Grupo fechado antes do retorno ao Distrito Federal. Foto: Twitter/@SEGama
Importantíssima a resposta imediata do Gama à eliminação na Copa Centro-Oeste contra o Rio Branco-ES e ao fim da invencibilidade de 24 jogos na última quarta-feira. A vitória por 2 x 1 contra o Luverdense, em Lucas do Rio Verde (MT), mantém a locomotiva alviverde nos trilhos rumo a estação chamada Série C, a prioridade estabelecida pelo clube neste ano.
Considero lamentável o protesto de parte da torcida contra o técnico Luis Carlos Souza e o elenco depois da derrota para o Rio Branco no Bezerrão. Sim, é direito de quem foi ao estádio sair aborrecido e manifestar-se publicamente. Xingar quem tem entregado um trabalho de excelência na temporada, não. Considero que o treinador foi no mínimo coerente.
Luis Carlos Souza deixou claro desde o início nas escalações qual é a prioridade do Gama no ano. Escalou times alternativos em praticamente toda a primeira fase da Centro-Oeste e foi competente. Encerrou a etapa de classificação na primeira colocação.
Manter o time nas semifinais contra o Rio Branco era coerente. Sim, era uma semifinal, mas estava em jogo também a gestão do vestiário. A divisão de tarefas estava clara para dosar o cansaço físico do elenco: um time na Série D e outro na Copa Centro-Oeste. Clubes das prateleiras mais altas do futebol internacional e nacional adotam o mesmo recurso em busca do equilíbrio na utilização do plantel. Obviamente, há erros e acertos.
Uma má noite em torneio eliminatório coloca tudo a perder. Aconteceu justamente contra o Rio Branco. O Gama não conseguiu jogar bem e foi eliminado nas semifinais. A torcida precisa olhar para o trabalho nos bastidores. Nosso repórter Rafael Lins mostrou em uma matéria publicada neste sábado que o departamento de psicologia do Gama entrou em ação na tentativa de minimizar os efeitos colaterais da eliminação.
O futebol do Distrito Federal pode emplacar os quatro clubes na segunda fase. O Gama lidera com folga o Grupo A3. Capital e Ceilândia estão na zona de classificação no A4. O Brasiliense desafina. Perdeu a invencibilidade para o Aparecidense. É o único fora do G4. Até aqui, a temporada do Jacaré é daquelas para riscar da memória do clube de 26 anos.
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