Para os árabes, filhos são bênção de Deus. Eles comemoram a chegada de cada um com festas, músicas e danças. Crianças, lá, proliferam. As mulheres são prolíferas. Têm prole enorme.
“Entretanto, seria melhor se houvessem menos alunos por sala”, escrevemos na pág. 10. Viu? Tropeçamos no verbo haver. No sentido de existir, ele é impessoal. Só se conjuga na 3ª pessoa do singular. Assim: Entretanto, seria melhor se houvesse menos alunos por sala.
DAD SQUARISI // dadsquarisi.df@dabr.com.br “As árvores querem ficar quietas. Mas o vento não deixa.” O provérbio chinês vem à tona provocado por dois acontecimentos inéditos. O primeiro: formou-se a primeira turma de bacharéis em direito de trabalhadores assentados. O segundo: índios ganham professores índios com curso superior. São pessoas que, além de pertencer à mesma cultura, falam a língua que todos entendem. Ambos têm […]
“Nova integrante do programa, a atriz Maria Fernanda Cândido se junta às jornalistas Mônica Waldvogel, Xico Sá e Teté Ribeiro”, escrevemos na pág. 5 de Diversão & Arte. Xico Sá é masculino. Assim, Maria Fernanda Cândido se juntos aos jornalistas…
Ufa! O julgamento do mensalão se aproxima da fase mais emocionante. Depois do festival de acusações e defesas, chegou a hora das sentenças. São 38. Os mensaleiros tremem nas bases. O veredicto não tem meio-termo. É condenação ou absolvição. Enquanto a decisão não vem, vale repetir que uma letra faz a diferença. Muitos trocam o l pelo r. Em vez de absolver, escrevem absorver. […]
O Brasil parou. Mais de 30 categorias de servidores públicos bateram pé e cruzaram os braços. Entre elas, a Polícia Federal, a Receita, as universidades. Todos querem revisão de salário. Brasília virou palco das reivindicações. Na Esplanada dos Ministérios, os funcionários fazem passeatas, exibem faixas e anunciam aos quatro ventos o que esperam do governo. Para serem ouvidos nos gabinetes, recorrem a alto-falante. Ninguém sabe […]
Sabia? Greve se chama greve por influência do francês. Os trabalhadores parisienses costumavam se reunir na Place de Grève. Ali faziam de tudo. Protestavam. Apresentavam reivindicações. Os desempregados exibiam os braços cruzados. Em 1803, a praça mudou de nome. Virou Place d´Hôtel-de-Ville. Não deu outra. O substantivo próprio virou comum. E se mantém até hoje.
Olho vivo! Os grevistas proclamam alto e bom som que não voltam ao trabalho de mãos vazias. Viu? A expressão é alto e bom som. Com ela, o “em” (em alto e bom som) não tem vez. Xô! Xô! Xô!
“Desde 2005, ela se dedica aos casos relacionados à paradas cardíacas”, escrevemos na pág. 10. A crase não foi feita pra humilhar ninguém. Foi feita pra indicar o casamento de dois aa. No caso, a preposição + o artigo. Mas cadê artigo? Com ele, teríamos às. Sem ele, a. Assim: Desde 2005, ela se dedica aos casos relacionados a paradas cardíacas.
No título “Tempestade de pó”, saiu este texto: “Naquela época, o Instituto Nacional de Meteorologia do Distrito Federal (Inmet) esclareceu que se tratavam de rodamoinhos”. Corrigindo: Naquela época, o Instituto Nacional de Meteorologia do Distrito Federal (Inmet) esclareceu que se tratava de rodamoinhos. Explicação – Erro de concordância verbal: quando o sujeito está indeterminado pelo pronome “se”, o verbo transitivo indireto (tratar-se de) concorda […]