Por Samanta Sallum
Com a inovação, o consumidor estará mais bem informado sobre os produtos, e também haverá mais eficiência para a cadeia de suprimentos. Segundo João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 , “a transição para a nova geração de códigos de barras, o chamado código 2D, vai favorecer agilidade, eficiência, economia e rastreabilidade”.
Os novos códigos têm mais capacidade de fornecer dados confiáveis e precisos a consumidores, empresas e agências reguladoras. Na área da saúde, proporciona mais segurança a profissionais e pacientes. O código 2D pode contar a história de um produto: de onde vem, dados nutricionais, composição, rastreabilidade e muito mais.
Esse é um movimento global de evolução de tecnologia com o setor de varejo. São mais de 20 países – incluindo China, EUA, Austrália e Brasil – que já iniciaram pilotos de sucesso.
PIB
O brasileiro conhece o código de barras desde 1983. Foi criada então a Associação Brasileira de Automação Comercial (ABAC), que atualmente é a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. Hoje conta com mais de 58 mil associados que representam 36% do PIB nacional e 12% dos empregos formais, com duas sedes no país, uma em São Paulo e outra em Brasília.
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