Por Samanta Sallum
Diante da sinalização do ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Luiz Marinho, de que em 19 de fevereiro haverá o retorno da Portaria que condiciona o trabalho aos feriados à negociação coletiva, o setor supermercadista se mobiliza por estar entre as 200 atividades que serão consideradas exceção. E, neste caso, não vão precisar da negociação coletiva para funcionarem como as farmácias. A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) manifestou a expectativa, reforçando que a atividade “é essencial para a garantia do abastecimento da população brasileira.”
Reações no Congresso
“Esperamos que o Ministério do Trabalho não cometa o mesmo equívoco ocorrido com a publicação em novembro passado da Portaria MTE No 3.665, que havia condicionado o trabalho aos feriados à convenção coletiva e precisou ser suspensa pelo MTE para evitar a sua derrubada, em face das fortes reações da sociedade que ecoaram no Congresso Nacional”, destaca o manifesto da Abras.
Risco de retrocesso
Segundo a entidade, uma eventual exclusão do setor supermercadista “representaria um claro retrocesso”. O setor é responsável pela comercialização de 93% de gêneros de largo consumo, empregando 3,2 milhões de trabalhadores. Diariamente, 28 milhões de consumidores frequentam os cerca de 94 mil supermercados no Brasil.
Cobrança se refere à valorização de imóvel após alteração de destinação de uso Por SAMANTA…
Por SAMANTA SALLUM Cerca de 100 representantes da indústria brasileira participam da Missão Empresarial ao…
Por SAMANTA SALLUM Em meio à turbulência politica causada pela crise do BRB, a Câmara…
Gestor comparou possível ajuda ao BRB a que foi realizada pelo governo federal aos Correios.…
Nova gestão será eleita em fevereiro. “O ano de 2026 será, para o atacado, um período…
Ana Paula Teixeira (foto), ex-vice do Banco do Brasil, assumirá o cargo Por SAMANTA SALLUM …