Segurança cibernética, garantir conteúdo tecnológico no ensino público e incentivos a empresas fazem parte da pauta
Por Samanta Sallum
Unindo setor produtivo, academia, legislativo e executivo em prol de políticas públicas para a área de TI, foi criada a Frente Parlamentar da Economia Digital e Desenvolvimento Tecnológico do DF. A deputada distrital Jane Klébia (MDB) é a presidente do grupo, que ainda conta com mais nove parlamentares. Entre eles, o presidente da Câmara Legislativa, Wellington Luiz (MDB), além de Robério Negreiros (PSD), Paula Belmonte (Cidadania), João Cardoso (Avante), Jaqueline Silva (MDB), Joaquim Roriz Neto (PL), Rogério Morro da Cruz (sem-partido), Gabriel Magno (PT) e Jorge Vianna (PSD).
Uma das demandas do setor é a importância de integrar educação em tecnologia e ciência da computação a todos os níveis de ensino. “Esta é uma questão política chave, pois prepara a próxima geração para uma economia cada vez mais digital”, aponta o presidente do Sindicato das Empresas de Serviço de Informática do DF (Sindesei), Marco Tulio Chaparro.
Defender incentivos fiscais para empresas que investem em inovação também é uma bandeira do bloco.
Participaram do lançamento oficial da Frente a reitora da UnB, Márcia Abrahão; o secretário de Ciência e Tecnologia do DF, Gustavo Amaral; e o diretor presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF, Marco Antônio Costa Jr.
O setor definiu pontos focais de atuação para o desenvolvimento da área de TI da capital federal:
– Talentos: definir estratégias para atrair e reter talentos em TI, incluindo treinamento, desenvolvimento profissional e incentivos.
– Estímulo à Inovação: buscar incentivos fiscais para empresas que investem em inovação, pesquisa e desenvolvimento em tecnologia.
– Integração empresas, universidades e governo
– Segurança Cibernética: identificar as ameaças à segurança cibernética
– Economia Digital e Emprego: explorar como a economia digital está mudando o mercado de trabalho e quais políticas podem ajudar os trabalhadores a se adaptarem.
“Isso é especialmente relevante à medida que mais empresas se voltam para o trabalho remoto e o trabalho por projeto. A Gig Economy é uma tendência em expansão. Trata-se de uma economia alternativa da era digital que favorece prestação de trabalhos temporários ou de curto prazo para diversas empresas”, explica o presidente do SindeSei.
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