduzida a apenas um sócio, o proprietário e chef da casa Fernando La Rocque (foto), que acaba de inaugurar mais uma operação, desta vez, no Centro Cultural Banco do Brasil. “Há cinco anos, o diretor do CCBB fez o primeiro contato, mas a negociação só terminou agora”, diz La Rocque, que já tocou uma operação no Iate Clube por sete anos.
Para o dono da marca, o que motivou o convite, além da boa gastronomia foi “o incentivo que a casa dá à cultura”. Em quase 30 anos de funcionamento, já foram lançados no restaurante pioneiro da Asa Sul mais de 3,5 mil livros. Trata-se de uma vitrine para lançamento e venda de livros “com o objetivo de ajudar os autores locais a terem um espaço sem burocracia e sem cobrança”, explica o idealista chef, que pretende levar também para o novo endereço noites ou tardes de autógrafos, eventos culturais e até shows.
Para tanto, será construído um deque de madeira com mesas e ombrelones na área externa do restaurante junto ao jardim de quase 24 mil metros quadrados, próximo à Ponte JK, e onde o brasiliense já se acostumou a fazer piquenique. Daí o nome Garden CCBB da nova operação, que ocupa a ponta do conjunto arquitetônico de dois andares pousado sobre pilotis inaugurado em 1993, no Trecho 2 do Setor de Clube Sul.
Assinado por Oscar Niemeyer, o projeto recebeu detalhamento interno do próprio La Rocque, que é arquiteto, com a ajuda da colega Rachel Fecchina. Eles instalaram lá o mobiliário que havia na loja do Brasília Shopping, fechada dia 31 de julho. A marca ainda está presente no Terraço Shopping há 22 anos e no CasaPark, há 20.
Na nova operação, o bufê funciona no almoço, de segunda a sexta, por R$ 7,69, cada 100g. No sábado, feijoada brasileira enriquece o bufê, cujo preço sobe para R$ 8,39 cada 100g, mesmo valor cobrado domingo, quando a atração especial é paella. Detentores do cartão Ourocard têm desconto de 10% e funcionários do CCBB, 20%, conforme dispõe o contrato, informa La Rocque, que espera atender também o público externo.
“Na abertura, estamos, ainda, com um cardápio reduzido para que a cozinha o faça bem feito e, logo adiante, iremos ampliando aos poucos, à medida que a operação vá se ajustando”, revela o chef, que pode ser visto lá todos os dias. Na última sexta-feira, encontrei muitas opções nos rechauds, como moqueca capixaba, ensopado de frango, creme de espinafre, lasanha à bolonhesa, feijão e rabada com agrião, que acabou logo tal o sucesso. “Vai ter toda a sexta”, promete o chef.
Além dos pratos quentes, o cliente pode se servir de antepastos (caponata, pastas de berinjela e de grão-de-bico, maçã caramelizada, conserva de pepino, batata bolinha, alho assado, champignons e outros) oferecidos num bufê à parte. Em outro, você participa da montagem da salada, escolhendo as folhas e os molhos, entre os quais, parmesão com ervas, mostarda com mel, iogurte com hortelã e alho-poró com limão.
À noite, há entradinhas de carpaccio de carne com rúcula (R$ 37) e casquinha de camarão gratinada no forno à lenha (R$ 36). No principal, há filés ao molho de pimenta-verde e ao gorgonzola; salmão ao maracujá e peixe na redução de laranja e passas com purê e espinafre — todos os pratos por R$ 59 cada. Outra opção para duas pessoas são polpettone gratinado no forno com talharim (R$ 62) e medalhões de filé parmegianna (R$ 80), além de massas e risotos.
O forno à lenha que já está instalado permite, ainda, a partir das 18h a saída de brusquetas e pizzas, outra aposta de La Rocque, que ainda criou pratinhos no palito para servir na happy hour. Telefone: 99944-2004.
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